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Tive um parto longo e receio que a minha vagina tenha alargado. Voltarei ao normal?

Tente não se preocupar, embora de início possa notar alterações no seu corpo em resultado da gravidez e parto: lembre-se de que o corpo de uma mulher está preparado para dar à luz e para depois voltar ao normal. Para ajudar os músculos à volta da vagina a apertarem depois do parto, faça os exercícios para o pavimento pélvico que fez na gravidez. Para isso tem de identificar os músculos que precisa de exercitar apertando os músculos à volta da vagina e do ânus contraindo como se estivesse a travar a urina e gases ao mesmo tempo. Deverá praticar cinco ou seis vezes de cada vez, várias vezes ao dia. Se de início não conseguir manter os músculos apertados durante 5 segundos faça o que conseguir e continue a praticar. Também pode tentar contrações mais rápidas apertando e elevando os músculos do pavimento pélvico rapidamente e mantendo-as durante um segundo; depois relaxe um momento e repita. Ler Mais...

Quando o seu bebé não quiser tomar os medicamentos

Arranje uma seringa (sem agulha) ou um dispensador, dos que se vendem nas farmácias e lojas de produtos para criança (ou que, por vezes, acompanham os medicamentos), e dê pelo lado da boca. O bebé irá engolindo, mesmo que entre dois choros, e não correrá o risco de se engasgar, cuspir ou vomitar. Se o bebé fechar a boca, deixe passar um bocadinho e aproveite um momento de choro. Não o violente, como por exemplo apertando o nariz ou assustando. Mas seja firme, fazendo entender que tem mesmo que dar o medicamento. Há momentos em que podemos transigir, outros não. Nenhuma criança aceita de bom grado, especialmente estando doente, tomar medicamentos, sobretudo à noite ou quando está a dormir. Tem que ser um exercício de paciência, mas também de querer. É para bem deles! Os supositórios são geralmente bem tolerados em bebés com menos de um ano, e não havendo diarreia, são sempre uma boa solução porque podem ser postos na muda da fralda; aos bebés com mais de 4-6 meses, dê um brinquedo para ele se relaxar. Uma coisa que o pode entreter é colar um adesivo no dedo. Ele tentará tirá-lo e o adesivo vai-se colando de dedo para dedo, entretendo-o; molhe sempre a ponta do supositório ou ponha um pouco de vaselina. Depois de empurrar o supositório e de o ver desaparecer, mantenha o ânus apertado durante uns momentos, para o supositório subir até à ampola rectal. Caso contrário sairá com o mínimo de força (como a que o bebé faz a chorar). As gotas ou pomada dos olhos têm mesmo que ser colocadas dentro dos olhos, e não «a fugir», deixando o produto cá fora. Ler Mais...

Os órgãos genitais e as costas

A observação dos genitais da criança é um passo obrigatório. Nos rapazes, há que ver se os testículos já se encontram nas bolsas, o que pode vir a acontecer apenas até ao final do primeiro ano de vida, sem que isso represente doença. A pilinha está geralmente apertada, nos recém-nascidos, e esta fimose fisiológica deve ser vigiada mas não se deve manipular com força, nem puxar para lá do que se sente como resistência, porque pode criar fissuras e ainda apertar mais. Algumas crianças têm uma má colocação da saída da uretra, diagnosticada no primeiro exame, e que se chama hipospadia ou epispádia, conforme a localização do «buraquinho». Do mesmo modo, é frequente haver acumulação de líquido nas bolsas escrotais, sem qualquer problema para o bebé, no que se designa por hidrocele - apagando a luz exterior e pondo um foco de luz no escroto vê-se bem o líquido, que fica iluminado de cor-de-laranja, como um «balão». zxcxvzxzc Nas raparigas, há que ver se os órgãos genitais são normais - os pequenos lábios podem estar, frequentemente, colados. Em alguns bebés do sexo feminino pode haver uma pequena saída de muco ou de sangue vaginal, que não representa doença, mas sim um efeito das hormonas maternas que estão em circulação. O exame do ânus pode mostrar fístulas (que por vezes sangram). As costas têm que ser sempre bem examinadas, para ver a coluna e eventuais defeitos, a existência possível de fossetas ou fístulas na região sagrada (um pouco acima do ânus), pesquisar alguns reflexos, etc. Devem observar-se igualmente os braços e as pernas para ver a existência de deformidades, incluindo nas mãos e pés (número de dedos, posicionamento e alinhamento, unhas, pregas palmares). A pesquisa dos reflexos plantares é também útil. Ler Mais...

Tenho medo de evacuar durante o trabalho de parto. Como me sentirei?

Não é a única - muitas mulheres ficam nervosas com a ideia de poderem evacuar enquanto estão em trabalho de parto. Pode não ser o que quer ouvir, mas de facto um grande número de mulheres evacua, em geral durante a segunda fase do trabalho de parto: a fase de fazer força. Isso é absolutamente natural e acontece quando a cabeça do bebé desce a vagina e empurra o recto, onde se encontram as fezes. As fezes são então forçadas a sair pelo ânus e isso fica completamente fora de controlo. Não é provável que sinta que está a evacuar nesta fase - as sensações esmagadoras do parto serão mais poderosas! As parteiras e os médicos já estão muito habituados a que as mulheres evacuem e simplesmente limparão sem pensar mais no assunto. Serão também colocados à volta panos esterilizados fáceis de retirar. Ler Mais...

Cortes de episiotomia

Uma episiotomia é uma incisão, ou corte, feito com uma tesoura na zona chamada períneo, que é o espaço de tecido entre a vagina e o ânus. Esta zona alonga e fica mais fina durante o parto para permitir que a cabeça do bebé passe com facilidade. Uma episiotomia é feita só numa situação de emergência. Um exemplo disso é a necessidade de o bebé nascer rapidamente, ou por vezes durante um parto assistido, por exemplo com fórceps (ver ao lado), para evitar um rasgar descontrolado. Antes de o processo se iniciar, será injetada uma anestesia local no músculo, para reduzir o desconforto da dor durante a operação. O corte precisa depois de levar pontos e isso, em geral, é feito pelo obstetra que acompanhou o parto. Embora as episiotomias costumassem ser feitas por rotina há 10 ou 15 anos, agora só são feitas quando é realmente necessário. Deverá ser informada da razão por que ela é recomendada e terá de dar o seu consentimento verbal antes de se efetuar o processo. Ler Mais...

Conselho sobre cinto de segurança

Coloquem bem o cinto de segurança, apertando-o de modo a ficar um espaço de apenas uma mão travessa entre a criança e o cinto. Nunca deixem o cinto passar por baixo do ombro ou, peio contrário, pelo pescoço. Às vezes as crianças tendem a passar o braço por cima do cinto, transformando este apoio de 3 pontos num de 2. É errado. Da mesma forma, se o cinto não passar pela caixa torácica, pode estrangular a criança, em caso de travagem ou colisão. Ler Mais...
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