Resultados para: "porque a crianca fica fungando"

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Conselho sobre asma

Os tratamentos das crises são essenciais, porque muitas vezes a criaa fica aflita e não consegue respirar convenientemente. No entanto, deve evitar-se o pânico porque só vai acrescer o elemento psicológico da asma. A utilização de «bombas», ou seja, de medicamentos libertados em aerossóis e métodos semelhantes, de aplicação nasal ou bucal, começa a ser uma das hipóteses preferidas, pois atuam no local onde existe a inflamação e a hiper-reactividade brônquica, sem ser necessário entrarem em circulação (têm por isso menos efeitos secundários). Ler Mais...

O ar circula mal…

A existência de grandes estruturas maciças na faringe perturba a circulação do ar inspirado pelo nariz. Resultado: a criaa tem de começar a respirar pela boca porque tem o nariz «tapado», e daí acontecerem duas coisas:
  • por um lado o ar não é aquecido como devia e chega mais frio à laringe e aos brônquios;
  • por outro, há deformação da cavidade bucal, por desempenhar uma função que não é a sua: a abóbada palatina sofre transformações (fica mais cavada), o que leva a perturbações da fala (voz «nasalada», incapacidade de pronunciar certas sílabas, um som de «rh,rh,rh» ao pronunciar as palavras) .
Paralelamente, os adenoides passam a ser uma fonte de secreções, muitas vezes infetadas, que vão para vários lados:
  • escorrem para a frente e enchem o nariz – a criaa anda ranhosa;
  • vão para cima, sobretudo quando a criaa não se assoa e funga, e atingem o ouvido médio - a criaa tem otite serosa e episódios de otite média infeciosa;
  • escorrem para baixo e enchem os brônquios – a criaa tem tosse.
O ranho é geralmente amarelo-esverdeado e como é muito posterior, a tendência da criaa é fungar e não se assoar, o que é muito prejudicial para os ouvidos. Estes sofrem, assim, autênticas injeções desse material infetado, agravadas pelo facto de a sua respiração e drenagem estarem comprometidas porque os adenoides entopem a trompa de Eustáquio, que fica na faringe, junto do nariz, e é o «tubo de escape» dos ouvidos. Finalmente a tosse: durante o dia, menos mal, a criaa está quase sempre na posição vertical e acordada, de maneira que as secreções escorrem para o esófago e ela engole-as, causando contudo irritação gástrica, vómitos e falta de apetite. Durante a noite, pelo contrário, como a criaa está em posição horizontal e a dormir, as secreções escorrem diretamente para a árvore respiratória, causando tosse. É uma tosse que não começa logo que a criaa se deita - só uma ou duas horas depois (tempo necessário para os brônquios se encherem) e é por acessos. A criaa tosse várias vezes com violência, parece «afogar-se» em secreções, e depois engole-as e acalma, até daí a pouco começar tudo outra vez. É uma tosse que faz os pais levantarem-se várias vezes durante a noite. Uma criaa com uma situação destas está praticamente sempre adoentada, as adenoidites sucedem-se umas às outras, anda sempre ranhosa e com tosse, tem otites frequentes - enfim, vai ao infantário dois dias, adoece, fica em casa, toma antibiótico, melhora, volta ao infantário mais três dias, volta a infetar-se, fica novamente em casa...e não sai disto... Por outro lado, as infeções repetidas, sobretudo quando se acompanham de falta de apetite, quebra do estado geral, etc., podem debilitar a criaa, perturbando o seu crescimento. Felizmente isto só acontece raramente, mas é uma realidade a não subestimar. Ler Mais...

Refeições que nunca mais acabam

Aqui fica uma estratégia para acabar com as birras à mesa: • Ir com os pais ao supermercado, e ajudar escolher os legumes e frutos; • Chegar a casa, ajudar a trazê-los para cima na caixa do supermercado, ao embalarem-nos, punham-nos em sacos leves, para a criaa poder carregá-los; • Ser a ajudante da mãe e do pai a guardar as coisas, e a aprender quais os que precisam de ir para o frigorífico, e onde é que eles se guardam, e porquê; • Ver preparar os legumes e aprender como se confecionam e, designadamente porque se juntam coisas como sal, azeite, vinagre; • Ia buscar as caixas de plástico para guardar a sopa e escolher os frutos para pôr na fruteira que vai para a mesa. Da mesma forma que nos sabe muito melhor qualquer coisa feita por nós mesmo sabendo que há produtos comprados feitos que são melhores Ler Mais...

O bebé da minha amiga teve cólicas e ela passou uns meses terríveis devido a isso. O meu bebé também terá?

O termo "cólicas" refere-se a quando os bebés choram continuamente durante cerca de três horas por dia sem haver nada que os acalme. Embora, sem dúvida, seja incomodativo para o bebé, é também incomodativo para os pais ouvirem o bebé chorar com dores durante tanto tempo. Como ninguém sabe com exatidão porque surgem as cólicas, é impossível dizer se o seu bebé as vai ter ou não. No entanto, há várias teorias sobre as causas das cólicas. Uma é que os intestinos do bebé são imaturos e trabalham demasiado, o que causa espasmos. Outra é que o movimento dos intestinos é demasiado lento e o ar fica lá retido. Outra teoria é que o bebé pode estar a comer muito, depressa de mais, e fica com ar bloqueado. Nada disto está provado e tudo que sabemos é que as cólicas surgem em cerca de 10-15% dos bebés. Ler Mais...

A função dos amigos imaginários

Não é por acaso que o António, do caso em seguida descrito,se retira para a quinta dos primos cada vez que o pai está ausente. É uma defesa. Se o pai parte, ele também. Como quem diz: «Não vou sofrer, não vou sentir a ausência, não vou chorar, porque também eu vou partir - a angústia é mais para quem fica do que para quem parte.» O amigo imaginário é, pois, um escape normal e saudável para o stresse. E quando tem o seu lugar próprio, mas não interfere com os amigos reais - ou seja, quando a criaa faz facilmente a clarificação das águas -, não há qualquer motivo para ter receios de que algo de «extraterrestre» se possa estar a passar. Ler Mais...

A Cabeça

Na cabeça avaliam-se os ossos e a fontanela, uma zona que causa sempre alguma impressão aos pais, mas que «não se parte». A fontanela anterior é o espaço que fica entre os ossos frontal e parietais (podendo existir uma fontanela posterior entre os parietais e o occipital) e o facto de os ossos terem esse espaço entre eles permite à cabeça crescer, em virtude do crescimento do cérebro. Muitas vezes a fontanela pulsa e isso é normal. A fontanela é um bom local de observação de doenças, como por exemplo a desidratação (fica deprimida) ou a meningite (fica saliente e tensa). Na cabeça, e resultantes do parto, especialmente quando é demorado e traumático (por exemplo no uso de ventosa), podem ver-se Céfalo-hematomas, que são zonas salientes, moles, e que correspondem a bolsas de sangue, ou o chamado caput sucedâneo, que é uma zona de inchaço, mais ampla, de edema (líquidos, pelo efeito de sucção e de vácuo durante o parto). Podem também existir, sem significado patológico, cavalgamentos dos vários ossos da cabeça. Por vezes, o formato da cabeça é assimétrico, pois é muito influenciado pela posição em que esteve in útero, ou se esteve encostado, por exemplo, a um osso da mãe.

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