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Falar um com o outro

É essencial que tanto você como o seu companheiro mantenham as linhas de comunicação abertas durante este tempo de alterações e de algumas incertezas. * Se não tem feito nenhum sexo, tranquilize o seu companheiro que se trata de uma situação temporária e explique como a gravidez a faz sentir, física e mentalmente. * Da mesma forma, se o seu companheiro parecer relutante em ter relações sexuais, não leve isso como uma coisa pessoal. Tente descobrir como ele se sente. * Não permita que uma vida sexual mais calma a iniba de ser afectiva noutras ocasiões. Ler Mais...

Mosquitos, melgas, etc.

E já que falamos nesses «simpáticos» animais, às vezes o pior é o barulho «bzzz, bzzz», especialmente quando se está a tentar dormir. As crianças, como são mais «tenrinhas» e mais «docinhas» - e com o calor, nem dá para as taparmos -, ficam transformadas em autênticos passadores, de tanta picada. Algumas fazem grandes reacções alérgicas que, por vezes, têm de ser mesmo medicadas no serviço de urgência. Há vários produtos no mercado para o «antes» (sprays, aparelhos de ligar à electricidade, etc.) e para o «depois» (cremes, pomadas). Levem convosco os produtos necessários e não deixem janelas abertas enquanto têm as luzes acesas, nem as tenham acesas no exterior da casa, junto às portas e janelas. Ler Mais...

Que precauções devo tomar para preparar biberões com água engarrafada, quando estiver a viajar?

Quando utilizar água engarrafada para fazer o biberão, assegure-se de que o selo ainda está intacto. Use água, sem gás e evite água com alta concentração de minerais de sódio, nitrato ou fluoreto. Ferva a água numa chaleira da mesma forma que ferveria a água da torneira em casa, e lave e esterilize o seu equipamento de aleitamento da forma normal. As garrafas grandes de água mineral deverão ser guardadas no frigorífico depois de abertas. Por conveniência, poderá preferir garrafas mais pequenas de água mineral se estiver em viagem. Para uma maior conveniência, o leite pronto a beber está disponível em pacotes pequenos, pelo que não terá de transportar grandes latas de leite em pó consigo. Embora mais dispendiosas, diminuem o trabalho que tem e asseguram-lhe uma boa higiene na ausência de instalações adequadas. Ler Mais...

As casas de banho

Há crianças a quem as casas de banho do jardim-de-infância ou públicas metem nojo. Há crianças e há adultos, porque algumas são uma pocilga, para não utilizar outro termo ainda mais forte, e são autênticos casos de polícia e de saúde pública. O cheiro e a falta de privacidade - as portas têm de estar abertas para controlo por parte das educadoras, mas inibem algumas crianças num momento eminentemente íntimos fazem com que muitas crianças retenham a urina ou as fezes, causando problemas de enurese e encoprose, pequenos descuidos e uma deficiente programação e controlo dos esfíncteres. Há que dar muita atenção a este aspeto. Quando se sai com uma criança que já não usa fraldas, é sempre bom ela fazer xixi, mesmo que diga que «não lhe apetece». Por outro lado, se de repente tiver vontade, não devemos ralhar e dizer «Lá estás tu, sempre a pedi xixi na hora errada.» Se por um lado queremos que peça e controle, para depois a censurar- mos por isso, algo está um pouco transviado nas nossas cabeças - e não é culpa das crianças que os adultos façam de algumas casas de banho umas esterqueiras. Em casa as coisas são mais fáceis. E na escola e lugares públicos deve-se tentar manter a privacidade. Finalmente, nas casas de banho públicas, explicar que o urinol não é um local muito limpo, porque as pessoas fazem xixi para ali. Os miúdos têm tendência para se agarrar às paredes, mexer onde não devem, e nunca se deverá sair de uma casa de banho sem lavar muito bem as mãos-pais e filhos! Ler Mais...

