Resultados para: "quando a crianca dormi e espuma pela boca e o que"

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E em caso de eletrocussão?

Mesmo com todas as medidas preventivas assinaladas podem ocorrer casos de eletrocussão e é fundamental saber como proceder (se houver várias pessoas em casa, cada uma deverá fazer uma coisa): - é importantíssimo NINGUÉM se precipitar para cima do acidentado pois se a eletricidade ainda está a passar o adulto pode ficar também ele eletrocutado; - cortar a corrente no disjuntor ou afastar a criaa da tomada ou do fio TOCAN-DO-LHE APENAS com um objetoo condutor de electricidade (madeira, plástico) parao ser electrocutado também; - começar a reanimar a criaa respiração boca-a-boca e massagem cardíaca (vale a pena relembrar aos pais que para cada cinco massagens cardíacas no tórax deveo fazer uma respiração boca-nariz nas criaas pequenas ou boca-a-boca nas maiores). - chamar o 112; - de salientar que as queimaduras por eletricidadeo muitas vezes profundas e o aspecto superficial pode parecer menos grave do que realmente é. Ler Mais...

A Praia, de «A» a «Z»

Ir à praia com uma criaa desta idade despoleta um misto de sentimentos: alegria, sensação de desafio, receio, curiosidade, cansaço, apreensão, excitação. Afinal, os mesmos sentimentos que a criaa teao, de repente, olhar para a imensidão da areia e para a imensidão do mar, para o barulho das ondas e para a atracção da espuma, para a confusão das pessoas e para a pletora de cores e sons. Ficam aqui algumas dicas, «de A a Z», para prepararem a ida à praia com os vossos filhos e para que esses momentos sejam os melhores possíveis. Ler Mais...

Corpos estranhos

Levar tudo à boca é uma «mania», aaos 3 anos, e por vezes até mais tarde. Ao sentir o objeto na boca, especialmente se for arredondado e deslizante, a tendência é para engolir, mas dadoo se tratar de um alimento, pode causar engasgamento e ir para a árvore respiratória. Alguns objetos, como as pilhas elétricas tipo «boo», podem causar graves problemas gástricos. A sua semelhaa com pastilhas agrava a tendência para as meter na boca. Os brinquedos também podem ser uma fonte comum de sufocação: baes (que desinsuflam e aumentam o movimento de fora para dentro da boca), moedas ou partes de brinquedos menores do que uma moeda de 2€. Do mesmo modo, alimentos que sejam pequenos, arredondados (amendoins, pistachos, avelãs, frutos secos para aperitivos, uvas. cenouras cruas, passas, pastilhas elásticas ou outras, bocados de carne, pipocas, presunto, etc.) têm uma enorme probabilidade de resvalar para a parte posterior da boca, provocando um movimento involuntário (próprio da imaturidade da criaa) de inspiração, fazendo com que o corpo estranho vá para a árvore respiratória. Do mesmo modo, há que ter em atenção o tamanho dos pedaços de alimentos que se cortam, à refeição. Outras vezes, o corpo estranho é deglutido ou introduzido no nariz ou nos ouvidos, pela tendência que a criaa tem, antes dos 3-4 anos, de experimentar o seu próprio corpo (feijões, moedas, missangas, anéis, brincos, clips, pregos e parafusos, etc.). Ler Mais...

Doea da boca-mão-pé

A doea boca-mão-pé ocorre sobretudo cerca dos 4-5 anos, e pode ser causada por uma grande variedade de vírus, mais frequentemente um que se chama coxsackie. A doeao costuma ser grave e as criaas recuperam numa semana. Os sintomas começam por febre ligeira, perda de apetite e mal-estar geral. Segue-se o aparecimento de aftas dolorosas na boca, sobretudo na parte interior das bochechas e gengivas, e manchas nas palmas das mãos e plantas dos pés, que depois evoluem para nódulos e bolhas. A doea é contagiosa através das secreções nasais, saliva e líquido das bolhas, durante pelo menos uma semana depois do início da doea. Perante estes sintomas a criaa deverá ser observada pelo médico-assistente. O risco maior consiste na desidratação provocada pelao ingestão de líquidos em quantidade suficiente, atendendo à dificuldade em engolir e à falta de apetite. A alimentação deve ser baseada em líquidos e pastosos, frios e de sabor neutro (gelados, por exemplo). Não há tratamento específico, mas é preciso dar todos os medicamentos necessários para o conforto da criaa, e os pais não se devem surpreender se ela emagrecer – passada a doea, o apetite virá, e em foa. É conveniente evitar o contacto com mulheres grávidas. Ler Mais...

