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Vomitar sangue

Alguns bebés vomitam e o conteúdo do vómito está raiado de sangue. Isto pode acontecer essencialmente por duas razões: nos bebés que estão ao peito, sobretudo nos primeiros dias, pode ser sangue do mamilo da mãe, que eles engolem e que causa irritação gástrica. Quando bolçam nota-se o sangue da mãe. Outras vezes, quando o vómito é repetido e intenso, o sangue vem da faringe e da garganta, e não do estômago, devido ao esforço. É possível, quando os vómitos são violentos (tal como certos acessos de tosse), a cara e o pescoço do bebé ficarem com pintinhas de sangue que não desaparecem à pressão do dedo. Chamam-se petéquias mas não têm a ver com as petéquias das septicemias, por exemplo, que são espalhadas pelo corpo todo. Neste caso, são muito «territoriais», exactamente na região que sofreu o aumento de pressão pelo esforço do vómito ou da tosse, saindo alguns glóbulos dos pequenos vasos que ficaram com alta pressão. Ler Mais...

Alguns problemas a ter em conta

Pés para dentro Durante a gravidez, o bebé está «enrolado» sobre si próprio, com as pernas cruzadas, para conseguir até ao fim caber nesse TO que é o útero materno. Embora de vez em quando se descontraia e dê um pontapé» à mãe, a posição fetal é a que conhecemos. Se, por acaso, as pernas ficam encostadas a um osso materno, esta posição de flexão pode ser mais insistente e o bebé mantê-la durante a sua vida extra-uterina. Os -pós para dentro» são um problema que afecta uma em cada sete crianças. Na esmagadora maioria dos casos não há nada de especial a fazer, a não ser promover um bom andar descalço (excelente na areia) com meias antiderrapantes em casa, usar calçado formativo (não é ortopédico!), não usar ténis e procurar que a criança, preferencialmente, se sente à chinês», ou seja. com as pernas cruzadas, e não «à japonês», ou seja, com as pernas para trás. Pé «chato» O pé «chato» ou pé plano, só é diagnosticado após os 3 anos de idade. No primeiro ano de vida ainda ó muito precoce estar a avaliar a «chateza» do pé... De qualquer forma, convém relembrar que os pés têm uma dupla função: suportar o peso da criança e dar o impulso ao andar. No final do primeiro ano de vida, é bom o bebé andar sobre superfícies rugosas. como a areia da praia, para «sentir o terreno». Claro que todos os bebés têm o pé plano, dado que ainda não tiveram oportunidade de «estrear» o chão e as suas rugosidades. Algumas famílias têm tendência a ter um arco plantar mais curvado, outras mais plano. Quando se inicia a marcha começa a utilização dos músculos e ligamentos que vão estimular o aparecimento do arco plantar. De qualquer forma, só aos 3-4 anos se pode dizer se uma criança tem, realmente, o pé «chato». Boas práticas... É sempre bom que os bebés tenham boas posturas. Como já foi referido, o «sentar à chinês» é uma medida boa. em termos posturais, ao contrário do «sentar à japonês» (com as pernas para trás). Os problemas posturais são. na idade adulta, uma das maiores causas de dor, consumo de medicamentos, faltas ao trabalho e sofrimento. É bom as crianças terem posturas adequadas, e embora seja assunto de anos posteriores ao primeiro, é sempre bom fomentar bons hábitos desde o início. O médico assistente verá se há algum problema ortopédico, como a doença luxante da anca, por exemplo. Os primeiros sapatos Muitos pais, na ansiedade de ver os bebés a andar, começam a pôr-lhes sapatos cedo demais. Antes dos 12-18 meses não há necessidade de sapatos, a não ser em ocasiões especiais festas, saídas, etc. Preferencialmente o bebé deve andar descalço, com meias antiderrapantes se o solo estiver frio. É necessário o bebé sentir o chão e as suas irregularidades, para poder adaptar o pé e equilibrarse. A comprar alguns sapatos, é recomendável serem sapatos formativos. Os sapatos foram concebidos para proteger o pé de objetos que encontre no chão e que lhe possam fazer mal. De qualquer forma, os sapatos não evitam as deformações do pé nem contribuem, de nenhuma forma, para o desenvolvimento psicomotor. Alguns Conselhos: uma vez que a criança caminhe, pode adquirir sapatos suficientemente amplos para acomodar os pés, sem os pressionar; as solas devem ser antiderrapantes (o mesmo se usar meias); os contrafortes laterais devem ser suficientemente apoiantes para evitar que o pé resvale para o lado, e para manter o pé direito; a sola interna deve ter o relevo necessário para estimular o desenvolvimento do arco plantar; não é necessário gastar «fortunas» em sapatos... dado que os pés das crianças crescem rapidamente, há que ter em atenção este aspecto e ter sapatos que não estejam, nem largos demais, nem apertados; as crianças devem andar descalças em casa, com meias antiderrapantes; os sinais de alarme são: alterações como coxear, diferenças de tamanho ou de forma entre os membros inferiores, dores nas pernas, deformações. Ler Mais...

