Resultados para: "priquita aberta"

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Ensinar a não desperdiçar

A relação entre as coisas é fundamental. As crianças gostam de entender os ciclos da natureza e habituam-se a não desperdiçar As questões ecológicas que vão enfrentar são enormes, como já é previsível. A escassez e qualidade da água será uma delas. É funda- mental ensiná-las que a água respeita-se, não se desperdiça. E que serve para tantos fins que qualquer gota é importante. Uma criança pequena adorará histórias que a façam ver que, desde as células aos oceanos, a água está presente, passando pelos rios, fontes, lagos, torneiras e jarros. Ensinar a não deixar a torneira aberta quando não se está a usar, a servir-se da quantidade de que necessita, a não a sujar ou inquinar, faz parte da educação mais básica. E essa educação passa pela mesa e pelas conversas que um copo de água pode suscitar. Ler Mais...

Ou estou desconfortável quando fazemos amor ou não me apetece. Devo fingir?

Os níveis de desejo sexual na gravidez variam muito, com algumas mulheres a acharem que a sua vontade sexual é maior, enquanto que outras se sentem demasiado doentes, ansiosas, hormonais ou somente demasiado desconfortáveis para o sexo. Se realmente não quer sexo seja sincera e aberta sobre a sua falta de vontade. Não se sinta pressionada a fazer nada que realmente não quer fazer, pois isso pode complicar o vosso relacionamento. Nesta altura comunicar é muito importante, portanto fale com o seu companheiro sobre como se sente – pode descobrir que ele desconhece por completo os seus sentimentos, ansiedades e preocupações. Pode utilizar a sua “barriga” como a desculpa ideal para experimentar posições diferentes, pois muitos casais acham a “posição missionária” muito desconfortável na gravidez avançada. Alguns casais preferem a mulher por cima pois isto permite-lhe ter mais controlo na penetração e ao mesmo tempo há menos peso na barriga dela. Uma posição de “molde”, com o seu companheiro por trás de si, também permite uma penetração menos profunda e retira toda a pressão da sua barriga. Ter um bebé é adaptar-se a novas experiências e muitos casais também acham necessário adaptar a sua vida sexual. Ler Mais...

Cortes com latas

Uma criança pode cortar-se com uma lata ao abri-la, a manipular uma lata já aberta, manipular a tampa da lata (por exemplo para a deitar para o lixo) ou mexer em sacos de lixo ou outros contentores onde está uma destas tampas cortantes. As tampas e as superfícies das latas funcionam como autênticos bisturis, fazendo cortes finos, profundos e geralmente longos, que sangram bastante e que necessitam frequentemente de serem suturados («levar pontos»). Há que ensinar as crianças a manipular corretamente as latas, e protegê-las dos perigos mais comuns:
  • escolher latas de «abertura fácil», com uma argola, tipo «borboleta», pela qual se puxa; abrir a lata devagar, segurando-a bem, e fazendo movimentos de «vai-vem», de forma a descolar lentamente a tampa da parte de baixo (além disso, ajuda a não entornar o conteúdo, o que poderá acontecer se fizermos movimentos rápidos);
  • nunca agarrar com os dedos na face lateral da tampa;
  • tirar todo o conteúdo da lata, mesmo que não se vá logo utilizar (e guardar numa caixa hermética ou noutro local), para evitar ter de a manipular mais. Não esquecer que os adultos abrem as latas mas que, se elas ficarem no frigorífico, muitas vezes são as crianças que depois as vão manipular para, por exemplo, preparar um lanche;
  • ao deitar uma lata e a respetiva tampa fora, há que ter o cuidado de não perfurar o saco do lixo de forma a poder cortar alguém que lhes mexa, e pode ser o nosso filho que, educadamente, foi deitar qualquer coisa no lixo. Melhor será deitar a lata nos contentores próprios para posterior reciclagem.
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Amamentar é uma luta. O que estamos a fazer errado?

