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Hérnias

Uma hérnia é uma saliência, arredondada, que resulta quando um tecido subcutâneo é fraco, permitindo ao órgão subjacente que saia um pouco através desse espaço. Para além do efeito estético, o grande problema das hérnias (sobretudo as inguinais) é poderem estrangular, ou seja, o intestino sai pela parede enfraquecida, mas depois tem dificuldade em regredir, sobretudo se o anel da hérnia estiver fibroso e duro. Neste caso, o intestino fica apertado e pode necrosar e causar uma emergência médica, com rápida deterioração do estado geral. As hérnias mais frequentes são as umbilicais e as da linha branca (por cima do umbigo) e as inguinais, que migram para dentro do escroto, seguindo o caminho normal do testículo. À medida que a criança cresce, a pressão abdominal desce (por menos episódios de choro e menos gases intestinais) e a hérnia começa geralmente a ficar pequena, desaparecendo na maioria dos casos. As hérnias de linha branca são por vezes compridas e apresentam-se como uma protuberância alongada, para cima do umbigo. Diminuem e desaparecem com a tonificação dos músculos da barriga. As hérnias inguinais podem ser mais complicadas. O primeiro sintoma costuma ser um alto, que os pais confundem amiúde com um gânglio, na região interior da coxa. É duro, pode causar dor, e colocando o dedo sente-se se a criança tossir. Por vezes é possível empurrar para dentro e ouve-se um som de gorgolejo. As hérnias têm tendência a sair quando a criança faz esforço (obstipação, birra, gases, choro intenso). Perante o achado de uma hérnia, é conveniente consultar um cirurgião pediatra, para ter um ponto de partida para encarar eventual correção cirúrgica. As hérnias umbilicais nunca estrangulam e a sua correção faz-se pelos 5 anos, e apenas por razões estéticas. Ler Mais...

Os órgãos genitais e as costas

A observação dos genitais da criança é um passo obrigatório. Nos rapazes, há que ver se os testículos já se encontram nas bolsas, o que pode vir a acontecer apenas até ao final do primeiro ano de vida, sem que isso represente doença. A pilinha está geralmente apertada, nos recém-nascidos, e esta fimose fisiológica deve ser vigiada mas não se deve manipular com força, nem puxar para lá do que se sente como resistência, porque pode criar fissuras e ainda apertar mais. Algumas crianças têm uma má colocação da saída da uretra, diagnosticada no primeiro exame, e que se chama hipospadia ou epispádia, conforme a localização do «buraquinho». Do mesmo modo, é frequente haver acumulação de líquido nas bolsas escrotais, sem qualquer problema para o bebé, no que se designa por hidrocele - apagando a luz exterior e pondo um foco de luz no escroto vê-se bem o líquido, que fica iluminado de cor-de-laranja, como um «balão». none wp-image-140" alt="zxcxvzxzc" src="http://parapais.com/wp-content/uploads/2014/03/zxcxvzxzc-300x114.jpg" width="346" height="131" /> Nas raparigas, há que ver se os órgãos genitais são normais - os pequenos lábios podem estar, frequentemente, colados. Em alguns bebés do sexo feminino pode haver uma pequena saída de muco ou de sangue vaginal, que não representa doença, mas sim um efeito das hormonas maternas que estão em circulação. O exame do ânus pode mostrar fístulas (que por vezes sangram). As costas têm que ser sempre bem examinadas, para ver a coluna e eventuais defeitos, a existência possível de fossetas ou fístulas na região sagrada (um pouco acima do ânus), pesquisar alguns reflexos, etc. Devem observar-se igualmente os braços e as pernas para ver a existência de deformidades, incluindo nas mãos e pés (número de dedos, posicionamento e alinhamento, unhas, pregas palmares). A pesquisa dos reflexos plantares é também útil. Ler Mais...

Como detetar?

