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Quando devo começar a fazer exercícios para o pavimento pélvico?

Pode começar em qualquer fase da sua gravidez, mas quanto mais cedo melhor. Estes exercícios fortalecem o pavimento pélvico e trabalham os músculos que suportam a bexiga, o útero e os intestinos. Fortalecer estes músculos ajuda a reduzir os riscos de perda de urina quando se tosse ou se espirra, conhecida por incontinência urinária. É importante que saiba como fazer estes exercícios e praticá-los com regularidade durante a gravidez. Assim como praticar os exercícios mencionados acima, outra forma de exercitar os músculos do pavimento pélvico é inserir um dedo na sua vagina e comprimir os músculos que o rodeiam. Ler Mais...

Sempre que espirro sinto uma fuga de urina – isto vai durar para sempre?

Muitas mulheres sofrem de incontinência urinária durante a gravidez, ou seja, uma fuga de urina quando se tosse ou espirra. As fugas são causadas pelo afrouxamento dos músculos do pavimento pélvico - um grupo de músculos e ligamentos que suportam os órgãos pélvicos - devido às hormonas da gravidez. Conforme o bebé cresce e vai fazendo mais pressão na bexiga, a incontinência urinária torna-se mais provável. Recomenda-se que faça exercícios para o pavimento pélvico para reduzir a hipótese de fuga. Estes podem começar em qualquer fase da gravidez, mas quanto mais cedo melhor; logo que adquira a técnica certa, são simples. Como são exercícios muito discretos, é fácil praticá-los sem ninguém perceber o que está a fazer. A incontinência urinária deverá melhorar depois do parto embora possa levar várias semanas. Há algumas opiniões de que o problema pode levar mais tempo a resolver dependendo do tipo de parto, com um parto vaginal natural a ter mais probabilidades de prolongar o problema do que com uma cesariana. Ler Mais...

Brincar é uma atividade complexa

Brincar não é uma atividade feita de gestos gratuitos e sem nexo, como muitas vezes a desconsideramos; porque o que a criança faz é supostamente «coisa de criança». Mas não. Brincar é uma das atividades mais elaboradas porque, para além de indispensável, desenvolve a criatividade, o imaginário, a imaginação, a alternância, o sentido figurativo e representativo, e a organização dos gestos, das falas e dos cenários. Não há outra atividade tão completa como o brincar. Dizia o Professor Robert Debré, um grande pediatra, companheiro de Jean Jaurés e fundador da Unicef, que até as amibas brincam: após uma fase em que agitam os seus prolongamentos em busca de comida, continuam a fazê-lo, nem que seja para tocar em outras amibas se não é para recolher alimentos, então fazem-no provavelmente para brincar. Jogar e brincar fazem, pois, parte da vida e não devem ser abandonados só porque se cresce. Os adultos às vezes têm vergonha de revelar esta faceta que classificam de Infantil, talvez porque, hoje, se exige produtividade e isso é, para a maioria, sinónimo de seriedade. Mas brincar é normal, desejável, pedagógico, terapêutico... é bom e dá prazer, com grandes vantagens biológicas, psicológicas e sociais. Não há nada mais instintivo do que brincar: vejam-se, por exemplo, os animais domésticos: um cão, um gato, como brincam. O ser humano sempre brincou e, se calhar, em vez de nos chamarmos homo sapiens, porque sabemos muito pouco, devíamos, talvez chamarmo-nos homo fudens porque brincamos realmente muito. Estamos talhados para isso, embora brincar também não seja sempre sinónimo de felicidade e de alegria. Brincar, como tudo na vida, pode significar frisfeza, sofrimento, mas é mesmo assim que as coisas são. O século xx ficará provavelmente para a História como o Século da Criança. Depois do reconhecimento gradual e sequencial dos Direitos Humanos, dos Trabalhadores, das Mulheres, registou-se neste século um movimento crescente a favor dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes, tão bem resumidos na Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança. E o direito a brincar está consagrado no artigo 31.°. Porventura o artigo 31 a, que não existe, deveria dizer que brincar é também um direito que não se extingue nem tem prazo é um direito do ser humano, seja como refúgio para a ferocidade do mundo, seja como estratégia para amansar esse mesmo mundo, em qualquer idade da sua vida. Brinquemos, com as pessoas, com as situações, com os objetos, com o dia-a-dia. Organizemos o nosso trabalho como se fosse um jogo, uma brincadeira. Vamos ter muito mais prazer em trabalhar. Em ser adultos. E em ser pais. Ler Mais...

