Resultados para: "pomo traveti mo"

Você está a ver gravidez , gravidez e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa pomo traveti mo. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, parto normal video de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada.

E se ele não anda?!

A preocupação do «não-andar», por parte dos pais, tem a ver essencialmente com duas coisas: por um lado o receio (natural) que o bebé tenha algum problema; por outro o desejo de mostrarmos os nossos rebentos à sociedade. A primeira razão é, quanto a mim, a que deve merecer alguma atenção. No entanto pode-se afirmar que a maioria das crianças que não andam até aos 18 meses são perfeitamente saudáveis e isso não cor- responde a nenhum problema. Os sinais de alarme relativamente ao desenvolvimento infantil deverão ser vistos numa perspectiva global: se a criança não anda, não fala, já teve atrasos noutros parâmetros, enfim, se o seu desenvolvimento global está perturbado, então já é mais provável repito, provável, que exista um problema. Aliás, se todas as crianças forem assistidas regularmente pelo seu médico assistente, é natural que qualquer situação de doença seja suspeitada ou detectada precocemente. Contudo, a observação e as suspeitas dos pais e educadores, que são quem conhece a criança e passa com ela a maior parte do tempo, devem ser sempre valorizadas. Pais, se acharem que «há qualquer coisa de errado» com o vosso filho não se inibam de o referir ao médico dele. É importante evitar preocupações mas, de modo algum, negar que podem existir problemas. A maioria dos bebés tem um desenvolvimento normal. Mas quantas vezes a nossa ânsia de os fazer andar não contribui também para que se atrasem nos primeiros passos: pomo-los em pé, largamo-los, caem e ganham medo. A partir daí pode ser mais difícil, e quanto mais insistirmos, pior. Se, em vez de um «ohhhhh!» decepcionante, que damos quando a criança cai, como se fosse um futebolista a falhar um golo de baliza aberta, entusiasmarmos cada pequeno avanço e apoiarmos a criança quando ela «falha», então ela sentir-se-á motivada para continuar, até porque quer «brilhar para o seu público». Em última análise, se houver alguma dúvida por parte dos pais, então deverão debater o assunto com o médico assistente. Ler Mais...

Já nascem ensinados…

«Afinal, eles parecem que já nascem ensinados!» tantas vezes ouvimos esta frase dos pais e avós. E é verdade. As crianças, desde cedo, começam a evidenciar comportamentos e características da personalidade que não foram ensinados nem tiveram ocasião de presenciar. Todos os seres humanos, mesmo quando não o sentem, gostam de se evidenciar, de se sentir únicos e insubstituíveis, de gostar dos outros e que os outros gostem deles, que a sociedade, de alguma forma, os recompense, elogie e, no presente ou no futuro, os lembre, recorde e saiba o seu nome para além da 2.a geração. Muitas vezes, este caminho que desejaríamos fácil e plano está potencial ou realmente ameaçado pelos «outros», sim, esses mesmos outros que estavam designados para nos aplaudir e apreciar. Pela simples razão que esses «outros» também querem o mesmo que nós. É preciso, pois, uma estratégia afinal mais complicada e métodos mais agressivos para nos podermos afirmar, já que o terreno de jogo está, por um lado, cheio de intervenientes e competidores, pelo outro minado e armadilhado. Esta batalha, começa logo após a nascença (ou mesmo antes dela), e se não fossem os ensinamentos que os milhões de anos que carregamos nos nossos genes, estaríamos condenados ao fracasso. Até aprendermos o que a vida e os outros seres vivos nos têm para ensinar, até sabermos gerir o «social» a nosso bel-prazer e extraindo dele todas as vantagens, seríamos cilindrados porque nem o amor extremoso dos pais nem a proteção dos serviços estatais nos salvariam do insucesso certo... «Eles nascem ensinados!» felizmente que sim. Já pensaram porque é que as crianças atiram os objectos para o chão e não para cima da mesa ou do sofá? Já pensaram como é que as pessoas cumprimentam reis, papas e presidentes? Baixando-se. Curvando-se. Prestando vassalagem. Então é por acaso que se baixa a cabeça perante alguém que sentimos mais poderoso ou que nos domina, ou a que damos o nosso integral respeito é porque, ao fazê-lo, deixamos de o olhar nos olhos, perdemos o nível dele, perdemos o controlo do que ele vai fazer e, assim, pomo-nos, física e psicologicamente, à sua total mercê. É a vassalagem. É por isso que os bebés, sabedores milenários, sabem também que se deitarem as coisas para o chão as pessoas terão que se curvar para as ir buscar, prestando-lhes vassalagem e, ao mesmo tempo, agindo sob as suas directas ordens. Pais que não compreendem isto ou subestimam a criança, estão a ser, sem o saber, amestrados por ela... Ler Mais...

