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Olhos

O que são as conjuntivites? As conjuntivites são inflamações ou infecções das conjuntivas oculares, ou seja, da mucosa dos olhos. Geralmente são benignas e manifestam-se por «ramelas», «olhos pegados» (especialmente de manhã) e por vezes vermelhidão, intolerância à luz e inchaço. As conjuntivites são muito comuns nos primeiros meses, porque o canal que drena as secreções e as lágrimas (canal lacrimal, que vai do canto do olho, junto ao nariz, para dentro do nariz) é muito pequeno e pode facilmente entupir (chama-se, a esta situação, «dacriostenose»), acumulando-se então as secreções, que são colonizadas por bactérias ou vírus. É importante a limpeza cios olhos ser feita regularmente, e procurando levar as secreções a não se acumularem no canal é melhor então limpar de dentro para fora (no sentido do nariz para a orelha), sem as pressionar. Quando existem «ramelas» é necessário aplicar um colírio que tenha antibiótico, geralmente duas gotas em cada olho, várias vezes ao dia (cinco ou seis, pelo menos). Outras vezes poderá ser uma pomada ou um gel, embora os bebés gostem menos porque ficam com a visão turva durante uns momentos. A pomada tem a vantagem de durar mais tempo e permitir não incomodar a criança (e os pais) durante a noite. O colírio é de mais fácil aplicação. Há pomadas em gel que só necessitam de duas aplicações diárias, mas o importante é colocar o medicamento mesmo dentro dos olhos, e não na pálpebra, dado que as secreções e a infecção estão lá dentro. Se não passar com estas medidas, ou se houver grande inchaço e vermelhidão, com o olho quase fechado, ou se existir dor ou perturbações da visão, é melhor consultar o médico porque o caso pode ser mais grave ou corresponder a uma situação chamada etmoidite, em que existe uma infecção óssea, ou uma celulite da órbita, em que se infectam a pele e os tecidos por baixo dela, e que têm que ser tratadas no hospital. Ler Mais...

Panarício

Um panarício é uma infeção à volta da unha, que começa muitas vezes por pequenas feridas que ocorrem ao cortar as unhas, roê-las ou a realizar trabalhos com materiais que gretam a pele. Uma pequena porta de entrada é o suficiente para as bactérias avançarem. Na fase de inflamação e pus, a criança tem dor. Quando o pus começa a sair, deve-se desinfetar e aplicar 4 vezes ao dia uma pomada de antibiótico. Pode dar-se paracetamol para as dores. Raramente é necessário antibiótico geral. É preciso manter a pele à volta das unhas bem cuidada e hidratada, e evitar que a criança roa as unhas. Ler Mais...

O nariz

Nunca é demais relembrar as funções do nariz. O pensarmos que só desempenha funções estéticas ou que serve para estar ranhoso leva a que não lhe demos a devida importância. A prevenção das infeções respiratórias começa no nariz. O nariz é fundamental nas crianças pois aquece o ar, humidifica-o, purifica-o e evita que os agentes agressores possam ir para territórios mais nobres. É ele o primeiro obstáculo, o primeiro filtro, à poluição, fumos, pó, micróbios e tantas outras coisas nocivas. Um pouco mais atrás, os adenoides funcionam como segunda linha. Se por acaso o nariz não for limpo cuidadosamente - pelo menos uma vez por dia de forma completa, dentro do que é uma boa higiene nasal - as secreções acumulam-se e tornam-se pasto para as bactérias e vírus, para além da obstrução que proporcionam. Ao ter o nariz tapado, a criança desta idade respira pela boca, não aquecendo e humidificando devidamente o ar, o que vai alterar as condições da mucosa faríngea, ocasionando mais infeções. Por outro lado, os adenoides vão entrar em ação, aumentando de volume e dando ainda mais sintomas, obstrutivos e respiratórios, inflamatórios e infeciosos. Ler Mais...

