Resultados para: "qual procedimento quando o feto morre na barriga"

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O que é um aborto?

Um aborto á a expulsão ou a extracção do útero de um embrião ou feto antes da 24ª semana de gravidez. Os sinais de um abortoo sangramento vaginal e dores semelhantes às menstruais. Como nem todos os abortos seguem o mesmo padrão, há várias formas de descrever o que acontece. * Ameaça de aborto ocorre quando há sangramento que pode ou não ser acompanhado de dor, mas o feto sobrevive. * Aborto incipiente ocorre quando há sangramento e dores devido a contracções do útero, o canal cervical dilata e o feio é expelido. * Aborto retido ocorre quando o feto morre mas mantém-se no útero e ou é expelido mais tarde naturalmente ou retirado por operação. Ler Mais...

O que é um “D e C”?

D e C são as iniciais para dilatação e curetagem, um procedimento cirúrgico no qual a abertura do útero, o colo do útero, é dilatada e o tecido que envolve as paredes do útero é raspado ou removido (curetagem). Este procedimento é algumas vezes utilizado para garantir a evacuação do conteúdo uterino de uma gravidez não evolutiva. Há vantagens e desvantagens a considerar antes de fazer um D e C. O processo fica em geral concluído em duas horas e muitas mulheres recomeçam a sua actividade no prazo de uma semana. No entanto, a necessidade de uma raspagem cirúrgica ou D e C depois de um aborto tem sido questionada devido a potenciais complicações, tais como hemorragia e infecção. Peça conselho ao seu médico. Há opções menos agressivas do que o D e C. Um método é o de simplesmente observar e esperar para ver se o útero irá expelir espontaneamente quaisquer conteúdos restantes da concepção. Outra opção é um tratamento com medicamentos, que estimulam as contracções do útero para expelir naturalmente os tecidos da gravidez. Ler Mais...

Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...

Tenho imenso medo de entrar em trabalho de parto – levarei uma epidural?

A disponibilidade das epidurais depende de cada hospital. Será melhor perguntar ao seu médico qual o procedimento do hospital que lhe está reservado. Se souber com antecedência que quer uma epidural, ou decidir no trabalho de parto que quer uma, informe a sua parteira o mais rápido possível para que ela possa contactar o anestesista e preparar uma. Ler Mais...

Evitar a agonia da despedida

Um dos momentos trágicos é a despedida. Não se pode prolongar demasiado, mas há que durar o suficiente para se dizer «adeus», explicitamente. Escapulir sem dizer nada pode criar sentimentos de desconfiança e de incerteza. Se os pais têm de se ir embora devem fazê-lo honestamente. Claro que istoo quer dizer estar horas com beijinhos e miminhos, a prolongar a situação de despedida. É bom expressar os sentimentos: «Sei que gostavas que nós ficássemos e nós também gostávamos de ficar, mas não podemos», e deixar a situação o mais organizada possível (banho, alimentação, etc). É também muito importante cumprir o prometido: se disserem: «Eu depois telefono.», convém telefonar, mas sem exageros. E, igualmente, tentar dar uma ideia de quando se voltarão a ver - «Depois de dormires- ou «Logo depois de veres os desenhos animados.» Acostumar desde cedo as crianças a jogos de separação «esconder atrás da fralda», sair da sala e entrar, etc. -. podem ajudar a trabalhar a autoconfiança e os sentimentos securizadores. Algumas histórias infantis têm elementos de separação, mas há que ter cuidado para que terminem bem e os heróis não fiquem «sozinhos para sempre». Parece paradoxal. É paradoxal. Manter uma pessoa presente quando está ausente. Se a nós. adultos, nos custa tanto fazê-lo quando alguém morre, admitir que o pai e a mãe estão lá, no quarto de dormir, quando eles já se foram embora, implica um esfoo de abstração muito grande, quase diria impossível para um bebé tão pequeno, como os nossos filhotes de 2 e 3 anos. Um objecto de transição no qual delegamos as nossas competência e do qual falamos (não dizemos «a mamã está aqui ou o papá está cá», mas «o ursinho tal ou a girafa tal»), será o nosso delegado, o nosso capataz. junto da criança. E através dele, perfumado com a água-de-colónia dos pais, a criança reviverá a presença dos pais na sua ausência. Durante a noite convém dizer: «O ursinho está aqui», e não «os pais estão aqui». São os pais que estarão presentes no coração da criança - são eles a sua família, para sempre - mas os objetos transicionais podem facilitar a construção desse conceito abstrato que é os pais estarem sem estarem. Complicado? Muito. Bem sabemos quando um amigo ou familiar morre ou desaparece... Ler Mais...

Usar o «olhómetro»

Nas primeiras semanas de vida há uma tendência para os pais quererem pesar o bebé com uma frequência muito grande. Alguns profissionais de saúde também estimulam a isso. Pessoalmente considero errado, num bebé normal e saudável, este tipo de procedimento porque se torna facilmente num fator de ansiedade. Um bebé que aumente, em média 200 gramas por semana, pode ver o seu peso alterado conforme mamou ou não, fez ou não coou xixi, com as calibragens de diferentes balanças, roupa, etc. Há três maneiras de confirmar que o bebé está a aumentar de peso bem: - ver se faz intervalos adequados entre mamadas; - ver se está bem: se está calmo e sossegado quando dorme, se boceja, se se espreguiça ou se está realmente «furioso» quando tem fome; - ver se os refegos das pernas e coxas, a barriga, o queixo e as bochechas estão a «inchar».

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Claro que se um bebé está a emagrecer, se há qualquer sintoma ou se nasceu com um baixo peso ou qualquer doença, o esquema de pesagem poderá ser outro, adequado à situação. Ler Mais...
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