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Idade óssea

A idade óssea é outro conceito de extrema utilidade na avaliação do crescimento e das suas perturbações. Exprime o grau de maturação do esqueleto, comparativamente com o da população em geral da mesma idade, através de atlas estandardizados. Usa-se o exame radiográfico do punho esquerdo. Existe uma correlação muito estreita entre a idade óssea e a maturidade fisiológica do indivíduo, pelo que é um bom indicador de «quanto a criança ainda pode crescer». Ler Mais...

Quero alimentar o meu bebé a pedido. A minha mãe diz que estou a tornar as coisas mais difíceis. Ela tem razão?

Alimentar a pedido é a forma recomendada de alimentar o seu bebé. Este método de alimentação significa simplesmente que você alimentará o seu bebé sempre que ele der sinal de que está com fome e quer alimento – em geral procurando o peito, chorando ou chuchando nas mãos, em vez de o fazer de acordo com um horário imposto por si. Com o tempo, os pais começam a reconhecer os sinais mais rapidamente e a saber quando o bebé quer comer. Nas primeiras semanas de amamentação, você poderá sentir que o seu bebé está sempre a mamar. Contudo, lembre-se de que os recém-nascidos têm estômagos pequeninos - cerca do tamanho do seu punho - e assim só conseguem aguentar uma certa quantidade de alimento. O leite materno digerido com facilidade enche rapidamente o estômago de um bebé e é absorvido com facilidade, e assim ele precisará de voltar a comer pouco tempo depois. Durante as primeiras seis semanas, a amamentação é regularizada e é importante alimentar completamente a pedido durante esse tempo Isso significa que o seu bebé regularizará a quantidade de leite que você produz mamando mais para produzir mais. Quando ele tiver informado o seu corpo da quantidade de leite de que necessita, dormirá melhor entre as mamadas e só pedirá mais quando precisar de mais. Se o seu bebé parecer ter fome pouco depois de ter mamado - por exemplo, pode estar irrequieto, a chuchar no punho ou à procura do peito - volte a dar-lhe de mamar e isso irá aumentar o seu fornecimento. Também não se esqueça de que há alguns dias em que os bebés estão mais esfomeados. É também importante assegurar-se de que o bebé esvazia cada seio, pois o leite do final da mamada contém mais gordura e nutrientes e, assim, os bebés sentem-se cheios e satisfeitos durante mais tempo. Se o alimentar a pedido, também começará a dormir mais à noite. Dessa forma, você não necessitará de um programa de alimentação; pode dar ao seu bebé o que ele pedir e continuar a fazer isso até ele iniciar o desmame. Ler Mais...

A manobra de Heimlich

A chamada manobra de Heimlich pode salvar a vida, mas é preciso saber fazê-la. Esta manobra baseia se no facto de um golpe de ar forçado, de baixo para cima, através da traqueia, por contração do diafragma, deslocar o corpo estranho e enviá-lo-á para cima, eventualmente saindo até pela boca (cuspido). A manobra de Heimlich é muito simples, mas tem de ser efetuada com enorme cuidado em crianças deste grupo etário. Há que ter cuidado para fazer a manobra sem demasiada força e no local exato, para não lesar as costelas ou os órgãos internos.
  • quem faz a manobra (vamos chamar-lhe »adulto») coloca-se por detrás da criança;
  • a criança pode estar de pé ou sentada;
  • o adulto fecha a mão, tipo «murro», com o polegar dirigido para o abdómen da criança, entre a caixa torácica e acima da cintura;
  • a outra mão rodeia a cintura da criança;
  • inicia então uma série de 6 a 10 movimentos, bruscos (mas não violentos), no sentido para dentro e para cima, de forma a que o objeto saia; se necessário, repete, pois com a falta de oxigénio os músculos demoram mais a reagir;
  • se a criança estiver inconsciente, terá de ser deitada, o queixo posto para a frente e o punho colocado a nível do umbigo.
