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As casas de banho

Há crianças a quem as casas de banho do jardim-de-infância ou públicas metem nojo. Há crianças e há adultos, porque algumas são uma pocilga, para não utilizar outro termo ainda mais forte, e são autênticos casos de polícia e de saúde pública. O cheiro e a falta de privacidade - as portas têm de estar abertas para controlo por parte das educadoras, mas inibem algumas crianças num momento eminentemente íntimos fazem com que muitas crianças retenham a urina ou as fezes, causando problemas de enurese e encoprose, pequenos descuidos e uma deficiente programação e controlo dos esfíncteres. Há que dar muita atenção a este aspeto. Quando se sai com uma criança que já não usa fraldas, é sempre bom ela fazer xixi, mesmo que diga que «não lhe apetece». Por outro lado, se de repente tiver vontade, não devemos ralhar e dizer «Lá estás tu, sempre a pedi xixi na hora errada.» Se por um lado queremos que peça e controle, para depois a censurar- mos por isso, algo está um pouco transviado nas nossas cabeças - e não é culpa das crianças que os adultos façam de algumas casas de banho umas esterqueiras. Em casa as coisas são mais fáceis. E na escola e lugares públicos deve-se tentar manter a privacidade. Finalmente, nas casas de banho públicas, explicar que o urinol não é um local muito limpo, porque as pessoas fazem xixi para ali. Os miúdos têm tendência para se agarrar às paredes, mexer onde não devem, e nunca se deverá sair de uma casa de banho sem lavar muito bem as mãos-pais e filhos! Ler Mais...

Xixi

Deixem as vossas crianças fazer xixi pela praia fora... se não tiverem uma infecção urinária, o xixi dos meninos é quase «água benta». E se ainda usarem fraldas será uma boa altura para aprenderem a dominar-se - o sentir escorrer pelas pernas fá-las estarem mais alerta, ao contrário do andar com fralda, que absorve tudo e não os belisca. Deixem-nos pois à vontade. Ler Mais...

O pipi

Neste grupo etário são menos as questões que podem aparecer relativas ao pipi do que à pilinha. As alterações anatómicas ou pequenas malformações, como por exemplo a colagem (sinéquia) dos pequenos lábios, são detetadas no primeiro ano de vida. Todavia, a observação do pipi deverá fazer parte dos cuidados normais de saúde. Um aspeto importante é a lavagem. A mucosa vaginal é muito sensível e pode inflamar-se com facilidade, se sujeita a trauma ou fricção. A lavagem deve ser sempre feita cuidadosamente, e como a criança já vai adquirindo autonomia, inclusivamente iniciando o banho sozinha, por volta dos 4-5 anos, deve ensinar-se que a lavagem do pipi deve ser feita mais suavemente do que, por exemplo, as mãos ou os pés. Por outro lado, há sabonetes e gel de banho que não causam irritação na pele, mas que podem causar na mucosa vaginal, afinal a única mucosa tão exposta a estes produtos. Se isso se verificar, há produtos das linhas cosméticas que são hipoalergénicos e concebidos para a higiene chamada «íntima». Uma das causas de inflamação (com consequente ardor ou dor, irritação e vontade de coçar) é a manipulação dos órgãos genitais (habitual entre os 3-4 anos), que referirei mais detalhadamente no capítulo do Desenvolvimento - é uma das razões pela qual se deve dizer à criança que deve ter cuidado em evitar essa prática. A proximidade da região vaginal e da uretra da região anal (nos rapazes o percurso é muito maior), pode favorecer infeções urinárias. A limpeza deve ser sempre no sentido anterior-posterior, para evitar que o papel higiénico ou o toalhete tragam bactérias que residem nas fezes (como o colibacilo) para a região vaginal-uretral. Se houver parasitas (oxiúros, por exemplo), estes podem provocar essa contaminação, causando irritabilidade vaginal, com ou sem infeção urinária. Finalmente, é normal aparecer, cerca dos 4-5 anos, um corrimento que «suja as cuecas»», às vezes com aspeto esverdeado. Se é a primeira vez, deverá ser feito um exame bacteriológico, micológico e parasitológico para excluir infeção ou infestação. Se se torna repetitivo, a lavagem com um dos solutos de limpeza que referi é suficiente. Deve sossegar-se a criança, para não pensar que está doente. Caso se constate que as cuecas estão sujas de sangue, por exemplo, há que pensar se não sofreu um traumatismo. Saltar sobre um obstáculo e até as brincadeiras normais podem causar uma lesão vaginal com sangramento, nas que já não usam fralda e que, portanto, estão mais expostas. Num e noutro sexo é imprescindível insistir para ir à casa de banho regularmente dado que a micção é a melhor forma de evitar infeções urinárias. A retenção (porque estão a brincar e não querem interromper, por exemplo), leva à estagnação da urina e dá tempo para as bactérias se desenvolverem. Ler Mais...

Quais podem ser os sinais de alarme?

