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Unha encravada

As unhas encravadas são um acontecimento comum nas crianças, sobretudo quando as unhas são cortadas muito rentes (especialmente as dos pés) ou as crianças as roem. Quando se cortam as unhas dos pés elas retrocedem, podendo depois, ao crescerem, entrar pela pele, inflamando-a e causando um panarício. Mesmo sem infeção, a unha encravada do pé dói, sobretudo ao andar. É importante que as unhas sejam cortadas em linha reta, limando depois os cantos e os bordos. O médico avaliará a situação e receitará uma pomada, com ou sem antibiótico. Ler Mais...

Como ensinar o seu filho a lavar as mãos. Como incutir o hábito.

A lavagem das mãos é um comportamento aprendido. Para ser eletiva, uma conecta lavagem das mãos deve ser ensinada, com tempo e calma, tal como a escovagem dos dentes ou qualquer outro comportamento que necessite de aprendizagem de regras, passos, rigor e exercitação. É bom que, paralelamente a uma aprendizagem das regras de lavagem, por forma a que sejam instintivas, se faça também ver às crianças que não se trata de um «frete- a fazer aos pais, ou um bilhete para poder ir para a mesa, mas sim uma rotina diária que deverá perdurar ao longo da sua vida. Os padrões de comportamento de lavagem das mãos começam a ser interiorizados com a educação para a utilização da sanita e consolidam-se por volta dos 9-10 anos. O comportamento ritualizado de reação à sensação de repugnância gerada pela sujidade das mãos é interpretado como um mecanismo de auto- defesa contra a infeção. É. contudo, subjetivo e insuficiente para a manutenção de níveis ótimos de proteção contra os agentes microbianos. Desta forma, o comportamento de higiene das mãos revela-se em dois tipos: o inerente (em reação à sensação de sujidade) e o eletivo (não associado à sensação de sujidade). Este último, que pode ser exemplificado com a lavagem das mãos após o contacto com uma pessoa doente, encontra-se menos enraizado na população. Inicialmente, a aprendizagem deve ser feita pelos pais ou encarregados de educação. Numa fase posterior intervêm também os infantários e jardins-de-infância, os educadores e os colegas. Nos infantários, existe, por norma, um regulamento interno que orienta a atuação dos educadores e que prevê o ensino da rotina diária da criança, com a abordagem de vários temas da higiene básica, nomeadamente a higiene das mãos. Até aos 2 anos de idade ou enquanto a criança não for autónoma, a lavagem das mãos nos momentos apropriados está dependente dos educadores. Estes recebem formações educativas periódicas em diversas áreas, como técnica de lavagem das mãos e situações nas quais esta é desejável. As crianças mais velhas, com autonomia, recebem reforço diário sobre as situações em devem lavar mãos (antes e após as refeições, após a utilização da casa de banho e antes de entrarem na sala após os intervalos), mas executam o ato sozinhas, sendo controladas apenas em algumas situações. Ler Mais...

Quero alimentar o meu bebé a pedido. A minha mãe diz que estou a tornar as coisas mais difíceis. Ela tem razão?

Alimentar a pedido é a forma recomendada de alimentar o seu bebé. Este método de alimentação significa simplesmente que você alimentará o seu bebé sempre que ele der sinal de que está com fome e quer alimento – em geral procurando o peito, chorando ou chuchando nas mãos, em vez de o fazer de acordo com um horário imposto por si. Com o tempo, os pais começam a reconhecer os sinais mais rapidamente e a saber quando o bebé quer comer. Nas primeiras semanas de amamentação, você poderá sentir que o seu bebé está sempre a mamar. Contudo, lembre-se de que os recém-nascidos têm estômagos pequeninos - cerca do tamanho do seu punho - e assim só conseguem aguentar uma certa quantidade de alimento. O leite materno digerido com facilidade enche rapidamente o estômago de um bebé e é absorvido com facilidade, e assim ele precisará de voltar a comer pouco tempo depois. Durante as primeiras seis semanas, a amamentação é regularizada e é importante alimentar completamente a pedido durante esse tempo Isso significa que o seu bebé regularizará a quantidade de leite que você produz mamando mais para produzir mais. Quando ele tiver informado o seu corpo da quantidade de leite de que necessita, dormirá melhor entre as mamadas e só pedirá mais quando precisar de mais. Se o seu bebé parecer ter fome pouco depois de ter mamado - por exemplo, pode estar irrequieto, a chuchar no punho ou à procura do peito - volte a dar-lhe de mamar e isso irá aumentar o seu fornecimento. Também não se esqueça de que há alguns dias em que os bebés estão mais esfomeados. É também importante assegurar-se de que o bebé esvazia cada seio, pois o leite do final da mamada contém mais gordura e nutrientes e, assim, os bebés sentem-se cheios e satisfeitos durante mais tempo. Se o alimentar a pedido, também começará a dormir mais à noite. Dessa forma, você não necessitará de um programa de alimentação; pode dar ao seu bebé o que ele pedir e continuar a fazer isso até ele iniciar o desmame. Ler Mais...

