Resultados para: "pra nao tuussi nem espirra pos cesarea"

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Quando devo começar a fazer exercícios para o pavimento pélvico?

Pode começar em qualquer fase da sua gravidez, mas quanto mais cedo melhor. Estes exercícios fortalecem o pavimento pélvico e trabalham os músculos que suportam a bexiga, o útero e os intestinos. Fortalecer estes músculos ajuda a reduzir os riscos de perda de urina quando se tosse ou se espirra, conhecida por incontinência urinária. É importante que saiba como fazer estes exercícios e praticá-los com regularidade durante a gravidez. Assim como praticar os exercícios mencionados acima, outra forma de exercitar os músculos do pavimento pélvico é inserir um dedo na sua vagina e comprimir os músculos que o rodeiam. Ler Mais...

Sempre que espirro sinto uma fuga de urina – isto vai durar para sempre?

Muitas mulheres sofrem de incontinência urinária durante a gravidez, ou seja, uma fuga de urina quando se tosse ou espirra. As fugas são causadas pelo afrouxamento dos músculos do pavimento pélvico - um grupo de músculos e ligamentos que suportam os órgãos pélvicos - devido às hormonas da gravidez. Conforme o bebé cresce e vai fazendo mais pressão na bexiga, a incontinência urinária torna-se mais provável. Recomenda-se que faça exercícios para o pavimento pélvico para reduzir a hipótese de fuga. Estes podem começar em qualquer fase da gravidez, mas quanto mais cedo melhor; logo que adquira a técnica certa, são simples. Como são exercícios muito discretos, é fácil praticá-los sem ninguém perceber o que está a fazer. A incontinência urinária deverá melhorar depois do parto embora possa levar várias semanas. Há algumas opiniões de que o problema pode levar mais tempo a resolver dependendo do tipo de parto, com um parto vaginal natural a ter mais probabilidades de prolongar o problema do que com uma cesariana. Ler Mais...

Que modelo escolher?

A cadeira deve ser escolhida em função da idade, estatura, peso e características do automóvel, e tem de ter o selo de homologação da DGV. É importante ver se se adapta ao vosso carro, porque nem sempre o cinto de segurança consegue abarcar a cadeira, especialmente, porque, até aos 2 anos (ou até mais tarde, se possível), é recomendável que vá virada para trás.

Ao instalá-la, e até estarem completamente rotinizados, sigam o manual de instruções. É muito importante a cadeira estar segundo as regras, quer a sua colocação, quer a da criança nela, porque um posicionamento errado retira parte do efeito protetor.

A partir do ano de idade (ou até antes) a chança já não cabe dentro das cadeiras do Grupo 0 (que os pais designam por «ovo»), e terá de passar para uma do Grupo 0+ ou 1, mas que permita ir voltada para trás.

Um dos problemas dos pais é a criança bater com os pés no assento do carro e viajar com as pernas dobradas. Não é desconfortável e não causa qualquer lesão - em viagens grandes, parar regularmente e tirar a criança permite variar a posição.

A partir dos 2, 2 anos e meio, já poderá ir voltada para a frente, e utilizar uma cadeira dos grupos II ou III. Nestas, o cinto de segurança do carro prende a cadeira e a criança.

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Princípios educativos

Para uma criança de 3 anos, como o André, há muita coisa que não tem lógica, mesmo que para os adultos faça todo o sentido, pois ainda não tem uma visão sistémica e organizada do mundo, além de estar numa fase de só olhar para os seus interesses. As explicações dos adultos carecem de sentido. E daí os apelos do André: «Mas porquê?» Se os pais perdessem menos tempo a vociferar e tentassem - de preferência fora da crise -, explicar-lhe porque é que se devem arrumar os brinquedos e outras coisas, talvez o André começasse a entender que a sua visão das coisas não é a única, e que há coisas que para nós podem não fazer muito sentido, mas que para o ecossistema onde vivemos, trabalhamos ou brincamos têm lógica e são necessárias. Reparem; para o André, arrumar os brinquedos é uma mera perda de tempo, e dupla, já que no dia seguinte terá o trabalho de os tirar novamente do saco ou da gaveta onde estão. O facto de ficarem espalhados no chão, encherem-se de pó e «darem um ar desarrumado», não é uma preocupação para ele. Portanto, ou se arranjam argumentos compreensíveis, como os brinquedos poderem-se partir se alguém entrar no quarto, ou não se misturarem jogos que depois não dá para fazer nenhum e outras razões parecidas (até pode ser um novo jogo, o jogo do «arruma»), ou terão sempre birras e berros, que especialmente ao fim da tarde não contribuem muito para a paz e sossego que se deseja. Há muitas técnicas que os pais usam: vejam, destas, quais as que acham que usam mais na gestão dos conflitos com os vossos filhos: • Repreender • Castigar • Fazer longos sermões • Ameaçar • Chantagear • Prometer • Suplicar • Culpabilizar • Ridicularizar • Chamar nomes • Gritar e berrar • Ordenar • Exigir • Comparar com os outros e dizer que os outros é que são bons Espero que nenhuma, porque devo dizer que nenhuma destas estratégias resulta a longo prazo. O que importa é desenvolver o sentido ético e o conceito de «moralmente errado» e de que atacar alguém também é atacar-me a mim. E isto a empatia, a solidariedade e o sentimento de destino comum. Há que criar nos filhos esses sentimentos, mas não é numa fase de extremo «umbiguismo» - como a que ocorre entre o 1 e os 3-4 anos - que as coisas acontecem de um dia para o outro. Nem eles são tão altruístas que façam tudo pelos outros sem pensarem que podem (e devem!) ter algumas vantagens também para eles. A vivência comum baseia-se na negociação e no rearranjo dos vários interesses. É isso que há que explicar, exercitar e treinar, bem como a ideia de que os pais, por estarem cá há mais tempo e por serem adultos e pais, têm uma visão de mais ângulos, o que lhes permite ver outras coisas. Tal e qual a existência de várias câmaras de TV num campo de futebol, que permite ver se o penalti foi ou não foi penalti, ou se a bola saiu ou se não saiu. E essa linguagem já lhes é acessível. Ler Mais...