Assim que nasce, o bebé é capaz de ver

As capacidades sensoriais do bebé têm sido alvo de crescente interesse. No que respeita à visão, por exemplo, sabe-se que praticamente todos os bebés são capazes de seguir com os olhos objetos de cor viva. Apesar de poder haver ainda uma certa dessincronização dos movimentos oculares, a criança é capaz, desde os primeiros dias de vida, de encontrar o objeto que se desloca e, inclusivamente, de movimentar a cabeça para melhor seguir o objeto. Esta actividade exige a atenção completa do bebé e implica a existência de mecanismos de controlo complexos. Demonstrou-se, de igual modo, que os bebés fixavam mais longamente um alvo, desde os primeiros dias de vida, desde que fosse desenhado o esboço de um rosto humano ou círculos concêntricos de uma cor única prova evidente de que conseguem distinguir uma superfície estruturada de uma não-estruturada. Foi, inclusivamente, sugerido que os bebés, a avaliar pelo tempo em que se mantêm a fixar a imagem, terão um certo prazer neste exercício. O que poderá justificar o que apelidamos de «desinteresse» do bebé pelo que vê ao longe, tem a ver com o facto de o bebé não ter, quando nasce, memórias com as quais possa «acertar» e «comparar» o que está a ver. Assim sendo, o significado da maioria das coisas é, ainda, incerto e desconhecido. Por outro lado, a discriminação dos pormenores de um objecto ou de uma cena exige uma grande atenção e uma observação demorada e analítica, o que é ainda difícil para um bebé pequeno, que se cansa facilmente com os estímulos a que ainda tem que se habituar. Sabe-se, de igual modo, que um bebé consegue ver nítido a uma distância de um palmo (cerca de 20 cm) que é, afinal, nem mais nem menos do que a distância natural entre a face da mãe e a sua, quando está ao colo ou a mamar. A natureza realmente não se engana. A evolução da visão vai-se fazendo gradualmente, e quer o tempo que o bebé aguenta a olhar para as coisas, quer a atenção que lhes dedica e o significado que o seu cérebro já lhes consegue atribuir fazem com que, a partir de cerca dos quatro meses, a capacidade de ver com nitidez seja já praticamente total. Desta forma, é indiscutivelmente importante investir na interacção precoce entre pais e filhos, e no jogo sensorial entre ambos (sem cair, obviamente, na estimulação exagerada ou na «exigência» de performances). Um recém-nascido interessa-se, em primeiro lugar, pelos contornos e pelas fronteiras entre as cores, e o seu gosto em olhar formas com vários ângulos atesta a vontade de apreender o máximo de informa- ções. Gosta das cores contrastadas, dos objetos de médio tamanho em que a luz se reflecte e, de preferência, de forma ovoide. Por outro lado, prefere a face humana à sua representação em desenhos. Durante o primeiro mês de vida, a criança sabe distinguir o rosto da mãe e do pai do das outras pessoas, e reage de forma diferente às diversas expressões que a mãe faz. Se ela sorrir, a criança fica calma ou até sorri. Se a mãe ficar impassível ou fizer uma cara zangada, a criança fica, primeiro, parada à espera; depois, faz uma expressão triste e chora. A capacidade de imitação é bastante grande: se os pais deitarem a língua de fora, demoradamente, o recém-nascido vai tentar fazê-lo também, abrindo a boca, fazendo movimentos com a língua e conseguindo, muitas vezes, deitá-la de fora também. Fá-lo-á mais rápida e eficazmente se for sendo aplaudido e elogiado pelos seus progressos. Até cerca dos quatro meses, os bebés vêm a preto e branco, em tons de cinzento. Depois ganharão progressivamente os elementos (cones) que lhe permitirão conferir, segundo as três tonalidades principais (azul, verde e encarnado), a imensa paleta de cores dos objetos. Ler Mais...