Doença celíaca

A maioria dos cereais contêm uma proteína, chamada gliadina, integrada num componente designado por glúten, e que permite que o pão, bolos e bolachas cresçam. Só o milho e o arroz não o contêm, pelo que, por exemplo, há que adicionar sempre um pouco de farinha de trigo ao pão de milho para que não fique espalmado. Algumas crianças (cerca de 50 novos casos por ano em Portugal) têm uma anomalia congénita que as torna intolerantes ao glúten, apresentando sintomas e sinais algum tempo (muito variável) depois de ter começado a comer cereais, genericamente associados a inflamação intestinal. Os sintomas de doença celíaca podem aparecer em qualquer mo- mento da vida, e quanto mais tarde, mais difícil se torna relacioná-los com a ingestão específica de cereais, dado que a criança já come uma larga variedade de alimentos e está exposta a muitos fatores ambientais. Os sintomas mais comuns são má progressão de peso, crises de diarreia sem vómitos (fezes amareladas, gordurosas), mudança de humor (tristeza, irritabilidade, desinteresse por brincar), fraqueza muscular, distensão abdominal e, mais tarde, sintomas de má absorção intestinal, como carência de ferro, vitaminas ou minerais. Perante uma suspeita, o médico-assistente pedirá análises que poderão mostrar, por um lado, os problemas de absorção; por outro, a existência de anticorpos contra as proteínas do glúten (gliadina, reticulina e endomísio). Por vezes é necessário realizar outras provas de absorção e biópsia do intestino, para constatar a lesão. A «prova terapêutica», que consiste em retirar o glúten da dieta e verificar se esta atitude proporciona melhoras, é um dos elementos do diagnóstico. Quando de uma diarreia arrastada, por outras razões (por exemplo, por infeção), pode surgir temporariamente também uma intolerância ao glúten (como à lactose do leite), mas que passa com o tempo. Para além do trigo, centeio, cevada e aveia, alguns alimentos também têm glúten, como alguns produtos de salsicharia, café solúvel e enlatados em geral. No caso de existir uma doença celíaca, a dieta sem glúten é para toda a vida. Se isto, numa primeira fase, pode assustar os pais, depois verão que não é tão complicado assim, existindo já produtos em muitos supermercados destinados a crianças com esta situação. Existe uma associação que dá apoio aos pais, livros de receitas, enfim, é importante que a criança com doença celíaca não se sinta «doente», mas sim especial, no sentido de ter apenas de fazer algumas restrições alimentares que, em nada, deverão alterar a sua qualidade de vida e a sua auto-estima. Desde muito pequenas, as crianças aprendem que não devem comer certos alimentos, e geralmente cumprem muito bem o esquema nutricional proposto. Ler Mais...

Devo pôr o meu bebé ao peito logo que mo entregam, a seguir ao parto?

Recomenda-se que segure o seu bebé junto a si o mais cedo possível após o parto, em parte para encorajar a amamentação, e o contacto pele com pele é aconselhado para que o bebé fique junto aos seios. O seu bebé pode procurar o mamilo e alguns bebés agarrar-se-ão instintivamente, enquanto outros poderão só cheirar e tocar ao de leve no mamilo. Não se preocupe se o seu bebé não se agarrar de imediato pois os bebés nascem com nutrientes suficientes para durarem várias horas até ficarem com fome. Ler Mais...

Bruxismo

«Cheira» a bruxas, não é? O bruxismo é o nome médico do vulgar ranger dos dentes durante o sono (ou em situações de stresse). E o nome vem do grego «brychein» que significa ranger os dentes, e não das bruxas ou de se pensar que as crianças estariam possuídas pelo diabo. Se sim, então uma em cada três crianças entre os 2 e os 5 anos estão-no... Hoje sabe-se que não tem nada a ver com o demo. Pode ter, aliás, a ver com muita coisa: um controlo ainda imperfeito dos movimentos maxilares, o desalinhamento dentário normal da idade, dores de dentes ou dos ouvidos que não são suficientemente fortes para acordar e chorar, parasitas intestinais sem que se entenda muito bem porque aconteceu. A única preocupação é quando é tão tenso que causa lesões dentárias, designadamente aplainar dos dentes pelo ranger, e qual fosse uma grossa de serralheiro, alterações da articulação da mandíbula (com problemas de mastigação e desvios da boca quando come). Algumas crianças podem ter dores de cabeça de manhã...os irmãos mais velhos que partilham o mesmo quarto podem queixar-se de que não dormiram nada. O bruxismo, tirando as excepções mais graves em que um dentista deve ser contado, passa por si, embora se possa prolongar até à adolescência. Há quem advogue uso de uma espécie de molde que evita que os dentes entrem em contato uns com outros, mas isso terá de ficar à consideração do médico dentista. Os pais podem ajudar, sobretudo quando há stresse envolvido, mantendo-se calmos e fazendo da hora do adormecer um mo tranquilo. Ler Mais...
Pomo traveti mo | Para Pais.