Resultados para: "posso passa copaiba no ponto da cesaria"

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Como diminuir o ruido

Há estratégias para tornar a sociedade menos ruidosa, com todos os ganhos em saúde, não apenas física, mas mental, designadamente ao nível do sono e da aprendizagem. Num ambiente de jardim-de-infância, por exemplo, há várias técnicas eficazes de construir as salas, os espaços comuns, os recreios,e o próprio isolamento sonoro em relação ao som exterior - a sua aplicação passa por uma avaliação caso a caso, mas pela exigênciamdos pais e dos educadores, e também pelamatitude dos autarcas e restantes profissional e responsáveis. A resolução do problema passa por medidas  eco-ambientais e de planeamento, arquitectura e construção. Mas passa sobretudo por percepção do risco, conhecimento dos efeitos e exigência de qualidade, integrando o fenómeno ruído nos critérios que se pedem a qualquer serviço ou produto, como a beleza estética, o preço, a comodidade ou a segurança. Ler Mais...

Eu sei que a minha mãe se preocupa, mas ela quer ir comigo para todo o lado – como lhe posso dizer para se afastar?

Aproveite o momento certo, talvez durante um café, e tente explicar à sua mãe, com sensibilidade, que quer e precisa de fazer algumas coisas sozinha. Faça-lhe saber que, embora aprecie o apoio dela, também precisa do seu espaço e de tempo para reflectir e para criar laços com o seu bebé, mesmo durante a gravidez. Se se afirmar agora sobre os seus sentimentos, isso também a ajudará a conseguir certos limites depois do parto. Embora a sua mãe possa primeiro ficar contrariada e possivelmente excluída, com o tempo, o mais provável é que venha a compreender o seu ponto de vista, pergunte-lhe como é que a própria mãe reagiu quando ela estava grávida de si. Pode muito bem descobrir que ela também foi demasiado protectora. Ler Mais...

Gelados

«Posso comer um gelado, Mãe? Posso? É só mais um...». Quando nos olham com «aqueles» olhos, não conseguimos resistir, mesmo que nesse dia já seja o «enésimo». Convém manter uma certa disciplina e negociar com as crianças, de preferência antes das férias, qual vai ser a «política gelada» - um por dia poderá ser uma solução. Entre os diversos gelados, não é obrigatório escolher logo os mais caros e maiores - há gelados pequenos, de leite ou de frutos, que são menos calóricos e mais baratos. E atenção: se um gelado está deformado, então é porque já congelou e descongelou, ou seja, não deverá ser consumido. O mesmo se estiver mole. Provavelmente, para poupar energia, o dono da loja desliga a electricidade à noite pensando que a arca «aguenta». Ensinem os vossos filhos a escolher, mas expliquem porque é que recusaram aquele gelado ou aquela loja, para não ser entendido por eles como uma forma sub-reptícia de não comprarem o gelado. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Comecei a universidade e agora estou grávida – os meus vão ficar furiosas. O que posso fazer?

A maior parte das mulheres Jovens sente uma grande mistura de emoções quando descobrem que estão grávidas, e muitas ficam aterrorizadas ao pensar que têm de cortar aos pais preocupadas que de qualquer forma eles as abandonem. Quando se achar capaz, sente-se e explique-lhes a situação. Pode ajudar ter mais alguém consigo quando der a notícia. Embora a reacção inicial dos seus pais possa ser de desilusão e choque, também se irão sentir culpados, pensando que falharam em alguma coisa em relação a si. Por fim tente lembrar-se de que os seus pais a amam e que sem dúvida a irão apoiar, embora possa precisar de lhes dar algum tempo para se adaptarem à gravidez. Se realmente pensa que não consegue falar com os seus pais e discutir as suas opções tente arranjar um amigo adulto para conversar, em quem confie e que a apoie. Em alternativa fale com uma parteira ou com um médico, ou um orientador da universidade em quem confie. Qualquer destas pessoas já terá tido experiências de situações como a sua e poderá oferecer conselhos imparciais. Poderá continuar com os seus estudos e muitas instituições educacionais oferecem facilidades para cuidar de crianças, como infantário ou creche - a gravidez não significa um fim nos seus planos de estudo. Ser capaz de sossegar os seus pais neste ponto ajudá-los-á a aceitar a sua gravidez. Ler Mais...

Medicinas alternativas

A utilização de medicinas designadas por «alternativas», em situações de doenças em crianças, tem vindo a aumentar. Um outro estudo, realizado no Reino Unido, mostrou que as crianças com doenças crónicas utilizavam três vezes mais tratamentos «alternativos» do que as crianças saudáveis. O que é curioso é que os médicos pediatras não sabiam que os seus clientes estavam a fazer outras formas de tratamento, por opção dos pais. Já se sabia que as chamadas medicinas alternativas vinham tendo um papel crescente na gestão da saúde e da doença, nos países ditos ocidentais, mas os estudos até agora realizados debruçavam-se sobretudo sobre a população adulta. Estes estudos vêm confirmar o que os mais atentos já tinham previsto: as crianças são, também, grandes consumidoras deste tipo de medicinas. As medicinas designadas por «alternativas» não deveriam ser menosprezadas e inferiorizadas. O próprio nome, «alternativo», é errado: trata-se de metodologias de tratamento «complementares» da chamada «medicina ocidental». Também é errado designar esta por «científica», dado que muitas das terapêuticas utilizadas nas «complementares» são cientificamente válidas (e muitas das que nós utilizamos ainda carecem de prova cabal...). Para além dos achados deste estudo, uma conclusão é óbvia: chegou a altura de deixar «a falar sozinhos» os corporativistas que defendem que «medicina só há uma, a ocidental e mais nenhuma», e estudar, em conjunto e colaboração, as várias medidas terapêuticas que podem beneficiar, do ponto de vista biológico, psicológico e social, as crianças e suas famílias. É bom admitirmos que não sabemos nem dominamos tudo, e que a separação do trigo e do joio passa por reconhecer que há trigo e que há joio. Na medicina «alternativa, mas também na medicina «ocidental»... Ler Mais...
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