Resultados para: "priguito partido"

Você está a ver criança , grávida e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa priguito partido. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Ter bom aspecto

Quer esteja enlevada com a silhueta do seu corpo ou a sentir-se como uma baleia, passar algum tempo a mimar-se ajudará a gostar mais do seu novo eu. * O seu cabelo pode estar mais forte e mais brilhante ou ficar mais indomável. Faça um novo corte de cabelo para tirar o maior partido do seu cabelo na gravidez. * Marque uma massagem para relaxar e descontrair. Procure uma massagista com experiência em lidar com mulheres grávidas. * Se se sente em baixo com o seu tamanho, esbanje algum dinheiro nas roupas fantásticas de grávida que existem hoje em dia. Ler Mais...

A importância das refeições em família

Não é por acaso que a mesa representa um local de convívio – convidamos os amigos para jantar, comemoramos as datas importantes nos restaurantes e a própria memória traz-nos recordações de momentos inesquecíveis passados à volta da mesa. Era aí que se contavam histórias, as gerações trocavam experiências, os mais novos seguiam com interesse as vivências e os conselhos dos mais velhos e estes deslumbravam-se embevecidos com as aquisições e os êxitos dos mais novos, viviam-se momentos mais felizes e outros menos bons, trocavam-se juras de amor, davam-se as más notícias, enfim, partilhavam-se sentimentos ao mesmo tempo que se distribuía o pão, partido em pequenos bocados pelo chefe da família. Numa altura em que tanto se valoriza, em termos de saúde familiar, as horas de partilha e de convívio das crianças com os pais, a hora das refeições não pode ser relegada para segundo plano e a refeição tem de ser vista como um espaço de libertação e não -mais uma» maçada. Deixemos o fast-food para as saídas. Conselho Não pensem que os meninos adultos mal-educados não vêm nas pastelarias ou nos restaurantes ficaram assim porque foram atingidos por um qualquer raio cósmico. São o resultado normal de anos e anos de «disfunção alimentar» e de se terem habituado a comer sem regras, sem respeito e sem lógica. Se querem que o vosso filho seja um adulto que saiba estar à mesa, que saiba alimentar-se adequadamente e que possa, desde bebé, prevenir doenças que «batem à porta» depois dos 40 ou dos 50, sintam que o ensino que lhe derem é um bem que lhes estão a oferecer. Ler Mais...

Há momentos melhores e outros piores…

Nem sempre as circunstâncias proporcionam que a criança mostre o seu «melhor» ou seja, pode estar inibida pela presença de estranhos, cansada, com calor, com fome, com a fralda molhada, com sono; pode pura e simplesmente não lhe apetecer fazer «tetés» ou «tem-tens». As crianças não são, felizmente, um desses bonecos dos Centros Comerciais em que se mete a moeda e «já está!». Estimular o desenvolvimento é bom. facilitar todas as oportunidades as crianças para que se desenvolvam, é óptimo. Exigir que sejam como nós queremos ou que façam coisas para as quais não estão biológica e psicologicamente preparadas é pura e simplesmente um erro. Por outro lado, há que não esquecer que a criança tem que gerir o controlo motor, os conhecimentos cognitivos, a memória, a autonomia, a adaptação psicológica, a linguagem, a relação com as pessoas e com o espaço e objetos... tanta coisa, mais o comer e o dormir... e o brincar... é natural que não consiga dar atenção a tudo ao mesmo tempo, deixando de vez em quando algumas coisas em stand by e retomando-as dias ou semanas depois. De qualquer modo, é importante que os pais e educadores veiculem todas as suspeitas, quando sentem que algo está mal com a criança. A detecção precoce das perturbações do desenvolvimento é essencial para que se consiga tirar o maior partido do potencial que todas as crianças têm, nomeadamente as que, à partida, parecem ter mais problemas e menos perspectivas de um desenvolvimento inteiramente normal. No entanto, as suspeitas têm que corresponder a verdadeiros desvios dos amplos limites da normalidade. E rotular uma criança de «anormal» ou «atrasada», sejam quais for as circunstâncias, mesmo quando há algum problema, é fazer lhe mal, e se esse rótulo é posto só porque o irmão mais velho ou a prima «não-sei-quantas» eram diferentes, só vai contribuir para prejudicar o seu desenvolvimento. O primeiro sorriso O primeiro sorriso aparece cerca das seis semanas. O sorriso intencional, porque antes há sorrisos esporádicos que se crê serem mais aleatórios do que expressos. É fácil perceber que o sorriso é intencional, porque não é apenas a boca que se abre os olhos brilham, o corpo agita-se e o bebé irradia felicidade. É um momento de grande felicidade para a família mas, atenção, os bebés não são bonecos em que se ponha uma moeda e façam a sua função. Quando nos rimos para eles, precisam de um tempo de latência antes de nos devolverem o sorriso. E podem, por variadíssimas razões, não quererem retribuir. Estão no seu direito. Sorrirão quando quiserem, e não para impressionar os amigos dos pais. E mal de nós se desejarmos outra coisa... Ler Mais...

