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Quando devo começar a fazer exercícios para o pavimento pélvico?

Pode começar em qualquer fase da sua gravidez, mas quanto mais cedo melhor. Estes exercícios fortalecem o pavimento pélvico e trabalham os músculos que suportam a bexiga, o útero e os intestinos. Fortalecer estes músculos ajuda a reduzir os riscos de perda de urina quando se tosse ou se espirra, conhecida por incontinência urinária. É importante que saiba como fazer estes exercícios e praticá-los com regularidade durante a gravidez. Assim como praticar os exercícios mencionados acima, outra forma de exercitar os músculos do pavimento pélvico é inserir um dedo na sua vagina e comprimir os músculos que o rodeiam. Ler Mais...

Sempre que espirro sinto uma fuga de urina – isto vai durar para sempre?

Muitas mulheres sofrem de incontinência urinária durante a gravidez, ou seja, uma fuga de urina quando se tosse ou espirra. As fugas são causadas pelo afrouxamento dos músculos do pavimento pélvico - um grupo de músculos e ligamentos que suportam os órgãos pélvicos - devido às hormonas da gravidez. Conforme o bebé cresce e vai fazendo mais pressão na bexiga, a incontinência urinária torna-se mais provável. Recomenda-se que faça exercícios para o pavimento pélvico para reduzir a hipótese de fuga. Estes podem começar em qualquer fase da gravidez, mas quanto mais cedo melhor; logo que adquira a técnica certa, são simples. Como são exercícios muito discretos, é fácil praticá-los sem ninguém perceber o que está a fazer. A incontinência urinária deverá melhorar depois do parto embora possa levar várias semanas. Há algumas opiniões de que o problema pode levar mais tempo a resolver dependendo do tipo de parto, com um parto vaginal natural a ter mais probabilidades de prolongar o problema do que com uma cesariana. Ler Mais...

Elementos fundamentais para levar na mochila

Para além das bolas, baldes, pá e outros utensílios simplesmente fundamentais para um dia bem passado é preciso não esquecer: O creme protetor Um outro aspecto que é de importância fundamental e que não devem deixar passar ao lado é, claro, o creme protetor. Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que os atores não se besuntem com cremes? Aquela cena do galã a encher de creme as costas da atriz principal debaixo dos olhos invejosos da atriz secundária é por demais conhecida... e vocês não são menos do que eles. Exijam creme! Não o creme bronzeador, que para frangos de churrasco não têm vocês jeito. Não! Creme protector - grau «não sei quantos» (muito, o máximo, de uma marca qualquer, pelo menos fator 50). Não se esqueçam - e não é só para aplicar na cara, que vocês fazem também topless, bottomless e todos os «lesses», e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol direto, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz. Água Outra regra - a água. Mas... com tanta água ali, porque é que os pais a hão-de levar de casa? É intrigante, não é? O problema é precisamente esse. A presença daquela água toda faz sede é que aquela é salgada e os ventos que sopram ficam também salgados, mais o calor, mais a areia, tudo isso faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. E aquela água faz ainda mais sede. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para criançada da vossa idade se calhar mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão a da água poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho... Ponham ordem na companhia, digam às avós que, relativamente a vocês elas são ambas avós e não «mãe e sogra», e pronto. Assumam-se cientistas e expliquem que os bebés precisam de água e que, em condições normais (ou seja, sem calor em demasia e saudáveis), a quantidade de líquidos que bebem na alimentação normal chega para equilibrar o que perdem. Se estas perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos, etc.) há que aumentar também a quantidade de líquidos que vos oferecem. Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são a alterações deste equilíbrio e mais rapidamente se desidratam, até porque, proporcionalmente, têm mais água do que os adultos. Em conclusão: se estiver um dia muito quente (ou se houver algum sintoma dos que já foram mencionados), os vossos pais procederão ajuizadamente se vos oferecerem água nos intervalos das refeições. Vocês decidirão se querem ou não, partindo do princípio que não estão em greve da sede ou tão doentes que já nem conseguem beber. Comida Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e depois alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê ? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, pelas variações naturais do vosso apetite e pela paciência dos vizinhos de praia, que dão em doidos com cenas de bebés aos berros a não quererem comer e mães aos berros porque querem dar de comer aos tais bebés que não querem comer. Se são ainda amamentados, a vossa mãe que não se coíba de vos dar de mamar na praia. Qual é o problema? Ler Mais...

