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Quando devo começar a fazer exercícios para o pavimento pélvico?

Pode começar em qualquer fase da sua gravidez, mas quanto mais cedo melhor. Estes exercícios fortalecem o pavimento pélvico e trabalham os músculos que suportam a bexiga, o útero e os intestinos. Fortalecer estes músculos ajuda a reduzir os riscos de perda de urina quando se tosse ou se espirra, conhecida por incontinência urinária. É importante que saiba como fazer estes exercícios e praticá-los com regularidade durante a gravidez. Assim como praticar os exercícios mencionados acima, outra forma de exercitar os músculos do pavimento pélvico é inserir um dedo na sua vagina e comprimir os músculos que o rodeiam. Ler Mais...

Sempre que espirro sinto uma fuga de urina – isto vai durar para sempre?

Muitas mulheres sofrem de incontinência urinária durante a gravidez, ou seja, uma fuga de urina quando se tosse ou espirra. As fugas são causadas pelo afrouxamento dos músculos do pavimento pélvico - um grupo de músculos e ligamentos que suportam os órgãos pélvicos - devido às hormonas da gravidez. Conforme o bebé cresce e vai fazendo mais pressão na bexiga, a incontinência urinária torna-se mais provável. Recomenda-se que faça exercícios para o pavimento pélvico para reduzir a hipótese de fuga. Estes podem começar em qualquer fase da gravidez, mas quanto mais cedo melhor; logo que adquira a técnica certa, são simples. Como são exercícios muito discretos, é fácil praticá-los sem ninguém perceber o que está a fazer. A incontinência urinária deverá melhorar depois do parto embora possa levar várias semanas. Há algumas opiniões de que o problema pode levar mais tempo a resolver dependendo do tipo de parto, com um parto vaginal natural a ter mais probabilidades de prolongar o problema do que com uma cesariana. Ler Mais...

A partir dos 6 meses – «a fase das grandes descobertas»

