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O alarmismo é mau conselheiro

As doenças dos nossos filhos, mesmo não sendo clinicamente graves, assumem por vezes para nós proporções de tragédia e levam-nos a correr para as urgências hospitalares. E depois dizem-nos, na maioria dos casos, que não passam de simples viroses. Não se sintam «maus pais» ou «pais falhados». A vossa leitura, perante uma das vossas crias com sinais ou sintomas de doença, é a leitura que qualquer animal faz, de si próprio, quando não se sente bem, ou dos seus descendentes, quando toca a eles. Nas alturas críticas da nossa vida, é o instinto e o «animal que mora dentro de nós» que atua. Ou pelo menos que pretende atuar. Se o «racional» não consegue medir forças com o «emocional», então ficamos prisioneiros dos nossos receios, mais do que do que constatamos. A nossa cria está doente. E as doenças podem ser graves. E as doenças graves matam. Não se morre de saúde, morre-se de doença. É por isso que ficamos assim. Podemos melhorar e começar a ter maior distanciamento e poder de análise, separando bem o que são sinais de gravidade do que é normal e, por outro, do que são sinais de saúde e de que a situação não está a afetar muito a criaa. Mas somos pais, e não temos de pedir desculpa a ninguém por isso. No caso do António, acima descrito, estava tudo conservado: brincava, mesmo que com momentos mais calmos; comia, mesmo que menos; dormia, mesmo que com tosse; ria, bocejava e espreguiçava-se, mesmo que exigindo mais colo. Olhar a criaa como um todo é fundamental, perante qualquer sintoma ou sinal. O António é o António, não é um mero somatório de pulmões, fígado ou baço. E aquela correria inadequada e impensada para a urgência do hospital, além de cara e desnecessária, acabou por se transformar daí a uns dias, para o António, numa gastroenterite contraída na sala de espera... Ler Mais...

Evitar a agonia da despedida

Um dos momentos trágicos é a despedida. Não se pode prolongar demasiado, mas há que durar o suficiente para se dizer «adeus», explicitamente. Escapulir sem dizer nada pode criar sentimentos de desconfiaa e de incerteza. Se os pais têm de se ir embora devem fazê-lo honestamente. Claro que isto não quer dizer estar horas com beijinhos e miminhos, a prolongar a situação de despedida. É bom expressar os sentimentos: «Sei que gostavas que nós ficássemos e nós também gostávamos de ficar, mas não podemos», e deixar a situação o mais organizada possível (banho, alimentação, etc). É também muito importante cumprir o prometido: se disserem: «Eu depois telefono.», convém telefonar, mas sem exageros. E, igualmente, tentar dar uma ideia de quando se voltarão a ver - «Depois de dormires- ou «Logo depois de veres os desenhos animadosAcostumar desde cedo as criaas a jogos de separação «esconder atrás da fralda», sair da sala e entrar, etc. -. podem ajudar a trabalhar a autoconfiaa e os sentimentos securizadores. Algumas histórias infantis têm elementos de separação, mas há que ter cuidado para que terminem bem e os heróis não fiquem «sozinhos para sempre». Parece paradoxal. É paradoxal. Manter uma pessoa presente quando está ausente. Se a nós. adultos, nos custa tanto fazê-lo quando alguém morre, admitir que o pai e a mãe estão lá, no quarto de dormir, quando eles já se foram embora, implica um esforço de abstração muito grande, quase diria impossível para um bebé tão pequeno, como os nossos filhotes de 2 e 3 anos. Um objecto de transição no qual delegamos as nossas competência e do qual falamos (não dizemos «a mamã está aqui ou o papá está cá», mas «o ursinho tal ou a girafa tal»), será o nosso delegado, o nosso capataz. junto da criaa. E através dele, perfumado com a água-de-colónia dos pais, a criaa reviverá a presença dos pais na sua ausência. Durante a noite convém dizer: «O ursinho está aqui», e não «os pais estão aqui». São os pais que estarão presentes no coração da criaa - são eles a sua família, para sempre - mas os objetos transicionais podem facilitar a construção desse conceito abstrato que é os pais estarem sem estarem. Complicado? Muito. Bem sabemos quando um amigo ou familiar morre ou desaparece... Ler Mais...