Ser mãe…

Basta ler Brazelton, Bowlby e tantos outros, para entender a necessidade da mãe no equilíbrio das emoções e dos afetos, bem como na promoção de um desenvolvimento harmonioso. Não apenas a mãe, claro, mas também ela. Só é mãe quem quer pelo menos, na larga maioria dos casos e sê-lo obriga a opções, a escolhas e a decisões. A realidade mudou e as mães hoje em dia são trabalhadoras, com as necessidades económicas, progressão na carreira, realização profissional, vontade de se darem com outras pessoas, de sairem e diversificarem o dia-a-dia ou de serem independentes em termos monetários. Na sociedade portuguesa, o trabalho da mulher é, para a maioria, um imperativo económico, e se trouxer mais folga económica, com o consequente bem-estar dos elementos familiares, a criança será a primeira a beneficiar disso. Mas, indirectamente, no ponto de vista do bebé, esta opção colide com um dos seus melhores interesses: o acompanhamento por aquela que pode, melhor que ninguém, dar-lhe segurança, tranquilidade, estímulo e protecção. A importância das mães nos primeiros anos de vida É indiscutível que os três primeiros anos de vida são essenciais para o desenvolvimento da personalidade, do equilíbrio dos afectos, numa palavra, da pessoa. E se, as mulheres podem compensar em qualidade o que falta em quantidade, também não é correto «inverter o bico ao prego» e achar que «tanto faz». Os grandes pediatras do desenvolvimento são unânimes em afirmar ser desejável que as mães acompanhem mais as crianças, e que, se por um lado não se podem nem devem ser culpabilizadas, também não se pode passar uma esponja sobre o assunto, ilibando os responsáveis políticos, sindicais e sociais. A solução como sabemos é colocar as crianças nos atendimentos diurnos (amas, creches, infantários), que são um local onde os ritmos biológicos têm que se moldar à média e aos constrangimentos organizativos. Onde o risco de infecções é cerca de dez vezes superior. Sem pôr em causa a dedicação e a competência profissional de dezenas de milhar de educadoras, auxiliares, cozinheiras, directoras e demais, que fazem das creches e infantários «o melhor lugar possível», não posso deixar de pensar, como pediatra, que a estadia de tantas crianças das nove da manhã às sete da tarde num local sem a mãe e sem o pai, ficando a interacção entre esta e o filho limitada a um par de horas sobrecarregadas com rotinas diárias que consomem tempo e energia, nas piores horas do dia em termos de disponibilidade e cansaço tem efeitos nocivos para os bebés. E para as mães e pais, também. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Brincar

