Resultados para: "petequias em criancas"

Você está a ver gravidez , criança e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa petequias em criancas. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, parto normal video de frente.

Sintomas e sinais

Os sintomas e sinais da doença dependem da idade da criança e também do agente causador. Na criança com mais de ano e meio, a doença começa de forma brusca, com febre, vómitos, dores de cabeça, aversão à luz e grande prostração. A primeira manifestação pode, por exemplo, ser uma convulsão ou perda de consciência. Na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, entre os quais a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais jovens há febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração, palidez e frequentemente convulsões. O achado médico mais significativo é a chamada hipertensão da fontanela, ou seja, a «moleirinha» está abaulada e proeminente. Em algumas meningites, especialmente as provocadas pelo meningococo, podem aparecer lesões da pele - hemorragias (tipo picada de alfinete, que são chamadas «petéquias», ou maiores, tipo nódoa negra, que se designam por «equimoses»), queixas gastrointestinais ou outras. Ler Mais...

Sinais e sintomas

  • febre (de início súbito, em «picos»»);
  • arrepios;
  • aspeto tóxico (ar gravemente doente);
  • alterações do estado mental;
  • irritabilidade;
  • letargia;
  • ansiedade e agitação;
  • má resposta a estímulos;
  • coma;
  • choque;
  • pele fria;
  • palidez;
  • cianose;
  • sinais na pele (hemorragias) – petéquias («picadas de alfinete»), equimoses («nódoas negras), gangrena (por falta de oxigenação).
O exame aponta para o diagnóstico embora, muitas vezes, a ausência das lesões da pele possa atrasar o diagnóstico. Por vezes há sinais e sintomas das doenças associadas (meningite, epiglotite, pneumonia, celulite, artrite ou outros). Os testes que se efetuam incluem a hemocultura, a punção lombar, a análise das lesões da pele, análises ao sangue (designadamente para ver como está a coagulação a funcionar), etc. Uma septicemia exige imediato internamento hospitalar, numa unidade de cuidados intensivos ou de infeciologia especializada. O choque séptico tem uma mortalidade muito elevada (superior a 50%), estando muito dependente da precocidade do início do tratamento e da sua adequação. Ler Mais...

Septicemia

A septicemia é uma doença muito muito grave, rapidamente progressiva e potencialmente fatal, que pode surgir no decurso de uma infeção inicialmente localizada, por exemplo a partir do aparelho respiratório, genito-urinário, gastrointestinal ou a partir da pele. Pode preceder ou coincidir com infeções ósseas (osteomielite), do sistema nervoso central (meningite) ou outros tecidos. A septicemia pode levar rapidamente ao choque séptico, com colapso circulatório e consumo dos fatores de coagulação, hemorragias de diversa índole e, finalmente, à morte. O início da septicemia é caracterizado por arrepios e febres altas, em «pico», respiração acelerada e batimentos cardíacos rápidos. A pessoa afetada tem um aspeto de estar «gravemente doente», tóxico, com muito mau estado geral. Estes sintomas progridem muito rapidamente para choque séptico, com diminuição da temperatura do corpo, queda da tensão arterial, estado mental de confusão e problemas graves na coagulação, aparecendo na pele petéquias (como picadas de alfinete) e equimoses («nódoas negras»). O tratamento adequado das infeções localizadas pode evitar as septicemias. As vacinas, como as que existem contra o Haemophilus influenzae, o pneumococo ou o meningococo C, reduzem a incidência destas doenças e, portanto, a possibilidade de septicemia. Por outro lado, quando existe um caso detetado, numa escola, infantário ou local de trabalho, a profilaxia feita aos contactos permite reduzir o risco. Ler Mais...

Quais são os sintomas?