E a partir desta idade que aumenta a fase da grande curiosidade, de descoberta do mundo. A criança já é capaz de observar em todas as direções, já vê com pormenor objetos distantes (que vão, assim, prender a sua atenção e incitá-lo a descobri-los o que, se já gatinhar, lhe permitirá começar a fazer «asneiras» pois é, pais, atenção aos acidentes!), distingue facilmente os pais, irmãos e pessoas estranhas (começando, a partir dos 9 meses, a evidenciar uma certa aversão a estas últimas) e, dizem os especialistas, prefere as cores encarnada e amarela. Paralelamente ao desenvolvimento visual, as mãos já se articulam nos seus movimentos finos, podendo pegar nos objetos, transferi-los de uma mão para a outra, apontar com o indicador (e fazer exigências começa o período reivindicativo...) e procurar objetos que, por exemplo, caem ou desaparecem repentinamente do campo visual. O interesse que as coisas despertam é tão grande, a partir de cerca dos 6 meses, que o bebé modifica espontaneamente a posição do seu corpo para ver melhor inclina-se para trás, volta a cabeça, torce-se. O pior é quando os objetos passam com uma certa velocidade aí já as coisas se tornam mais difíceis e só por volta do ano é que começa a haver um certo controlo destes acontecimentos... Após o ano já há percepção dos objetos em duas dimensões e, mais tarde, a noção da profundidade. Um aspecto importante é que a visão não funciona isolada, pelo contrário, é um sentido intimamente ligado aos restantes, muito especialmente à audição e aos movimentos finos. A conjugação destas extraordinárias capacidades, tantas vezes subestimadas, permite praticar o que é, talvez, uma das maiores capacidades do ser humano comunicar. A comunicação com o mundo, processo no qual a visão desempenha um papel fundamental, começa no bebé mesmo antes de nascer e prolonga-se até à morte. Os êxitos e insucessos, vitórias e derrotas, satisfação e frustração dependem muito da qualidade da nossa comunicação com o mundo, não só o animal «entre o qual em grande destaque o mundo humano», mas também o vegetal e mineral. A descoberta do mundo, feita «de dentro para fora», ou seja, do corpo do próprio bebé para o mundo próximo e depois para o mais distante, corresponde a algo de fascinante e a que nós, pais, deveríamos porventura dar mais importância e seguir mais atentamente. A falta de tempo crónica que a sociedade atual nos impõe não pode ser desculpa - há que seguir as descobertas dos nossos filhos e ver a sua evolução, desde que descobrem as mãos e os pés, até à preocupação que têm com as pessoas e objetos, muito especialmente os que lhes satisfazem as necessidades fundamentais (entre as quais a alimentação) e lhes dão carinho e proteção. Reafirmada que está a importância fundamental da visão no processo interactivo e de comunicação com o mundo, há que velar por essa visão de modo a que: 1.° sejam evitadas as agressões sobre o aparelho visual, nomeadamente as que provêm de estimulação excessiva, em quantidade e qualidade, com destaque para a falta de condições ambientais que se proporcionam ao bebé e à criança para ver este aspeto levantaria a questão da iluminação geral, da televisão, das fotografias com flash, o uso de óculos escuros no Verão, etc; 2. ° sejam detectadas e diagnosticadas precocemente as perturbações da visão que, muitas vezes, podem ser corrigidas, para além de se poder também retardar a sua evolução; 3. ° nas crianças que têm problemas visuais, em menor ou maior grau, há que compensar essa perda com a estimulação dos outros sentidos, e compreender que a sua interação com o mundo terá que ser feita, provavelmente, quando as lesões são muito comprometedoras, de maneira diferente das crianças com visão normal. A estimulação precoce é essencial e pode fazer com que uma criança com níveis muito baixos de acuidade visual possa utilizar todos os estímulos que lhe chegam, usando-os para uma vida praticamente normal. Quem vê bem desperdiça muitos estímulos luminosos. Conselho Posso tirar fotografias ao meu bebé? Esta pergunta surge com enorme frequência. Outras vezes nem chega a ser feita, o que não quer dizer que o bebé, desde que nasce, às vezes mesmo na sala de partos, não seja «atacado» por vários paparazzis, seja o pai, sejam outros familiares e amigos. Mas... já repararam que, quando se tira uma fotografia a uma criança, os olhos ficam sempre encarnados? Essa tonalidade encarnada/alaranjada corresponde, nem mais nem menos, à imagem dos vasos sanguíneos da retina. Entre o disparar a máquina e o impressionar da película ou do chip, a luz tem tempo de ir, bater na retina e voltar. Só depois os olhos se fecham. É, no fundo, como se estivéssemos a fazer um exame ao fundo do olho, como os oftalmologistas fazem. Isto quer dizer que, cada vez que tiramos uma fotografia a uma criança, estamos a sujeitar a retina a uma estimulação luminosa fortíssima, intensiva e brusca. Que não é nada recomendável, se pensarmos que os vasos da retina e a própria retina estão em formação. Portanto: fotografias, sim, mas apenas com luz natural. Sem flash. Obrigado! O que é o estrabismo? Nem em todos os estrabismos o «enviesamento» dos olhos é bem visível, pelo que é necessário levar a criança ao médico assistente para realizar testes de visão em certas idades-chave (2, 4, 6, 9 e 12 meses). Por outro lado, há muitos casos em que os olhos parecem tortos mas não o estão: são os chamados «falsos» estrabismos ou «pseudo estrabismos», em que o que está «torto» é a pele que rodeia o globo ocular e não o globo ocular propriamente dito. O estrabismo é uma situação que deve ser detectada no primeiro ano de vida e não deve ser subestimada, pelo menos até se ter a certeza de que se trata de um «falso» estrabismo. Ler Mais...

O meu companheiro pode cortar o cordão umbilical?