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Madrastas, padrastos, enteadas e enteados

As famílias são unidades extremamente dinâmicas, pelo que é uma asneira científica, social e antropológica pensar que existe uma «família tradicional». Pelo contrário, há vários tipos de família, e o número elevado de separações e de divórcios traz, com ele, um aumento do número de crianças que vivem numa situação dupla, com o pai e com a mãe em diferentes casas. Como o casamento (considerado de forma lata, como co-abitação ou união de facto) não está em crise - o que poderá estar é a sua duração e a sua manutenção -, muitos homens e mulheres separados ou divorciados voltam a apaixonar-se e a formar novas famílias, reconstruindo a sua vida, em novos caminhos para a felicidade. Felizmente que o fazem. Porém, as crianças dos primeiros casamentos são confrontadas com uma nova situação: viver com uma (ou duas) «outras pessoas», num contexto em que essas pessoas são mais do que simples amigos do pai ou da mãe. Esta reestruturação das famílias - sobre a qual não temos de emitir nenhum juízo de valor porque o seu sucesso ou insucesso é estritamente individual e tanto podemos relatar casos excelentes como péssimos -, leva no entanto a questões novas e frequentes, que só por si não dizem do eventual êxito destas «segundas ligações», mas podem amedrontar os intervenientes ou mesmo causar embaraços, se não forem antecipadas e bem geridas. As palavras padrasto e madrasta sempre estiveram associadas a situações de incompatibilidade ou mesmo de malvadez. Quantas vezes ouvimos relatos, em histórias de infância e não só, de padrastos que mais não faziam do que zurzir nos enteados, ou madrastas que, como no conto da Cinderela, humilhavam e punham em segundo lugar os filhos «herdados». Lembram-se de desastres de Sofia, da Condessa de Ségur? Os padrastos não andam necessariamente de chicote em punho, nem as madrastas obrigatoriamente umas «velhas, com dentes salientes e cara de bruxa». No que toca às crianças, a nova situação passa por várias fases e levanta outros tantos problemas. Ao analisar esta questão temos forçosamente de a enquadrar, mesmo quando as novas ligações acontecem passado um tempo sobre a separação dos biológicos, e independentemente das reações afetivas ou da cordialidade que sobraram do anterior casamento. Se já é difícil para uma criança reequacionar os seus afetos e relações com a mãe e com o pai biológicos depois de uma separação, a entrada em cena de uma ou mais pessoas pode constituir um elemento perturbador. Os ciúmes e o mau entendimento do que se está a passar (muitas vezes por má gestão das circunstâncias por parte dos adultos ou da própria criança) podem levar a uma situação de competição entre ela e o padrasto ou madrasta. As crianças são, por outro lado, manipuladoras e se puderem aproveitar alguma coisa com a indefinição existente não deixam ficar os créditos por mãos alheias, aproveitando-se da eventual fragilidade dos que agora começam a «jogar o jogo». É então que assistimos a frases do tipo «não sabes nada disso porque não vivias connosco», «não tens nada a ver com isso porque não és o meu pai» ou «pois, é natural que não te lembres porque isso aconteceu ainda não eras para aqui chamado». Até o próprio tratamento por «tu» do padrasto ou da madrasta, muitas vezes descurado pelos pais, é uma forma de ditar as regras do jogo. E o pior é que estas frases correspondem à mais pura verdade, vista de um modo factual, embora as conclusões sejam abusivas e às vezes até maldosas... Da parte dos padrastos e madrastas pode haver algumas dúvidas quanto ao investimento a fazer. Quer afetivo, quer por exemplo temporal e económico. Valerá a pena darmo-nos por completo aos filhos dos outros, sobretudo se eles nos olham com desconfiança? Valerá a pena entrar em competição com os pais biológicos do mesmo sexo quando as crianças não compreendem a sua posição? E como fazer quando se têm de ouvir frases como as que citei acima? Estas dúvidas são naturais e legítimas. Contudo, nada nos diz que não possamos amare gostar tanto de um «projeto» iniciado por outros do que de um no qual estivemos presentes desde o início. Até porque há um fortíssimo elo de ligação e de estímulo: o pai biológico ao qual a madrasta ou o padrasto se encontram ligados. Ler Mais...

