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O que é um aborto?

Um aborto á a expulsão ou a extracção do útero de um embrião ou feto antes da 24ª semana de gravidez. Os sinais de um abortoo sangramento vaginal e dores semelhantes às menstruais. Como nem todos os abortos seguem o mesmo padrão, há várias formas de descrever o que acontece. * Ameaça de aborto ocorre quando há sangramento que pode ou não ser acompanhado de dor, mas o feto sobrevive. * Aborto incipiente ocorre quando há sangramento e dores devido a contracções do útero, o canal cervical dilata e o feio é expelido. * Aborto retido ocorre quando o feto morre mas mantém-se no útero e ou é expelido mais tarde naturalmente ou retirado por operação. Ler Mais...

Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criança ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criança tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em crianças pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

Ato prévio – a comunicação invisível pré-natal

Antes mesmo de o bebé nascer, o irmão comunicará com ele, da forma «invisível» como as pessoas íntimas comunicam, designadamente o feto com o pai. Sobretudo a partir das 34 semanas, mais coisa menos coisa é normal a criança começar a revelar instabilidade, excitação, tentativas de regressão (ocupação do espaço anterior, para que o bebé novo «bata como nariz na porta», manifestada por voltar a querer chupetas ou biberão, dormir na cama dos pais, acordar mais vezes, ter períodos de choro) e humor variável. Algumas vezes chega mesmo a ter sintomas de doença, como dores de cabeça, de barriga ou qualquer outro, não patenteado geralmente em sinais, mas que chamam a atenção dos pais e provocam uma regressão. Em alguns casos aparece mesmo febre. Ler Mais...

Sinais de Alarme

A esmagadora maioria dos pais é muito competente ao lidar com as doenças dos filhos. Embora se assista a uma fase de diminuição da autoconfiança e de uma excessiva dependência dos profissionais – e reconhecendo que em situações de dúvida mais vale pecar por «excesso» do que por «defeito» - a maioria dos pais está apta a resolver as situações mais comuns e mais banais, sem entrar em stresse e sabendo quando recorrer aos serviços e à ajuda dos profissionais sem exagerar num ou noutro sentido. Os serviços telefónicos (Saúde 24 - «Dói-dói, Trim-trim»), e o médico-assistente serão complementos excelentes, para retirar alguma dúvida remanescente. ong>Quais os sinais de urgência?ong> É importante saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança imediatamente ao médico:
  • sonolência demasiada sem razão aparente, prostração;
  • hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo);
  • convulsões;
  • choro prolongado de dor, com características de grito ou gemido;
  • febre alta (superior a 40°C rectal ou 39°C axilar) há mais de 3 dias completos;
  • dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite;
  • cianose (a criança ficar arroxeada);
  • dificuldade intensa a respirar;
  • vómitos queo passam e não permitem alimentar;
  • sinais de desidratação - olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menor número de fraldas molhadas do que o costume);
  • aparecimento em catadupa e de forma crescente de pequenas hemorragias na pele (pressionando com um vidro, como um copo, elas não desaparecem) ou de nódoas negras.
Se não houver qualquer destes sinais ou sintomas, mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 horas seguintes:
  • sibilância a respirar («pieira»);
  • tosse intensa, seca ou com secreções;
  • irritabilidade;
  • vómitos;
  • diarreia;
  • lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas);
  • febre acima de 40,5° rectal ou 39,5° axilar.
Sublinhando sempre que, em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...

Dores de barriga

Dói-me a barriga» é uma queixa muito frequente, nas crianças entre o 2 e os 5 anos. E como a dor é algo de subjetivo, é sempre difícil aos pais conseguirem ter uma dimensão real da situação. É sempre importante pensar nas questões que levantei acima, e que dizem respeito a qualquer dor. No entanto, a ausência de outros sintomas ou sinais, por exemplo, não significa que a dor seja leve ou irrelevante, ou de origem psicológica e emocional. Na maioria dos casos, as dores de barrigao traduzem nenhuma doença grave. Algumas dores são mesmo fisiológicas, correspondendo a movimentos mais intensos do intestino, que funciona por contrações (designadas por movimentos peristálticos) que fazem com que o conteúdo fecal avance de uns segmentos para os outros. O estômago também é um músculo e ao contrair-se pode provocar dor. Outro aspeto a ter em conta é se as dores de barrigao comuns ou não. Algumas crianças têm movimentos peristálticos fortes, que têm exclusivamente a ver com a maneira de funcionar do tubo digestivo (assim como algumas são mais obstipadas e outras menos). Uma dor de barriga numa criança que nunca se queixa pode ter um significado diferente de uma dor numa que é «presa» e que todos os dias se queixa antes de ir à casa de banho. Se a dor for forte, violenta, em jejum, se aparece em «ondas» de agravamento e relativa acalmia, com diarreia ou vómitos contínuos, febre alta, sangue nas fezes ou desidratação, quebra do estado geral e progressivo agravamento, há que levar a criança ao médico imediatamente (ver Apendicite, Gastroenterite, Helicobacter, Invaginação intestinal, Obstipação). Enquanto se espera pela evolução, quandoo há sintomas ou sinais de gravidade, pode dar-se paracetamol ou antiespasmódico. No entanto, há que ter cuidado para não se mascarar o quadro, quer dando antibióticos (se for uma apendicite, por exemplo, adia-se o diagnóstico, com efeitos nocivos), quer anulando a dor que é, afinal, um sinal importante para avaliar o quadro. Ler Mais...

Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...
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