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Pilhas elétricas

Uma pilha eléctrica é um pequeno aparelho que armazena energia a partir de uma reação química e a restitui sob a forma de corrente elétrica. No que respeita às pilhas em forma de pequeno cilindro ou redondas, existem dois tipos: as pilhas salinas e as pilhas alcalinas. Para além da diferença na composição, existem diversas técnicas na sua elaboração, designadamente o posicionamento dos poios positivo e negativo. As pilhas salinas sofrem mais facilmente erosão, podendo o seu conteúdo líquido sair. Outro tipo de pilha é a de lítio, com um formato diferente (tipo botão), e essencialmente utilizada nos jogos eletrónicos, máquinas fotográficas, relógios e calculadoras, etc... Os riscos Praticamente toda a gente utiliza aparelhos a pilhas e troca de pilhas com relativa frequência. Contudo, não é pequeno o número de crianças que sofrem acidentes devido a estes pequenos objectos de uso comum. O estudo dos diferentes casos de acidentes com pilhas eléctricas revela essencialmente cinco grandes tipos: • fugas dos líquidos eletrólitos, tendo como consequência queimaduras na pele e mucosas (por vezes nos olhos); • intoxicação após ingestão, especialmente por crianças pequenas; • explosão da pilha, com as consequências imediatas de queimaduras e lesões oculares; • ingestão das pilhas em forma de botão, com perfuração química do aparelho digestivo ou bloqueio do tubo digestivo (ou respiratório se a pilha for aspirada); • introdução no nariz e no canal auditivo. Como é que isto pode acontecer? As principais causas de fuga dos eletrólitos podem ser: - o facto de as pilhas estarem velhas e no final da sua «vida»; - pilhas deixadas muito tempo num aparelho, sem utilização (especialmente aparelhos que só se usam em determinada estação do ano e depois ficam meses sem qualquer uso, em casas fechadas, etc); - mistura de vários tipos de pilhas (salinas, alcalinas) no mesmo aparelho; - mistura de pilhas novas com pilhas usadas; - pilhas submetidas a aquecimento forte (perto de um radiador, deixadas no automóvel no Verão, etc). As causas principais de explosão ou de ruptura podem ser: - aquecimento da pilha (por exemplo, pôr no forno julgando que se vai regenerar); - pilha largada no fogo; - ligação direta de uma pilha a uma tomada elétrica de 220 volts; - inversão do sentido de uma pilha numa série de pilhas este tipo de acidente tem vindo a aumentar porque cada vez há mais crianças a manusear e colocar as pilhas nos seus rádios, walkman e jogos eletrónicos; - utilização de um aparelho de recarga com pilhas que não são recarregáveis e, às vezes, a cor e o aspecto podem induzir em erro se não houver o cuidado de ler que tipo de pilha é. Ler Mais...

E em caso de eletrocussão?

Mesmo com todas as medidas preventivas assinaladas podem ocorrer casos de eletrocussão e é fundamental saber como proceder (se houver várias pessoas em casa, cada uma deverá fazer uma coisa): - é importantíssimo NINGUÉM se precipitar para cima do acidentado pois se a eletricidade ainda está a passar o adulto pode ficar também ele eletrocutado; - cortar a corrente no disjuntor ou afastar a criança da tomada ou do fio TOCAN-DO-LHE APENAS com um objeto não condutor de electricidade (madeira, plástico) para não ser electrocutado também; - começar a reanimar a criança respiração boca-a-boca e massagem cardíaca (vale a pena relembrar aos pais que para cada cinco massagens cardíacas no tórax deverão fazer uma respiração boca-nariz nas crianças pequenas ou boca-a-boca nas maiores). - chamar o 112; - de salientar que as queimaduras por eletricidade são muitas vezes profundas e o aspecto superficial pode parecer menos grave do que realmente é. Ler Mais...

