Resultados para: "puxar o pequeno labios crecer"

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E os pipis…

Os pequenos lábios vaginais podem estar, frequentemente, colados. Por vezes é necessário o médico pediatra ou cirurgião afastarem-nos, e os pais deverão depois colocar vaselina durante 15 dias, para não voltar a colar. O nome técnico é«Sinequia dos pequenos lábios». Em alguns bebés do sexo feminino, as hormonas maternas, ainda em circulação no bebé, podem originar um pequeno fluxo vaginal de sangue e de muco. Ler Mais...

A Fimose Fisiológica

A pilinha, na maioria dos recém-nascidos está apertada (chamada «fimose fisiológica»). Apenas em 4% dos recém-nascidos se consegue puxar totalmente a pele para trás, número esse que sobe para 25% aos 6 meses e 50% ao ano. As vezes a abertura é tão apertada que até custa pensar como é que conseguem fazer xixi. Mas conseguem, em jato, e atingem toda a gente em redor, com essas «armas biológicas de longo alcance». Com o decorrer dos meses a fimose começa a desaparecer, e na maioria dos casos, com alguma ajuda por parte dos pais, a pilinha abre-se e «tudo fica como deve ser». De qualquer forma, por indicações médicas (salvo raras exceções, que são as crianças que fazem muitas infeções urinárias ou que não conseguem fazer adequadamente xixi), a intervenção cirúrgica só está indicada após os três anos de idade, depois de o bebé deixar totalmente de usar fraldas. O que se aconselha, na maioria dos casos, é não fazer nada até cerca dos 8-9 meses, e aí, devagarinho, começar a puxar, mas sempre até ao limite. Ler Mais...

Puxar a pilinha?

O que fazer à pilinha? Puxa-se? Não se puxa? Deve-se fazer a circuncisão? Sim ou não? A pilinha é, para os pais, uma fonte de problemas. E não deverá ser. Trata-se de um órgão como qualquer outro, e deve ser sujeito às mesmas regras: não agressão, manipulação cuidadosa, deixar evoluir com a idade e higiene, embora se deva manter o seu carácter íntimo e o pudor normal entre as pessoas. Referi n'O Grande Livro do Bebé que na esmagadora maioria dos recém-nascidos a pilinha está apertada (chama-se «fimose fisiológica») e só em cerca de 4% dos recém- -nascidos se consegue puxar totalmente a pele para trás. Ao ano de idade ainda 50% das crianças tem um aperto Com o decorrer do tempo a fimose começa a desaparecer, e na maioria dos casos, com alguma ajuda por parte dos pais, a pilinha abre-se e tudo fica como deve ser. A partir do ano de idade pode começar a puxar-se, muito cautelosamente, nunca ultrapassando o limite que os pais sentem que é o momento em que continuar a puxar «era de mais». É uma sensação que se tem: primeiro há uma ligeira resistência que se vence, depois outra em que forçar seria traumatizante. Se até aos 3 anos e meio, mais coisa menos coisa, a situaçãoo estiver resolvida então provavelmente já necessitará da ajuda de um cirurgião pediatra, que puxará (e deverá ser ele) com algum aparato, mas com eficácia, a pilinha para trás. Esperar muito tempo pode conduzir a uma adesão maior, até porque se começam a formar secreções que, tipo «supercola», pioram a situação. E como se criam bolas de sebo (chamadas «esmegma»), os pais assustam-se porque vêm uns altos brancos por de- baixo da pele. A manterem-se podem doer ou infetar. «Por indicações médicas (salvo raras exceções, que são as crianças que fazem muitas infeções urinárias ou que não conseguem fazer adequadamente xixi), a intervenção cirúrgica só está indicada após os 3 anos de idade, depois de o bebé deixar totalmente de usar fraldas. «Convém distinguir duas coisas: uma o aperto (fimose), outra a situação em que a pele não vem para trás porque duas camadas estão aderentes (chamada “aderências balano-prepuciais”, ou seja entre a glande e o prepúcio). É esta a última que pode ser resolvida sem recurso de cirurgia» Ler Mais...

Os órgãos genitais e as costas

A observação dos genitais da criança é um passo obrigatório. Nos rapazes, há que ver se os testículos já se encontram nas bolsas, o que pode vir a acontecer apenas até ao final do primeiro ano de vida, sem que isso represente doença. A pilinha está geralmente apertada, nos recém-nascidos, e esta fimose fisiológica deve ser vigiada mas não se deve manipular com força, nem puxar para lá do que se sente como resistência, porque pode criar fissuras e ainda apertar mais. Algumas crianças têm uma má colocação da saída da uretra, diagnosticada no primeiro exame, e que se chama hipospadia ou epispádia, conforme a localização do «buraquinho». Do mesmo modo, é frequente haver acumulação de líquido nas bolsas escrotais, sem qualquer problema para o bebé, no que se designa por hidrocele - apagando a luz exterior e pondo um foco de luz no escroto vê-se bem o líquido, que fica iluminado de cor-de-laranja, como um «balão». om/wp-content/uploads/2014/03/zxcxvzxzc.jpg">one wp-image-140" alt="zxcxvzxzc" src="http://parapais.com/wp-content/uploads/2014/03/zxcxvzxzc-300x114.jpg" width="346" height="131" /> Nas raparigas, há que ver se os órgãos genitais são normais - os pequenos lábios podem estar, frequentemente, colados. Em alguns bebés do sexo feminino pode haver uma pequena saída de muco ou de sangue vaginal, que não representa doença, mas sim um efeito das hormonas maternas que estão em circulação. O exame do ânus pode mostrar fístulas (que por vezes sangram). As costas têm que ser sempre bem examinadas, para ver a coluna e eventuais defeitos, a existência possível de fossetas ou fístulas na região sagrada (um pouco acima do ânus), pesquisar alguns reflexos, etc. Devem observar-se igualmente os braços e as pernas para ver a existência de deformidades, incluindo nas mãos e pés (número de dedos, posicionamento e alinhamento, unhas, pregas palmares). A pesquisa dos reflexos plantares é também útil. Ler Mais...

Queilite

Queilite significa inflamação dos lábios, com vermelhidão, fissuras (por vezes com sangramento, sobretudo se a criança as morder e tentar arrancar) e aparecimento de escamas. É mais frequente nas crianças alérgicas. O frio e o vento, bem como o pó e a secura ou o sol, ou ainda uma dieta sem vegetais e fruta, podem também ser causa da queilite. O tratamento faz-se com aplicação de vaselina ou batons próprios, tentando que a criança não arranque as peles secas. Se há infeção, especialmente no canto da boca, pode ter de se aplicar uma pomada com antibiótico durante 3 a 4 dias, e dar um xarope de vitamina B. Ler Mais...
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