A importância das rotinas e os seus objectivos – 2/3 anos

Para as crianças dos 2-3 anos que frequentam o jardim-de-infância, há vários momentos que fazem parte de uma estruturação mais global. É por isso que um jardim-de-infância não é um ATL ou um playgroup. Nestes últimos vai-se por umas horas, de quando em quando, com actividades livres, não conectadas. Num infantário ou jardim-de-infância, há uma sequência lógica das actividades e o programa só fica completo se não se falharem as diversas fases. Apresento aqui um modelo que me parece muito adequado e motivador, mas obviamente que haverá mais opções, e muitas delas respondendo também às diversas necessidades da criança. Deve sublinhar-se que todos estes métodos têm uma sustentada fundamentação científica, e não decorrem de «momentos criativos» das educadoras. Acolhimento Este momento, que não deve ser demasiado rígido em termos de horários , dado que há crianças que chegam mais cedo, outras mais tarde, em função dos horários dos pais e da distância a percorrer, é mais uma oportunidade para estimular a relação família/escola, e transmitir informação do que se passou e de alguma preocupação dos pais. Por vezes o tempo escasseia e os pais não têm muita disponibilidade para falar com as educadoras, e nem sempre há alguma coisa especial para dizer, mas é bom que, caso exista ou se tenha passado algo que os pais sentem necessidade em transmitir, que o façam, nem que seja tendo escrito um papel para entregar às educadoras. Estas também poderão não dispor de muito tempo, dado que há horas em que a entrada do estabelecimento parece a gare do Oriente em hora de ponta. O momento da separação é, como mencionei, um momento difícil. «Não quero ir para a escola!» As crianças gostam da escola, mas preferiam escapar do momento do «ir», do corte da separação física dos pais. Para que este momento seja mais aliviado, mesmo nas crianças que já estão habituadas ao meio, é fundamental que o ambiente seja calmo, tranquilo, seguro e alegre, para que a criança se sinta sempre desejada pelas suas educadoras e pela sua escola. Mapa das presenças Uma vez no jardim-de-infância, ajuda a fazer o corte com o «espaço-casa» se a criança sentir que está num outro grupo de pertença, com o qual tem laços fortes e contínuos. O mapa das presenças, que pode ser instituído desde as idades mais pequeninas, em que cada um marca, da forma que quiser, numa espécie de calendário, a sua presença na sala, é uma forma de dizer «Estou aqui e é aqui que estou!» Com esta afirmação mudam também as expetativas e a criança encaixa-se no ambiente e fica propícia aos desafios que lhe vão fazer. Paralelamente, o mapa de presenças permite começar a adquirir noções matemáticas (quantos estão, quantos faltam), introdução à leitura através do reconhecimento das letras, organização temporal, observação (a leitura transversal do mapa dá ideia que a Joana já há muito tempo que não vem, o Hugo nunca faltou, amanhã e depois não há escola, ainda estamos no princípio da semana) e a linguagem, pela verbalização consequente. Desenho do dia Depois de marcadas as presenças, pode haver um momento livre, de desenho, em que cada um faz uma pequena contribuição. O desenho é afixado diariamente no mapa das presenças. Esta actividade, depois da chegada e do momento individual que é a marcação da presença, permite desenvolver alguns conceitos, como a noção de número, a responsabilidade (fazer o desenho), o respeito (saber esperar pela sua vez) e a autonomia (dado que o desenho é livre). Conversa/história no tapete Depois do desenho há que fazer um ponto de situação e proporcionar um momento de calma e re-organização. É, aliás, muito importante que as educadoras programem o dia em função dos vários momentos anímicos das crianças - excitação, calma, grupo, indi- vidual, etc. As crianças reúnem-se no tapete, com a educadora, e aproveita-se o momento, que tem lugar no início da manhã, para dar uma oportunidade de contar as novidades (e desde a véspera há sempre muita conversa a pôr em dia) e de desenvolver a memorização. Para além disso, as crianças aprendem a saber ouvir, a esperar pela sua vez e a estar com atenção, concentração, e tranquilidade. Desenvolve-se o sentido do respeito pelos outros e