Quando é que um bebé começa a brincar? A atividade lúdica faz parte da vida, tal como dormir, comer, rir e chorar. Mais: brincar é um fim em si próprio e não apenas um meio para se atingir qualquer outro objetivo. Brinca-se porque se brinca. Tão simples como isto. A atividade lúdica, muito associada ao prazer, à tranquilidade, à criatividade e à descoberta. Logo, e para responder à pergunta: brinca-se desde que nascemos. Um bebé de meses brinca com o corpo, as mãos, os pés, bate palminhas, deita a língua de fora, mais tarde brinca com as rocas, os peluches ou os cubos de montar. Como posso brincar com o meu bebé? Não basta pegar em brinquedos e dar ao bebé para que este se sinta feliz. Pelo contrário, vai sentir-se, frustrado e infeliz. Os bebés precisam de aprender a brincar sozinhos e fazem-no enquanto o brinquedo permite exploração e descoberta, mas logo esgotam as suas possibilidades individuais e precisam de quem lhes aponte mais soluções para o objeto ou para o jogo. É por isso que brincar com uma criança é estar com essa criança, física e mentalmente. O tempo que passamos com os nossos filhos é fundamental. Que brinquedos devo comprar? Um conselho, não comprem brinquedos em demasia. Vai baralhar o bebé, porque terá mais dificuldade em se concentrar num, estudá-lo e explorá-lo, e acaba por ser um gasto inútil de dinheiro, para além do péssimo hábito de desperdício e de abundância materialista. Deve dar uma maior atenção ao valor ludo-pedagógico do brinquedo e confirmar que está adequado à idade da criança, tente perceber o que ela realmente gosta. Os brinquedos mais caros são os melhores? Não é pelo preço que se deve guiar mas sim pelo interesse que o brinquedo terá para o bebé. Para além disso o mais importante é ver se o brinquedo é seguro. Por exemplo, o urso de peluche tem olhos ou um nariz que sai ao primeiro puxão podendo ir para a boca do bebé? O meu bebé deve ver televisão? A televisão é a eterna questão polémica! Definitivamente antes de um ano a resposta é não, porque o bebé não tem capacidade para seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Ler Mais...

Brincar é uma atividade complexa

Brincar não é uma atividade feita de gestos gratuitos e sem nexo, como muitas vezes a desconsideramos; porque o que a criança faz é supostamente «coisa de criança». Mas não. Brincar é uma das atividades mais elaboradas porque, para além de indispensável, desenvolve a criatividade, o imaginário, a imaginação, a alternância, o sentido figurativo e representativo, e a organização dos gestos, das falas e dos cenários. Não há outra atividade tão completa como o brincar. Dizia o Professor Robert Debré, um grande pediatra, companheiro de Jean Jaurés e fundador da Unicef, que até as amibas brincam: após uma fase em que agitam os seus prolongamentos em busca de comida, continuam a fazê-lo, nem que seja para tocar em outras amibas se não é para recolher alimentos, então fazem-no provavelmente para brincar. Jogar e brincar fazem, pois, parte da vida e não devem ser abandonados só porque se cresce. Os adultos às vezes têm vergonha de revelar esta faceta que classificam de Infantil, talvez porque, hoje, se exige produtividade e isso é, para a maioria, sinónimo de seriedade. Mas brincar é normal, desejável, pedagógico, terapêutico... é bom e dá prazer, com grandes vantagens biológicas, psicológicas e sociais. Não há nada mais instintivo do que brincar: vejam-se, por exemplo, os animais domésticos: um cão, um gato, como brincam. O ser humano sempre brincou e, se calhar, em vez de nos chamarmos homo sapiens, porque sabemos muito pouco, devíamos, talvez chamarmo-nos homo fudens porque brincamos realmente muito. Estamos talhados para isso, embora brincar também não seja sempre sinónimo de felicidade e de alegria. Brincar, como tudo na vida, pode significar frisfeza, sofrimento, mas é mesmo assim que as coisas são. O século xx ficará provavelmente para a História como o Século da Criança. Depois do reconhecimento gradual e sequencial dos Direitos Humanos, dos Trabalhadores, das Mulheres, registou-se neste século um movimento crescente a favor dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, tão bem resumidos na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. E o direito a brincar está consagrado no artigo 31.°. Porventura o artigo 31 a, que não existe, deveria dizer que brincar é também um direito que não se extingue nem tem prazo é um direito do ser humano, seja como refúgio para a ferocidade do mundo, seja como estratégia para amansar esse mesmo mundo, em qualquer idade da sua vida. Brinquemos, com as pessoas, com as situações, com os objetos, com o dia-a-dia. Organizemos o nosso trabalho como se fosse um jogo, uma brincadeira. Vamos ter muito mais prazer em trabalhar. Em ser adultos. E em ser pais. Ler Mais...
Pra nao tuussi nem espirra pos cesarea | Para Pais.