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Dores no peito

É frequente as crianças referirem dor no peito, sobretudo depois dos 3 anos de idade. Os pais ficam aflitos, porque a dor no peito, para os adultos, é um sinal de ataque cardíaco. Não se passa o mesmo com as crianças. Neste grupo etário, as queixas de dor no peito podem corresponder a:
  • asma;
  • pneumonia;
  • traumatismo;
  • ingestão de corpo estranho;
  • costocondrite - inflamação das costelas e das cartilagens intercostais, subsequente, por exemplo, a um ataque de tosse ou traumatismo, mesmo pequeno;
  • infeções virais;
  • dor muscular depois de esforço;
  • psicossomática;
  • imitação, para chamar a atenção, de algum adulto que se queixa do mesmo.
Se a dor se acompanhar de mau estado geral, palidez, sudação, falta de ar, febre alta, historia de inalação ou ingestão de corpo estranho, ou qualquer outro sintoma de gravidade, é melhor levar a criança a uma observação de urgência. Ler Mais...

Hidrocelo

O hidrocelo é a acumulação de líquido à volta dos testículos, nas bolsas escrotais. Muitas crianças nascem com um certo grau de hidrocelo, que depois vai-se absorvendo. Noutras o hidrocelo mantém-se ou aumenta, e noutras ainda, tem períodos de intensidade muito variável. Chega por vezes a parecer pedra. O hidrocelo não provoca dor, mas pode ser desconfortável e causar receio na criança. Se o escroto estiver muito encarnado, quente e inchado, com dor violenta, pode ter havido uma torção do cordão espermático, que segura o testículo, e é uma emergência médica. Alguns hidrocelos estão associados a hérnia inguinal. Se a tendência é não passar ou agravar-se, a criança deverá ser examinada por um cirurgião pediatra. Quando tudo se resolver, também é bom ver se não ficou alguma hérnia residual - a ecografia pode permitir esse diagnóstico. Ler Mais...

E os chamados «sapinhos»?

Muitas bebés, especialmente nos primeiros meses de vida, têm «sapinhos», ou seja, uma infecção por fungos. Como os bebés produzem pouca saliva nos primeiros dois a três meses de vida, o ambiente da boca fica mais propício à infecção por este fungo, muitas vezes também na sequência de uma tetina ou chupeta mal esterilizada. Como a infecção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica no períneo do bebé, se estiver vermelho. Se está a ser amamentado ao peito, convém a mãe lavar bem o peito e aplicar ela própria uma pomada após a mamada, pois o peito poderá ser um dos reservatórios dos fungos. A candidíase oral não tem qualquer perigo mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Carência de ferro

A carência de ferro é, nos países afluentes, o desvio nutricional mais comum na primeira infância. A carência de ferro pode ocorrer sem outras carências alimentares associadas. A anemia ferropénica não é a manifestação mais precoce da carência de ferro. Antes de atingir esta fase, a criança passa por duas etapas: uma de esgotamento dos depósitos e outra de diminuição do ferro circulante. A carência de ferro é mais comum nas crianças de classes socioeconómicas desfavorecidas ou pertencentes a minorias étnicas ou religiosas, grupos estes em que são mais frequentes os erros ou deficiências alimentares, que são as causas principais. O pico de incidência é durante o período compreendido entre os 9 e os 24 meses. Ler Mais...

Como é que se apanha gripe?

A gripe passa de pessoa para pessoa, e um doente é infecioso desde um dia antes de ter sintomas até cinco dias depois, ou seja, uma pessoa pode transmitir a gripe antes mesmo de saber que está doente. Claro está que, no pico dos sintomas, cada espirro ou tosse projeta muito mais vírus e a possibilidade de contágio é maior. Acresce que, como a época da gripe é a do frio, as pessoas vivem mais em ambientes fechados (casa, infantários, escritórios, transportes, empregos, fábricas...) com maior proximidade e possibilidade de transmissão. Ler Mais...

A minha parteira diz que o nosso bebé fica consolado se chuchar. Estou relutante em dar-lhe uma chupeta. Devo fazê-lo?

Se um bebé agarrou bem no peito e tem sugado e engolido bem durante mamadas longas e depois continua ao peito a dar pequenas chupadelas sem engolir, é porque está a consolado a chuchar. Muitos bebés gostam de chuchar, não só os que são amamentados. Se o seu bebé adormecer, poderá tirá-lo do peito com cuidado ou, se você estiver confortável, deixe-o ficar. O seu bebé pode gostar de chuchar por várias razões. Pode estar a estimular o seio para aumentar a sua produção de leite, pode estar a aglomerar uma mamada e está a passar pelo sono antes da mamada seguinte, ou pode querer estar aconchegado junto a si. Julga-se que o chuchar regulariza os batimentos cardíacos do bebé, relaxa o estômago e ajuda-o a acalmar. Dar-lhe uma chupeta é uma escolha sua. Alguns pais julgam que é a melhor forma de pôr um bebé a dormir, de dia ou de noite; outros pensam que só deverá ser usada à noite, e alguns pensam que não deverá ser usada nunca. A Foundation for Sudden Infant Death (FSD) sugeriu em 2007 que a utilização da chupeta pode reduzir o risco de morte súbita, mas que os bebés amamentados não deveriam usar uma antes de terem mais de um mês e o amamentar estar regularizado. Este conselho baseia-se em estudos que sugerem uma menor incidência de morte súbita em bebés que usam chupeta. Ler Mais...
Pico de peito de crianca inchado | Para Pais.