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Apendicite aguda

A apendicite aguda afeta entre 5 e 10% da população, e é a causa mais frequente de intervenção cirúrgica de emergência na população infantil e juvenil. O apêndice é um pequeno órgão, com a forma de dedo, situado no tubo digestivo, mais concretamente no início do intestino grosso ou cólon, ao nível do lado direito do abdómen, um pouco acima dos ossos da bacia. O apêndice forma uma espécie de fundo-de-saco, e não se sabe muito bem para que serve. Ou dito de outra forma: provavelmente o apêndice já terá tido funções de relevo, no tempo dos nossos antepassados longínquos, quando o tipo de alimentação era outro - o tipo de tecido que forma o apêndice é semelhante ao que existe nos gânglios linfáticos, o que indica que as suas funções pudessem estar relacionadas com o sistema de defesa imunitária. A apendicite é uma inflamação (acompanhada frequentemente de infeção) do apêndice. Quando o interior do apêndice fica bloqueado - por fezes mais duras, por um corpo estranho ou inflamado - o apêndice incha e pode infetar-se por bactérias. Se este apêndice infetado não for removido, forma-se um abcesso (para o que contribui a sua configuração de fundo-de-saco) e eventualmente dá-se a perfuração ou o rebentamento. Esta série de eventos pode dar-se num espaço de tempo muito curto - em cerca de 48 a 72 horas após o início dos sintomas. Ler Mais...

Vómitos

Felizmente, a larga maioria das situações de «vómito» nos bebés não passam de bolçar, sem a gravidade e o aparato que um verdadeiro vómito pode ter. Por outro lado, há vómitos ocasionais que não se enquadram propriamente em nenhuma doença, mas que apenas correspondem a uma rejeição, pelo estômago, do que lá entrou. O aparelho digestivo (como, aliás, o respiratório), tem a particularidade de expulsar as substâncias, poluentes, micróbios e tóxicos que são indesejáveis. Como o estômago é um músculo, ao sentir que há algo de indesejável dentro dele, contrai-se e expulsa com força esses elementos daí a violência do vómito e a sensação de não se ter o controlo sobre o órgão. A contracção pode ser tão grande, especialmente nos vómitos repetidos, que se fica com dores musculares. Por outro lado, como o esófago é atravessado pelos ácidos do estômago, pode ficar inflamado, contribuindo para a dor e desconforto. Nos bebés pequenos isso é patente quando o leite passa pelo esófago contraem-se e choram porque têm dor, se o leite estiver quente. Há muitas razões para um bebé vomitar esporadicamente, desde excesso de comida, não arrotar, intolerância ao leite ou exposição ao fumo de tabaco. Os vómitos mais prolongados costumam dever-se a uma infecção virai, que depois dará a sua componente intestinal, com diarreia, mas no fundo qualquer infecção de um bebé (amigdalite, otite, infecção urinária) pode ter no vómito um dos seus sintomas. Ler Mais...

Helicobacter

São cada vez mais os casos de crianças com infeção causada pelo Helicobacter pylori, um micróbio de que os pais ouvem falar com frequência crescente e que tem causado alguma apreensão - muitas das vezes porque uma ida rápida à Internet ou a outras fontes de informação científica mostram coisas que não são muito agradáveis de ler ou de ouvir. Mas há que ter calma e ver que as raridades são raridades e que tudo tem a sua frequência. O Helicobacter pylori é uma bactéria que causa doença digestiva, designadamente gastrite (inflamação ou infeção da parede do estômago), e também úlcera gástrica (aftas) no estômago ou no duodeno, que podem aprofundar-se e até perfurarem o estômago ou essa parte inicial do intestino delgado. Embora o H. pylori possa causar estas doenças, a maior parte das infeções causadas por ele são silenciosas e não dão quaisquer sintomas. Todos podemos, pois, ter uma infeção pelo H. pylori. Quando a bactéria dá sintomas, então quer geralmente dizer que o estômago já está inflamado (gastrite) ou que já existem mesmo lesões de ulceração. Outra relação com a infeção crónica por esta bactéria tem sido o cancro do estômago (carcinomas e linfomas). Os sinais de infeção por esta bactéria são dores na região do estômago (parte superior do abdómen, ao centro ou mais para o lado esquerdo), náuseas, azia e mais raramente vómitos, perda crónica de sangue nas fezes (pode nem se dar por isso, mas gerar anemia ao fim de um tempo). A dor é o sintoma mais frequente, e geralmente é moderada - algumas crianças descrevem como queimadura - e piora em jejum ou depois de ingestão de alimentos muito condimenta- dos ou alguns medicamentos (ibuprofeno, certos antibióticos). No caso de dores prolongadas, é conveniente referir a situação ao médico-assistente, para eventualmente realizar exames. Pelo sangue podem dosear-se os anticorpos contra a bactéria. Se forem positivos, e com sintomas clínicos evidentes, poderá haver a necessidade de realizar uma endoscopia para fazer biópsia do estômago (exame simples, efetuado nos serviços de gastroenterologia pediátricos) ou dosear o hidrogénio no ar expirado, outro método de deteção (embora identifique apenas a presença da bactéria, sem saber o grau de lesão). O tratamento é baseado num medicamento que diminui a produção de ácido do estômago, dois antibióticos, dieta muito fracionada ao longo do dia, sem agressores do estômago (alimentos ácidos ou gasosos, por exemplo) e antiácidos. Ler Mais...