Conselho para os avós

Avós:

  • consciencializem-se de que avós são avós e pais são pais, e por muito que apeteça ser outra vez pai, os pais é que são os pais;
  • lembrem-se que foram vocês que criaram os vossos filhos. E recordem-se quanto vos irritava os vossos pais meterem-se na educação e nas coisas comezinhas do dia-a-dia;
  • evitem conflitos, mesmo que considerem que os vossos filhos não estão a proceder como vocês fariam mas esta oportunidade é deles;
  • mantenham-se neutros quando há discussão ou disparidades entre os vossos filhos e os respetivos cônjuges. É a melhor maneira de poder ajudá-los. Não tomem partido e chamem depois à razão quem consideram ter errado. Mas com calma e sem tom de sermão.

E em privado;

  • saibam mais escutar do que falar Ouvir mais do que dar opiniões. Os vossos filhos (genros e noras) andam cansados e precisam de quem tenha disponibilidade para poderem desabafar, mas sem levarem com uma sermão e missa cantada como resposta;
  • não se imponham - reservem-se. Mais vale ser desejado do que aborrecido!
  • não arranquem as crianças dos braços dos pais sem as avisar disso e sem lhes perguntar se querem ir para os avós;
  • quando os vossos netos estão convosco, designadamente no dia-a-dia, lembrem-se que os pais estão desejosos de os ver. E eles de ver os pais. Se saltam para os braços unidos outros não significa que vocês estejam a fazer um mau trabalho, são apenas a saudade que foram acumulando ao longo do dia;
  • cultivem a vossa relação com os netos sem que isso passe, seja pela relação com os pais, seja por algum tipo de «agressão» à vossa relação com os pais e dos pais com o vosso neto;
  • não precisam de tratar os netos todos da mesma maneira - mais, nem o devem fazer.

Diversifiquem a vossa relação, para que conheçam bem cada um e para que cada uni sinta que tem os melhores avós do mundo. Mas atenção: diversificar e ser diferente não quer dizer fazer discriminações que têm, muitas vezes, a ver com o gostar mais ou menos dos filhos, noras e genros;

  • se acham que os vossos filhos, genros ou noras, estão a faltar em algo importante, conversem com eles, mas não à hora da chegada, do cansaço, em pé a correr. E não dêem o ar de quem sabe tudo e vai trazer a boa-nova aos ignorantes. Mas de quem tem em experiência e sabedoria, e que gostaria de debater alguns aspetos em que, inclusivamente, até podem estar errados;
  • não critiquem, apenas. Falem das grandes coisas, dos grandes momentos. Mas não apenas referidos aos vossos netos. Não se esqueçam que, para ele fazer tantas gracinhas e tanta coisa nova, por detrás há um grande «trabalho de casa». Elogiem os pais;
  • mesmo que achem que o vosso filho ou filha escolheram «mal», a escolha é deles. E não se esqueçam de que quem os gerou e criou foram vocês. Se escolheram mal, então foram vocês que fizeram, em parte, um mau serviço...ou será que a escolha, afinal, não e tão má como parece?!
Ler Mais...