Durante a cesariana é importante que o processo decorra sob condições de esterilização. Isto significa que todo o pessoal à volta da mesa de operações e os instrumentos serão esterilizados (o nível mais alto de limpeza). O pessoal tem de passar por uma técnica de limpeza chamada escovagem e depois usar uma bata que foi lavada e embalada seguindo certas normas. Isto é para reduzir o risco de infeção na mãe e no bebé. Se permitirem que o seu companheiro corte o cordão umbilical, significa que terá de seguir os mesmos princípios. Portanto não é prático nem possível que todos os companheiros sejam treinados nesta técnica. Contudo, poderá ser possível que o seu companheiro corte o cordão, uma vez que por vezes é necessário, quando a parteira cortou o cordão e aplicou o grampo, mas há ainda demasiado cordão, sendo uma boa oportunidade para incluir os pais. Ler Mais...

O futuro das crianças maltratadas

O futuro de qualquer um de nós depende de inúmeros fatores, ocorrências e vivências positivas e negativas, bem como dos fatores de risco e dos fatores protetores e da resiliência própria de cada um, a que se juntam características genéticas e da personalidade. Assim, apesar de os maus-tratos representarem uma perturbação brutal e trágica na vida de uma criança, temos de ter em conta que ser abusado ou negligenciado não é a única má experiência que se pode ter na infância e que pode influenciar o desenvolvimento da pessoa. O efeito negativo (ou não) da experiência depende, pois, de numerosos fatores – relacionados não apenas com o abuso em si, mas também com todo o envolvimento, fatores protetores, resiliência e tipo de resposta dos adultos, profissionais e serviços. Não é necessário, pois, ficar-se marcado para a vida inteira. É claro que a criança tem diversos mecanismos de viver os acontecimentos trágicos, como sejam ignorá-los, branqueá-los ou esquecê-los. Contudo, esta «estratégia» pode levar a um mau «luto» da situação, e ao reaparecimento de «fantasmas» do abuso, muitas vezes bastante mais tarde na vida da pessoa e, assim, ainda mais difíceis de ultrapassar. Sublimar o episódio e aprender a viver com o evento obriga ao desenvolvimento da maturidade e da capacidade de gestão do stresse. Isto obriga, por outro lado, a um apoio psicológico a longo prazo. Mais tarde, na adolescência, pode haver uma tentativa de mudança de personalidade e de «vida», arranjando formas de «desaparecer» e trocando o contexto humano e ambiental por outro que não evoque as más recordações nem os envergonhe. É uma estratégia possível, mas que não garante que não possam reaparecer os ditos «fantasmas», até porque, mais cedo ou mais tarde, algo nesta «nova vida» vai fazer recordar a vida que se deixou. Quando o mau-trato é infligido por um familiar ou pessoa próxima, as crianças podem ficar desconfiadas e passar a pautar as relações interpessoais por este sentimento e pela amargura, o que também não é uma solução adequada em termos de qualidade de vida e de bem-estar. Recentemente, tem-se dado particular atenção aos achados da neurobiologia que revelam, sem margem para dúvidas, o efeito biológico dos maus-tratos a nível cerebral, nomeadamente diminuição do crescimento do hemisfério esquerdo (onde reside a inteligência emocional), aumento do risco de depressão, irritabilidade do sistema límbico com episódios de pânico e stress pós-traumático, menor crescimento de algumas estruturas cerebrais e risco de perturbações dissociativas e da memória. Os maus-tratos a crianças são uma patologia complexa, multifatorial, com grandes áreas de desconhecimento científico, e onde se jogam as facetas mais agudas e, por vezes, perversas da condição humana e das relações interpessoais. Ao contrário de uma doença orgânica, não existe uma solução na ponta da caneta ou no bloco de receitas. As soluções são mais escassas e exíguas do que os problemas, que todos os dias se tornam mais conhecidos, nas suas diversas apresentações. Cabe-nos, como pais e cidadãos, atuar com rigor, seriedade organização, vontade e motivação. E, através de uma rede transdisciplinar, tentar proteger a criança e o seu melhor interesse, à luz dos direitos da cidadania, tão bem expressos na Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. Não apenas nas palavras mas também nos atos. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...
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