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Refeições que nunca mais acabam

Aqui fica uma estratégia para acabar com as birras à mesa: • Ir com os pais ao supermercado, e ajudar escolher os legumes e frutos; • Chegar a casa, ajudar a trazê-los para cima na caixa do supermercado, ao embalarem-nos, punham-nos em sacos leves, para a criança poder carregá-los; • Ser a ajudante da mãe e do pai a guardar as coisas, e a aprender quais os que precisam de ir para o frigorífico, e onde é que eles se guardam, e porquê; • Ver preparar os legumes e aprender como se confecionam e, designadamente porque se juntam coisas como sal, azeite, vinagre; • Ia buscar as caixas de plástico para guardar a sopa e escolher os frutos para pôr na fruteira que vai para a mesa. Da mesma forma que nos sabe muito melhor qualquer coisa feita por nós mesmo sabendo que há produtos comprados feitos que são melhores Ler Mais...

Adenoidites e adenoides

«O médico disse que o meu filho "tem" adenoides...», «se calhar devia ser operado...», «anda assim por causa dos adenoides...». Os «adenoides» são motivo de conversa de muitos pais, e também fonte de alguma preocupação, de algumas decisões médicas precipitadas e muitas intervenções cirúrgicas de eficácia duvidosa. Os adenoides são estruturas que existem na parte de trás do nariz, onde começa a garganta. Pertencem ao grupo das chamadas estruturas linfoides, pelo facto de serem constituídos por tecido desta natureza – o tecido linfoide - como as amígdalas ou os gânglios linfáticos. Trata-se de um tecido especializado na defesa local e regional contra as infeções, pelo que os adenoides têm funções eminentemente defensivas, estão estrategicamente colocados de forma a abranger as duas zonas de maior «perigo» - a boca e o nariz, contra as agressões pelos vários agentes que pretendem entrar no organismo - micróbios, poeiras, fumo de tabaco, poluição - complementando a tarefa começada logo à partida pelo nariz. Para melhor desempenharem a sua função, começam a aumentar no final do primeiro ano de vida e mantêm-se grandes até cerca dos 4 anos de idade, altura em que começam a diminuir de tamanho, dado que já não são tão necessários, acabando por ficar de dimensões muito reduzidas na criança mais velha. Os adenoides podem, assim, devido às suas funções e ao seu tamanho, causar problemas, quase como se de um «excesso de zelo» se tratasse. Quando os microrganismos entram (pela boca ou nariz), deparam com esses «guardas avançados», que são os adenoides. Estes fixam os micróbios, iniciam uma luta contra eles, dentro de si próprios, e aumentam de volume, produzindo também muitas secreções, que mais não são do que o resultado dessa batalha, na qual estão envolvidos glóbulos brancos, anticorpos e outros componentes gerais da defesa imunológica. Quando as infeções se repetem frequentemente os adenoides não têm tempo de voltar ao tamanho anterior e mantêm-se grandes, muitas vezes com uma inflamação crónica e começando a causar alguns problemas, nomeadamente obstrução ao fluxo aéreo normal, sobretudo na posição de deitado (visto estarem mesmo no fundo do nariz, por onde deverá circular o ar inspirado). Se a criança for alérgica as coisas agravam-se, porque o tecido linfoide adenoideu reage ainda com maior violência, inflamando-se e aumentando mais do que seria de desejar, e produzindo quantidades apreciáveis de secreções. Ler Mais...

Airbags e Crianças Não Combinam…

O número de carros equipado de série com airbags é cada vez maior. Quando utilizados em passageiros adultos, com uma distância razoável entre o banco e o tablier e associado ao cinto do carro, o airbag funciona bem. Porém, estes, que pareciam ser a tábua de salvação dos acidentes de automóvel, apesar de importantes e de poderem prevenir muitas mortes e ferimentos, não devem ser considerados como a solução mágica. De facto, no que toca às crianças, são inúmeros os registos de acidentes graves que têm chegado de vários países, e as instituições e organismos internacionais estabeleceram já algumas regras que convém seguir. Quando o airbag explode (com uma velocidade de abertura entre 250 e 300 km/h!), a força com que o faz é enorme e pode provocar a morte de uma criança, sobretudo se estiver numa cadeira invertida, se a distância ao tablier for curta ou se viajar sem cinto. Note-se, aliás, que o que se diz para as crianças também é aplicável às mulheres no final da gravidez e pessoas de estatura baixa, sobretudo algumas mulheres condutoras que ficam muito próximo do volante. Assim, para os carros equipados com airbag, no lugar do passageiro, recomendamos o seguinte: as crianças devem ser transportadas no banco de trás, mesmo nos chamados assentos invertidos; se o automóvel transporta, para além do condutor, quatro crianças e/ou adolescentes, o mais alto irá à frente (se tiver menos de 12 anos ou menos de 1,5m com um dispositivo em que o cinto do carro lhe passe pela frente), com o banco recuado ao máximo; se uma criança tiver que viajar num lugar equipado com airbag, deverá fazê-lo num dispositivo em que seja o próprio cinto do carro a segurar-lhe o corpo e com o banco recuado ao máximo (note-se que a Lei portuguesa só permite o transporte de menores de 12 anos no banco da frente se este for feito numa cadeira ou banco de segurança homologados); as grávidas e os adultos de baixa estatura deverão utilizar sempre o cinto e afastar o banco o mais possível para trás; não esquecer que o uso do cinto é obrigatório também no banco de trás para todos os passageiros; em caso algum deverá ser colocada uma cadeira de assento invertido num lugar equipado com airbag visto existir um perigo real de morte. Ler Mais...

Poderão a carne e o peixe ser dispensáveis?

Se a composição alimentar for equilibrada, garantindo à criança todos os requisitos para a sua saúde, o peixe e a carne não são de forma alguma obrigatórios. Pelo contrário, o maior risco para os nossos filhos, especialmente considerando a sua saúde em adultos, reside no excesso de ingestão de proteínas, com as consequências deletérias sobre a função renal, para além de eventuais infeções e outras doenças que possam transmitir (já conhecemos as vacas loucas, as aves engripadas, a peste suína, mas além disso há os parasitas transmitidos pelo porco e as salmonelas dos frangos, para dar apenas dois exemplos). Mesmo sem entrar em qualquer radicalismo, é verdade que as crianças comem demasiada carne e peixe relativamente às suas necessidades. Ler Mais...

Higiene do bebe

O banho O banho é, talvez, dos momentos mais apreciados pelo bebé. O regresso ao ambiente intrauterino, hídrico e quente, sossegado e calmo, dá ao bebé a plenitude de que precisa, depois de um dia cheio de estímulos de todo o tipo e de um trabalho mental intenso e complexo. Claro está que o banho só será sentido como um bom momento se o bebé não estiver pressionado por uma necessidade maior fome, dores, frio ou calor, sensação de solidão, stresse. O banho tem várias características que são do especial agrado do bebé: o envolvimento aquoso, a temperatura morna, o poder fazer livremente gestos largos e relaxantes, o contacto pele com pele, nomeadamente depois do banho, nas massagens que os pais lhe fazem com o leite corporal. Os bebés adoram o banho, e mesmo que mais tarde, no final do primeiro ano de vida, possam fazer algumas negas, por exemplo quando se usa o chuveiro, se houver tranquilidade por parte dos pais ou de quem dá o banho, o momento é geralmente de paz, e a gosto do bebé. Logo não há qualquer problema de começar a dar banho desde o primeiro dia e pelo menos uma vez por dia.   Ler Mais...
Priguita de adoleseti | Para Pais.