O que acontece se eu não entrar em trabalho de parto depois da indução?

Muito raramente as mulheres têm uma indução sem sucesso, em especial se o colo do útero for desfavorável, o que significa que não apagou nem dilatou. Isto pode resultar numa cesariana. Como sempre, discuta as opções com a sua parteira ou o seu médico para que possa estar bem informada sobre os processos disponíveis. Ler Mais...

Refeições prolongadas e «lá fora»

Qualquer refeição prolongada torna-se um martírio para uma criança, especialmente quando os adultos estão entretidos em conversas e as coisas demoram eternidades. As crianças não conseguem estar tanto tempo paradas, e com muita gente à mesa as possibilidades de se agitarem são maiores. Por outro lado, enquanto os mais crescidos comem e bebem, as crianças têm pouca fome, até porque, no caso de festas ou de idas a restaurantes, já se entretiveram a comer aperitivos, pão com manteiga, queijo ou patê, ou a empanturrar-se de batatas fritas. É normal ficarem fartas e quererem brincar. Os adultos, na maioria dos casos, nem estão com grande disponibilidade para falar com elas, dado que encontram amigos ou família, e estão a comemorar as suas próprias coisas. Se a refeição se passa fora de casa, é natural que crianças desta idade se sintam mais à vontade para berrar e espernear, dado que os pais têm «as mãos e os pés amarrados» por estarem em público. Não esqueçamos que o espaço exterior, com gente estranha, é também o ideal para as provocações e desafios à autoridade. Assim, no melhor interesse das crianças, mas também no vosso: • Não esqueçam que os filhos não têm o mesmo timing que os pais. A hora da sesta, por exemplo, é uma péssima hora para estar a sair, embora possa ser a hora do almoço dos adultos; • Não levem os vossos filhos a restaurantes ou espaços parecidos se eles estiverem muito cansados. Obviamente que as crianças têm de se habituar a partilhar a vida dos pais, mas há que ter bom senso e sabe( sacrificar alguns momentos em prol deles; • Evitem restaurantes em que o tempo espera é grande; • Expliquem a criança o que se vai passar, as contrariedades que podem surgir (limitação de espaço e de comportamentos, espera), mas que é o preço que se paga por com os grandes almoçar fora»; • Evitem restaurantes em que se possa fumar. Por vezes entra-se «à hora das crianças- e o ar está bom - passado um tempo, já as pessoas começaram a fumar, designadamente ao café, e sem se dar por isso fico uma atmosfera poluída; • Há restaurantes em que os empregados são naturalmente «amigos das crianças» e a sua intervenção é importante para acalmar as coisas, quando o destempero aumenta. Ameaçar com o gerente, o polícia de serviço ou o patrão geralmente resulta pouco, porque elas sabem de antemão que essas armas não vão ser utilizadas; • Se houver olhares de reprovação dados outros clientes, não se incomodem, apesar de fazer ver às crianças que o nosso comportamento comportamento deve ter limites sociais; • Tentem que o prato da criança venha sem grande perda de tempo, e se ela comeu muitos aperitivos esperem que coma muito do que foi escolhido; • Nas crianças mais pequenas, é bom levar o prato, talheres e copos favoritos, para que a refeição se faça mais calmamente; • Limitem o tempo de refeição das crianças ao mínimo possível, entendendo sinais de estarem fartos agitação física progressiva, perguntar «quando é que vamos embora», transformação dos modos à mesa para malcriações avulsas; • Levem livros, lápis e papel, e outras coisas para os entreter, quando as coisas começarem a «aquecer» - arranjem algumas coisas de surpresa, levadas nos bolsos, que naquele momento vão ser, para os vossos filhos, mais importantes do que jogos muito organizados. Essa atitude vai permitir-lhes perceber que são importantes para os pais; • Não ignorem os vossos filhos nem lhes dêm a ideia de que os levaram por frete. De vez em quando, um dos adultos pode parar de comer para brincar um bocadinho com as crianças, dar um passeio, arejar; • Se for preciso admoestá-los, façam-no com elegância. Não se coíbam de mostrar que são os pais e que os princípios educativos contam, mas para isso não e preciso escarcéu ou humilhações. Se as crianças não devem aproveitar a presença de estranhos para se «esticarem», também os pais, na refrega, não deverão fazer o mesmo; • Não liguem a alguns olhares «raivosos» que possam vir de outras mesas. As crianças fazem parte do mundo, e assim como temos de aturar alguns adultos, também toda a gente terá de aturar crianças, desde que nos seus comportamentos esperados e normais, e desde que não haja nesses locais qualquer limitação à entrada de crianças. Ler Mais...
Pra nao tuussi nem espirra pos cesarea | Para Pais.