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Traumatismos dentários

Sempre que ocorrer um traumatismo na boca da criança, os pais devem contatar o médico dentista da criança. Nestas idades (1 aos 5 anos) é muito comum a criança cair e bater com a face, aumentando o risco de lesionar os dentes da frente e o lábio. A preocupação destes traumatismos é não só o estado do dente de leite mas, principalmente, o dente permanente que, apesar de não estar ainda à vista, está «guardado» no osso em formação. O médico dentista realizará uma radiografia local dos dentes afetados para poder fazer um controlo da situação, tanto do dente de leite como do dente permanente que não está visível na boca. Os pais devem passar a boca da criança com água ou algum bochecho antisséptico oral e colocar gelo na região exterior para reduzir o inchaço (bochechas ou lábios). Se o dente se fraturou, o fragmento deve ser leva- do para o consultório. Se o dente é permanente e saiu completamente do sítio, deve ser lavado com água (só lavar, nunca esfregar) e, se possível, de ser recolocado no seu lugar gentilmente e segurado com uma faze até se chegar ao dentista. Se não for possível ou não se conseguir recoloca-lo, o dente deve ser guardado em leite, saliva ou soro fisiológico. O sucesso da recolocação depende da rapidez do tratamento. Quanto mais tempo o dente ficar de fora do osso, maior o risco de insucesso. Depois de um traumatismo, o dente afetado necessita de um controlo apertado pois, por vezes, as consequências do trauma são tardias (até meses depois) e podem ser dor, infeção (abcesso ou fístula) ou alteração da coloração. Estas consequências podem ser graves e prejudicar os dentes permanentes. O dente pode ficar amarelado (normalmente não tem sintomas é apenas uma reação do dente ao traumatismo que calcifica). Pode surgir uma coloração acinzentada que indica que ocorreu necrose e o dente perde a vitalidade (se houver sintomas associados pode ser necessário tratar o dente). Ler Mais...

Os dentes

O que haverá de comum entre Júlio César, Aníbal, Luís XIV, o cardeal Mazarino e o cardeal Richelieu, Mirabeau ou Napoleão? Nasceram com um dente. Cerca de uma em cada duas mil crianças nasce com dentes - o que dá cerca de 50 a 100 em Portugal, por ano. Há uma tendência familiar para nascer com dentes - cerca de metade das crianças a quem isto acontece já tinham casos semelhantes na família. Poderá haver casos, portanto, em que existe uma transmissão hereditária, de tipo «autossómico dominante» (probabilidade de acontecer de 50%, no caso de um dos pais ter). Quase todos os dentes que surgem ao nascer são dentes «de leite», e acabam por cair em alguns dias ou semanas, dado que não têm raízes estáveis. Alguns, contudo, podem persistir. Embora exista o receio de que o dente possa cair e o bebé asfixiar-se, o que é verdade é que nunca se registou tal evento, pelo que não há necessidade de remover o dente. Ler Mais...

Importância dos dentes de leite

É muito importante que os dentes de leite permaneçam na boca até chegar a altura de caírem naturalmente. Os dentes de leite são importantes porque ajudam: • Na manutenção de uma boa nutrição, ao permitirem uma boa mastigação; • No desenvolvimento correto da tala e da linguagem; • Na erupção dos dentes permanentes pois «guardam» o espaço necessário para estes erupcionarem corretamente; • A ter um sorriso bonito que dá à criança uma maior aceitação social, melhorando a sua autoestima e autoimagem. Frequentemente subestimam-se as cáries nos dentes de leite e os pais acham que, como o dente vai «cair» não vale a pena tratá-lo, mas tudo depende da idade da criança e do dente afetado. Todavia, por exemplo, os molares de leite vão permanecer na boca até cerca dos 11-12 anos, mesmo que a mudança de dentes se inicie aos 5-6 anos. Assim, se estes dentes apresentarem uma cárie, não é lógico que esta não seja tratada porque o dente ainda vai estar na boca cerca de mais 7 a 8 anos. Ler Mais...

Dor de dentes

Se a criança apresentar uma dor de dentes violenta, deve ser vista pelo médico dentista. Para dar algum conforto, a criança pode bochechar com água, mas nunca se deve colocar um comprimido de aspirina no local pois pode causar queimaduras graves. Se a dor for forte, deve-se dar à criança um analgésico, mas o mais importante é tratar o dente causador A dor de dentes pode ser iniciada por estímulos frios, quentes ou doces e também pela mastigação. Quando a dor é espontânea ou surge durante a noite é sinal de que o dente está já com a cárie extensa. Ler Mais...

Babar-se…

Algum tempo antes da saída do primeiro dente, o bebé baba-se em abundância. Por volta dos 3-4 meses a baba escorre em fio, às vezes irritando a pele do queixo ou do pescoço e enchendo babetes atrás de babetes. Um bebé babar-se não significa que os dentes já estejam a aparecer. A baba deve-se ao processo de dentição, embora não só, mas o que faz sair a baba é a dificuldade que o bebé tem em engolir o que vem para a parte da frente da boca. A dificuldade é essa. Quando começar a comer sólidos e a perceber como fazer, babar-se-á menos. Ler Mais...

A racionalização do consumo de açúcares

É essencial pensar-se no seguinte: • tipo de açúcar • período da noite • frequência com que se come • limpeza dos dentes O açúcar é, como se disse, um dos grandes «inimigos dos dentes», embora não cause diretamente a cárie. Há açúcares que são especialmente cariogénicos, como os chamados açúcares «rápidos» - a sacarose ou açúcar vulgar, sobretudo na forma líquida ou pastosa, ingerido e mastigado na forma de caramelos, pastilhas elásticas e não elásticas(todas elas são igualmente cariogénicas, desde que tenham açúcar), xaropes, etc. Os açúcares relacionados com outros alimentos não sáo táo cariogénicos e podemos escolher os que menos mal fazem (por exemplo os que têm um tempo de contacto menor com o dente), a melhor hora de os comer (durante as refeições), redescobrir outros alimentos que substituam o açúcar. O período da noite é o pior, dado que dois dos principais fatores protetores, a saliva (que é alcalina e contraria a produção de ácido) e os movimentos da língua (que limpam os dentes, naturalmente), estão adormecidos. Sempre que um bebé come ou toma biberão à noite, os pais deverão limpar-lhe os dentes. Outro fator importante é o tempo de permanência do açúcar na boca e as vezes que novos açúcares são introduzidos. O dente, no intervalo entre o contacto com dois açúcares, tenta regenerar-se. Se esse intervalo for grande, o dente consegue um certo grau de recuperação que lhe permite aguentar melhor o embate de um novo açúcar. Se esse intervalo for pequeno as lesões acumulam-se e agravam-se, sem dar tempo à mínima recuperação.

Conselho

Muitos pais põem mel na chupeta ou dão o biberão nocturno «com muito amor», à noite, a crianças que já têm dentes. São fatores terríveis porque a criança fica todo o período da noite com açúcar nos dentes. O mesmo se aplica aos medicamentos na forma de xarope depois de os dar convém limpar as gengivas e os dentes do bebé. Ler Mais...
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