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Quais as causas?

Ainda não se conseguiu chegar a uma conclusão sobre as causas das síndromas autistas, porque haverá um conjunto de doenças diferentes, com causas também diferentes. Provavelmente existirá, como em quase, tudo, um componente ambiental e um genético - quando há um filho com autismo, a probabilidade de um segundo ter a doença é de um em vinte, superior ao da população em geral Aliás, ao fazer-se uma história cuidadosa da família, conseguem encontrar-se casos em que o desempenho e o funcionamento pessoal não chegaram para chamar a atenção, mas que prejudicaram o relacionamento com os outros ou se revelaram em comportamentos de tipo obsessivo. Os estudos da neurociência revelaram alterações na composição e no funcionamento do cérebro. Outros estudos referiram haver uma deficiência dos neurotransmissores, substâncias - como a serotonina - que facilitam a passagem dos estímulos e da informação entre os neurónios. Parece, portanto - seja qual for a causa - haver uma deficiência de comunicação entre as várias áreas do cérebro, designadamente entre as grandes áreas do pensamento e da comunicação, e da razão e da emoção. Ler Mais...

Causas mais comuns

Sendo os gânglios os filtros do sistema linfático, as causas mais comuns são as doenças infeciosas, geralmente banais e que atingem as crianças a partir do primeiro ano de vida. As crianças que andam permanentemente «ranhosas» (com os adenoides grandes), ou que têm otites e amigdalites frequentes, quase sempre têm os gânglios do pescoço ou aqueles que se situam debaixo da mandíbula ou junto às orelhas aumentados. Por vezes os gânglios aumentam na sequência de pequenas feridas em locais pouco visíveis (por exemplo no couro cabeludo). As crianças alérgicas podem também ter gânglios aumentados, sobretudo se têm eczema ou dermatites. Claro está que algumas doenças mais graves, como certas doenças hematológicas ou até tumores, podem levar ao aumento dos gânglios, mas geralmente há também uma quebra do estado geral e outros sintomas e sinais de maior gravidade. Ler Mais...

Quais são as causas?

Atualmente crê-se que a enurese noturna não tem só uma causa e que, assim, vários dos seguintes fatores poderão estar implicados: • Fator genético - é muito importante. Sabe-se, por exemplo, que se ambos os pais tiveram enurese quando crianças, a percentagem de filhos que a terá é superior a 75%: se só um deles teve, a percentagem é de cerca de 40%; se nenhum dos pais teve, a percentagem é apenas de 15%; • Capacidade pequena da bexiga - pensa-se ser talvez a causa mais comum; • Sono «pesado» - a enurese ocorre na fase do sono em que o sono é mais profundo, uma fase em que a criança não se apercebe da necessidade de urinar; • Causas psicológicas - excetuando os casos bem identificados de enurese transitória associada a stresse e a traumas emocionais ou ambientais, não há dados que permitam afirmar convictamente que os fatores psíquicos são causa de enurese. Pelo contrário, crê-se que o aparecimento de problemas psicológicos é mais um efeito da enurese (e da maneira negativa como o problema é encarado em casa) do que a sua causa; • Outros fatores - os maus hábitos de higiene, o treino inadequado dos hábitos de toilette (seja demasiadamente precoces ou tardios) ou uma atitude agressiva pelo fato de a criança molhar a cama podem, em alguns casos, ser os responsáveis pelo aparecimento ou prolongamento da situação; • Doenças - são responsáveis por menos de 5% dos casos. Contudo, dado que são na maioria curáveis e/ou podem ser sinal de doença grave, tem de se proceder à sua identificação precoce. Entre estas causas destaca-se a infeção urinária, as parasitoses ou a prisão de ventre crónica. Ler Mais...

Apendicite aguda

A apendicite aguda afeta entre 5 e 10% da população, e é a causa mais frequente de intervenção cirúrgica de emergência na população infantil e juvenil. O apêndice é um pequeno órgão, com a forma de dedo, situado no tubo digestivo, mais concretamente no início do intestino grosso ou cólon, ao nível do lado direito do abdómen, um pouco acima dos ossos da bacia. O apêndice forma uma espécie de fundo-de-saco, e não se sabe muito bem para que serve. Ou dito de outra forma: provavelmente o apêndice já terá tido funções de relevo, no tempo dos nossos antepassados longínquos, quando o tipo de alimentação era outro - o tipo de tecido que forma o apêndice é semelhante ao que existe nos gânglios linfáticos, o que indica que as suas funções pudessem estar relacionadas com o sistema de defesa imunitária. A apendicite é uma inflamação (acompanhada frequentemente de infeção) do apêndice. Quando o interior do apêndice fica bloqueado - por fezes mais duras, por um corpo estranho ou inflamado - o apêndice incha e pode infetar-se por bactérias. Se este apêndice infetado não for removido, forma-se um abcesso (para o que contribui a sua configuração de fundo-de-saco) e eventualmente dá-se a perfuração ou o rebentamento. Esta série de eventos pode dar-se num espaço de tempo muito curto - em cerca de 48 a 72 horas após o início dos sintomas. Ler Mais...

Vómitos

Felizmente, a larga maioria das situações de «vómito» nos bebés não passam de bolçar, sem a gravidade e o aparato que um verdadeiro vómito pode ter. Por outro lado, há vómitos ocasionais que não se enquadram propriamente em nenhuma doença, mas que apenas correspondem a uma rejeição, pelo estômago, do que lá entrou. O aparelho digestivo (como, aliás, o respiratório), tem a particularidade de expulsar as substâncias, poluentes, micróbios e tóxicos que são indesejáveis. Como o estômago é um músculo, ao sentir que há algo de indesejável dentro dele, contrai-se e expulsa com força esses elementos daí a violência do vómito e a sensação de não se ter o controlo sobre o órgão. A contracção pode ser tão grande, especialmente nos vómitos repetidos, que se fica com dores musculares. Por outro lado, como o esófago é atravessado pelos ácidos do estômago, pode ficar inflamado, contribuindo para a dor e desconforto. Nos bebés pequenos isso é patente quando o leite passa pelo esófago contraem-se e choram porque têm dor, se o leite estiver quente. Há muitas razões para um bebé vomitar esporadicamente, desde excesso de comida, não arrotar, intolerância ao leite ou exposição ao fumo de tabaco. Os vómitos mais prolongados costumam dever-se a uma infecção virai, que depois dará a sua componente intestinal, com diarreia, mas no fundo qualquer infecção de um bebé (amigdalite, otite, infecção urinária) pode ter no vómito um dos seus sintomas. Ler Mais...
Perineo inflamado causas | Para Pais.