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Higiene do bebe

O banho O banho é, talvez, dos momentos mais apreciados pelo bebé. O regresso ao ambiente intrauterino, hídrico e quente, sossegado e calmo, dá ao bebé a plenitude de que precisa, depois de um dia cheio de estímulos de todo o tipo e de um trabalho mental intenso e complexo. Claro está que o banho só será sentido como um bom momento se o bebé não estiver pressionado por uma necessidade maior fome, dores, frio ou calor, sensação de solidão, stresse. O banho tem várias características que são do especial agrado do bebé: o envolvimento aquoso, a temperatura morna, o poder fazer livremente gestos largos e relaxantes, o contacto pele com pele, nomeadamente depois do banho, nas massagens que os pais lhe fazem com o leite corporal. Os bebés adoram o banho, e mesmo que mais tarde, no final do primeiro ano de vida, possam fazer algumas negas, por exemplo quando se usa o chuveiro, se houver tranquilidade por parte dos pais ou de quem dá o banho, o momento é geralmente de paz, e a gosto do bebé. Logo não há qualquer problema de começar a dar banho desde o primeiro dia e pelo menos uma vez por dia.   Ler Mais...

Tratar ou não a febre?

Não basta pensar em tratar a febre tem que se pensar no que se ganha e no que se perde, em função dos riscos associados ao uso dos medicamentos e, além disso, que as variações metabólicas causadas pela descida da febre provocada pelos antipiréticos (acompanhada de sudação intensa) e subsequente subida quando o seu efeito decresce (acompanhada de calafrios e tremores musculares) podem resultar mais desconfortáveis para a criança do que se se mantiver uma temperatura ligeiramente elevada, mas estável. De qualquer forma, no caso de febre são os antipiréticos que devem ser usados, não estando o arrefecimento indicado, pois o seu uso, nesta situação, vai diminuir a temperatura da pele, o que provoca uma reação de subida da temperatura e um esforço metabólico grande. É o mesmo que acontece quando se despe uma criança febril num ambiente frio. Quanto muito, na tentativa de fazer perder calor enquanto os antipiréticos não actuam, poder-se-á causar vasodilatação friccionando a pele até ficar bem vermelha, nas pernas e nos braços, com água tépida (3°C a 4°C abaixo da temperatura do doente). Pais, recordem-se que: a medição da temperatura retal deve efetuada cuidadosamente, a fim de evitar lesões da mucosa rectal; a temperatura rectal é normal até 38°C; ao atribuir importância à temperatura, tomem em consideração a idade criança (quanto mais jovem maior o significado da elevação da temperatura); a elevação da temperatura no decurso de uma infecção é uma resposta fisiológica com efeitos benéficos; mais importante do que medir a febre é valorizar outros sinais e sintomas, particularmente nos primeiros meses vida; O risco imediato para a criança é a sufocação por aspiração do conteúdo do vómito. Assim, embora não esteja em causa a recomendação de que se leve a criança ao serviço de urgência mais próximo, ela deve ser posicionada de modo a que se vomitar - o que acontece com frequência não corra o risco de se sufocar com os alimentos que vomitou, nomeadamente durante o transporte para o serviço de urgência. Deitá-la de bruços ou de lado é a melhor atitude. Outro aspecto importante é baixar a temperatura. Não nos podemos esquecer que muitas das convulsões febris aparecem durante a subida da febre e em que, portanto, os pais podem ainda não ter dado nada à criança para baixar a temperatura. Convém pôr imediatamente um supositório de um antipirético. Há medicamentos, administrados na forma de clister, que podem ajudar a controlar a convulsão, nos casos em que durem mais de cinco minutos. Se a criança está em plena convulsão não se deve tentar dar nada a beber porque aumenta o risco de sufocação. Por outro lado, embora seja importante evitar mordeduras da língua introduzindo um objeto tipo espátula na boca, há que ter cuidado para não o fazer de modo intempestivo, para não causar lesões e para o adulto que o faz não ser mordido. A ideia antiga de que a criança poderia enrolar a língua não tem confirmação científica. Se a convulsão não cede e a criança não acorda nos 30 minutos subsequentes, então justifica-se ir a um serviço de urgência. Ao chegar ao serviço de urgência deve dizer-se que a criança está com convulsão, para poder ser assistida de imediato. Ler Mais...