A detecção precoce do testículo não-descido faz-se através palpação dos testículos e a confirmação da sua localização nas bolsas escrotais. A observação é mais fácil no recém-nascido, pois o escroto é maior, a gordura subcutânea mínima e o reflexo do cremaster (o que provoca o testículo retrátil) está ausente. A palpação para ser efectuada de modo correcto exige que a criança esteja relaxada, num ambiente aquecido e deve ser feita inicialmente na posição de decúbito dorsal - às vezes, as condições da consulta médica não são as melhores. É por isso que os pais podem também ter um papel essencial, como já referi, em casa. Subsequentemente, se não se conseguiram palpar os testículos, a observação deverá ser feita nas posições de pé ou de cócoras. A posição de deitado de costas, com as pernas cruzadas poderá permitir também a palpação de testículos que, de outra forma, poderiam parecer ausentes. A posição de deitado de costas, com as pernas cruzadas poderá permitir também a palpação de testículos que, de outra forma, poderiam parecer ausentes. O observador deverá ter as mãos quentes (de contrário estimulará o reflexo do cremaster) e com uma das mãos deve procurar o testículo na sua linha de descida desde o anel inguinal interno até ao externo (quando, obviamente, não o consegue palpar logo no escroto), num movimento semelhante a «mungir». Dever-se-á considerar como suspeita de testículo não-descido qualquer criança cujo ou cujos testículos não sejam palpáveis no escroto após manipulação cuidadosa e palpação correcta. As manobras deverão ser efectuadas ao nascer e durante o primeiro ano de vida, em todos os exames programados ou oportunísticos, mesmo que em observações anteriores não se levantassem dúvidas em relação à posição dos testículos. Cabe aos pais verificar se tal é feito e se fica registado no Boletim de Saúde da criança. Se aos 12 meses de idade os testículos forem indubitavelmente palpáveis no escroto não são, em princípio, necessárias observações subsequentes, embora seja recomendável reavaliar a posição dos testículos no período pré-pubertário. Ler Mais...

O que é o hidrocelo?

Muitos rapazes nascem com hidrocelo. Trata-se de uma acumulação indolor de líquido dentro das bolsas escrotais. Embora desconfortável à vista dos pais, o hidrocelo não é doloroso nem perigoso. A razão para esta acumulação tem a ver com o facto de os testículos migrarem da cavidade abdominal para o escroto, e com eles migrar um espaço virtual que geralmente se fecha aos dois anos de vida. Havendo esse espaço, pode encherse de fluido, dando origem a um hidrocelo. Este líquido pode não comunicar com o abdómen e o líquido fica no escroto, sendo absorvido lentamente, nos primeiros meses de vida. Outro tipo de hidrocelo é aquele que esconde uma hérnia inguinal e fica situado mais alto do que o anterior, ou seja, na parte mais superior do escroto. É sempre necessário confirmar se existe hérnia porque a solução para a hérnia pode ter que ser cirúrgica. O terceiro tipo é o hidrocelo comunicante, em que o líquido se move para cima e para baixo, pelo que a bolsa escrotal aumenta e diminui. Por vezes pode ter uma consistência quase de pedra, exigindo também a observação por um cirurgião pediatra. A maioria dos hidrocelos não comunicantes não necessita de qualquer tratamento. Os que têm hérnia associada poderão precisar de cirurgia. Geralmente espera-se até aos dois anos de idade para fazer uma avaliação definitiva, isto se não houver qualquer indicação para uma intervenção mais precoce. Ler Mais...

Sinto-me embaraçada porque julgo que estou com hemorróidas. Não quero ir ao médico – o que devo fazer?

Hemorróidas são veias inchadas perto do ânus que podem ser muito desconfortáveis, em especial durante a gravidez. As hemorróidas são um aspecto comum da gravidez e muitas mulheres acabam por as ter, portanto não será surpresa para o seu médico. Também poderá falar sobre o problema com a sua parteira, se for mais fácil para si. O seu médico ou parteira recomendar-lhe-ão um tratamento com um creme ou um gel refrescante. Como as hemorróidas muitas vezes se desenvolvem devido a esforço provocado por prisão de ventre, aumentar a ingestão de libras e de líquidos pode ajudar a regular os seus intestinos, o que por sua vez pode ajudar a resolver o problema. Coma fruta fresca e legumes e beba muita água. Se estiver com uma obstipação muito forte, pode pedir ao seu médico para lhe receitar supositórios. Sei que se pode sentir embaraçada mas é melhor abordar a questão com alguém do que sofrer sozinha. Ler Mais...

O meu companheiro está preocupado com a sua análise ao esperma. Como posso tranquilizá-lo?

Estima-se que em Portugal haja 500 000 casais inférteis por isso pode tranquilizar o seu companheiro dizendo-lhe que não é um caso único. Poderá tentar deixar-lhe um panfleto sobre problemas de fertilidade para ele ler e obter mais informações Tente identificar-se com ele o mais possível partilhando as suas experiências e os exames por que já passou. O seu companheiro pode estar preocupado em ejacular num momento certo, quando já está ansioso e no ambiente da clinica. Alguns homens pedem um objecto erótico, revistas ou vídeos para ajudar. Para outros, absterem-se de sexo durante alguns dias pode fazê-los ejacular com mais facilidade. Se morar bastante perto da clínica, o seu companheiro pode produzir a amostra em casa e levá-la para a clínica. Por vezes, uma doença como a diabetes impede que um homem ejacule. Se for esse o caso, o esperma pode ser obtido através de “uma recolha de esperma”, na qual uma pequena agulha é passada através da pele do escroto para os testículos e o esperma é retirado. Ler Mais...
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