A Face

Na face observam-se os olhos: cor das conjuntivas (pele de «dentro» das pálpebras, para ver se estão pouco rosadas, amareladas, etc.), a coloração da esclerótica (parte branca do olho, onde pode haver icterícia ou, em alguns bebés, também, uma hemorragia, causada pelo esforço do parto), a permeabilidade dos vários componentes à luz (se refletem a luz, se existem opacidades, a reação da pupila à luz, etc.) Geralmente o bebé tem poucas lágrimas nas duas ou três primeiras semanas, e é essa a razão por que são frequentes as conjuntivites, traduzidas pelo aparecimento de ramelas. E uma situação muito comum e que deve ser tratada com uma pomada ou colírio com antibiótico. É normal, também, os bebés entortarem os olhos nas primeiras semanas após o nascimento, não sendo obrigatoriamente sinal de estrabismo. A cor dos olhos, ou seja, da íris, nem sempre corresponde à cor definitiva. O afastamento grande dos olhos ou entre estes e o nariz e a testa são sinais que também se registam. O nariz é um órgão precioso, e se estiver obstruído os bebés ficam muito aflitos, com dificuldade em respirar - nos casos extremos de dificuldade respiratória, as asas do nariz abrem-se em cada movimento respiratório. É essencial manter o nariz bem limpo, usando o soro fisiológico antes das mamadas, mas evitando o uso dos «aspiradores», porque sugam células da parede nasal e isso vai levar a uma reação do nariz que é produzir mais secreções. parapais.com/wp-content/uploads/2014/03/asdsf.jpg">none wp-image-99" alt="asdsf" src="http://parapais.com/wp-content/uploads/2014/03/asdsf-300x127.jpg" width="456" height="192" /> Na boca, pode haver (diagnosticado atualmente durante a gravidez, através das ecografias) uma fenda palatina (ausência de parte do céu da boca) ou labial (parte do lábio não está formada). São situações que têm cura total, através de vários momentos cirúrgicos na vida do bebé. Às vezes, na boca, notam-se pequenas manchas cor de pérola, pequenas, no céu-da-boca, o que é normal, bem como pequenos quistos brancos, que são também normais e desaparecem com o tempo. Algumas crianças podem já ter dentes ou peças pseudodentárias ao nascer, embora seja muito raro (1 em cada 2000 nascimentos, o que dá anualmente 55 crianças em Portugal com dentes ao nascer). A língua pode estar despapilada ou coberta de fungos (que dão um especto de «creme branco» não confundir com o leite de um bebé que acabou de mamar), e atingem geralmente a parte de dentro das bochechas, com especto de -açúcar pile». É muito comum, também, a existência de um freio da língu que, se for grande, deverá ser avaliado por um cirurgião pediatra. À volta do nariz e boca podem haver pequenos pontos brancos, muito pequeninos (chamados «mília»), que não necessitam de nenhum cuidado e que persistem por semanas. Ao fim de alguns dias, também é normal a pele da face ficar muito encarnada, com borbulhinhas - são reações normais de um órgão que esteve sempre protegido da poluição, do ar e das mudanças de temperatura. Observa-se o queixo, para ver se está, como em algumas síndromas genéticas, muito retraído, ou demasiadamente avançado. Ler Mais...

Conselho sobre obstrução nasal

Os pais e educadores devem estar muito atentos ao nariz das crianças, e tratá-lo de forma a garantir a sua permeabilidade. No entanto, há que tomar em atenção o seguinte: a parede do nariz (mucosa) é muito frágil (exatamente por ser fina e muito vascularizada). Qualquer agressão (cotonete, aspirador de secreções, limpezas bruscas, etc.) pode lesar a parede do nariz e provocar a resposta por parte deste que é a secreção de ainda mais ranho. Ensinar e insistir para se assoar é a medida mais eficaz. Ler Mais...

Sinusite

Os seios perinasais são um conjunto de espaços aéreos que ficam situados nos ossos da face. Tal como os pássaros, que têm os ossos ocos, também nós temos alguns espaços cheios de ar nos nossos ossos. Estes espaços encontram-se «atapetados» por dentro com o mesmo tipo de células respiratórias - cílios e células produtoras de secreções. Na criança pequena, em que os ossos ainda são também pequenos, os seios perinasais são espaços virtuais, ou potenciais – estão lá, mas não existem…os seios maxilares, que como o nome indica se situam nos ossos maxilares, ao lado do nariz, são os primeiros a ganhar algum espaço. Seguem-se os seios etmoidais, um autêntico labirinto de espaços aéreos, que fica na região à volta do olho - todos estes surgem no primeiro ano de vida. Depois os frontais, mais tardios, surgem pelos 5-6 anos, e correspondem à região frontal, ou seja, a testa. Os seios esfenoidais, situados dentro da cabeça, só se desenvolvem «a sério» mais na adolescência. Todos estes seios drenam as suas secreções através de pequenos orifícios que se localizam na parede do nariz - chamam-se tecnicamente os «ostia». É claro que qualquer infeção nasal ou da região próxima pode estender-se a qualquer dos seios perinasais. Por outro lado, nas situações em que o nariz está entupido, os ostia podem ficar, eles próprios, entupidos também e não deixar as secreções saírem, o que leva à sua acumulação dentro dos seios. Quando isso acontece e há inflamação e infeção dentro dos seios, estamos perante uma «sinusite». Todos os fatores que ocasionem infeções locais, promovam crescimento bacteriano próximo (como as cáries), tenham alterações anatómicas a esse nível (como os desvios do septo nasal ou como sequência de um traumatismo dessa parte da face) contribuem para maiores probabilidades de sinusite. Certas doenças crónicas, como a diabetes, a fibrose quística ou imunodeficiências, podem aumentar a incidência de sinusite. Ler Mais...
Pomada para feridas no nariz para dentro | Para Pais.