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O género

Há muita confusão entre sexo e género, sexualidade, orientação sexual, meninos e meninas, pilinhas e pipis, e – principalmente muitos mitos, tabus e receios. O que é natural, não apenas pela dinâmica social que, quase sempre, não acompanha com a mesma velocidade os conhecimentos científicos, mas também porque as questões da sexualidade pertencem ao foro mais íntimo do ser humano. E abertura e disponibilidade para pensar e conversar sobre certos assuntos não deverá ser confundida com ausência de limites e promiscuidade nas esferas privadas das várias pessoas, sejam crianças ou adultos. As experiências de «total cumplicidade» entre pais e filhos demonstraram conduzir a maus resultados. Há partes do corpo que são mais «nossas» do que outras, e há comporta- mentos que podem ser sentidos como traumáticos, mesmo pelas crianças pequeninas. O desafio está em informar e lidar com o corpo e com a sexualidade e seus vários componentes de uma forma equilibrada, não invasiva e com um profundo respeito pelos sentimentos e pela intimidade. Ler Mais...

O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

E os pipis

Os pequenos lábios vaginais podem estar, frequentemente, colados. Por vezes é necessário o médico pediatra ou cirurgião afastarem-nos, e os pais deverão depois colocar vaselina durante 15 dias, para não voltar a colar. O nome técnico é«Sinequia dos pequenos lábios». Em alguns bebés do sexo feminino, as hormonas maternas, ainda em circulação no bebé, podem originar um pequeno fluxo vaginal de sangue e de muco. Ler Mais...

Evolução do conceito de género

Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Evolução do conceito de género Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Brincar

Quando é que um bebé começa a brincar? A atividade lúdica faz parte da vida, tal como dormir, comer, rir e chorar. Mais: brincar é um fim em si próprio e não apenas um meio para se atingir qualquer outro objetivo. Brinca-se porque se brinca. Tão simples como isto. A atividade lúdica, muito associada ao prazer, à tranquilidade, à criatividade e à descoberta. Logo, e para responder à pergunta: brinca-se desde que nascemos. Um bebé de meses brinca com o corpo, as mãos, os pés, bate palminhas, deita a língua de fora, mais tarde brinca com as rocas, os peluches ou os cubos de montar. Como posso brincar com o meu bebé? Não basta pegar em brinquedos e dar ao bebé para que este se sinta feliz. Pelo contrário, vai sentir-se, frustrado e infeliz. Os bebés precisam de aprender a brincar sozinhos e fazem-no enquanto o brinquedo permite exploração e descoberta, mas logo esgotam as suas possibilidades individuais e precisam de quem lhes aponte mais soluções para o objeto ou para o jogo. É por isso que brincar com uma criança é estar com essa criança, física e mentalmente. O tempo que passamos com os nossos filhos é fundamental. Que brinquedos devo comprar? Um conselho, não comprem brinquedos em demasia. Vai baralhar o bebé, porque terá mais dificuldade em se concentrar num, estudá-lo e explorá-lo, e acaba por ser um gasto inútil de dinheiro, para além do péssimo hábito de desperdício e de abundância materialista. Deve dar uma maior atenção ao valor ludo-pedagógico do brinquedo e confirmar que está adequado à idade da criança, tente perceber o que ela realmente gosta. Os brinquedos mais caros são os melhores? Não é pelo preço que se deve guiar mas sim pelo interesse que o brinquedo terá para o bebé. Para além disso o mais importante é ver se o brinquedo é seguro. Por exemplo, o urso de peluche tem olhos ou um nariz que sai ao primeiro puxão podendo ir para a boca do bebé? O meu bebé deve ver televisão? A televisão é a eterna questão polémica! Definitivamente antes de um ano a resposta é não, porque o bebé não tem capacidade para seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Ler Mais...

E as amas…

As amas são uma solução cada vez mais frequente. Existem vários tipos de amas e é difícil dizer se colocar uma criança numa ama é bom ou é mau. Tudo depende. E tudo depende de vários fatores: espaço da casa, limpeza, segurança, riscos, número de crianças e respectivas idades, pessoas que ajudam, características da ama e motivações (faz o que faz por dinheiro ou por gostar de crianças, tem ou não paciência para os aspectos mais maçadores de tomar conta de uma criança, etc). Existem amas que são verdadeiras mães, existem outras que são de fugir a sete pés. A colocação em amas deverá obedecer a várias regras, e será bom que a ama esteja registada na segurança social pois isso implica um número limitado de crianças e respeito pelas referidas regras, que vão da higiene aos espaços, presença de animais, etc. além de que algumas redes de amas fazem cursos e actualizações sobre puericultura que embora não sejam uma garantia em muito ajudam à credibilidade das amas. Um estudo efetuado em Portugal, no qual participei, mostrou que era indiferente a frequência de ama ou de infantário na socialização e bem-estar da criança, dependendo o sucesso ou insucesso da qualidade do serviço prestado. Se a ama é competente e afetuosa o bebé fica bem entregue. Cabe aos pais fazerem essa vigilância (aliás, como em relação às outras instituições e hipóteses) sem pensarem que têm o problema resolvido para sempre mal entregam a criança. Ler Mais...
Pipis de meninas | Para Pais.