Resultados para: "petequias numa orelha"

Você está a ver bebé , gravidez e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa petequias numa orelha. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Sinais e sintomas

  • febre (de início súbito, em «picos»»);
  • arrepios;
  • aspeto tóxico (ar gravemente doente);
  • alterações do estado mental;
  • irritabilidade;
  • letargia;
  • ansiedade e agitação;
  • má resposta a estímulos;
  • coma;
  • choque;
  • pele fria;
  • palidez;
  • cianose;
  • sinais na pele (hemorragias) – petéquias («picadas de alfinete»), equimoses («nódoas negras), gangrena (por falta de oxigenação).
O exame aponta para o diagnóstico embora, muitas vezes, a ausência das lesões da pele possa atrasar o diagnóstico. Por vezes há sinais e sintomas das doenças associadas (meningite, epiglotite, pneumonia, celulite, artrite ou outros). Os testes que se efetuam incluem a hemocultura, a punção lombar, a análise das lesões da pele, análises ao sangue (designadamente para ver como está a coagulação a funcionar), etc. Uma septicemia exige imediato internamento hospitalar, numa unidade de cuidados intensivos ou de infeciologia especializada. O choque séptico tem uma mortalidade muito elevada (superior a 50%), estando muito dependente da precocidade do início do tratamento e da sua adequação. Ler Mais...

Os ouvidos

Quando se fala de ouvidos, falamos da orelha e canal auditivo externo. Os ouvidos têm sistemas de limpeza e os pequenos pelos que agarram os elementos indesejáveis que entram com o ar, e a cera que não é sinal de sujidade, mas de que o canal auditivo externo está a funcionar, para que com ela saiam as substâncias indesejáveis, como os micróbios e a poluição. Por esta razão, não se deve limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servirá para empurrar as secreções para locais mais fundos do canal auditivo, fazendo com que fiquem uma argamassa mais dura, um autêntico rolhão que pode prejudicar a audição. E, também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e a criança coçar, aumentando a ferida, e abrindo portas à invasão das bactérias. A água que possa ter entrado durante o banho também sairá. Quanto muito, poder-se-á limpar a parte de fora do ouvido com muito cuidado, para que não se façam abrasões ou feridas. Os cotonetes com proteção redonda maior devem ser as preferidas para limpar a orelha. E não se incomodem se o vosso filho deitar cheiro das orelhas - cheiro a cera - não é sinal de «porcaria», embora não seja um cheiro agradável. Se sair um líquido viscoso, tipo «cola de contacto», com cheiro fétido, poderá estar com uma otite que rompeu e com a respetiva saída de pus - nesse caso deverão contactar o médico-assistente. Ler Mais...

A higiene dos olhos

É fácil um bebé desenvolver uma conjuntivite, dado que o canal lacrimal, que fica no canto nasal do olho e drena as lágrimas e as secreções até ao nariz, é pequeno e entope com frequência. A limpeza dos olhos deve ser feita com soro fisiológico, numa compressa (uma para cada olho) e no sentido nariz-orelha. Embora em muitas maternidades se aconselhe o contrário, os pais verão que não faz sentido estar a «pegar» nas secreções na ponta externa do olhos e empurrá-las, compactando-as, para o sítio onde, precisamente, não deve haver «engarrafamentos*. Talvez por isso tantos bebés tenham conjuntivite. Por outro lado, há bebés que nascem com um aperto fisiológico do canal Lacrimal (dacriostenose) e que, por causa disso, têm conjuntivites frequentes. Se estas forem constantes ou se não melhorarem até cerca dos 9 meses, provavelmente terão que levar o bebé a um oftalmologista, para fazer a dilatação do canal. Ler Mais...