Estou com trinta semanas de gravidez e tenho dores de costas persistentes – há alguma coisa que possa ajudar?

O peso do bebé e o facto de as articulações e os ligamentos relaxarem na gravidez podem causar dores nas costas. Algumas vezes aparece ciática, uma dor aguda que se sente na nádega pela coxa abaixo quando o nervo ciático é comprimido. Para as dores no fundo das costas, banhos quentes e compressas quentes podem ajudar, assim como uma massagem suave feita por um profissional com experiência. Exercícios como ioga, pilates ou aulas de aquanatal, fortalecem os músculos, mas pergunte ao seu médico antes de iniciar um novo regime de exercidos. Preste atenção à sua postura, sentando-se sempre com as costas direitas e usando sapatos rasos. Pode experimentar usar uma bola de parto. Se tiver ciática, peça ao seu médico ou à sua parteira para lhe indicarem um fisioterapeuta para avaliar o seu estado e lhe ensinar exercícios que ajudem a aliviar a dor e a minimizar a sua ocorrência. Algumas mulheres usam cinta de grávida ou uma faixa presa nas costas. Ler Mais...

Ao adquirirem uma cama, vejam se

• é estável e sólida e com grades de pelo menos 60 cm de altura; • a distância entre as grades não é superior a 6,5 cm para evitar que enfie a cabeça e possa sofrer estrangulamento; • nas camas que têm grades que sobem e descem, há que ver se ficam bem colocadas sempre para cima quando o bebé está na cama, e sem hipóteses de o bebé se entalar; • a cama não tem lascas de tinta, pois o bebé pode ferir-se ou engolir. Muitos bebés, quando estão na fase de dentição, roem os bordos da cama. É normal; • é cada vez mais comum usarem-se intercomunicadores para ouvir o bebé. No entanto, os pais não devem ser escravos deles, no sentido de irem a correr mal ouvem um pequeno barulho os bebés fazem barulhos a dormir: «rosnam», fazem estalidos com a boca, têm alterações súbitas do ritmo respiratório (suspiros), etc. • o colchão é firme e plano, para o bebé não se afundar nele - caso contrário começará a respirar o seu próprio dióxido de carbono, ficando menos oxigenado e «zonzo»; • se é, de preferência, de tipo hipoalergénico, especialmente se existem antece- dentes familiares directos de alergia ou se o próprio bebé já manifestou alergias, ou pelo menos de material inerte. Devem ser evitados materiais como palha, sumaúma ou penas; • o colchão é revestido por um resguardo impermeável, e este deve ser regularmente lavado e exposto ao sol e ao ar. Outros conselhos para criar um ambiente tranquilo: • o lençol deve estar esticado; • devem evitar-se almofadas, travesseiros e outros acessórios (fitas, roupas) que possam sufocar o bebé a partir dos dois meses, os bebés começam a gostar de ter alguns elementos de transição perto de si: fraldas de pano, bonecos, etc. mas deve-se sempre evitar o excesso de objectos junto ao bebé; • não há necessidade de usar almofada, em termos ortopédicos - pelo contrário. O bebé deverá dormir sem este elemento até o mais tarde posssível; • a cama deve ser feita «cá em baixo», ou seja, não deixando espaço para o bebé escorregar; •os lados da cama deverão ser acolchoados ou revestidos com tecidos laváveis e moles (ver na página seguinte: «Bater com a cabeça nos lados da cama»); •a roupa da cama e do bebé deverá sempre ser roupa de materiais não tóxicos e não inflamáveis; •a cama deve estar longe de radiadores, janelas e cortinas, pelo risco de incêndio, queda ou puxar, bem como de outras coisas perigosas, especialmente depois dos 6 meses de idade; •a temperatura do quarto deve estar cerca dos 20-21°C; •devem evitar-se aquecer em demasia, para não secar o ar e contribuir para a obstrução nasal do bebé; •o próprio bebé é que deve ser aquecido, mas não sobre-aquecido, ou seja, mais do que a temperatura do ambiente, importa ó que seja o vosso filho a ter suficiente roupa para manter o calor; claro que, no Verão, o bebé deverá estar pouco vestido, muitas vezes até apenas com uma camisinha, se a temperatura for muito elevada; ao deitar o bebé no exterior da casa, no Verão, há que ter cuidado de o proteger de insectos, animais, súbitas mudanças de temperatura, vento e pó; • as pás de ventoinhas e os aquecedores deverão ser periodicamente limpos, porque acumulam pó e bactérias; • não ó preciso um silêncio sepulcral para o bebé dormir, especialmente durante o dia ele acostuma-se e gosta dos barulhos normais da casa. É como nós só nos primeiros dias é que ouvimos o camião do lixo às 3 da manhã; contudo, os sons bruscos e intensos, demasiadas vozes e sons assíncronos» (como os de certos programas e anúncios da televisão) são incomodativos; a música é essencial e estrutura os bebés. Música ritmada, seja clássica ou não; • não é preciso escuridão total, durante o dia. Mas há que velar um pouco a luz, descendo os estores; cuidado com a cobertura de candeeiros - há sempre um risco grande de incêndios. Ler Mais...