Sufocação

A situação mais perigosa é quando um corpo estranho - alimento, brinquedo - se aloja na árvore respiratória, reduzindo ou mesmo cortando o acesso de ar aos pulmões. A traqueia tem uma cartilagem - a epiglote - que a protege. Funciona como uma espécie de válvula, que orienta os alimentos para o esófago, ou o ar para a árvore respiratória. Quando se engole, a epiglote fecha o acesso à traqueia. Às vezes, mesmo em crianças mais velhas ou adultos, pode haver uma falha no sistema e a pessoa engasga-se - mesmo assim, o mecanismo de tosse quase desencadeia consegue expelir o alimento, com grande esforço, mas com eficácia (o esforço é tão grande que o sangue pode sair dos capilares e ficar-se com a cara com pintinhas avermelhadas). Nas crianças, sobretudo antes dos 5 anos, dada a imaturidade de toda a musculatura, da epiglote e do sistema de reação e tosse, as probabilidades de isto acontecer são maiores. Para isso contribui também a posição - estando sentado ou em pé este mecanismo de defesa funciona melhor. A sufocação pode levar a asfixia grave, com rápida privação de oxigénio ao cérebro e sequelas graves, ou mesmo à morte. São várias as hipóteses:
  • Se a criança está sufocada, mas consegue tossir, respirar e falar, mesmo que mal, quer dizer que as vias aéreas não estão total mente interrompidas e deve-se acalmá-la e tentar que tussa. Não se deve tentar retirar o eventual objeto com os dedos porque se pode provocar uma reação de inspiração que leva o objeto mais ao fundo da árvore respiratória. Se a criança conseguir expelir o objeto, respirará bem, mas pode ficar muito assustada e chorar convulsivamente (elas e os pais, mas nessa altura só faz bem...);
  • Se a criança está consciente, mas não consegue respirar ou só respira através de surtos agónicos, não consegue falar ou produzir sons, ou está a ficar azulada, ou parece abraçar o ar, com movimentos aleatórios, ou parece querer agarrar na garganta, deve-se fazer a manobra de Heimlich e chamar imediatamente o 112;
  • Se a criança não respira e está inconsciente, é preciso, além de chamar o 112, iniciar a ressuscitação cardiopulmonar.
Se, mesmo parecendo melhorar, a criança continua com tosse persistente, baba-se, tem pieira, dificuldade em engolir ou dificuldade a respirar, deve ser imediatamente observada por um médico.
«Antes dos 3-4 anos, as possibilidades de engasgamento e sufocação são muito maiores.»
Há que ter em atenção, também, o seguinte:
  • nunca deitar de bruços uma criança até aos 2 anos, numa superfície mole;
  • nunca atafulhar a cabeceira do berço ou cama com bonecos, fraldas, cobertores, almofadas;
  • não deixar sacos de plástico ao alcance de crianças, nem permitir o seu uso como brinquedos, pelo menos até aos 4 anos de idade.
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Como devo pegar no meu bebé quando estiver a dar o biberão?

Dar o biberão pode ser uma ocasião fantástica para criar laços com o seu bebé, mantendo-o bem juntinho a si. Procure uma boa posição para si e para o bebé - tenha era conta se é destra ou canhota e a idade e tamanho do seu bebé. Pode aconchegar o bebé ou simplesmente sentá-lo no seu colo. Reduzirá a formação de gases se der o biberão ao seu bebé com ele o mais erguido possível. Também não se esqueça de inclinar o biberão para que a tetina e o gargalo estejam sempre cheios de leite e nunca deixe o bebé tomar o biberão sem estar acompanhado, deixando o biberão apoiado. Peça mais conselhos à sua parteira ou pediatra. Ler Mais...

Chorar é bom para os pulmões do bebé?

Não ouça esse conselho de boa vontade mas disparatado - se o seu bebé está a chorar, geralmente há uma boa razão. Como qualquer mãe sabe, o choro de um bebé significa "quero comer", "estou cansado", "tenho dores", "estou molhado e preciso que me mudem a fralda" ou até "estou demasiado excitado, deixem-me em paz". Chorar é a forma de o seu bebé lhe comunicar alguma coisa e é natural e saudável responder a isso. Ler Mais...

RH negativo

O sangue de cada pessoa carrega um factor rhesus (factor RH), que é positivo ou negativo. Se uma mulher tiver RH negativo, surgem problemas se o bebé tiver RH positivo que herdou do pai. Se, durante o parto, o sangue da mãe entrar em contacto com o sangue do bebé, pode produzir anticorpos contra o bebé. Em geral, isto não afecta um primeiro bebé, mas pode causar problemas em gravidezes subsequentes quando os anticorpos da mãe atacam as células de outro bebé RH positivo. Ler Mais...
Pintinhas na sola do pe do bebe | Para Pais.