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Irei precisar de um soutien especial?

É importante que o seu seio esteja livre durante a amamentação. Com um soutien normal, terá de retirar a roupa, portanto, sim, é aconselhável comprar pelo menos dois soutiens de amamentação. Hoje em dia há muitos soutiens bonitos à venda. O soutien deverá ter um fecho que permita que cada copa fique solta em separado. Peça a uma empregada para a medir, pois um soutien que não, assente bem pode contribuir para problemas como mastite. Será melhor esperar até às 36 semanas antes de escolher um soutien, pois os seus seios continuam a crescer. A média de crescimento é de dois números acima. Ler Mais...

Espaços de brincadeira – têm que ser bons, bonitos e seguros

Como alguns pais sabem, por experiências que já tiveram com as suas crianças, alguns espaços de brincadeira são autênticos espaços armadilhados, acabando por ser uma causa muito importante de traumatismos e lesões acidentais. Um outro aspecto que vale a pena realçar é a necessidade de pensar em espaços de brincadeira e de recreio como espaços amplos, não atafulhados de equipamentos, e optando por soluções (por exemplo, aparelhos) que permitam várias atividades de diversos grupos musculares, e não as tradicionais atividades «uma de cada vez» (escorrega-escorrega, roda-roda, salta-salta, gira-gira, baloiça-baloiça). Um terceiro aspecto prende-se com os enquadramentos ambientais. Os bebés são exigentes e desenvolvem se melhor em ambientes bonitos e tranquilos, de preferência onde vários grupos etários e várias gerações se misturem e partilhem saberes e culturas. Cabe aos pais, neste contexto, um papel importantíssimo do qual não se poderão demitir. Por um lado, os bebés frequentam os parques infantis também com os educadores de infância. Nas creches e infantários existem recreios em muito semelhantes aos parques com equipamentos. Não é admissível deixar que as crianças frequentem locais onde se limita a sua atividade fisiológica e psicológica, ou em que correm perigo de traumatismos graves, de sequelas definitivas e até de morte. Quando se pensa que uma queda de 3,5 metros de altura sobre 30 cm de areia equivale, em pancada e libertação de energia, a uma queda de 15 cm sobre cimento tem se uma noção de que o sítio onde se quando se cai, faz toda a diferença em termos de libertação de energia e de consequências para o bebé. E sendo a cabeça, nas quedas, a parte mais frequentemente traumatizada e o local onde está o nosso «computador central», o risco de lesão cerebral é muito elevado. Os materiais mais amortecedores, que não devolvem tanta energia quando se bate neles, são a areia, relva, madeira, alcatifa, tapete. Os que são mais violentos e que causam traumatismos muito mais graves são o betão, azulejo, pedra, mosaico, tijoleira, bate, A aceleração linear faz os objetos e o bebé «pesarem» muito mais. Vale a pena, na prevenção dos acidentes, pensar que tudo o que acelere ganha energia e provoca uma pancada com mais violência. Por exemplo, se for o bebé a cair, a altura de que cai conta muito, porque é como se o bebé fosse aumentando de peso a cada cm que desce efeitos da gravidade. Se, pelo contrário, é algo que lhe cai em cima, a distância a que o objecto estava da cabeça do bebé também conta. À medida que o objeto desce, ganha velocidade e energia. Quando bate é como se pesasse muitíssimo mais. Ficam aqui algumas chamadas de atenção para pormenores que são muito importantes para se conseguir um espaço de brincadeira seguro e divertido. Peçam às crianças mais velhas que vos ajudem neste jogo de detectar problemas e aspectos perigosos. É uma boa maneira de passarem o tempo, serem elas a fazer este check-list e, no final, em «reunião plenária», a relatarem aos adultos o que encontraram, para que possam tirar conclusões e veiculá-las aos pais. Ler Mais...

Filhos de pais separados

À semelhança do que se verificara já noutros países, aumentou em Portugal o número de famílias monoparentais, de situações de família dupla e de outras formas de estrutura familiar, algumas delas que, inclusivamente, encerram algum grau de polémica como se tem visto nos debates mais recentes. Por outro lado, e como é patente aos olhos de todos, registou-se também uma redução muito sensível no número de famílias alargadas, mesmo em meio rural com um consequente aumento do isolamento social das famílias (especialmente em meio periurbano). Este tipo de estrutura familiar tradicional foi perdendo elementos - tios, primos, avós-lia na «vida real», embora ela continue a existir na sua mente. Este hiato provoca grande desconforto, traduzindo-se em comportamentos já tradicionalmente descritos ou em sinais e sintomas físicos de desconforto. Existem cada vez mais e mais formas de família e a chamada «tradicional» - pai, mãe e filhos habitando no mesmo lar - não é a única forma de organização desse ecossistema. Do ponto de vista da criança, uma relação conjugal divorciada não implica que não possa continuar a ser uma família, tanto quanto algumas em que os seus elementos vivem todos juntos não constituem uma família no verdadeiro sentido da palavra. Aliás, até há não muito tempo, a estrutura familiar era outra, a família alargada, onde conviviam várias gerações, sendo o esquema «pai-mãe-filhos» uma coisa estranha e predominantemente urbana. Porque não pensar numa constante renovação deste ecossistema, sem que isso acarrete necessariamente um drama? As crianças sabem fazer isso, desde que se pense nelas e nas suas necessidades e sentimentos. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...

Receita…mas não médica

Imaginem um caldeirão, daqueles grandes, pretos, com três pernas, que vão diretamente ao fogo. Atirem-lhe lá para dentro um quilo de ansiedade, dois de isolamento, cem gramas de maior longevidade, três quartos de gerações cada vez mais próximas em idades e estilos de vida, mas também dois pés de gerações mais longínquas em distâncias reais.

Um telefone, quatro telemóveis e uma pitada de e-mail.  E ainda todas as revistas sobre pais e bebés, desde o número um.

Seguidamente, deixem ferver e juntem cento e cinquenta gramas de falta de tempo com duas réstias de complexos de culpa e a mesma quantidade de tentativas de compensação. Quatro dúzias de inexperiência com outras tantas de tentativa de meter o bedelho, cinco pitadas de instabilidade do poder parental duas mãos-cheias de dúvidas e uma equipa inteira de profissionais de saúde que nunca estão onde ou quando são necessários, e que falam sempre de coisas que não são prioritárias.

Tempere-se com a imposição social de ser pais perfeitos, e adicione-se, q.b., a obrigação de ser cidadão perfeito, conjugue perfeito, amante perfeito, tísica e psicologicamente perfeito, intelectualmente perfeito e ainda pagador de impostos a horas, honesto e bem-educado.

Termine-se juntando o isolamento dos mais velhos, a falta de projeto de vida da terceira idade, ponham-se todos os filhos que as avós não tiveram, mas que gostariam de ter tido, decore-se com telenovelas a granel, concursos onde se engolem sapos, futebol e reality shows, apresentadoras bacocas e locutores que se esganiçam (mesmo para nos dizer que «hoje não aconteceu nada!»).

Mexa-se tudo com uma enorme colher de pau - aprovada pela União Europeia – e sirva-se de preferência num apartamento onde o espaço vital não dá para viver, numa definição perfeita do que são «conceitos de vida letais».

A prestações e com juros, tal como o carro, as férias, os fatos, e se calhar o amor, entre filas de automóveis e de hipermercados, variando criativamente entre 40 horas de trabalho semanais, monotonamente iguais, uma reforma que tem tanto de inativa como de retribuição económica miserável, e a consideração nostálgica e fisiologicamente difícil de engolir, que os nossos filhos já têm filhos...

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