Resultados para: "prostracao no bebe"

Você está a ver criança , grávida e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa prostracao no bebe. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, gemeos escondidos barriga, cesaria inflamada, cesariana inflamada, colo do utero dilatado fotos, bucentinha infantil.

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...

Infecções respiratórias

As infecções respiratórias são provavelmente as situações que mais frequentemente levam a criança ao médico representando, segundo alguns estudos, cerca de 40% das consultas de pediatria. Nas áreas urbanas calcula-se que cada criança, antes dos dois anos de idade, tenha entre 8 e 9 infecções respiratórias por ano. Por outro lado, sabe-se também que as crianças que frequentam infantários ou creches têm uma probabilidade cinco a dez vezes maior de ter uma infeção respiratória. Pois é, pais, este tipo de infecções é, como já devem ter constatado pelos vossos filhos, comum e na maior parte dos casos extremamente benigno. No entanto, algumas vezes as coisas agravam-se e há necessidade de a criança ser observada e até de ser internada num serviço hospitalar. Sendo tão frequentes, a questão que se põe ó a seguinte: até que ponto podem os pais controlar a situação em casa? O que fazer? Quando levar a criança ao médico? Em primeiro lugar, há que diferenciar as infecções respiratórias «altas» (do nariz, garganta, amígdalas, etc.) das infecções baixas» (brônquios e pulmão). Aqui vamos fundamentalmente abordar as infecções baixas. Clinicamente, as infecções respiratórias agudas baixas (incluindo as pneumonias) manifestam-se por sintomas e sinais de infecção associados a sintomas e sinais respiratórios. Os primeiros são geralmente: febre, calafrios, alteração do estado geral, vómitos, diarreia e outros sintomas gastrointestinais, aurnerfiu dos glandios , prostração, etc. Convém referir que, nos primeiros três meses de idade, as infecções respiratórias, sobretudo as que são provocadas por bactérias, podem apresentar-se somente com sinais clínicos muito inespecíficos e vagos, dificultando o diagnóstico: recusa de se alimentar em várias mamadas, gemido prostração, moleza e falta de reflexos, cansaço extremo, etc. Estes sintomas, numa criança pequena, deverão sempre levantar suspeitas e a criança deverá ser observada no próprio dia. Os sintomas e sinais respiratórios incluem tosse e um grau maior ou menor de dificuldade respiratória, caracterizada por abertura das narinas muito marcada, como se o bebé tivesse «fome de ar», as costelas meterem-se para dentro durante a respiração, fazendo sulcos (tecnicamente chama-se «tiragem»), respiração acelerada, lábios e face arroxeada (tecnicamente «cianose»), etc. Se a falta de ar for marcada, poderá haver outros sintomas de grande gravidade, como sinais neurológicos. O quadro clínico tem, regra geral, mais a ver com as alterações da função respiratória e com a idade da criança do que propriamente com o micróbio causador assim, a vigilância dos sinais e sintomas, bem como considerar mais grave em crianças de pouca idade, são recomendações que consideramos muito importantes. Ler Mais...

