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O que causa a asma?

A asma é uma situação inflamatória das vias aéreas associada a hiper-reactividade brônquica, ou seja, os brônquios reagem «violentamente» quando agredidos por essa inflamação, a qual é provocada pelos agentes alergénicos que o organismo reconhece como indesejáveis - desde alimentos, pólenes ou pó da casa, ácaros, baratas ou animais de pêlo (vivos ou de peluche), até humidade, poluição, fumos, tabaco, esforço físico ou a ansiedade e o riso. Na maioria das pessoas, estes elementos ou situações não provocam qualquer alteração inflamatória nas vias aéreas. No asmático, podem desencadear uma crise. Quando esta reacção inflamatória se dá, os brônquios apertam-se e a criança tem dificuldade em respirar, principalmente em deitar o ar fora - aparece então a pieira. As crises podem começar em qualquer idade, mas já no primeiro ano de vida pode haver manifestações deste tipo, como algumas bronquiolites. As alergias, que não são sinónimo de asma, mas que lhe estão associadas na maioria dos casos, podem também atingir outros «órgãos-alvo», como a pele (eczemas e dermatites), o nariz (rinites alérgicas), o tubo digestivo (colites e diarreias) ou os olhos (lacrimejo e ardor nos olhos). Por vezes as crises repetem-se e a criança pode entrar num estado de quase permanente crise, com necessidade de ida à urgência ou até mesmo de hospitalização. Ler Mais...

Edema

Chama-se edema a acumulação de líquidos nos tecidos moles, ou seja, abaixo da pele, sobre os ossos. O edema na criança é muito mais raro do que nos adultos e quando ocorre corresponde, na maioria dos casos, a situações benignas. Mais raramente, contudo, o edema pode exigir uma atitude urgente do ponto de vista diagnóstico e terapêutico. O edema na criança pode ser causado por seis mecanismos, dos quais podem estar comprometidos vários: aumento da pressão hidrostática por falência da bomba cardíaca ou um impedimento à circulação normal do sangue; diminuição das proteínas do sangue, como em certas doenças renais ou hepáticas; aumento da permeabilidade dos vasos, como nas alergias; perturbações na drenagem linfática; ou alterações da água e do sódio que ocorrem nas doenças renais ou no tratamento prolongado com corticoides. Os edemas localizados são apenas reações dos tecidos a inflamação ou trauma. E sempre importante, quando os pais recorrem ao médico, saber caracterizar o edema quanto ao local envolvido ou preferencialmente envolvido, se o edema «vai e vem» (por exemplo ao longo do dia) ou não tem variações temporais, se a região está avermelhada ou dolorosa, se a criança está a fazer algum tratamento, e se tem comichão. Ler Mais...

Receio que o meu marido não volte a achar-me atraente. Estou a ser paranóica?

A imagem pode ser um grande problema para uma mulher grávida e muitas preocupam-se por não serem atraentes para os seus companheiros nas últimas fases da gravidez. Esta preocupação é em geral infundada e tem mais a ver com os seus próprios sentimentos sobre o aumento de tamanho. Guardar as ansiedades para si pode fazê-las parecer maiores do que realmente são, portanto fale com o seu marido sobre os seus problemas e explique-lhe como se sente. De pode estar longe de saber o que você sente. Como não é o seu marido que carrega o bebé, ele pode não entender totalmente as exigências físicas da gravidez. Informá-lo acerca das alterações pelas quais o seu corpo está a passar pode ajudá-lo a entender o processo da gravidez e a estar mais bem preparado para lhe dar apoio quando você mais precisar. Na verdade, alguns homens até acham as suas companheiras mais atraentes durante a gravidez, mas você não saberá isso a menos que falem um com o outro sobre a mudança da sua silhueta. Se estiver preocupada em aumentar muito de peso na gravidez, faça por ter uma alimentação saudável e equilibrada e faça algum exercício leve diariamente. Mesmo que seja uma pequena caminhada ou natação, ajudá-la-á a manter-se tonificada e flexível, o que ajudará à sua confiança assim como a preparar-se para o parto. Ler Mais...

Sou modelo e estou preocupada em ficar com estrias. Há alguma coisa que possa fazer para as evitar?