Limpar o nariz

O nariz do bebé é extremamente sensível. Vem preparado para um ar que não é o nosso (sem poluição, com temperaturas e humidade naturais, sem ares condicionados e aquecimentos... enfim, uma realidade de há muitos milhares de anos...), e por isso, até se adaptar, fica inflamado e com secreções. Todos os bebés passam por isto. Deve ter-se muito cuidado ao limpar o nariz do bebé. O nariz é um órgão muito vascularizado, porque uma das suas funções é assegurar um aquecimento do ar, mesmo nos dias frios. As paredes do nariz são formadas por ossos, os cornetos, que são autênticos aquecedores de resistência. É por isso que, quando fazemos um traumatismo nasal, mesmo que pequeno, sangramos logo e o nariz incha. Se se magoar as narinas do bebé com cotonetes ou aspiradores de sucção (que fazem «chupões»), passados alguns minutos em que parece que as coisas melhoram, as narinas vão ficar mais entupidas e o bebé respirará pior, além de se encher de ar quando mama, aumentando os soluços e cólicas. Deve-se utilizar soro fisiológico e, quanto muito, para aquelas secreções que estão mesmo à belinha, pode-se encostar um cotonete e fazer movimentos lentos, circulatórios, para as apanhar. Devagarinho. E nada mais...

A questão do umbigo

O umbigo é um local do corpo com um significado muito especial na representação humana, física e mental, por ser a prova da ligação intima e biológica, entre a mãe e o filho, a qual se traduz por uma relação de enorme dependência - por isso se utiliza a frase cortar o cordão umbilical», não apenas para o ato concreto em si, durante o parto, mas para todas as situações em que alguém, que depende de outrem ou de qualquer contexto, decide autonomizar-se dessa ligação. É pelo cordão umbilical que o embrião e o feto se alimentam. Quando o bebé nasce há que cortar o cordão para que o cérebro do bebé sinta a falta de oxigénio e ordene a expansão dos pulmões - é o primeiro choro do bebé. Os choros seguintes servirão para continuar a expandir os pulmões. O cordão umbilical é composto por três vasos sanguíneos, e depois de cortado é clampado com uma espécie de mola, para que não saia sangue. Com o tempo, o resto do cordão sofre um processo de -necrose asséptica», ou seja, morre sem se infecta. É por isso que perde aquele aspeto «gordo» e azulado, e começa a ficar preto e seco. O dia em que o umbigo cai é muito variável - mas geralmente é entre o 5.° e o 10.° dia, podendo contudo ser mais cedo ou mais tarde sem que isso tenha qualquer significa do patológico. Quando o cordão umbilical cai fica a sua cicatriz, a que chamamos umbigo.

«Os cuidados a ter com o cordão resumem-se a deixa-lo sacar e a evitar a infeção.»

Atualmente pensa-se que a melhor maneira de evitar a contaminação e infeção bacteriana é deixar o cordão ao ar (não o tapar nem enfaixar), lavá-lo desde o primeiro dia (banho total) e aplicar álcool a 70°. Por vezes recomenda-se a aplicação de um anti-séptico. Quando o cordão cai, pode sair um pouco de sangue, durante uns dias, pelo umbigo - não há problema, desde que seja apenas uma pequena quantidade. O umbigo não fica logo com o aspeto definitivo - podem existir hérnias que geralmente se reduzem ao fim do primeiro ano, e podem ficar manchas acastanhadas que desaparecem com os meses. Ler Mais...

Convidar os amigos para casa

Por volta dos 5 anos (antes disso é mais complicado) já poderá ser bom convidar um amigo para passar a tarde e eventualmente dormir para o dia seguinte. Esta prática, que deverá depois ser ampliada durante o 1 0 ciclo, não deve ser recusada, porque representa mais um espaço de partilha, e também de orgulho da criança que convida. Claro que o convidado tem de estar habituado a sair e sentir-se confiante para não chorar de noite (embora se tenha de encarar a hipótese de, à última hora, querer ir dormir a casa, e portanto ter um plano para o levar, se for mesmo necessário), dar-se bem com o vosso filho (para não passarem o dia em competição e quezília) e não ter comportamentos regressivos na alimentação, ou risco de alguma crise de asma ou outra doença. As crianças desta idade vibram com os «acampamentos», pelo que fazer a cama de um deles num colchão, no chão, é prático e dá a ideia de aventura. Dar-lhes uma lanterna e deixá-los rir e conversar é boa ideia. Já que é um sábado ou véspera de feriado, e tratando-se de um caso excepcional, sejam tolerantes. Com o tempo, o vosso filho também será convidado. É bom. E estimulem-no a ir, mesmo que se sintam «sós e abandonados». Se ele quiser, deixem-no exercitar a autonomia, mesmo que tenham de gizar um plano B, para o caso de as coisas darem para o torto. Ler Mais...

Posso escolher o hospital em que vou dar à luz ou terá de ser o mais perto de mim?

Tecnicamente, tem de escolher o hospital da sua área para dar à luz. Deve ter em conta a distância para ir às consultas pré-natais e para as ecografias no hospital. Além disso não terá de viajar muito quando entrar em trabalho de parto. Os serviços locais são assim, provavelmente, a escolha mais sensata. Pode ter uma variedade de serviços perto de si, incluindo hospitais, ou maternidades. Discuta todas as suas opções com a sua parteira e o seu médico. Se o seu parto for considerado de risco será encaminhada para o hospital central. Ler Mais...
Pontinhos da episio inflamado | Para Pais.