Septicemia

A septicemia é uma doença muito muito grave, rapidamente progressiva e potencialmente fatal, que pode surgir no decurso de uma infeção inicialmente localizada, por exemplo a partir do aparelho respiratório, genito-urinário, gastrointestinal ou a partir da pele. Pode preceder ou coincidir com infeções ósseas (osteomielite), do sistema nervoso central (meningite) ou outros tecidos. A septicemia pode levar rapidamente ao choque séptico, com colapso circulatório e consumo dos fatores de coagulação, hemorragias de diversa índole e, finalmente, à morte. O início da septicemia é caracterizado por arrepios e febres altas, em «pico», respiração acelerada e batimentos cardíacos rápidos. A pessoa afetada tem um aspeto de estar «gravemente doente», tóxico, com muito mau estado geral. Estes sintomas progridem muito rapidamente para choque séptico, com diminuição da temperatura do corpo, queda da tensão arterial, estado mental de confusão e problemas graves na coagulação, aparecendo na pele petéquias (como picadas de alfinete) e equimoses («nódoas negras»). O tratamento adequado das infeções localizadas pode evitar as septicemias. As vacinas, como as que existem contra o Haemophilus influenzae, o pneumococo ou o meningococo C, reduzem a incidência destas doenças e, portanto, a possibilidade de septicemia. Por outro lado, quando existe um caso detetado, numa escola, infantário ou local de trabalho, a profilaxia feita aos contactos permite reduzir o risco. Ler Mais...

Cera no ouvido

A cera produzida no canal auditivo externo é um mecanismo de limpeza, ao contrário do que algumas pessoas pensam. A função do cerúmen é captar as partículas que entram no canal (pelo ar ou água do banho, por exemplo) e evitar que progridam, podendo eventualmente lesar o tímpano. A cera produz-se, seca, e sai pela orelha, levando consigo os agentes indesejados. Por vezes a cera acumula-se (por exemplo, porque os pais insistem em limpar com cotonetes, empurrando-a e compactando-a). No caso de se formarem rolhões de cerúmen, a audição pode ficar comprometida, porque o rolhão, se bloquear completamente o canal, funciona como um tampão. Em excesso, a cera também pode provocar dor, por distensão do canal auditivo, mas há que ter o cuidado de pensar nesta situação antes de avançar com tratamentos de «otite». A dor do rolhão de cerúmen não acorda a criança de noite. Por vezes os pais notam a saída de um líquido pelo ouvido - pode ser uma otite supurada, mas se for amarelado ou acastanhado, sem o caracter de «cola de contacto», é mais provável que seja cera. A observação pelo médico dirá. Como referi no capítulo da «Higiene», não se deve limpar o canal auditivo externo. Se a criança tiver um rolhão de cera grande poderá, a partir dos 3 anos, fazer uma lavagem dos ouvidos, que não magoa, depois de certificar que não se trata de uma otite. Ler Mais...

Limpar os ouvidos

A cera que o canal auditivo externo produz é um excelente mecanismo de defesa, para que com eia saiam as substâncias indesejáveis, designadamente os micróbios, a poluição, etc. Ter cera não ó sinónimo de falta de higiene. Assim, não se devem limpar os ouvidos com cotonetes ou similares, porque só servira para empurrar as secreções para locais mais tundos do canal auditivo, fazendo com que ela fique uma argamassa mais dura, um autentico rolhão que pode prejudicar a audição. E, também, para fazer pequenas feridas que podem causar comichão e o bebé coçar, aumentando a tenda, e abrindo portas à invasão das bactérias. Existem agora cotonetes com uma proteção mais redonda, e a utilizar algum cotonete deverá ser deste tipo. A água que possa ter entrado durante o banho também sairá. Quanto muito, poder-se-á limpar a parte de fora do ouvido (a orelha, ou pavilhão auditivo), mas nada mais. E com muito cuidado, para que não se façam abrasões ou feridas. E não se incomodem se o vosso bebé deitar cheiro das orelhas cheiro a cera como referi, não é sinal de «porcaria». Claro está que se o bebé deitar um líquido viscoso, tipo «cola de contacto», com cheiro fétido, poderá estar com uma otite que rompeu e com a respetiva saída de pus - nesse caso deverão contactar o médico assistente. Ler Mais...
Petequias numa orelha | Para Pais.