Compreendo a sua preocupação, em especial porque a sua aparência afecta o seu trabalho. Julga-se que as estrias, também chamadas striae gravidarum, estão mais relacionadas com o colagénio e a elastina contidos na sua pele, do que com o expandir da sua barriga. Ocorrem quando as camadas de colagénio da pele esticam, em zonas de depósito de gorduras como nos seios, no abdómen e nas coxas. Infelizmente, não há comprimidos, cremes ou loções mágicas que possam influenciar o facto de ter ou não estrias, ou, se tiver, qual a sua gravidade, embora fazer exercício regular possa ajudar a manter um peso ideal na gravidez e assim a minimizar as probabilidades do aparecimento de estrias. Tire algum conforto do facto de que embora as marcas possam ser vermelhas e pálidas durante a gravidez, nos meses seguintes ao parto perdem a cor, tomando-se de um branco prateado e menos óbvias. Ler Mais...

Ser mãe…

Basta ler Brazelton, Bowlby e tantos outros, para entender a necessidade da mãe no equilíbrio das emoções e dos afetos, bem como na promoção de um desenvolvimento harmonioso. Não apenas a mãe, claro, mas também ela. Só é mãe quem quer pelo menos, na larga maioria dos casos e sê-lo obriga a opções, a escolhas e a decisões. A realidade mudou e as mães hoje em dia são trabalhadoras, com as necessidades económicas, progressão na carreira, realização profissional, vontade de se darem com outras pessoas, de sairem e diversificarem o dia-a-dia ou de serem independentes em termos monetários. Na sociedade portuguesa, o trabalho da mulher é, para a maioria, um imperativo económico, e se trouxer mais folga económica, com o consequente bem-estar dos elementos familiares, a criança será a primeira a beneficiar disso. Mas, indirectamente, no ponto de vista do bebé, esta opção colide com um dos seus melhores interesses: o acompanhamento por aquela que pode, melhor que ninguém, dar-lhe segurança, tranquilidade, estímulo e protecção. A importância das mães nos primeiros anos de vida É indiscutível que os três primeiros anos de vida são essenciais para o desenvolvimento da personalidade, do equilíbrio dos afectos, numa palavra, da pessoa. E se, as mulheres podem compensar em qualidade o que falta em quantidade, também não é correto «inverter o bico ao prego» e achar que «tanto faz». Os grandes pediatras do desenvolvimento são unânimes em afirmar ser desejável que as mães acompanhem mais as crianças, e que, se por um lado não se podem nem devem ser culpabilizadas, também não se pode passar uma esponja sobre o assunto, ilibando os responsáveis políticos, sindicais e sociais. A solução como sabemos é colocar as crianças nos atendimentos diurnos (amas, creches, infantários), que são um local onde os ritmos biológicos têm que se moldar à média e aos constrangimentos organizativos. Onde o risco de infecções é cerca de dez vezes superior. Sem pôr em causa a dedicação e a competência profissional de dezenas de milhar de educadoras, auxiliares, cozinheiras, directoras e demais, que fazem das creches e infantários «o melhor lugar possível», não posso deixar de pensar, como pediatra, que a estadia de tantas crianças das nove da manhã às sete da tarde num local sem a mãe e sem o pai, ficando a interacção entre esta e o filho limitada a um par de horas sobrecarregadas com rotinas diárias que consomem tempo e energia, nas piores horas do dia em termos de disponibilidade e cansaço tem efeitos nocivos para os bebés. E para as mães e pais, também. Ler Mais...

«És “muita” bom…»

Se no ano passado uma criança de 3 anos conseguia tocar no botão do elevador do 3.° andar e este ano já consegue chegar ao botão do 4.°, os pais aplaudem-no, mas para a criança representa mais do que uma boa exibição: representa o «Eu já consigo!», e também «Se é assim, onde é que isto vai acabar? Será que um dia vou tocar no botão do infinito? Será que, em breve, serei igual ao Super-homem ou ao Homem-aranha?» Transportando este pensamento para outras situações, o receio que à partida a limitaria e faria retroceder, é vencido pela necessidade e gozo de enfrentar o desafio. Está lá escrito, nas entrelinhas e no ar, «Mostra que és capaz. Vamos lá ver se tu és capaz!» As vezes são os outros que estimulam e provocam: «És um mariquinhas se não saltares ou se não fizeres. Tens miúfa.» Mas mais do que os outros, é o próprio corpo que pede. E se passamos a vida a elogiá-los porque estão «muita bons», como é que lhes podemos dizer que, afinal, estão na mesma? Complicado. Não é? Ler Mais...
Perinio inflama nas mucheres | Para Pais.