Importância dos dentes de leite

É muito importante que os dentes de leite permaneçam na boca até chegar a altura de caírem naturalmente. Os dentes de leiteo importantes porque ajudam: • Na manutenção de uma boa nutrição, ao permitirem uma boa mastigação; • No desenvolvimento correto da tala e da linguagem; • Na erupção dos dentes permanentes pois «guardao espaço necessário para estes erupcionarem corretamente; • A ter um sorriso bonito que dá à criaa uma maior aceitação social, melhorando a sua autoestima e autoimagem. Frequentemente subestimam-se as cáries nos dentes de leite e os pais acham que, como o dente vai «cair» não vale a pena tratá-lo, mas tudo depende da idade da criaa e do dente afetado. Todavia, por exemplo, os molares de leiteo permanecer na boca até cerca dos 11-12 anos, mesmo que a mudaa de dentes se inicie aos 5-6 anos. Assim, se estes dentes apresentarem uma cárie, não é lógico que estao seja tratada porque o dente ainda vai estar na boca cerca de mais 7 a 8 anos. Ler Mais...

Convulsões febris

Há um medo generalizado relativamente às convulsões febris, o que leva a, tantas vezes, um tratamento errado e exagerado dos estados febris, como se a febreo fosse um mecanismo fisiológico de defesa contra as infeções.

Como os músculos do nosso corpo respondem a estímulos que lhes chegam através dos nervos, se a nível cerebral são dadas ordens para os músculos ora se contraírem, ora se relaxarem, muito rapidamente, como se alguém se entretivesse a brincar com o interruptor e o ligasse e desligasse continuamente, eles obedeceo, originando os sinais tão característicos dos episódios convulsivos: a criaa perde a consciência, cai, agita rapidamente os braços e as pernas, deita «espuma» pela boca, perde o controlo dos esfíncteres e urina.

O aparecimento destes sinais e sintomas depende desse estímulo cerebral desorganizado, e a febre (não obrigatoriamente a febre alta, mas o mecanismo de alteração que leva à subida da tempera- tura), pode ser em algumas criaas, devido a imaturidade do sistema nervoso, o fator desencadeante.

Cerca de 4 a 5% das criaas entre o 1 e os 5 anos têm convulsões febris, havendo relação com casos familiares - em dois teos dos casos é possível identificar episódios que ocorreram nos pais ou nos irmãos.

A convulsão aparece precocemente no decurso da doea, geralmente quando a febre está a subir; há duas doeas que, por ocorrerem nestas idades e estarem associadas a febre alta, se acompanham frequentemente de convulsões febris - a otite média aguda e o exantema súbito («6.ª doea» ou roseola infantum).

As convulsões febris não têm nada a ver com epilepsia nem com meningite, nem estão associadas a maior risco de epilepsia, já que na epilepsia existem áreas cerebrais anormalmente hiper-reactivas, seja porque existem problemas de ordem genética, seja como sequela de problemas perinatais ou porque a criaa sofreu um traumatismo craniano anterior, por exemplo, enquanto na convulsão febril o que há é uma reação de um cérebro imaturo a
um estímulo (febre).

outras situações - infeciosas (encefalites, meningites), tumorais - que se acompanham de febre e convulsões mas em que estas nãoo consequência daquela, ou seja, febre e convulsões são ambas um resultado da doea base. Existem, contudo, meios científicos para diferenciar umas das outras e, no final da avaliação, o médico podeafirmar com seguraa se se trata de uma convulsão febril ou se existe mais algum problema.

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