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Temos estado a tentar engravidar e eu receio ver se estou com o período R11; porque é que não engravido?

Tentar conceber pode ser muito stressante conduzindo a sentimentos de ansiedade e depressão, conforme os meses vão passando sem um teste positivo de gravidez. Contudo, tente não desencorajar, mesmo que não conceba nos primeiros meses, estatisticamente tem 90 por cento de possibilidade de engravidar no prazo de um ano. É boa ideia anotar as datas dos seus períodos menstruais pois isso torna mais fácil calcular o seu período fértil. A melhor altura para ter sexo para “fazer um bebé” é mesmo antes da ovulação. A média do ciclo fértil de uma mulher é de 28 dias contado a partir do primeiro dia da menstruação Poderá prever que a ovulação ocorrerá a meio do ciclo, por volta do 1dia. Se a duração do seu ciclo for irregular é mais difícil calcular o ponto médio, mas observar e anota os indicadores de fertilidade do seu corpo durante o seu ciclo menstrual pode ajudá-la a identificar o seu período fértil. Outras medidas que pode tomar para aumentar a sua capacidade reprodutiva incluem tomar ácido fólico pré-conceptivo, minimizar a ingestão de álcool, evitar drogas leves, parar de fumar e evitar ambientes de fumo. Também deverá verificar se está imune à rubéola antes de engravidar. Ler Mais...

Os meus períodos são irregulares R11; quais as minhas hipóteses de engravidar?

Os ciclos menstruais que variam mais do que alguns dias de mês para mês são considerados períodos irregulares. Um ciclo irregular pode ser um problema quando se pretende engravidar mas prestar atenção aos seus sinais de fertilidade pode ajudá-la a determinar quando se está a aproximar da sua pequena fase fértil. Ovulação e menstruação irregulares são a causa de 30-40 por cento dos problemas de fertilidade. Embora haja muitos factores que determinam o grau de fertilidade de uma mulher, tais como a idade, se o fluido vaginal é suficientemente húmido para reter o esperma, ou se as trompas de Falópio estão desimpedidas, o factor mais importante é se faz a ovulação - liberta um óvulo - regularmente cada mês. Por vezes a condição de não ovulação acontece - há sangramento menstrual mas não há ovulação. Se não libertar um óvulo cada mês, não terá tantas hipóteses de engravidar, e nesse caso deverão dar-lhe medicamentos para encorajar a ovulação. É aconselhável falar com o seu medico sobre o seu ciclo. Ler Mais...

Os objetos de transição

Os objectos de transição, como já referi no capítulo do Sono, são elementos que nos ajudam a fazer a passagem - afinal, o luto transitório até que os nossos amados regressem. Um boneco, um urso de peluche, uma fralda, uma fotografia. Até que a repetição estandardizada do reaparecimento nos dá a tranquilidade necessária para viver a separação. É nessa idade que algumas crianças começam a sentir ansiedade quando vão para a cama ou quando os pais saem da sala. Claro está que muitos manipulam esta situação e chantageiam emocionalmente os pais, se descobrem terreno fértil para tal, mas o que está na base é o medo de ficar só e abandonado. À medida que as situações de separação se vão tornando habituais e que o bebé entende que as coisas de que necessita não lhe vão faltar e que outras pessoas são também capazes de tratar dele, bem como o facto de saber que os pais acabam por regressar, a ansiedade começa a diminuir porque a certeza de que tudo está bem ajuda a securizar os seus sentimentos e a sentir-se bem. Por outro lado, é também um sinal de que a criança desenvolveu vínculos fortes e que encara a separação - dado que não a consegue ainda abstrair e viver interiormente sem o estímulo da presença física -, como um evento desagradável, insecurizante ou de risco. A progressiva aprendizagem do ««carregar os nossos e vivê-los, dentro de nós», levará a que se aceite, com uma crescente tranquilidade, a separação física dos seus queridos. Queridos. «Aqueles a quem queremos!» Ler Mais...

Quando as avós não esgotaram a capacidade maternal

É demasiado tentador e torna-se difícil evitar. Quando não se esgotou o sentimento maternal, porque não se tiveram todos os filhos que se fantasiaram desde a infância, quando o estilo de vida é parecido com o das gerações mais novas, quando os que sempre foram «os nossos filhos» passam a ser «pais» (fazendo dos avós «pais de pais»), chamar a si a tomada de decisões e dirigir as operações é muito normal.

Embora não possa nem deva ser, a realidade é frequentemente esta, associada ao facto de os avós serem necessários, designadamente em situações de SOS, como quando uma criança está doente e não se pode faltar ao emprego.