Sinais que podem levar a suspeitar

Seja durante um brincadeira, seja por que estão zangados, como no caso da Rosarinho, nunca se deve abanar uma criança (ou pegar nos ombros e sacudi-la), porque faz mover a cabeça para trás e para a frente, muito rapidamente e com uma força muito grande. Isso leva a que os vasos sanguíneos se possam romper e causar hemorragias intracranianas, podendo levar a cegueira, surdez, convulsões, futuras dificuldades de aprendizagem, outras lesões cerebrais e da espinal-medula (causa de paralisias) ou até à morte. Cuidar de uma criança nem sempre é fácil e um mar de rosas. E mesmo as melhores rosas têm espinhos, por vezes muito pontiagudos e que fazem sangrar. Evitarmos estas situações, que penalizam a criança e os pais para sempre é a melhor estratégia. Há uma certa confusão entre o que é bater e o que é admoestar através de uma palmadinha na mão ou um açoite na fralda. Há que diferenciar, no entanto, o que são castigos corporais do que é um gesto não humilhante, não violento, e que surge na sequência de um processo que começa com expressão facial, olhar, voz, ordens, e muitas vezes tem de seguir para uma comunicação corporal de imposição de autoridade que nada tem a ver com o bater, em termos de espancar, esbofetear, dar sovas ou outra coisa deste tipo. Por vezes, sobretudo no segundo e terceiro ano de vida, quando as crianças testam os pais à exaustão e não obedecem a nenhuma outra forma de controlo, é preciso os pais imporem-se, caso contrário perderão a autoridade, o que é também traumatizante para a criança, com sequelas a longo prazo. Caso os pais tenham de recorrer a esse método, o que nunca pode haver é desproporção, criar medo, humilhar, fazer doer, agredir (especialmente na face), ser injusto ou ameaçar com castigos de terror, e sobretudo mostrar que os laços de afeto foram cortados. Comportamentos destes são maltratantes. Mas dizer a uma mão de um menino de 18 meses, que insistentemente mexe em tudo e que não dá ouvidos a nada, que está a proceder mal - note-se, dizer à mão, não ao menino - pode ser necessário. Não se deve ser fundamentalista, e não acredito que aqueles que dizem que nunca se deve tocar numa criança tenham conseguido criar os filhos, especialmente até aos anos, apenas com palavras, bons conselhos e troca de olhares. Admitir isto é admitir mais facilmente os limites da intervenção e criar uma linha divisória entre o que é (atualmente, e segundo a nossa cultura) aceitável e inaceitável. Ler Mais...

Ficar em casa com alguém

Ficar em casa com um familiar ou com uma empregada é uma hipótese que é por vezes possível, embora nem sempre tenha viabilidade económica para o casal e nem sempre também seja possível encontrar uma pessoa que inspire a suficiente confiança para os pais não apenas no sentido de não roubar a casa mas também de não se ir embora de um dia para o outro, deixando os pais com um grande problema entre mãos. Ficar em casa com o bebé implica ser uma pessoa de confiança geral, que saiba tomar conta da casa, que saiba tomar conta de bebés e que os estimule quantas crianças são bem tratadas por empregadas, por exemplo, que acabam por não brincar com elas nem as estimular e que não cause ciúmes à mãe, um problema que acaba por surgir quase sempre, já que essa pessoa, na prática sempre uma mulher, acaba por estar mais tempo com o bebé do que a própria progenitora, levando a que a criança desenvolva laços de afeto com ela, o que é um espinho difícil de engolir pela generalidade das mães. Por outro lado, a partir da idade em que os bebés começam a deslocar-se e a requerer atenção e estímulo a toda a hora, uma empregada não pode estar destinada a fazer as duas coisas: tomar conta do bebé e fazer a lida da casa. Se for o caso, pode distrair-se e o bebé sofrer, por exemplo, um acidente. Muitas vezes há um familiar que não se importa de dar um certo apoio à família e toma conta do bebé. Com as pessoas a trabalhar longe, com as famílias cada vez mais repartidas por bairros ou vilas diferentes e longe uns dos outros, com os próprios avós e tios a trabalhar (ao contrário do que acontecia nas gerações precedentes), esta situação é, na prática, muito difícil. Além dos problemas de «comando» que acabam por causar - geram-se às vezes mal-estares e conflitos, especialmente se é a mãe «dele» que vai tomar conta do bebé «dela». A criança ficar em casa é, no entanto, uma das melhores soluções. Ler Mais...
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