O bebé e a televisão

Não se pode dizer que a televisão, à semelhança de outros meios de comunicação, seja «boa» ou «má». Tal depende dos caminhos que são levados e que parte da condição humana prevalece nesse apontar de direções. Há que ter algum cuidado em não emitir juízos de valor rápidos e definitivos porque, em saúde das crianças, é raro haver «verdades absolutas». No caso concreto da televisão, tudo depende da utilização que se lhe dá, e do partido que se tira dela, bem como não menos importante - das atividades que se deixam de fazer por se estar a ver. Mas fazer da televisão, como certas pessoas fazem, um bode expiatório que explica todos os «males do mundo», reflete ignorância, obscurantismo, facilitismo e hipocrisia, e é também uma excelente maneira de os adultos se demitirem do seu verdadeiro papel pedagógico e de esconderem as suas verdadeiras ineficiências, incapacidades e cobardias. No fundo, o que deve estar em causa, e que deve pautar a nossa análise do problema, é a dignidade da pessoa e a forma de civilização que desejamos, baseada no respeito por nós próprios e pelos outros. A televisão está omnipresente, há quem tenha uma, e há quem tenha mesmo mais do que uma. Pequenas, grandes. Com os «irmãos» vídeo e leitor de DVD. Écran plano, chato, quadrado ou redondo, plasmáticos ou tradicionais. Ao contrário de uma torneira, que só abrimos quando precisamos de lavar as mãos ou de a usar para outro fim qualquer, a televisão está, em muitos lares portugueses, permanentemente aberta. Ou seja, chegou a um estádio em que é ela que domina e controla o ser humano e não o contrário. Sendo um instrumento de um extraordinário impacte, faz parte da vida das crianças desde que nascem. E elas entendem-se bem com o seu modo de funcionamento, veja-se a facilidade com que descobrem como mudar de canal, pôr o som no máximo ou accionar o leitor de DVD. A televisão fará parte da vida da criança, como tanta outra coisa. A questão está em ensinar os vossos filhos, desde bebés, a domar a televisão e a serem consumidores criteriosos e exigentes, e também a diversificarem a sua vida de modo a que o visionamento televisivo seja apenas uma de muitas actividades que farão. Tendo gosto em estar com outras pessoas e não se irritarem por outras pessoas estarem na sala e perturbarem o visionamento dos programas. Uma coisa é certa: a televisão é nociva aos bebés antes do ano de idade. Não pelos conteúdos dos programas, mas pelos seus ritmos e pela hiperestimulação que provoca. Não esqueçamos que cada imagem televisiva é um conjunto de centenas ou mesmo milhares de pontos luminosos que se substituem e faíscam. Um bebé pequeno não consegue seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Assim, o que vê são feixes de estímulos sem sentido, pelo menos na sua maioria, que lhe vão ocupar o cérebro e vão dificultar o trabalho de triagem cerebral que se faz durante o sono. Por outro lado, a televisão é altamente aborrecedora e, se não houver um constante «picar» do espectador, torna-se quase suporífera. É por isso que as chamadas «cenas mortas» são cortadas, exigindo-se sempre ação. Os permanentes cortes de luz e de som, numa cadeia disrítmica, são altamente ansiogénicos para um bebé, que não consegue seguir a trama do filme. Sabendo nós que os bebés «medem» a sua segurança através do ritmo, da rotina, da tranquilidade, qualquer presença disrítmica é fator de ansiedade e de stresse, dificultando o sono e aumentando o choro. O melhor será que só depois do primeiro ano de vida um bebé veja televisão, devendo começar por programas muito simples, curtos (nunca mais de 10 minutos seguidos), com imagens bem definidas, com as cores primárias, e que tenha elementos que já reconhece na sua casa ou no seu ambiente. Caso contrário a televisão faz mais mal que bem, e o seu uso torna-se errado desde o início. Ler Mais...

