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Que probabilidades temos de os nossos gémeos serem idênticos?

Uma em oitenta gravidezes é de gémeos e um terço dos gémeos são idênticos. Embora haja factores que tornem mais provável ter gémeos não idênticos, tal como um historial de gémeos na família ou ter mais de 35 anos, ter gémeos idênticos não é hereditário e não há outros factores que o possam tornar provável. Ler Mais...

Que modelo escolher?

A cadeira deve ser escolhida em função da idade, estatura, peso e características do automóvel, e tem de ter o selo de homologação da DGV. É importante ver se se adapta ao vosso carro, porque nem sempre o cinto de segurança consegue abarcar a cadeira, especialmente, porque, até aos 2 anos (ou até mais tarde, se possível), é recomendável que vá virada para trás.

Ao instalá-la, e até estarem completamente rotinizados, sigam o manual de instruções. É muito importante a cadeira estar segundo as regras, quer a sua colocação, quer a da criança nela, porque um posicionamento errado retira parte do efeito protetor.

A partir do ano de idade (ou até antes) a chança já não cabe dentro das cadeiras do Grupo 0 (que os pais designam por «ovo»), e terá de passar para uma do Grupo 0+ ou 1, mas que permita ir voltada para trás.

Um dos problemas dos pais é a criança bater com os pés no assento do carro e viajar com as pernas dobradas. Não é desconfortável e não causa qualquer lesão - em viagens grandes, parar regularmente e tirar a criança permite variar a posição.

A partir dos 2, 2 anos e meio, já poderá ir voltada para a frente, e utilizar uma cadeira dos grupos II ou III. Nestas, o cinto de segurança do carro prende a cadeira e a criança.

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Princípios educativos

Para uma criança de 3 anos, como o André, há muita coisa que não tem lógica, mesmo que para os adultos faça todo o sentido, pois ainda não tem uma visão sistémica e organizada do mundo, além de estar numa fase de só olhar para os seus interesses. As explicações dos adultos carecem de sentido. E daí os apelos do André: «Mas porquê?» Se os pais perdessem menos tempo a vociferar e tentassem - de preferência fora da crise -, explicar-lhe porque é que se devem arrumar os brinquedos e outras coisas, talvez o André começasse a entender que a sua visão das coisas não é a única, e que há coisas que para nós podem não fazer muito sentido, mas que para o ecossistema onde vivemos, trabalhamos ou brincamos têm lógica e são necessárias. Reparem; para o André, arrumar os brinquedos é uma mera perda de tempo, e dupla, já que no dia seguinte terá o trabalho de os tirar novamente do saco ou da gaveta onde estão. O facto de ficarem espalhados no chão, encherem-se dee «darem um ar desarrumado», não é uma preocupação para ele. Portanto, ou se arranjam argumentos compreensíveis, como os brinquedos poderem-se partir se alguém entrar no quarto, ou não se misturarem jogos que depois não dá para fazer nenhum e outras razões parecidas (até pode ser um novo jogo, o jogo do «arruma»), ou terão sempre birras e berros, que especialmente ao fim da tarde não contribuem muito para a paz e sossego que se deseja. Há muitas técnicas que os pais usam: vejam, destas, quais as que acham que usam mais na gestão dos conflitos com os vossos filhos: • Repreender • Castigar • Fazer longos sermões • Ameaçar • Chantagear • Prometer • Suplicar • Culpabilizar • Ridicularizar • Chamar nomes • Gritar e berrar • Ordenar • Exigir • Comparar com os outros e dizer que os outros é que são bons Espero que nenhuma, porque devo dizer que nenhuma destas estratégias resulta a longo prazo. O que importa é desenvolver o sentido ético e o conceito de «moralmente errado» e de que atacar alguém também é atacar-me a mim. E isto a empatia, a solidariedade e o sentimento de destino comum. Há que criar nos filhos esses sentimentos, mas não é numa fase de extremo «umbiguismo» - como a que ocorre entre o 1 e os 3-4 anos - que as coisas acontecem de um dia para o outro. Nem eles são tão altruístas que façam tudo pelos outros sem pensarem que podem (e devem!) ter algumas vantagens também para eles. A vivência comum baseia-se na negociação e no rearranjo dos vários interesses. É isso que há que explicar, exercitar e treinar, bem como a ideia de que os pais, por estarem cá há mais tempo e por serem adultos e pais, têm uma visão de mais ângulos, o que lhes permite ver outras coisas. Tal e qual a existência de várias câmaras de TV num campo de futebol, que permite ver se o penalti foi ou não foi penalti, ou se a bola saiu ou se não saiu. E essa linguagem já lhes é acessível. Ler Mais...

