Resultados para: "pq o bb empura o untero para baixo"

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Quando devo pôr o meu bebé de barriga para baixo?

Mesmo um recém-nascido pode passar algum tempo de barriga para baixo quando estiver acordado para ajudar a fortalecer o pescoço e os ombros e para ajudar a controlar a cabeça. É importante que o seu bebé não passe o tempo todo deitado de costas, pois com o passar do tempo pode deformar a cabeça e "achatá-la" num dos lados. Quando for mais velho, deitá-lo de barriga ajudá-lo-á a aprender a gatinhar. Supervisione-o durante "o tempo de barriga para baixo" e esteja pronta para ajudar se ele se cansar ou ficar frustrado; irá gradualmente ficando mais forte. Contudo, nunca ponha o seu bebé de barriga para baixo para dormir, pois isso pode aumentar o risco de morte súbita. Ler Mais...

Estou agora com sete meses de gravidez e estou bastante grande. Devo modificar o meu estilo de nadar?

Vai descobrir que, conforme vai aumentando para o fim da gravidez, vai precisar de alterar o seu estilo de nadar para encontrar o que for mais confortável para si. No entanto, uma actividade de baixo impacto como a natação é o ideal, pois a água dá resistência, tem um baixo risco de ferimentos e a massa de água alivia a pressão no abdómen e ajuda a diminuir a dor no fundo das costas. Ler Mais...

O que pode correr mal se eu tiver um parto vaginal?

Se ambos os gémeos estiverem de cabeça para baixo, em geral o parto vaginal é possível. Algumas vezes, o primeiro gémeo pode estar de cabeça para baixo e nascer vaginalmente, mas o segundo gémeo pode estar em posição pélvica. Outras vezes, o segundo gémeo pode-se virar e ficar de cabeça para baixo depois do parto do primeiro gémeo e então terá mais hipóteses de ter ambos os partos vaginais. Estudos sugerem que tem havido um aumento significativo de partos de gémeos combinados vaginal-cesariana e uma diminuição de partos unicamente vaginais, o que pode ser devido ao facto de haver hoje em dia uma maior vontade de permitir às mulheres grávidas de gémeos tentarem ter um parto vaginal, o que também aumenta a possibilidade desse cenário. Se tiver um parto vaginal há uma maior probabilidade de um ou ambos os gémeos terem um parto assistido por ventosa ou fórceps, ou porque um ou ambos os gémeos estão numa posição difícil, por exemplo virados para as costas da mãe, ou porque o trabalho de parto pode ser mais longo e mais traço devido à quantidade de trabalho envolvida em puxar dois bebés, o que significa que a mãe deverá estar mais cansada e precisar de ajuda no fim do trabalho de parto. Ler Mais...

Porque é que os médicos poderão decidir fazer o parto dos meus gémeos por cesariana?

Uma cesariana facultativa pode ser recomendada para um parto de gémeos por várias razoes. A melhor altura para o parto de qualquer bebé é no termo da gravidez (37-40 semanas de gestação) e esse é o caso para o parto de gémeos pois poderão ser mais pequenos do que um único bebé tendo precisado de partilhar o seu fornecimento de nutrientes. Contudo se um ou ambos os bebés estiverem em risco, possivelmente devido a uma síndroma da transfusão feto-fetal ou se tiver tido tensão alta na gravidez poderá haver necessidade de fazer um parto pré-termo. Muitas unidades recomendam uma cesariana para os bebés em posição pélvica, em que o bebé está com as nádegas para baixo dentro do útero, pois há mais riscos associados a um parto vaginal de posição pélvica. Numa gravidez de gémeos, se o primeiro bebé estiver em posição pélvica, isso põe também o segundo gémeo em risco. Também, se o primeiro gémeo estiver em posição pélvica e o segundo de cabeça para baixo (posição cefálica), recomenda-se uma cesariana devido a uma complicação rara de “gémeos travados”, quando os queixos dos bebés estão encaixados um no outro. Se ambos os bebés estiverem de cabeça para baixo e parecerem bem desenvolvidos, muitas unidades maternas encorajarão um parto normal. O seu médico e a sua parteira discutirão isso consigo mais perto do tempo do parto. Ler Mais...

Quais são as causas?

As causas do testículoo-descidoo se encontram ainda completamente esclarecidas. Em algumas crianças, o processo de descida do testículo pode prolongar-se pelas primeiras semanas de vida, pelo que a existência de testículoo-descido nesta idade poderá corresponder a uma fase transitória normal da migração testicular. A partir dos 12 meses é muito rara a descida espontânea do testículo. Algumas situações têm sido associadas a um aumento significativo da incidência de testículoo-descido: ser primeiro filho, a mãe ter menos de 20 anos, parto pélvico, baixo peso ao nascer e hérnia inguinal. Uma situação que interessa referir por ser a mais importante no diagnóstico diferencial do testículoo-descido é o chamado «testículo retráctil» (ou em «ascensor»), em que o órgão é puxado para fora do escroto por acção reflexa de um músculo, o cremaster. Este reflexo é ativo sobretudo entre os 2.° e 7.° anos de vida, com o máximo aos 5-6 anos. Assusta os pais, que de repente vêem que o testículo «desapareceu», mas se palparem o escroto da criança, com as mãos quentes, quando ela está a dormir, puxando devagarinho de cima para baixo, vão reparar que os testículos estão lá. Se eles estavam em baixo ao ano de idade, sem margem para dúvidas, então mesmo que desapareçam mais tarde é uma situação de testículo retráctil. Por isso é que importante que os pais confiram com o médico assistente se ele registou no Boletim de Saúde Infantil e Juvenil do bebé se os testículos estavam ou não nas bolsas escrotais, quando fez os exames no primeiro ano de vida. É possível que alguns dos casos de crianças mais velhas, nomeadamente alguns dos submetidos a intervenção cirúrgica (neste caso desnecessária), sejam casos de testículos retracteis cujo diagnóstico diferencial não foi feito adequadamente, muitas vezes por falta de registo no Boletim de Saúde. Ler Mais...

ICSI

Este processo pode ser usado quando se julga que a qualidade do esperma do companheiro pode ser responsável pelos problemas de infertilidade. Se o número de espermatozóides é baixo ou o movimento fraco, o espermatozóide pode ser “ajudado” e fertilizar o ovo. Um único espermatozóide é injectado directamente no ovo e, se a fertilização tiver lugar, o embrião dai resultante é colocado no útero. Ler Mais...
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