Manter o amor e o afecto

A continuidade das relações e a sua constância são os elementos essenciais para a boa resolução do caso. A noção de família, de herança genética, de memória não deverá ser perdida. A criança tem uma história passada, mesmo que a presente seja menos agradável. E tem um futuro que não há motivo para que não venha a ser ótimo. É bom que continue a acreditar nos dois progenitores e que não sinta nem se aperceba de traições e de manipulações que, às vezes, roçam o mau gosto e a indecência. Há por vezes cenas ignóbeis de chantagens que só perturbam e culpabilizam a criança. Para além do trauma normal e natural que os filhos sentem nos primeiros tempos, é preciso que existam mecanismos de adaptação e compensação que permitam fazer o luto daquela relação ou daquele modo de vida e entrar na normalidade adaptativa. Se houver bom senso e os dados científicos não mentem o futuro não está comprometido, nem a médio nem a longo prazo. Vários estudos científicos, entre os quais o famoso estudo das coortes da Ilha de Wight, mostraram que as separações e os divórcios não condicionam per se, nas crianças e jovens, um pior resultado em termos académicos, de integração, de felicidade, saúde, bem-estar e qualidade de vida, mesmo que seja sempre, como não poderia deixar de ser, um abalo e um traumatismo na vida da criança. A questão é que esse abalo e esse traumatismo podem ser ultrapassados ou quedar-se para sempre, conforme a gestão que se faz de cada caso. É preciso que os filhos entendam, qualquer que seja a idade em que a separação ocorre, mesmo no caso de bebés, que o amor dos pais em relação a eles não está posto em causa assim os pais não o ponham em causa, está claro, e sabemos como o stresse, as novas solicitações, as disputas e conflitos entre exconjuges podem levar a um esquecimento das pequenas-grandes coisas: como um telefonema no dia dos anos, interesse pelos estudos e pelos amigos dos filhos, saídas de vez em quando, etc. Os pais deverão explicar aos filhos a situação, sem mentiras e sem falsas promessas, mesmo que para a criança exista durante algum tempo a ideia de que as coisas se podem recompor e que a separação ô uma coisa meramente transitória. Em todo o caso, há que reservar a intimidade da vida do casal e os pais têm direito a isso e não é assim preciso revelar todos os pormenores nem todas as razões. Pais e filhos pertencem a campeonatos» diferentes e não deverá haver uma promiscuidade de sentimentos e de papéis. E os problemas dos pais deverão ser resolvidos entre eles, sem traumas e, se necessário, recorrendo à mediação familiar que pode ser efetuada por várias pessoas, desde o médico assistente até aos técnicos e gabinetes de mediação familiar que já se encontram espalhados pelo nosso país. Os filhos não deverão ser transformados em confidentes ou confessores dos pais, embora esta situação aconteça muitas vezes, particularmente com o progenitor que fica mais tempo com as crianças. Especialmente importante é valorizar os aspectos positivos de ambos os pais. A imagem que o filho deve ter dos pais deve ser positiva mesmo que, passados alguns anos e aumentando a maturidade, comecem a surgir ideias claras sobre cada um deles e afectos maiores ou menores em relação a cada um deles. Não vale dizer mal do outro (ou outra) mesmo que se pense dele (ou dela) «cobras e lagartos». A guarda conjunta tem-se revelado um modo muito bom de fazer as coisas. Ambos os pais devem estar presentes, nos momentos de lazer e nos momentos de trabalho, para evitar os contatos apenas pontuais em que tudo é permitido, inclusivamente a deseducação total e completa, em que as maçadas e o papel de mau sobra para o pai mais presente, bem como para garantir a continuidade dos contatos com a família alargada. Mesmo que os ais se separem, a família de cada um dos pais avós, tios, primos - continua a ser a família da criança. Privá-la do convívio da família é lesar um dos direitos da criança, salvaguardado na Convenção sobre os Direitos da Criança, e um direito da própria família. Os avós têm o direito de ver crescer os netos, com os quais partilham muitos genes e uma herança familiar e cultural. Por outro lado, não têm o direito de entrar nas guerras dos filhos, genros e noras e utilizar a maldicência para conquistar as crianças ou fazê-las tomar um partido (qualquer que ele seja) que nunca deverão tomar. Ler Mais...
Priguito partido | Para Pais.