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O meu companheiro quer umas férias. Ainda não estou pronta para deixar o meu bebé. Que posso fazer?

Muitas mães não se sentem prontas para deixar os bebés mais do que algumas horas nos primeiros meses, portantoo se preocupe, isso é normal. Contudo, precisa de explicar isso ao seu companheiro e de chegar a um acordo. Talvez possam levar o bebé convosco para um fim-de-semana fora? Os bebés pequenos são fáceis de transportar, em especial se estiverem a ser amamentados. Ou talvez uma amiga ou um familiar possa olhar pelo bebé enquanto você e o seu companheiro saem para jantar. Se for de fim-de-semana só para agradar o seu companheiro, poderá não se sentir feliz ou relaxada, o que sem dúvida irá prejudicar o objetivo da saída e também afetar o prazer do seu companheiro. Ler Mais...

Afogamentos

Os afogamentos continuam a ser uma causa de morte muito importante, nas crianças deste grupo etário, acontecendo em banheiras, alguidares, poços, tanques e fossas, para além das piscinas, lagoas e praias de rio e mar, principalmente as não vigiadas. O afogamento é silencioso. A criança não esbraceja, não grita e afoga-se rapidamente no mais profundo dos anonimatos. A ideia que estas coisas acontecem quando a criança está sozinha é errada. Se muitos afogamentos se dão quando grupos de crianças descobrem uma vala, uma pedreira com água ou invadem uma piscina de uma casa cujos donos não estão, a maioria acontece com adultos à volta. ong>Medidas de prevençãoong>
  • nunca deixar uma criança sozinha ao pé de uma piscina, lago, rio, mar ou na banheira de casa;
  • usar sempre braçadeiras, nas piscinas e praia, e colete salva-vidas em barcos, e enchê-los apenas depois de colocados;
  • nunca usar boias e bonecos insufláveis como se fossem dispositivos seguros;
  • nunca estar dentro de água durante uma tempestade;
  • obrigar a obedecer às instruções dos pais e dos nadadores-salvadores;
  • nunca frequentar praias não vigiadas, com crianças;
  • o deixar nadar num rio; não confiar nas capacidades da criança, mesmo que nas aulas nade muito bem;
  • o permitir saltos para a água onde a profundidade é menor do que 4 metros;
  • ter um telefone para chamar o 112, se necessário;
  • ser rigoroso na proteção das piscinas;
  • desencorajar comportamentos como dar «amonas» ou empurrar.
Uma criança pode afogar-se em profundidades muito pequenas porque, até aos 2 anos, a cabeça, por ser proporcionalmente muito mais pesada do que o corpo, desequilibra-o, fazendo-o pender para a frente. Depois, quando a cara toca na água, não consegue voltar-se e os movimentos dos braços e pernas fazem-ma ainda descoordenar mais a respiração, começando a aspirar água e começando a entrar em falência respiratória e cardíaca, morrendo em poucos minutos. Ler Mais...

Entorses, estiramentos e distensões

Constituem outro tipo de lesão muito frequente. Podem envolver os músculos, os ligamentos ou os tendões (ou várias destas estruturas). ong>Como suspeitarong>
  • dor, violenta quando se toca;
  • dificuldade em mover a parte afetada;
  • diminuição da força;
  • inchaço.
ong>O que fazerong>
  • parar a atividade;
  • nas primeiras 48 horas tomar as seguintes medidas:
<ol>
  • o repouso, na posição em que a dor for menor;
  • o gelo, envolvendo a parte afetada (com proteção para não queimar), por períodos de 15 minutos, oito vezes ao dia;
  • o compressão, com uma ligadura elástica, à volta do local afetado, tendo o cuidado de não apertar demasiado (vê-se se está muito apertado quando a parte distal (dedos) fica sem sensibilidade, formigueiro, fria ou azulada;
  • o elevação, pondo a parte afetada mais elevada do que o coração, para diminuir o inchaço.
  • ol>
    • dar ibuprofeno, para diminuir a inflamação;
    • após as 48 horas, aplicar calor, 3 a 4xdia;
    • evitar esfoo.
    ong>Sinais de alarmeong>
    • dor significativa quando se move ou toca a parte lesada, passada a fase aguda;
    • dificuldade em apoiar a área lesada;
    • aumento do hematoma;
    • sensação de alfinetadas ou adormecimento na área;
    • constatação de que o membro está torto;
    • sinais de infeção - febre, inflamação, dor, vermelhidão;
    • ausência de melhorias significativas em 5-7 dias.
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    Substâncias perigosas no fumo do tabaco

    Os estudos científicos revelaram a existência de cerca de 4000 compostos químicos diferentes no fumo do tabaco, os quais podem ser respirados pelo fumador passivo. Muitos destes são irritantes e agressivos, condicionantes de alterações nos sistemas de defesa e de limpeza brônquica da criança, e estimulantes de alergias. Por outro lado, alguns destes compostos aderem às roupas, paredes, mobílias, tapetes e alcatifas, ou ficam no habitáculo do automóvel. Entre estes compostos estão o alcatrão, o monóxido de carbono, a amónia, o arsénico, o cianeto de hidrogénio, entre outros. Nãoo substâncias muito saudáveis... Sem retirar aos fumadores o seu direito a fumar, o que se lhes pede é que evitem fazê-lo, não apenas em frente de crianças mas nos locais onde as crianças habitam e circulam. E aos pais, exige-se rigor e convicção, seja em relação a eles próprios, seja relativamente a amigos e familiares. Deixar criar um ambiente de fumo à volta do bebé porque se tem medo de ferir susceptibilidades dos amigos não parece defensável. Se houver visitas ou familiares em casa que queiram fumar, os pais deverão, em defesa do direito da criança a um ambiente respiratório saudável, pedir à pessoa para não fumar ou apagar o cigarro se já o acendeu. Nãoo no argumento «Ah! Mas é só um cigarrinho» ou «Um cigarroo faz mal a ninguém». Faz, no que toca às crianças, principalmente nos primeiros anos de vida ou se têm algum problema respiratório incluindo otites. Os vossos filhos agradecerão estes cuidados. Ler Mais...

    O que fazer (e não fazer)?

    É indiscutível que os pais e os educadores em geral são os principais modelos para as crianças, embora os outros elementos-chave da sociedade (ídolos, personagens televisivos, heróis) também tenham o seu efeito na formação dos valores e da personalidade. Se estes adultos de referência mentem (como tantas vezes acontece, basta relembrar o conhecido «diz que eu não estou», quando o telefone toca) e se não se dão ao trabalho de esclarecer porque o fizeram (ou de pedir desculpa por o ter feito quando a mentira não tem uma explicação cabal e lógica e quandoo foi de alguma forma justificada), a criança habituar-se-á a que, afinal, mentir «não é tão errado como isso». Por outro lado, sempre que surge uma situação de mentira por parte da criança, e mesmo tomando em linha de conta as diversas razões que lhe estão na base e das quais mencionei algumas, os pais e educadores deverão ser rigorosos, mas compreensivos, e não deixar passar o caso sem debater os aspetos éticos da mentira, para além das consequências imediatas do facto. Se se desenvolve um padrão de mentira repetida ou grave, o caso deverá ser veiculado ao médico-assistente que poderá pedir ajuda aos profissionais da área da psicologia. Algumas crianças não têm o conceito de Bem e de Mal, em idades em que isso já deveria ser um dado adquirido, e isso deverá causar preocupação. Ler Mais...
    Pode deixar o bebe sem toca | Para Pais.