Diferenciar entre casos ligeiros e casos graves

Assim, um dos maiores problemas que se põe, quer à família, quer mesmo ao médico, é diferenciar uma infecção respiratória aguda grave de uma ligeira, e pressentir a provável evolução do caso. Recomendamos pois que os pais, na avaliação da situação, valorizem o seguinte: - a idade da criança, sendo que quanto menor a idade, mais alerta é preciso estar e maiores probabilidades a situação tem de se deteriorar; - se a criança tem tosse e desde quando; - se a criança deixou de mamar/beber líquidos/alimentar-se bem, especialmente se tem menos de um ano de idade; - se a criança tem lebre e desde quando; - se a criança teve convulsões. - se há uma situação agravante, como paralisia cerebral ou doenças neurológicas, doenças do coração ou dos rins, magreza extrema, etc. Ao observar a criança, os pais poderão tomar em consideração o seguinte: - determinar a frequência respiratória (contar o número de respirações em cada minuto); - avaliar o grau de dificuldade respiratória (ver se o bebé tem tiragem, se as asas do nanz abrem muito ao respirar); - ver se a criança faz barulho a respirar (pieira, sibilância, guincho ao inspirar); - avaliar o grau de prostração, se existir; - quantificar a temperatura (febre ou, pelo contrário, baixa da temperatura). Os pais poderão mterrogar-se quanto ao seguinte: -o nosso filho tem sinais de gravidade?». São sinais de gravidade, exigindo IMEDIATA observação: Idade inferior a 3 meses - deixar de se alimentar bem - dificuldade respiratória acentuada - convulsões - prostração - frequência respiratória superior a 60 respirações por minuto - febre alta ou temperatura demasiado baixa - Idade entre 3 e 12 meses - incapacidade de beber líquidos - dificuldade respiratória eventualmente com sibilos - convulsões - prostração - cianose (bebé fica azulado) Estes sinais significam doença grave, e a criança deverá ser URGENTEMENTE levada para um hospital. Se não houver dificuldade respiratória mas a frequência respiratória for superior a 40/minuto, a criança deverá ser observada nesse dia. Par último, se a criança está SEM dificuldade respiratória e com uma frequência respiratória abaixo de 40/minuto, então a situação não parece grave. A maior parte das situações são benignas o que há a fazer é combater a obstrução. Em condições normais, as defesas da criança sáo suficientes para a manter saudável. No entanto, uma ruptura no equilíbrio entre ela e os micróbios provocada quer pelo aumento do número ou agressividade dos agentes infecciosos, quer por diminuição dos sistemas defensivos da criança , pode ocasionar uma situação de doença. A obstrução das vias aéreas é, sem qualquer dúvida, o factor mais importante na origem de uma infecção respiratória, e o responsável pelos seus sinais e sintomas, devendo por isso ser o principal alvo do tratamento. Os pais, independentemente de levarem a criança ao médico e do que o médico receitar, deverão tomar algumas medidas para que essa obstrução possa ser melhorada digamos que, sendo as vias respiratórias um sistema de «tubos» e estando esses «tubos- entupidos, os pais terão que desempenhar a função de «canalizadores»... Qualquer agressão das vias respiratórias seja uma infecção, sejam fumos, frio, poluição ou qualquer outro agente agressivo leva a que essas vias (brônquios, traqueia, etc.) produzam secreções (muco) e que esse muco se acumule, o que, por seu lado, conduz à proliferação dos microorganismos. É um círculo vicioso. Por outro lado, os micróbios induzem um conjunto de fenómenos associados à lesão dos brônquios, os quais, por sua vez, dificultam ainda mais os mecanismos de limpeza e agravam a obstrução. As situações de «broncospasmo», que ocorrem em crianças com alergias ou asma, pioram ainda mais a situação, ao «apertar» os brônquios. Por sua vez, a infecção vai determinar, como vimos, quebra do estado geral, febre, vómitos e dificuldade na alimentação. Todos estes factores contribuem para um maior ou menor grau de desidratação, o qual por sua vez conduz ao espessamento das secreções das vias aéreas e a maior dificuldade de drenagem das secreções. O aumento da frequência respiratória, como mecanismo compensador da falta de ar provocada pela obstrução dos brônquios, faz perder água pela respiração e agrava o espessamento das secreções e a obstrução. Ler Mais...

Como avaliar as consequências de uma queda?

Sempre que um bebé sofre uma queda, e se existirem dúvidas sobre o modo como se deu a queda ou sobre o estado geral do bebé, ou mesmo sinais de o bebé estar mal, a criança deve SEMPRE ser levada a um serviço de urgência. No entanto, vale a pena referir dois ou três aspectos, para que os pais consigam, dentro da ansiedade da situação, proceder de modo mais adequado possível. A questão da energia é essencial. As quedas mais graves são: - quando ocorre aceleração linear, ou seja, nas quais a criança cai de uma certa altura ou um objeto cai sobre a criança, de uma certa altura também; -quando a superfície de impacto não é absorvente, como acontece com a pedra, mármore, tijoleira ou mosaico; - quando não têm «expressão exterior» do impacto: as quedas com grandes «galos» são melhores do que as mesmas em que a energia vai para dentro da cabeça integralmente, não fazendo qualquer lesão exterior Se não houve, pois, grande libertação de energia, mesmo que com um «galo» grande, o que há a fazer é ver como está a criança. É natural que esteja assustada, que chore e que até vomite (sobretudo se a queda se der perto ou durante a refeição). São sinais de alarme: -vómitos repetidos; - prostração; -obnubilação; -adormecimento constante ou mesmo perda de consciência; - grande lesão externa; - deterioração do estado geral ou manutenção ou agravamento dos parâmetros acima, com o tempo. Se o bebé está bem, mesmo que assustado e choroso, deve-se consolar, aplicar imediatamente uma superfície fria (o ideal são pacotes de pequenas ervilhas congeladas tudo o que seja aproximado serve) durante dois a três minutos, para estancar a hemorragia e diminuir a nódoa negra e o inchaço. Não se deve logo dar de comer, mas sim brincar com cuidado, estimular a rir e sorrir, ou seja, continuar a vida com calma mas sempre vigiando a criança, designadamente nessa noite, para ver se surge algum dos sinais descritos como «de alarme». Se tudo correr bem e o bebé ficar calmo, então poder-se-á alimentar. Ler Mais...

Quais os sintomas?