valoriza-se a linguagem e a relação afetiva, bem como a observação. Texto livre Depois de contadas as novidades, que correspondendo a um momento calmo podem dar azo a alguma brincadeira e humor, passa-se para um momento livre em que a criança, na essência, individualmente, exercita a memória, e em que se faz uma introdução à leitura e à escrita. No texto livre, a criança conta a sua novidade ou um momento que a marcou e a educadora regista no código escrito Fica à responsabilidade da criança a sua ilustração, com a correspondente valorização da criança e promoção da auto-estima. Este momento é de uma grande criatividade e imaginação. Brincadeira livre O momento anterior foi «académico». Impõe-se agora um de brincadeira pura. Mas mesmo assim, este momento não esquece os restantes colegas, sendo relevante a construção de regras e de hábitos de grupo. Saber respeitar e aceitar as brincadeiras dos outros sem querer impor as suas, é um exercício saudável para a socialização. Os jogos de construção, com elementos, levam a que, se feitos em grupo (dois ou mais), se planeie, discuta, projecte e se aprenda a respeitar a vontade e as ideias do outro, e a trabalhar conceitos matemáticos: seriação e classificação. A plasticina (que os pais bem agradecem que seja feita no jardim-de-infância e não em casa...) é uma actividade de que as crianças gostam muito, e que proporciona a oportunidade de desenvolver o tacto (que desde bebé se vai usando menos) e também de modelar: o desenvolvimento da motricidade fina é um bom resultado do uso dos materiais moldáveis. Os jogos de mesa são calmos e tranquilos. Trabalham a atenção, observação e memorização, e permitem mais uma vez desenvolver noções matemáticas, como a correspondência termo a termo. Por outro lado, para além de ser mais um momento de relação com os outros, permite divertimento, que nunca pode estar afastado de todas estas actividades. A casinha, que todas as salas devem ter, seja ela mais ou menos estruturada, é um hino à imaginação e à criatividade, ao jogo do faz-de-conta, vivência de papéis, mas também da exercitação da linguagem, respeito pelos outros, responsabilidade e organização do espaço (aspecto este muito importante quando aplicado em casa, dado que os espaços não são elásticos nem enormes). A «leitura» de livros, no tapete, é uma opção para os que desejam um momento mais calmo e tranquilo, e é curioso ver as crianças a organizarem-se, e a partilharem a linguagem, contando histórias aos amigos. Mais uma vez, desenvolve-se, nesta actividade, a responsabilidade, socialização e respeito. Expressão plástica Outra actividade necessária, que pode ser levada a cabo de diversas formas: Através da pintura e do desenho, em que se faz a exploração das cores, desenvolve a imaginação, criatividade e sensibilidade. No início as crianças experimentam a mistura das cores sem critério pré-definido. Depois procuram desenhar formas e têm em atenção para não misturar as cores. Paralelamente, vão desenvolvendo a motricidade fina - no início fazem garatujas, depois passam à figura humana e vão organizando melhor o espaço do papel, e verbalizam o que estão fazendo, desenvolvendo o pensamento simbólico. A digitinta, outro «terror» dos pais quando feita em casa, é uma actividade de surpresa, dado que permite expandir enormemente a criatividade. A criança pinta, mas o papel também responde com formas diversas. É uma boa oportunidade para desenvolver a motricidade grossa, através dos movimentos com os braços e mãos, e da motricidade fina, pelos movimentos com os dedos. Há também uma componente importante que tem a ver com a sensibilidade táctil, pela experimentação de materiais e texturas diferentes. A rasgagem, e o recorte e colagem, são muito importantes para o desenvolvimento da motricidade fina e da pinça digital. Exigem criatividade, reflexão, organização no espaço «verbalização. A utilização da tesoura adverte para o cuidado a ter com alguns objectos, e o sentido da utilização dos recortes faz com que deixem de rasgar só por rasgar, distinguindo o que é útil do que é mero desperdício. A evolução da rasgagem para o recorte mostra uma subida no patamar das competências finas. Mais uma vez, contactam-se novas sensibilidades, e texturas. Expressão