Ambiente e crianças

O mundo é cada vez mais uma gigantesca teia de influências. A criança, como ser especialmente vulnerável, acaba por ser, frequentemente, uma vítima desta teia, sem grandes possibilidades de opção no meio dos diversos ecossistemas. O crescimento das crianças está condicionado por duas ordens de fatores: o «programa» genético, que lhe foi transmitido na altura da concepção e o ambiente pré-natal, perinatal e pós-natal; familiar, local, escolar ou social. Nos ecossistemas que envolvem o bebé, existem factores naturais, fisico-químicos, biológicos, psicológicos e socioculturais que influem directamente na qualidade de vida e no bem-estar da criança os últimos serão provavelmente os mais importantes. Com a drástica diminuição nas sociedades mais afluentes, ditas «ocidentais», das doenças infecciosas e das carências nutricionais, embora com o aumento das doenças originadas em erros alimentares do tipo «abusivo» diabetes, obesidade, outros problemas emergiram. As causas destes problemas e as abordagens destes novos desafios estão muito dependentes das características ambientais que rodeiam a pessoa. Os traumatismos e lesões acidentais são um exemplo típico de como uma «doença» pode estar quase inteiramente dependente dos factores ambientais e ecológicos. O mesmo se dirá para os casos de crianças privadas de meio familiar normal, para os problemas do comportamento ou outros. Situações como a asma, as leucemias e outros tumores, as otites serosas, por exemplo, estão também intimamente ligadas ao ambiente. Ambiente, num sentido lato, acaba por ser tudo e neste caso, as próprias infecções, causadas por agentes existentes no ecossistema, entram no domínio das doenças ambientais. Existem questões cruciais como a poluição e a agressão ambientai. Para além dos ruídos, fumos, agentes irritantes associados aos diversos tipos de poluição sonora, olfactiva ou visual, também a falta de planeamento habitacional, a carência de infra-estruturas básicas, os tóxicos ou os veículos, causam com frequência crescente problemas de morbilidade e de mortalidade. Ler Mais...

Varizes

Medidas de auto-ajuda para evitar o risco de varizes incluem: * Usar roupa de suporte - esta é uma das melhores formas de evitar as varizes. Todas as mulheres grávidas deviam usar meias de descanso. * Exercitar regularmente os tornozelos e pés para reduzir os inchaços e cãibras. * Evitar estar de pé durante períodos longos. * Elevar as pernas quando estiver sentada. * Levantar-se e caminhar com regularidade se tiver de estar sentada por períodos longos. * Evitar sapatos de saltos altos, que reduzem o trabalho dos músculos da barriga da perna, para manter a circulação nas pernas. Ler Mais...
Perinio inflama nas mucheres | Para Pais.