Alguns sinais podem expressar problemas, não necessariamente em relação a inversão do género, mas de sofrimento psicológico que levará a ter atitudes que a criança comunica desta forma: • Não saber aos 3 anos o seu sexo; • Dizer constantemente que preferia ser do outro sexo, não apenas em brincadeiras e jogos, ou teatralizações (nem como expressão de ciúmes porque o mano pequenino do outro sexo tem todas as atenções), mas de uma forma contínua, no dia-a-dia; • Negar, prolongadamente, a sua própria anatomia, dizendo por exemplo que tem pipi ou pilinha, não sendo verdade, ou que espera que nasça uma pilinha ou que esta desapareça para dar lugar a um pipi; • Mostrar apenas um lado feminino ou masculino (oposto ao seu sexo) sem revelar nada ou muito pouco do seu próprio género. De qualquer forma, em caso de dúvida mais vale partilhar os receios com o médico-assistente da criança, e não guardar para si, por vergonha ou receio de ouvir alguma verdade difícil, dúvidas e ansiedades que só vão criar estereótipos e tender a reprimir a criança. Ler Mais...

O desenvolvimento do conceito de género

À medida que as crianças crescem, apercebem-se que algumas pessoas são homens e as outras mulheres. E que, entre elas, há meninos e meninas. E a identificação começa com o estudo do seu próprio corpo e com a comparação com os outros, reconhecendo dois tipos anatómicos diferentes. Nelas e nos pais e irmãos, ou nas pessoas em geral. A determinada altura começam a usar com mais propriedade o masculino e o feminino, sendo corrigidos quando erram e melhor percebendo que há diferenças, entre o gato e a gata, entre o primo e a prima, embora se surpreendam um pouco porque é que existe uma cadeira e não um cadeiro, um piano e não uma piaria, ou porque é que a companheira do Sol se chama Lua e que a «mulher» do cavalo não é a cavala. Mesmo com estas confusões e ambiguidades, há uma progressiva compreensão do mundo em duas versões, e aos 2 anos e picos já gozam com as situações: «Tenho aqui um pipi.... Ah, ah, ah. É pilinha. Pipi têm as meninas.» A diferenciação por género é uma das primeiras categorizações que as crianças fazem, e que dividirá o mundo em múltiplas classes e conjuntos, passando pelas formas, cores, tamanhos, etc. Ler Mais...

Ato cinco: mas afinal o que representa um bebé?

Quando nasce um irmão, a uma criança de 2-5 anos, o bebé representa muita coisa, e conforme a ocasião, o contexto e os sentimentos. Pensaram que tinham tido um bebé? Não. Muitas outras personagens entraram lá em casa:
  • um irmão - ou seja, alguém por quem a criança tem sentimentos ambivalentes. A comunicação invisível faz com que se estabeleçam laços intensos e únicos (as relações fraternais não são comparáveis com nenhumas outras) de amizade e vontade de defender como um bem precioso, mesmo que com momentos de lutas, competição e amuos;
  • um rival - e isso leva a que a criança sinta que «apesar de o bebé ser estupendo» se calhar estaria melhor sem ele. Os ciúmes, a frustração de pensar ter sido trocado por outro, o medo do abandono, são sentimentos que causam uma enorme instabilidade e o desejo de ver o mano ir embora;
  • um filho dos pais - e se os pais são amados e respeitados, com uma fidelidade e entrega total, se os pais são as pessoas em quem a criança acredita e que sabe que nunca a iriam trair, então um «filho dos pais», por maior perplexidade que possa causar, não pode ser uma coisa inteiramente má. E se os pais o amam, a criança descobre que também o ama, mesmo que às vezes lhe apeteça deitá-lo fora.
  • o seu futuro filho - uma criança começa a pensar e a fantasiar os seus futuros filhos a partir de cerca dos 18 meses de idade. A chegada de um bebé a casa é muito melhor do que um boneco, mesmo daqueles que choram e fazem xixi. É uma aproximação muito grande à realidade, e o irmão representa também um filho...ou seja, um simulacro ou uma antevisão do vosso neto. Daí o interesse em dar-lhe banho, pegar-lhe, dar-lhe leite;
  • uma experiência científica - «tem dedinhos, e pilinha (ou pipi), e faz xixi e cocó». Todos os dias o bebé revela novas facetas e o irmão, como um cientista numa experiência, vai analisando e descobrindo, e vendo que, afinal, o bebé até tem a sua graça;
  • o seu próprio passado - uma criança não se lembra dos seus primeiros anos, mas - sobretudo numa altura de insegurança - quer ver como é que «eles tratam dos bebés lá em casa», para ver como é que foi tratado também. Se adoram os bebés e lhes fazem bem e tratam deles, então é muito provável que tenham feito o mesmo consigo. E se o fizeram consigo não vão, certamente, abandoná-lo depois de tanto investimento.
Como vêem, são múltiplas as personagens e diferentes os papéis. E tentem entender isso quando o vosso filho mais velho vos estiver a causar alguma perplexidade. Não digam, por favor: «ele agora está mau», ou «afinal passou tudo bem». Terá momentos, conforme o papel que representar e as roupagens que vestir. Ler Mais...
Pipi xixi banho you tube | Para Pais.