musical e pelo movimento Qual a criança que não gosta de cantar? Aliás, qual o ser humano que não gosta de ouvir música, independentemente de ser melómano ou de não saber reconhecer estilos musicais. A aprendizagem de novas canções (partilhando algumas entre elas) permite às crianças estimular a memorização, adquirir mais vocabulário, desenvolver a motricidade grossa, interiorizar regras, expressar o sentido rítmico, explorar o corpo e complementar a noção de espaço e de tempo. É bom também poderem surpreender os outros porque sabem esta ou aquela canção, valorizando as aquisições feitas fora do jardim-de-infância, e regando o canteiro da sua auto-estima. Higiene Momento deveras importante. As barrigas começam a dar horas, e chegou o momento de ir à casa de banho e de lavar as mãos. Variando muito de criança para criança (e de idade para idade), há um elo comum: o desenvolvimento da autonomia (é uma grande vitória conseguir abrir a torneira e usar o sabonete sozinho entre outros). Sente-se o gosto em ser crescido e a responsabilidade de cuidar do seu próprio corpo. Por outro lado, aprende-se que depois das atividades ou de fazer xixi, as mãos devem ser lavadas, como mencionei no capítulo da Higiene. Refeição O almoço (e mais tarde o lanche) servem para alimentar, mas, do ponto de vista de socialização, também para criar uma maior autonomia (estimulada pelos outros e por um sentido correcto da competição, o que faz comerem tudo pelo seu punho no jardim-de-infância e em casa terem de ser os pais a dar), passar implícitas noções de higiene e de saber estar à mesa, respeito pelo ritmo do grupo, mesmo que com variações pessoais, e noções de alimentação e nutrição (as educadoras e auxiliares explicam porque é que se deve comer peixe, massa, alface ou qualquer outra coisa). Há também um controlo das exigências pessoais, aprendendo a aceitar o menu do dia sem reclamar, como é por vezes hábito em casa. Sesta A sesta, como desenvolvo no capítulo do Sono, é um direito da criança, nesta idade. Deve ser feita num ambiente calmo (contrastando com o ambiente de «converseta» da hora do almoço), e estimulada a autonomia (as crianças devem tirar elas próprias os sapatos, deitar-se e tapar-se sozinhas, mesmo que as educadoras dêem o toque final), e mais uma vez se respeitam os ritmos do grupo. Os objectos de transição, referidos anteriormente no capítulo do Sono, são importantes neste momento do adormecer, em que acontece, com mais ênfase, a lembrança dos pais e da casa. O que é bom, para ajudar a criar um elo entre os dois universos, mas de modo tranquilo e securizante. Recreio Quem nos dera, não é? Pois os nossos filhos têm essa sorte. Brincadeira livre, imaginação, correria, possibilidade de fazer movimentos que estimulam a motricidade larga sem andar aos encontrões aos móveis, contacto com a natureza. E estabelecimento e reforço das amizades (mesmo que passe por um «Já não sou teu amigo.»). Os conflitos de interesses são um bom estímulo à negociação, argumentação e diplomacia. Não esquecer, durante os meses de Verão, o chapéu, protector solar e óculos escuros. Hora de sair Depois do lanche entra-se numa hora já menos estruturada. Algumas crianças começam a ir embora e as que ficam vão saltando entre actividades. O cansaço começa a chegar e com ele alguma vontade de rever os pais e os irmãos. Quando os pais chegam, elas abandonam tudo e correm na direcção deles. O abraço tem de ser intenso e único. Depois, quando a criança automaticamente se solta, é que se irão tratar eventuais assuntos burocráticos. Convém reservar uns minutos para saber se ocorreu algo de especial, trocar impressões com a educadora e ter tempo para ver as obras de arte que os filhos fizeram e das quais estão tão orgulhosos. Dizer «Agora não tenho tempo para ver» ou «Vamos que o carro está mal estacionado» é mau. Mesmo que seja de relance temos de ir. Pensem que as coisas foram feitas a pensar em vós e que desiludir uma criança é dar-lhe um pontapé na alma. Com a pressa de sair, não se esqueçam de relembrar que têm de se despedir das educadoras, auxiliares e outros meninos e pais. E arrumar as coisas com que estavam a brincar, pendurar bibes, vestir casacos e outras coisas mais. Ler Mais...
Punho cosando | Para Pais.