Resultados para: "pra quer serve o inbigo do oriso"

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Perturbações do sono

A desgraça dos outros nunca serve de consolo às nossas, mas pelo menos serve para relativizar as coisas e pensar que não estamos sós, quando os nossos filhos têm problemas, designadamente do sono. Os chamados «problemas do sono» são vários e com diversas expressões. Quando falamos neles, referimo-nos geralmente a: • dificuldade em adormecer; • acordar frequentemente durante a noite; • chorar durante a noite; • terrores nocturnos; • pesadelos (sonhos «maus); • sonambulismo; • falar a dormir; • agitação a dormir; • bruxismo; • só querer dormir na cama dos pais. Já desenvolvi alguns deles. Para além do que mencionei, como todas as rotinas e ansiedades no momento do ir para a cama e adormecer, há um grupo de situações que se englobam nas -perturbações do sono» e que já expressam mais do que puramente gestões difíceis das relações interpessoais e do receio da separação Ler Mais...

Plano de parto

ong>Indicar as suas preferências para o trabalho de parto e partoong> A finalidade do plano de parto é comunicar os seus desejos para o trabalho de parto e parto. O seu plano pode ser tão detalhado ou tão breve como quiser. Tenha em conta que certas circunstâncias podem tomar impossíveis algumas das suas preferências. Discuta o plano com a sua parteira antes do parto. Tem aqui algumas sugestões sobre o que incluir: Pode querer indicar quem será o seu acompanhante no parto, e se quer mais do que um. Pode incluir as suas preferências para lidar com a dor do trabalho de parto. Quer um trabalho de parto natural (talvez utilizando uma piscina de parto), ou tem um medicamento preferido para aliviar a dor? Pode indicar que posições gostaria de utilizar durante as várias fases do trabalho de parto. Quer estar ativa na primeira fase e em que posição gostaria de dar à luz? Tem problemas em estar ligada a um monitor fetal? Se tiver, quer pedir que isso só seja feito intermitentemente? Indique as suas preferências para depois do parto. Quer que o seu bebé seja colocado em cima da sua barriga, e quando quer começar a amamentar? Ler Mais...

Tenho imenso medo de entrar em trabalho de parto – levarei uma epidural?

A disponibilidade das epidurais depende de cada hospital. Será melhor perguntar ao seu médico qual o procedimento do hospital que lhe está reservado. Se souber com antecedência que quer uma epidural, ou decidir no trabalho de parto que quer uma, informe a sua parteira o mais rápido possível para que ela possa contactar o anestesista e preparar uma. Ler Mais...

Meningites

Meningite quer dizer, literalmente, inflamação das meninges. Mais comummente, o termo refere-se à infeção ou inflamação de duas das membranas meníngeas que revestem o cérebro (e que têm o nome de pia-máter e a aracnóideia) e do espaço que fica entre elas (e que inclui o líquido céfalo-raquidiano). Para o cidadão comum, a palavra meningite causa arrepios, faz tremer mesmo os mais otimistas e não é coisa que se deseje a ninguém. Com razão: as meningites são situações de grande emergência médica e, quer o diagnóstico, quer o tratamento, têm de ser imediatos. As vacinas – de que se destaca a vacina BCG, a vacina contra a parotidite (a vulgar papeira), integrada na VASPR, Haemophilus influenzae, meningococo C ou pneumococos -, têm contribuído para uma redução muito grande do número de casos de meningite. Ler Mais...

Querer tudo

Quantas vezes já vos aconteceu, por exemplo, numa loja ou supermercado, o vosso filho agarrar-se a um brinquedo ou qualquer outro objeto, e não o querer largar Além dos olhares incómodos das outras pessoas, e do embaraço perante os empregados, o lampo também é sempre contado e o que fazer numa situação destas é duvidoso. Ralhar? Não ralhar? Ceder? Não ceder? Ignorar? Dar atenção e tentar explicar que a mãe não pode levar tudo o que ele quer? -Eu quero Eu quero Mas eu quero. Geralmente estas cenas acabam com os pais a largarem tudo e a saírem, recriminando a criança e com o dia estragado. Mas há que pensar em alguns aspetos: não dizemos nós que «É Natal todos os dias»? Não aparecem constantemente, na hora «das crianças», anúncios televisivos incitando ao consumo? Nãoo levados, às vezes, em passeio aos centros comerciais (são «centros de comércio», não esqueçamos)? Não digo que os nossos filhos tomem isso à letra, mas que desejam tudo e querem tudo o que desejam é um lacto. Quando uma criança começa a «querer», quer simplesmente porque quer, ou seja, se lhe dermos a coisa que ele deseja, larga-a e quer outra, e outra, e outra. Quer apenas porque quer. E se todos os seus desejos forem consubstanciados sem limites, aprenderá apenas a ser eterno insatisfeito – sempre que estiver num local, numa situação, numa viagem, desejará sempre o que não tem e sem ter o gozo dos momentos que vive. Ler Mais...

o se vive sem água

A água é o principal componente do nosso organismo. Ao nascer, o corpo de uma criança tem cerca de 75% de água e, embora esta quantidade se vá reduzindo até à idade adulta, queda-se pelos 60% nessa idade (ou seja, mais de metade do nosso corpo reduz-se a água). A água tem uma função fundamental na vida: serve para regular a temperatura, reparar e construir células e tecidos orgânicos, elaborar secreções, transferir nutrientes e eliminar substâncias indesejáveis, entre muitas outras funções. Mesmo na ausência de diarreia, febre ou vómitos, o corpo humano perde constantemente água através da respiração, do suor, da urina e das fezes. Só para dar um exemplo, num dia fresco e sem desenvolver uma atividade física especial, um homem de tamanho médio perde uma quantidade equivalente a cerca de doze copos de água. Mas recebe espontaneamente nove, através dos frutos, legumes, sumos e dos outros vários alimentos. A diferença entre o que ingere e o que perde é o que vai estimular a sede, e fazer-nos procurar água ou outros líquidos para beber. Um aspeto relevante, que importa reter em termos preventivos, é que, com os estilos de vida mais apressados, não nos lembramos que as crianças sentem sede. Quantas vezes saímos, mesmo sem ser no pino do calor, e vamos com elas a qualquer lado e elas dizem que querem água (curiosamente não dizem «Quero um sumo.»), sendo a nossa resposta: «Já vai, espera até chegarmos a casa.» Se uma criança desta idade não bebe o suficiente, pode ter um certo grau de desidratação, não evidente, mas que não é saudável, quer para o desenvolvimento das atividades do dia-a-dia (o corpoo está em total adequação metabólica), quer para prevenir doenças futuras. E a falta de água dá irritabilidade e anula o interesse da criança por qualquer atividade. Cerca de 4% de perda súbita de água (que para uma criança de 10 quilos, por exemplo, equivale apenas a 400 gramas, uma perda facilmente atingível perante vómitos e/ou diarreia, sobretudo se houver também febre), permite o aparecimento de sintomas que, rapidamente, podem tornar-se graves. Ler Mais...
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