Embora amamentar seja suposto ser um processo natural, para algumas mães e bebés pode ser um desafio. Há algumas diretrizes básicas para a ajudar a relaxar, a si e ao seu bebé, e para fazê-lo agarrar como deve ser. Primeiro, tente não forçar o mamilo para dentro da boca do bebé. Em vez disso, espere que o seu bebé se incline para o mamilo. Para isso acontecer, o seu bebé deverá estar voltado para si com a cabeça, os ombros e o corpo numa linha direita. O lábio inferior do bebé deverá estar por baixo do seu mamilo. Para acalmar o seu bebé deverá acariciar o lábio dele com o seu mamilo ou espremer umas gotas de leite para os lábios dele. Se o bebé quiser mamar, abrirá a boca para receber o mamilo. Se isso acontecer, encoste-o mais a si para que ele possa agarrar bem o mamilo e a aréola (a parte mais escura da pele à volta do mamilo). Logo que ele esteja na posição correta, você não deverá poder ver o seu mamilo, só uma pequena área da aréola. Também se deverá sentir confortável. Embora não deva levar o seu mamilo de encontro ao seu bebé, pode puxá-lo contra o seio para que a boca dele toque no mamilo e seja encorajado a abri-la. Evite inclinar-se para a frente, pois isso pode causar-lhe dores nas costas e pode forçar uma má técnica de amamentação. Há sinais de que o seu bebé está a agarrar corretamente. O lábio inferior deverá estar dobrado para trás, o queixo a tocar o seio, a boca bem aberta, a sua aréola deve ser mais visível acima do lábio superior do que por baixo do lábio inferior e o ritmo de sucção deve ser em sucções longas e profundas. Ler Mais...

Sou toxicodependente. Os serviços sociais podem tirar-me o meu bebé?

Essa não é uma questão a que eu possa dar uma resposta direta, pois as políticas variam conforme as zonas do país e devem ser tidas em conta as circunstâncias individuais. Em algumas áreas, o vício de uma substância, quer seja relacionado com droga ou álcool não significa que seja automaticamente remetida aos serviços sociais enquanto noutras áreas, o uso da droga é uma razão automática para remeterem imediatamente os doentes para os serviços sociais. Se for este o caso na sua região, seguir-se-á uma avaliação detalhada da sua situação, pois retirar um bebé da sua casa não é uma decisão que seja tomada de ânimo leve e julga-se preferível oferecer ajuda e serviços extra para manter a família unida sempre que possível. Tenha também em consideração o facto de que a saúde e a segurança do seu bebé são extremamente importantes. Você deverá ser o mais honesta e aberta que puder com todas as instituições envolvidas no seu tratamento para demonstrar a sua responsabilidade pelo bem-estar do seu bebé enquanto estiver grávida e participar no plano de parto e cuidados do seu bebé. É importante que vá a todas as consultas pré-natais e pós-natais. Outros fatores a considerar são o tipo de drogas que usa, se pode reduzir ou parar a sua utilização ou participar num programa de reabilitação e o tipo de ajuda e apoio que tem e de que poderá precisar para conviver com um bebé. Os efeitos físicos e emocionais de ter um bebé são enormes, mas também tem a considerar as implicações sociais e financeiras. Um passo positivo será ver o seu bebé como uma razão para alterar e melhorar a sua vida. Pode ainda procurar serviços especializados para mães grávidas com problemas de droga, o que poderá ser benéfico. Peça detalhes à sua parteira e médico de família. Ler Mais...

Saber lidar com a deficiência

O tipo e a qualidade de apoio que uma sociedade dá às crianças e jovens com deficiência é um espelho direto do grau de civilização e de humanismo dessa sociedade, pelo que tudo o que puder ser feito para melhorar a situação destes cidadãos revela, à partida, justiça, generosidade e a vivência plena da cidadania. Mesmo com enormes melhorias e avanços, há ainda a necessidade de lutar para que as pessoas portadoras de deficiência, seja qual for o seu grau e o seu handicap, sejam cidadãos plenos. Isto apesar de vivermos num Estado de Direito e numa sociedade em que a variedade do seu tecido social é a sua maior mais-valia. Há ainda a questão da qualidade de vida e de como este conceito, associado aos conceitos de felicidade, auto-estima, respeito por si e pelos outros e participação constituem os objectivos individuais e sociais, ao nível dos diversos ecossistemas, numa perspectiva solidária e complementar da sociedade. São ainda muitas as barreiras, obstáculos e dificuldades que ainda se colocam no dia-a-dia da criança com deficiência e suas famílias, surgindo novos problemas e novos desafios, muitos deles resultantes da abordagem aberta e não estigmatizante com que se pretende encarar este problema. Mais do que integrar, emerge daqui o conceito de felicidade e de bem-estar, de auto-estima e de respeito por si e pelos outros, do gosto de viver em sociedade e de partilhar afetos, carinhos, vivências, artes e saberes. Neste contexto, as pessoas com deficiência, só pelo facto de existirem, são importantes para os restantes cidadãos e para o tecido social, como aliás qualquer ser humano, em que o individuo é sempre único e insubstituível, e não sacrificável ao «percentil cinzento» da maioria. E devem ser estimuladas para desenvolverem os seus potenciais, mesmo que isso requeira um esforço adicional da comunidade ou orçamentos suplementares. Ler Mais...
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