Conselho sobre amigdalites

Por vezes as amigdalites repetem-se porque o tratamento antibiótico não é totalmente eficaz. Podem existir micróbios semi-resistentes aos antibióticos normalmente utilizados e, após o tratamento, estes decrescem (melhorando os sintomas) mas nunca chegam a desaparecer por completo. Passados uns dias já recrudesceram novamente e voltam a dar sintomas. Esta situação é, muitas vezes, consequência de tratamentos com antibióticos feitos sem critérios, por tempo inadequado, com doses incorretas e sem uma verdadeira avaliação da necessidade. Se uma criaa tiver amigdalites de repetição, é conveniente fazer uma análise ao exsudado («pontos brancos») das amígdalas, antes do antibiótico, para perceber qual o micróbio que por lá anda e qual a sua sensibilidade em relação aos antimicrobianos. Ler Mais...

Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criaa IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criaa ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criaa tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em criaas pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criaa deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criaa ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

Ato dois – o regresso

Se o vosso melhor amigo, um dia, arrombar à vossa porta e entrar pela casa dentro, tenho a impressão que vocês «se passam». Mesmo sendo o melhor amigo. Pelo contrário, se o convidarem para jantar, mesmo que se prolongue até às tantas e estejam com sono terão de o aturar, pois vocês é que o convidaram e ele é vosso amigo... No regresso a casa é indispensável que a criaa (e o animal que existe dentro dela) não veja o seu território subitamente invadido pela entrada da outra peça C. Assim, é bom que a criaa vá buscar o mano (ou mana) ao carro, tenha tempo para o olhar, com calma, e depois que seja ela a abrir a porta e a introduzi-lo em casa. Será um momento histórico que é modificável. Para todos os efeitos, foi que o introduziu naquele território. E, mesmo cansados, os pais devem pedir-lhe se «mostra a casa ao mano, diz onde é a caminha do quarto dele, a sala». É bom que seja ela a mostrar ao novo animal que entra, os cantos à casa e as idiossincrasias do território, designadamente o seu quarto, no qual o recém-chegado não entra. Mais do que imaginamos no que ela vai pensar por ver o bebé a com os pais, devemos dizer-lhe que é privilegiada em ter o seu «gabinete», ao qual dito «estagiário» não tem acesso. Ler Mais...

Como se revela?

A sinusite pode aparecer em criaas de pouca idade. Os agentes que causam sinusite com sintomas são as bactérias, porque produzem pus, o qual enche a cavidade dos seios perinasais. São geralmente as mesmas bactérias que habitam ou infetam o nariz e a orofaringe. A sinusite dá dor, porque há um aumento da pressão resultante do enchimento demasia- do num espaço de dimensões não elásticas - a dor pode ser ao nível do próprio seio: na região à volta do nariz, na zona malar, à volta dos olhos, no alto da cabeça ou na testa, em um ou de ambos os lados, conforme estiverem mais ou menos afetados. O outro tipo de dor é mais uma sensação de «enchimento», de uma parte da cara que supostamente tem ar e que sentimos como -preenchida», embora possa não ser uma verdadeira dor. No entanto, a dor da sinusite pode ser tremenda - imaginem o que é a pressão sobre o osso, por dentro, quando o seio perinasal está cheio e não consegue drenar cá para fora. E o osso dói muito. Como algumas secreções sempre vão saindo, o nariz enche-se de corrimento amarelado ou esverdeado, espesso. Os seios etmoidais, quando se infetam numa criaa pequena (primeiro, segundo ano de vida), podem dar uma inflamação à volta dos olhos, com inchaço e vermelhidão, e é uma situação que, se se acompanhar de dor e de febre, deverá ser vista pelo médico com alguma brevidade. Ler Mais...
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