Cuidado com os meios termos

O mundo não é a preto e branco, como toda a gente sabe, e os tons cinzentos são inúmeros. Mas para se aprender limites há que percebê-los, e não se percebem se todas as vezes em que há a oportunidade de os definir se opta por um «nim» ou um -talvez». Claro que talvez disso dependa, em adultos, desejarmos ver «milagres ou «tragédias» - basta ver como os factos do dia-a-dia são abordados nos meios de comunicação para perceber que é isso que impera. Mas por alguma razão as crianças gostam do Lobo Mau e dos Três Porquinhos, ou do Chapeuzinho Vermelho. O lobo tem de ser mesmo mau. A Cabra Cabrês não pode sentar-se com o Coelhinho Branco à mesa das negociações, moderada pela Formiga Rabiga. Nem o «atirei um pau ao gato e o gato não morreu» deve ceder ao politicamente correto do «atirei um peixe ao gato e o gato não comeu». A aprendizagem de uma postura tolerante parte de uma aprendizagem dos limites da intolerância. É preciso ter medo do Lobo Mau, e sofrer (quase de forma masoquista) cada vez que ele responde «É para te comer melhor!» Mais tarde serão as próprias crianças a inventar outros finais, a salvar o lobo e a temperar-lhe a água do caldeirão, a redimi-lo e «reabilitá-lo socialmente», mas só quando o Bem e o Mal estiverem interiorizados. Começar logo numa confusão ética é errado. O Bem e o Mal têm de estar definidos para, depois, se perceber porque é que os bons às vezes se portam mal e os maus até podem ter comportamentos bons. O «talvez», o «nim» deixam a criança na expectativa. Se «talvez», quer dizer que se mantêm abertas todas as possibilidades, imediatamente irá considerar e preparar-se, em sua própria defesa, para as mais sinistras. Seja a questão «Posso comer um chocolate antes do jantar?» ou «As pessoas que põem bombas são más?», a resposta tem de ser precisa. Pode-se e deve-se explicar os porquês de tal posição, mas que ela seja clara e direta, sem brutalidade, mas com a firmeza securizante que os filhos precisam receber dos pais, afinal a certeza de que «os adultos lá de casa até sabem umas coisas e não estão com dúvidas». Ler Mais...

Viajar com bebés pequenos

Viajar com uma criança pequena pode também levantar algumas questões, sobretudo se se vai para um país fora da Europa ou, mesmo no nosso Continente, para zonas em que os cuidados «civilizacionais» deixam um pouco a desejar. Deixo aqui, por isso, algumas precauções: A primeira é ir a uma Consulta do Viajante (informe-se no seu Centro de Saúde onde funciona a consulta mais próxima), onde poderão receber todas as informações dirigidas ao local para onde vão viajar; na sequência do que foi escrito acima, devemse evitar alimentos mal cozinhados, bebidas não-engarrafadas e produtos lácteos não pasteurizados; deve-se também ter cuidado com os alimentos que se vendem na rua e os cuidados com a água, devem também incluir a água utilizada para a lavagem dos dentes; se se viajar para um país onde existe malária (paludismo), é indispensável fazer a profilaxia, com o medicamento que for aconselhado na consulta do viajante, e ter em atenção que esta forma de prevenção começa semanas antes da partida (conforme a duração da viagem) e continua mesmo depois do regresso; convém levar um repelente de mosquitos e evitar estar ao ar livre, junto de água (piscinas, por exemplo) quando começa o entardecer. Por outro lado, as medidas habituais para conservar os mosquitos e meigas afastados (luzes apagadas com janelas abertas, por exemplo) são também recomendáveis. Vale sempre a pena relembrar que o paludismo se está a tornar cada vez mais resistente e o número de casos graves a aumentar. Com crianças pequenas, vale a pena levar uma rede mosquiteiro. Outro assunto são os acidentes. Sem insistir demasiado nesta tecla, valerá a pena redobrar os cuidados, porque quando se viaja para sítios desconhecidos o ambiente redobra também de perigo e agressividade atenção aos transportes, aos caminhos, praias, mar, lagoas, etc. As águas transparentes e convidativas podem esconder correntes ou perigos vários informem-se junto das pessoas locais, que melhor conhecem a região. E aos animais, como os escorpiões e lacraus, insectos e mamíferos a que não estamos acostumados. E cuidado com as mordidelas de cães ou até de macacos. Ler Mais...
Pererecas abertas | Para Pais.