Os sintomas clássicos da apendicite são dor abdominal, febre e vómitos. A dor começa geralmente mais acima do que a localização real do apêndice, ou seja, acima e ao centro, quase como se fosse uma dor de estômago. Com o evoluir da situação, a dor aumenta de intensidade e desce para a região umbilical, até se estabelecer, finalmente, na fossa ilíaca direita (parte inferior do abdómen, do lado direito). Em alguns casos, no entanto, pode manter-se nos quadrantes superiores do abdómen, quase junto às costelas - são as chamadas apendicites retrocecais, em que o apêndice está colocado numa posição diferente do habitual e, por este motivo, a dor pode não ser corretamente interpretada. A dor da apendicite é uma dor que pode ser intensa e que é, sobretudo, insistente e duradoura, causando mal-estar. Depois de estabelecida a dor, começa a febre, não muito alta, havendo também perda de apetite, náuseas e vómitos, com sensação de mal-estar e prostração. O facto de a dor começar antes das náuseas e dos vómitos ajuda a diferenciar a apendicite de uma vulgar gastroenterite. Antes dos 2 anos de idade, embora a apendicite seja bastante mais rara, os sintomas mais comuns são vómitos e distensão abdominal. A dor provavelmente ocorre também, mas a dificuldade que a criança tem em comunicar esta dor, ou pelo menos em dizer o que sente, e o facto de os adultos a interpretarem deficientemente, faz com que a dor não seja tida como um sintoma tão primordial como na criança de mais idade. Isto pode levar a que a apendicite, nos primeiros anos de vida, possa ser diagnosticada tardiamente, com tudo o que isso pode acarretar. O diagnóstico de apendicite não é tão fácil como pode parecer, ou pelo menos, pode ter alguns escolhos e dificuldades. Há situações que podem mascarar o diagnóstico, especialmente as infeções gastrointestinais, bem como uma outra situação, a chamada linfadenite mesentérica, na qual se verifica uma inflamação dos gânglios do abdómen (tal e qual como acontece com outros gânglios do corpo), e que é causada por um vírus. Esta situação em tudo se assemelha à apendicite, porque os gânglios comprimem os nervos intestinais, dando dor, e muitas vezes provoca inclusivamente a intervenção cirúrgica. Se a apendicite não for tratada, o apêndice infetado pode perfurar e abrir-se, causando a expansão da infeção ao resto do abdómen e provocando peritonite, situação bastante grave, com dores muito fortes, febre elevada e prostração, podendo a criança entrar em choque. Se o apêndice for removido a tempo e horas, antes de perfurar, as complicações são muito raras e o internamento breve. Nos casos em que existe perfuração, com peritonite, as complicações são maiores e o tempo de hospitalização também superior, com necessidade de recorrer a drenos e a antibióticos. Os métodos cirúrgicos são cada vez melhores e as incisões (e futuras cicatrizes) cada vez menores e mais bem colocadas, de forma a quase não se verem (o que tem muita importância nas raparigas, pelos eventuais efeitos estéticos). Ler Mais...

Sintomas e sinais de alarme

Em primeiro lugar, há que saber quais os sinais e sintomas que devem levar a criança IMEDIATAMENTE ao médico: - convulsões - cianose (a criança ficar arroxeada) - dificuldade a respirar (vêem-se as costelas a ir para dentro, e as «asas» do nariz a abrir. A criança tem «fome de ar», piora ou faz muito barulho a respirar) - choro prolongado, grito (diferente do choro forte) ou gemido - sonolência demasiada sem razão aparente - prostração -não responde a estímulos como sorrir -recusa repetida de mamar (em crianças pequenas) -hipotonia (moleza exagerada, sem força no corpo - segurando-se pela barriga, costas para cima, parece um «boneco de trapos») -dores de cabeça que interrompem as brincadeiras ou que acordam durante a noite - febre alta (superior a 40°C rectal ou 39,5°C axilar) há mais de 3 dias completos; -sinais de desidratação olhos encovados, fontanela deprimida, pele com perda de elasticidade (especialmente na barriga), sede intensa, boca seca, urinar pouco (menos número de fraldas molhadas do que o costume). Se não houver qualquer destes sintomas mas existir a combinação de dois ou mais dos sinais e sintomas que se listam seguidamente, então a criança deverá ser levada ao médico dentro das 24 HORAS seguintes: - sibilância a respirar (pieira) - tosse muito incomodativa - irritabilidade - vómitos - diarreia intensa - lesões cutâneas generalizadas (exantemas, borbulhas, babas) - febre mantida acima de 40° rectal ou 39,5° axilar Em caso de dúvida, é preferível a criança ser observada de imediato por um médico. Ler Mais...
Prostracao no bebe | Para Pais.