Resultados para: "ponti da cesaria wstourou"

Você está a ver bebé , criança e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa ponti da cesaria wstourou. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Posso escolher o hospital em que vou dar à luz ou terá de ser o mais perto de mim?

Tecnicamente, tem de escolher o hospital da sua área para dar à luz. Deve ter em conta a distância para ir às consultas pré-natais e para as ecografias no hospital. Além disso não terá de viajar muito quando entrar em trabalho de parto. Os serviços locais são assim, provavelmente, a escolha mais sensata. Pode ter uma variedade de serviços perto de si, incluindo hospitais, ou maternidades. Discuta todas as suas opções com a sua parteira e o seu médico. Se o seu parto for considerado de risco será encaminhada para o hospital central. Ler Mais...

Doença de Legg-Calvé-Perthes

Na doença de Legg-Calvé-Perthes há uma falha - por causas desconhecidas - na alimentação sanguínea da cabeça do fémur, na articulação da anca, provocando a sua degeneração, com as consequências daí decorrentes. O osso fica mais fraco e pode até quebrar, deixando também de poder desempenhar a sua função - a cabeça do fémur é que permite, articulando-se nos ossos ilíacos, a rotação e movimentação da anca e, portanto, da perna. A situação é transitória porque, na maioria dos casos, a circulação sanguínea reestabelece-se após 1 e meio a 2 anos. É mais comum nos rapazes (quatro em cada cinco casos) e a partir dos 2 anos de idade, é geralmente unilateral. A dor pode irradiar para a coxa ou para o joelho, e outro sintoma é o coxear, de uma maneira repetida, sem ter havido história de traumatismo. A criança pode queixar-se de dor na coxa. Se a situação se prolongar por mais de quatro dias é conveniente a criança ser observada, para eventualmente fazer exames complementares (radiografia) e ser referenciada para um ortopedista ou cirurgião pediatra. Ler Mais...

Os amigos imaginários

Muitos são os pais que se confrontam com este tipo de situações, que parecem surgir de repente, do meio do nada. A ideia inicial é que a criança esteja a gozar com eles, a provocá-los. Depois, que esteja a mentir ou a querer enganá-los. Ou a insinuar que eles, pais, o deveriam levar algures ou a casa de alguém. Finalmente o receio de que seja um sinal ou sintoma de doença, nomeadamente de alguma perturbação mental ou psicose. As reações instintivas a qualquer destas hipóteses, não podem ser muito razoáveis... Uma coisa é certa: eles existem. E existem mesmo, não é apenas na cabeça da criança ou antes, claro que é, mas a dimensão do fenómeno tem um alcance muito superior a isso. Antes dos 6 anos é difícil estabelecer uma fronteira clara entre a realidade e a fantasia. Quase que me atrevia a perguntar se isso chega realmente a acontecer e se nós, adultos, não nos comprazemos também com uma certa confusão, em dados momentos, entre estas duas evidências. A fantasia faz parte da vida. É assim que, a partir dos 18 meses, quando pegamos num boneco ou num urso de peluche e o vemos com carácter humano, começamos a fantasiar os nossos futuros filhos. Os amigos imaginários costumam «nascer» por volta dos 3 anos e podem manter-se até aos 6. Com largas variações. Mas sempre com uma constante: existem. E a negação da sua existência é um rude golpe para as crianças. Ler Mais...

O meu companheiro pode cortar o cordão umbilical?

Durante a cesariana é importante que o processo decorra sob condições de esterilização. Isto significa que todo o pessoal à volta da mesa de operações e os instrumentos serão esterilizados (o nível mais alto de limpeza). O pessoal tem de passar por uma técnica de limpeza chamada escovagem e depois usar uma bata que foi lavada e embalada seguindo certas normas. Isto é para reduzir o risco de infeção na mãe e no bebé. Se permitirem que o seu companheiro corte o cordão umbilical, significa que terá de seguir os mesmos princípios. Portanto não é prático nem possível que todos os companheiros sejam treinados nesta técnica. Contudo, poderá ser possível que o seu companheiro corte o cordão, uma vez que por vezes é necessário, quando a parteira cortou o cordão e aplicou o grampo, mas há ainda demasiado cordão, sendo uma boa oportunidade para incluir os pais. Ler Mais...