Importância dos dentes de leite

É muito importante que os dentes de leite permaneçam na boca até chegar a altura de caírem naturalmente. Os dentes de leite são importantes porque ajudam: • Na manutenção de uma boa nutrição, ao permitirem uma boa mastigação; • No desenvolvimento correto da tala e da linguagem; • Na erupção dos dentes permanentes pois «guardam» o espaço necessário para estes erupcionarem corretamente; • A ter um sorriso bonito que dá à criança uma maior aceitação social, melhorando a sua autoestima e autoimagem. Frequentemente subestimam-se as cáries nos dentes de leite e os pais acham que, como o dente vai «cair» não vale a pena tratá-lo, mas tudo depende da idade da criança e do dente afetado. Todavia, por exemplo, os molares de leite vão permanecer na boca até cerca dos 11-12 anos, mesmo que a mudança de dentes se inicie aos 5-6 anos. Assim, se estes dentes apresentarem uma cárie, não é lógico que esta não seja tratada porque o dente ainda vai estar na boca cerca de mais 7 a 8 anos. Ler Mais...

Corpos estranhos

Levar tudo à boca é uma «mania», até aos 3 anos, e por vezes até mais tarde. Ao sentir o objeto na boca, especialmente se for arredondado e deslizante, a tendência é para engolir, mas dado não se tratar de um alimento, pode causar engasgamento e ir para a árvore respiratória. Alguns objetos, como as pilhas elétricas tipo «botão», podem causar graves problemas gástricos. A sua semelhança com pastilhas agrava a tendência para as meter na boca. Os brinquedos também podem ser uma fonte comum de sufocação: balões (que desinsuflam e aumentam o movimento de fora para dentro da boca), moedas ou partes de brinquedos menores do que uma moeda de 2€. Do mesmo modo, alimentos que sejam pequenos, arredondados (amendoins, pistachos, avelãs, frutos secos para aperitivos, uvas. cenouras cruas, passas, pastilhas elásticas ou outras, bocados de carne, pipocas, presunto, etc.) têm uma enorme probabilidade de resvalar para a parte posterior da boca, provocando um movimento involuntário (próprio da imaturidade da criança) de inspiração, fazendo com que o corpo estranho vá para a árvore respiratória. Do mesmo modo, há que ter em atenção o tamanho dos pedaços de alimentos que se cortam, à refeição. Outras vezes, o corpo estranho é deglutido ou introduzido no nariz ou nos ouvidos, pela tendência que a criança tem, antes dos 3-4 anos, de experimentar o seu próprio corpo (feijões, moedas, missangas, anéis, brincos, clips, pregos e parafusos, etc.). Ler Mais...

Doença da boca-mão-pé

A doença boca-mão-pé ocorre sobretudo cerca dos 4-5 anos, e pode ser causada por uma grande variedade de vírus, mais frequentemente um que se chama coxsackie. A doença não costuma ser grave e as crianças recuperam numa semana. Os sintomas começam por febre ligeira, perda de apetite e mal-estar geral. Segue-se o aparecimento de aftas dolorosas na boca, sobretudo na parte interior das bochechas e gengivas, e manchas nas palmas das mãos e plantas dos pés, que depois evoluem para nódulos e bolhas. A doença é contagiosa através das secreções nasais, saliva e líquido das bolhas, durante pelo menos uma semana depois do início da doença. Perante estes sintomas a criança deverá ser observada pelo médico-assistente. O risco maior consiste na desidratação provocada pela não ingestão de líquidos em quantidade suficiente, atendendo à dificuldade em engolir e à falta de apetite. A alimentação deve ser baseada em líquidos e pastosos, frios e de sabor neutro (gelados, por exemplo). Não há tratamento específico, mas é preciso dar todos os medicamentos necessários para o conforto da criança, e os pais não se devem surpreender se ela emagrecer – passada a doença, o apetite virá, e em força. É conveniente evitar o contacto com mulheres grávidas. Ler Mais...

Sapinhos

Os «sapinhos» são uma infeção por fungos, designados por Cândida albicans. Embora sejam mais comuns em bebés, nos 3 primeiros meses de vida, podem aparecer sempre que o ambiente da boca fica mais propício à infeção, por diminuição da produção de saliva, chupetas há muito tempo não esterilizadas, etc. A boca parece polvilhada de branco, sobretudo na parte de dentro das bochechas, como se estivesse coberta por «açúcar pile». Como a infeção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada, de um tom intenso. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica na região genital, se estiver vermelho. A candidíase oral não tem qualquer perigo, mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...
Pilha estourada na boca | Para Pais.