A meningite é uma inflamação das meninges, na prática uma infecção das membranas meníngeas que revestem e protegem o nosso cérebro bem como do espaço que fica entre elas e que inclui o líquido céfalo-raquidiano, que as lubrifica. De uma maneira geral, as meninges infetam-se através do sangue os micróbios saem de um ponto de infecção inicial (o nariz, a garganta, as vias respiratórias, ou até os intestinos) e penetram no espaço meníngeo. No entanto, em casos mais raros a infecção acontece diretamente a partir de um foco infeccioso que fica próximo, seja uma otite não tratada, uma infecção do globo ocular ou quando um traumatismo craniano abre uma porta de entrada. Os sintomas da doença relacionam-se com a idade da criança e com o agente causador; de qualquer forma a sua interpretação nem sempre é fácil. São sinais incaracterísticos o que facilmente nos despista, baralha e confunde. Por exemplo, uma febre de 40° graus acompanhada de vómito pode levantar suspeitas, mas também é normal em algumas crianças vomitarem quando a temperatura fica muito alta. Os sintomas e sinais de meningite são conhecidos da população em geral febre, vómitos, prostração e rigidez dos músculos da nuca -, no entanto nenhum deles é exclusivo da meningite e, especialmente no bebé pequeno, podem estar ausentes, ou substituídos por sintomas e sinais ainda mais inespecíficos. Nas crianças mais velhas e nos adultos, a doença aparece de uma forma brusca com febre alta, vómitos, aversão à luz e grande prostração. Uma convulsão ou perda da consciência podem ser as primeiras manifestações de que algo se passa. Depois, na observação médica ressaltam os chamados sinais meníngeos, como a rigidez dos músculos da nuca quando se flete a cabeça. Nas crianças mais pequeninas, principalmente no primeiro ano de vida, esses sintomas incluem a febre, gemido, vómitos, irritabilidade ou prostração. A criança fica pálida e com frequência faz convulsões. Nestes casos o achado médico é a hipertensão da fontanela (a moleirinha), que fica abaulada e proeminente. Nos bebés recém-nascidos os sintomas são muito in característicos recusa o peito da mãe ou o biberão, geme, grita (que não é o mesmo que um choro forte), fica prostrado. Estes sintomas e sinais são indicadores de que a criança está muito doente. E o melhor é mesmo não perder tempo e recorrer ao serviço de urgência. É claro que com um bebé tão pequenino doente, os pais ficam por vezes num tal estado de ansiedade que não lhes permite discernir com clareza. Por exemplo, não é por a criança vomitar uma vez e que apenas isso, um vómito, que os pais devem ir a correr ao hospital, muito menos se ela parece estar bem. O mesmo se passa quando se fala em recusa alimentar, não é por deixar ficar metade do biberão que está doente. De qualquer forma, em caso de dúvida, é aconselhável uma ida imediata à urgência. Falta dizer ainda que em algumas meningites, nomeadamente naquelas em que o agente é o meningococo, podem surgir lesões na pele, umas hemorragias tipo picada de alfinete designadas por petéquias ou maiores, idênticas a uma nódoa negra, chamadas equimoses. Podem ainda surgir queixas gastrointestinais ou articulares. Os sintomas de meningite são semelhantes, mesmo com micróbios causadores diferentes, embora a gravidade e a evolução variem conforme o micróbio que lhe deu origem: - febre - sonolência ou confusão - dores de cabeça intensas - rigidez da nuca (excepto nos bebés com menos de ano e meio de idade) - aversão à luz - náuseas e vómitos Em geral, nos bebés com menos de ano e meio de idade, os sintomas são mais inespecíficos e podem não se perceber tão bem. Entre eles estão: - febre - agitação ou irritabilidade, especialmente quando se pega no bebé - dificuldade em acordar - dificuldade em se alimentar recusa de mamar - vómitos - prostração - gemido ou grito (tem uma alta tonalidade e distingue-se do choro forte) Nestes bebés pequenos pode não haver rigidez da nuca, mas a fontanela (moleirinha) está abaulada, para cima, e tensa. Ler Mais...

Crianças altas

As atenções centram-se geralmente mais nas crianças baixas do que nas crianças altas, que são as que têm uma estatura superior ao percentil 95 para a idade e sexo. As crianças altas não têm geralmente doença orgânica, embora em alguns casos raros a alta estatura possa ser um dos sinais precoces de doença (algumas doenças genéticas, gigantismo, puberdade precoce, etc)... Ao crescerem, as crianças de grande estatura podem ter problemas psicológicos derivados do facto de serem muito mais altas do que as da mesma idade, na escola ou no liceu, e principalmente as do sexo feminino. Por outro lado, podem sofrer de problemas ortopédicos, principalmente na adolescência, quando crescem muito subitamente, sem o intervalo de tempo necessário para se adaptarem às novas dimensões do corpo. Ler Mais...

As Comissões de Proteção de crianças de jovens em Perigo

em;">O modelo de proteção de crianças de jovens em perigo, em vigor desde Janeiro de 2001, apela à participação ativa da comunidade, numa nova relação de parceria com o Estado, concretizada nas Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), capaz de estimular as energias locais potenciadoras de estabelecimento de redes de desenvolvimento social. Ler Mais...
Petequias em criancas | Para Pais.