Mononucleose

A mononucleose infeciosa é uma doença causada por um vírus, chamado «vírus de Epstein-Barr», segundo o nome dos investigadores que o descobriram. Trata-se de uma doença transmissível, mas está longe de ser muito infeciosa, ou seja, ao contrário da gripe ou das constipações vulgares, é necessário um contacto relativamente íntimo para passar de uma pessoa para a outra. É por isso que durante muito tempo foi chamada «doença do beijo», por se pensar que só um contacto tão íntimo poderia estar na base do contágio. Hoje já se sabe que o vírus pode passar de uma pessoa para a outra através da respiração. É uma doença relativamente comum, embora muitas crianças a tenham sem se dar por isso. A mononucleose infeciosa começa por uma vulgar dor de garganta (faringo-amigdalite), havendo geralmente uma tumefação marcada dos gânglios do pescoço. Aparecem também febre e quebra do estado geral, com falta de apetite, cansaço, fadiga e dores de cabeça. Ao contrário das anginas vulgares, os sintomas não melhoram ao fim de alguns dias e os gânglios podem manter-se aumentados de volume durante algumas semanas, o que geralmente gera alguma ansiedade. Por vezes podem aparecer manchas na pele, do género das da rubéola (exantema), que aumentam com o uso de determinados antibióticos. A mononucleose, ao contrário das anginas vulgares, acompanha-se de aumento do volume do baço, um elemento de diagnóstico muito importante. Em algumas crianças pode aparecer inchaço das pálpebras. Sempre que surgem estes sintomas e sinais é aconselhável a criança ser observada por um médico. No entanto, e mesmo que o grau de suspeita seja grande, o diagnóstico necessita geralmente de confirmação laboratorial. Por este motivo é necessário fazer análises ao sangue, até para diferencias das situações malignas. Não há qualquer terapêutica específica. O tratamento é sintomático, ou seja, usam-se apenas medicamentos para a febre, dores de cabeça e pouco mais; repouso, não fazer esforços violentos e comer só o que apetecer. Os antibióticos não estão indicados porque, por um lado, não são eficazes contra os vírus; por outro, alguns - nomeadamente a amoxicilina -, podem causar ou agravar o exantema. O tempo de duração é muito variável. Por vezes os sintomas são tão ligeiros e a evolução tão rápida que nem se dá pela doença. Noutros casos, no entanto, os sintomas podem ser muito intensos e prolongarem-se por algumas semanas. Daí suspeitar-se, nesses casos, de outras doenças, como a infeção por HIV ou leucemias. Na fase aguda a criança sente-se geralmente tão mal que é ela própria que procura repouso. Depois, à medida que a situação melhora já pode aumentar a sua atividade, embora se deva ter um certo cuidado para não exagerar (sabemos como são as crianças, se tiverem outras a puxar por elas). A prática de atividades desportivas não é recomendável nas primeiras semanas. O cansaço com a prática de atividades desportivas pode durar, em alguns casos, algumas semanas. A frequência do infantário ou jardim-de-infância deve ser retomada apenas depois de a criança estar completamente bem e ter feito uma boa convalescença. O aparecimento de gânglios, aumento do baço, febre e quebra do estado geral pode levar a suspeitar de doenças malignas – como as leucemias, linfomas ou infeção HIV. O exame clínico faz geralmente a distinção, mas o que finalmente sossega os pais (e muitas vezes o próprio médico) é o resultado das análises de sangue. Fique no entanto claro que a mononucleose não evolui para leucemia. Ler Mais...

Dores nas costas

Embora seja um sintoma extremamente comum na idade infantil, é raro uma criança ter dores nas costas tão intensas ou prolongadas que justifiquem uma ida ao médico. A maior parte delas é ligeira, mais um incómodo do que uma verdadeira dor, e passa com repouso e analgésicos correntes. Os desportos e o exercício físico que requerem movimentos de torsão, hiperextensão e inclinação, como a ginástica, andar de bicicleta ou a simples brincadeira num parque infantil, por exemplo, podem estar associados a dores nas costas. Mesmo nos casos em que é necessária a surta médica, na maioria é possível identificar a causa das dores, e os casos graves assustam os pais são, felizmente, uma fração muito diminuta. As dores nas costas de origem oncológica, por exemplo, que nos adultos têm alguma expressão, são nas crianças desta idade francamente raras. Se as dores estão a perturbar o bem-estar da criança ou se não passam e limitam a atividade normal mais do que meia dúzia de dias, então é conveniente consultar o médico-assistente. Neste caso, os pais deverão tentar recordar-se se:
  • houve algum traumatismo ou esforço;
  • a dor é mais intensa quando anda ou quando está parado;
  • está associada a algum movimento;
  • é localizada ou mais generalizada;
  • a criança a refere espontaneamente;
  • é obrigada a interromper atividades de que gosta (uma boa maneira de diferenciar se está a fazer um bocadinho de «fita» ou não).
A intensidade da dor com a posição de deitado também é um fator importante. Em suma, todos os dados que colherem, seja nesta ou noutra qualquer situação, facilitam em muito a consulta e o diagnóstico - não se esqueçam de que quem observa o vosso filho mais tempo e em condições naturais são os pais. O médico, por melhor que seja, está limitado no tempo e nas condições de observação. É essencial determinar quando é que as queixas começaram, e relacionar com datas, aniversários e outras ocorrências pode ajudar a lembrar quando é que elas tiveram início. Quando ocorre um traumatismo, por exemplo uma queda ou um esforço num qualquer exercício, a dor pode não aparecer logo e o episódio ser esquecido. Tentem recordar-se dele, com a ajuda do vosso filho, se ele já tiver possibilidade de colaborar. Ler Mais...
Perinio inflama nas mucheres | Para Pais.