O futuro das crianças maltratadas

O futuro de qualquer um de nós depende de inúmeros fatores, ocorrências e vivências positivas e negativas, bem como dos fatores de risco e dos fatores protetores e da resiliência própria de cada um, a que se juntam características genéticas e da personalidade. Assim, apesar de os maus-tratos representarem uma perturbação brutal e trágica na vida de uma criança, temos de ter em conta que ser abusado ou negligenciado não é a única má experiência que se pode ter na infância e que pode influenciar o desenvolvimento da pessoa. O efeito negativo (ou não) da experiência depende, pois, de numerosos fatores – relacionados não apenas com o abuso em si, mas também com todo o envolvimento, fatores protetores, resiliência e tipo de resposta dos adultos, profissionais e serviços. Não é necessário, pois, ficar-se marcado para a vida inteira. É claro que a criança tem diversos mecanismos de viver os acontecimentos trágicos, como sejam ignorá-los, branqueá-los ou esquecê-los. Contudo, esta «estratégia» pode levar a um mau «luto» da situação, e ao reaparecimento de «fantasmas» do abuso, muitas vezes bastante mais tarde na vida da pessoa e, assim, ainda mais difíceis de ultrapassar. Sublimar o episódio e aprender a viver com o evento obriga ao desenvolvimento da maturidade e da capacidade de gestão do stresse. Isto obriga, por outro lado, a um apoio psicológico a longo prazo. Mais tarde, na adolescência, pode haver uma tentativa de mudança de personalidade e de «vida», arranjando formas de «desaparecer» e trocando o contexto humano e ambiental por outro que não evoque as más recordações nem os envergonhe. É uma estratégia possível, mas que não garante que não possam reaparecer os ditos «fantasmas», até porque, mais cedo ou mais tarde, algo nesta «nova vida» vai fazer recordar a vida que se deixou. Quando o mau-trato é infligido por um familiar ou pessoa próxima, as crianças podem ficar desconfiadas e passar a pautar as relações interpessoais por este sentimento e pela amargura, o que também não é uma solução adequada em termos de qualidade de vida e de bem-estar. Recentemente, tem-se dado particular atenção aos achados da neurobiologia que revelam, sem margem para dúvidas, o efeito biológico dos maus-tratos a nível cerebral, nomeadamente diminuição do crescimento do hemisfério esquerdo (onde reside a inteligência emocional), aumento do risco de depressão, irritabilidade do sistema límbico com episódios de pânico e stress pós-traumático, menor crescimento de algumas estruturas cerebrais e risco de perturbações dissociativas e da memória. Os maus-tratos a crianças são uma patologia complexa, multifatorial, com grandes áreas de desconhecimento científico, e onde se jogam as facetas mais agudas e, por vezes, perversas da condição humana e das relações interpessoais. Ao contrário de uma doença orgânica, não existe uma solução na ponta da caneta ou no bloco de receitas. As soluções são mais escassas e exíguas do que os problemas, que todos os dias se tornam mais conhecidos, nas suas diversas apresentações. Cabe-nos, como pais e cidadãos, atuar com rigor, seriedade organização, vontade e motivação. E, através de uma rede transdisciplinar, tentar proteger a criança e o seu melhor interesse, à luz dos direitos da cidadania, tão bem expressos na Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. Não apenas nas palavras mas também nos atos. Ler Mais...

Cada filho é uma novidade

No segundo já se sabe que espirrar não é sinónimo de pneumonia e já não se esterilizam biberões até aos 2 anos...o terceiro já anda pelo chão da casa, e na praia come areia à vontade...mas à parte este «saber, de experiência feito», cada filho representa uma surpresa, quase como um daqueles ovos de chocolate que abrem e têm sempre alguma coisa que não conhecemos. A comparação é obviamente inevitável, dado que é demasiado tentadora: mas o João andou aos 12 meses, mas a Maria disse «papá» aos 7 meses, mas, mas, mas…é mal compararmos os nossos filhos com qualquer outro, muito mais quando já passámos a experiência e temos outro ou outros lá em casa. Em primeiro lugar, porque dentro de nós está sempre a necessidade de nos certificarmos que os nossos filhos estão bem, em todos os aspetos, designadamente no desenvolvimento; depois, porque somos pais e temos orgulho nos nossos filhos, e dá-nos prazer e sentimo-nos bem se virmos as suas façanhas em termos comparativos com os outros. É normal e natural, e se não for exagerado em qualquer dos sentidos, é desejável e saudável. Mas cada filho é «uma caixinha de surpresas», toda a vida. O mesmo ambiente, as mesmas regras, a mesma família, mas desde a constituição genética (salvo gémeos monozigóticos) à maneira como vão evoluindo no sentir, pensar, raciocinar, e como as diversas células dos diversos órgãos vão crescendo e se desenvolvendo, tudo é diferente. Muito diferente. Por outro lado, não se deve passar a vida a lutar contra o que julgamos ser os defeitos da criança, mas sim entendê-la como ela é e tentar redirigir esses «defeitos» para que, operacionalmente, se transformem em virtudes. Além disso, olhar para as partes que cremos positivas e desenvolver as potencialidades será melhor, em termos de presente e de futuro. Uma criança permanentemente posta em questão, censurada, admoestada crescerá no desânimo, hipocrisia e mesmo mentira, culpabilizando-se, não se sentindo amada e acabando por correr riscos de se tornar um adolescente ou adulto narcísico e infeliz. A diferença entre irmãos ultrapassa a referente à idade e sexo. Temperamento, interesses, características da personalidade, resiliência, vulnerabilidade, sensação de segurança, equilíbrio entre ousadia e regressão, desenvolvimento físico e cognitivo, talentos e capacidades, apetências, desempenhos, parecenças físicas e...e embora tudo isto possa constituir para os pais motivos de regozijo e encanto, pode também representar frustração e confusão, se as fasquias e projeções forem outras. E estes e outros sentimentos podem ir levando a algum desinvestimento afetivo e energético dos pais. Ler Mais...
Ponti da cesaria wstourou | Para Pais.