Esta questão coloca-se mais para as avós do que para os avôs. Para além disso, um homem está delineado para funções que pode exercer durante a vida toda, nomeadamente as que se relacionam com as crianças desta idade - entusiasmá-las, brincar, levá-las para o espaço exterior, ensinar a avaliação e o controlo do risco.

Tudo isto pode ser feito pelos avôs de qualquer idade, com grande entusiasmo das crianças com menos de 6 anos. Para as mulheres a «razão do ser» era e sempre foi ter filhos.

E a chegada da menopausa e do fim da chamada idade fértil fazia passar as mulheres para um papel que era, justamente, o de tomar decisões na vida doméstica e familiar, sendo o local onde «mandavam». Ainda se pode verificar isto em algumas comunidades e etnias no nosso país.

Ou seja, aos avôs continua a ser dado um imenso espaço de manobra. Para avós fica pouco, a não ser darem a sua opinião. O conflito é mais com elas e, no caso de as mães se afirmarem relativamente aos assuntos dos filhos, deixa as avós com uma sensação de frustração.

Curiosamente, mais tarde, já na idade escolar ou sobretudo na adolescência, as avós voltam a ter um papel muito grande, pois os netos já conseguem estabelecer com elas relações que fazem um curto-circuito às mães. Nesta idade, entre o 1 e os 5 anos tudo passa pelas mães, pelo que elas podem marcar o território, entrando em conflito.

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Por volta dos 6 meses R11; o ponto de viragem

É depois dos 6 meses que o bebé percebe que existe independentemente das outras pessoas e do mundo. Que existem objectos e coisas, e que o colo dos pais e a sua presença corresponde a segurança. Sente fome? A mãe tratará disso. Precisa de mudar a fralda? Tem o pai presente. Quando se sente mal ou tem dores, o bebé sabe que chorando alguém virá os pais ou os cuidadores mais próximos. Tudo o que precisa para se sentir bem vem «daquela» fonte: essencialmente os progenitores. E o bebé sente-se omnipotente. Ele, afinal, é quem «manda em tudo». É por isso que a partida dos pais, mesmo que seja por pouco tempo (e para um bebé desta idade não há nem muito nem pouco tempo, há apenas «tempo»), pode deixar a questão, angustiante: «E agora? Quem é que vai cuidar de mim?» Convenhamos que, pensado assim nestes termos, é um assunto demasiadamente forte e perturbador para não causar ansiedade. É nessa idade que algumas crianças começam a sentir ansiedade quando vão para a cama ou quando os pais saem da sala. Claro está que muitos manipulam esta situação e chantageiam emocionalmente os pais, se descobrem terreno fértil para tal, mas o que está na base é o medo de ficar só e abandonado. À medida que as situações de separação se vão tornando habituais e que o bebé entende que as coisas de que necessita não lhe vão faltar e que outras pessoas são também capazes de tratar dele, bem como o fato de saber que os pais acabam por regressar, a ansiedade começa a diminuir porque a certeza de que tudo está bem ajuda a securizar os seus sentimentos e a sentir-se bem. De qualquer modo, se houve uma experiência traumática, em que as necessidades da criança não foram adequadamente providas, mesmo que apenas na sua perspectiva, ou que sentiu que os pais tinham ido embora «definitivamente», então poderá prolongar-se o período de ansiedade por mais anos. Ê por isso que é essencial os pais (sobretudo as mães, que nesta idade também sentem alguma angústia de se separarem dos bebés, dado que eles já estão naturalmente a transformarem-se em meninos...) darem aos filhos alguma autonomia e deixarem-nos adquirir essa autonomia, num processo lento mas gradual. Nem oito nem oitenta. Nem separarem-se do bebé sem terem o cuidado de entender o que ele vai pensar do assunto, nem serem pais «galinhas», sufocantes, que criam à volta da criança a ideia de que o mundo é agressivo ou mau. O bebé tem que ter as suas próprias armas, gerir os seus próprios medos e vencer o seu próprio stresse. Fazer este processo de uma forma tranquila mas ativa é um desafio possível e que os pais terão que perceber, estudando as reações da criança, mas enquaclrando-as no contexto e, também, na sua (deles, pais) maneira de ser. Ler Mais...

O que pode afectar a fertilidade de um homem?

A análise ao sémen pode revelar várias razões para o esperma ter dificuldade em fertilizar um óvulo. A contagem de espermatozóides pode ser baixa (menos de 20 milhões de espermatozóides por ml), a mobilidade (como se movimentam) pode ser fraca, e pode haver uma grande percentagem de espermatozóides mal formados. Alguns homens não conseguem ejacular no orgasmo. Também pode haver alterações nos canais que ligam os testículos aos vasos seminais onde o esperma é produzido e isso pode existir de nascença ou ser devido a uma infecção. Ler Mais...
Pode engravida no 1 dia fertil | Para Pais.