Quantos tipos de tosse há?

Fundamentalmente, há quatro tipos de tosse: 1. a tosse produtiva, com expectoração (embora a criança não a deite fora, mas engula), com origem baixa (brônquios); 2. a tosse irritativa, que é provocada por agressões à árvore respiratória, e que é uma tosse seca, repetida, muitas vezes quase «ladrada» (tosse de «cão»); 3. a tosse de origem alérgica, semelhante à anterior, mas acompanhada de olhos a lacrimejar, sensação de vontade de coçar a garganta, espirros, pieira, etc. 4. a tosse sobretudo noturna, por acessos, que corresponde ao deslizar das secreções dos adenóides para os brônquios. Estas tosses têm origens e razões diferentes. Como tal, exigem também atitudes e soluções diferentes. A tosse irritativa tem muitas vezes que ser suprimida, porque incomoda a criança e pode mesmo desgastá-la. A que resulta de mecanismos alérgicos melhora geralmente com as medidas habituais de combate aos alergéneos. A tosse produtiva, por outro lado, é benéfica «um autêntico «braço armado» dos brônquios , e deve ser ajudada, através da fluidificação das secreções e da drenagem postural e cinesiterapia («pancadinhas»). Nos bebés pequenos, a tosse pode cansar porque para se tossir é preciso mobilizar os músculos, o que consume muito oxigénio e energia. Esta tosse, no entanto, é fundamental para a limpeza dos brônquios. O último tipo de tosse é muito comum, aparece um tempo depois de a criança se deitar e é por ataques, havendo outras características de aumento dos adenóides. A tosse pode indicar situações graves, por exemplo quando surge com sangue, se se acompanha de dificuldade respiratória ou aceleração da respiração, ou quando é crónica e com outros sintomas, como a perda de peso. Finalmente, o stresse também pode induzir tosse (todos já passámos por situações dessas...) e por vezes, quando se ignoram as causas do mal estar psicológico, pode-se avançar com outras investigações que, obviamente, não vão conduzir a nada. Devo utilizar xaropes para a tosse? «O melhor xarope é a água!»... porque o que importa é liquefazer ou fluidificar as secreções, para melhor saírem e, nesse caso, a atmosfera húmida e beber líquidos são as medidas mais importantes. Obviamente que alguns xaropes, através dos seus mecanismos de ação, podem ajudar a refazer a integridade dos brônquios, liquefazer as secreções, etc, mas independei Hei i it;i ite doa xaropoc que possam ser receitados, não serão eles a fazer o trabalho todo. Quando a tosse é irritativa, o médico poderá ter que receitar um xarope para sedar a tosse - mas deverá ser ele a fazê-lo. Ir à farmácia e comprar o primeiro antitússico que aparece pode ser um erro e agravar a situação. Ler Mais...

De onde vem a agressividade

Somos animais. E somos herdeiros dos sobreviventes. Por isso reagimos ao perigo - ou ao que sentimos como perigo - com libertação de catecolaminas (adrenalina) e cortisol que são hormonas das glândulas suprarrenais, num processo que é independente da vontade (ou pelo menos esta tem um controlo muito reduzido neste sistema). Estas hormonas proporcionam uma série de fenómenos biológicos: aumento da força muscular cardíaca, aumento da tensão arterial com desvio do sangue da periferia para órgãos centrais (pele branca, fria), dilatação dos bronquíolos com melhor ventilação pulmonar, aumento da produção de energia a partir dos tecidos gordos, aumento da frequência cardíaca e respiratória, e dilatação das pupilas, para melhor visão. As sobrancelhas contraem-se, as mãos ficam frias e suadas, e a boca fica seca e a saber a amargo. A face empalidece. O intestino aumenta os seus movimentos. Por outro lado, há uma diminuição dos estímulos que causam dor, a fim de facilitar a fuga. A agressividade também tem estados de alma que incluem irritação, frustração, pena de si próprio e raiva. Pelo contrário, quando o animal se sente tranquilo, o que predomina é o sistema endorfínico, com sensação de bem-estar, calma, relaxamento, prazer e plenitude. As endorfinas também são responsáveis pelo estado de humor positivo, memória mais aguda, alívio da dor e melhor resposta imunológica. A resposta agressiva à sensação de perigo ou ameaça pode surgir por causas diretas, definidas - ser insultado, traído, agredido- mas, na maioria dos casos, ou a bomba explode por a situação que a desencadeia ser a gota de água que faz transbordar o copo, ou porque é o gatilho para situações anteriores em que não foi possível dar seguimento à agressividade. Os pais, por vezes, sentem-se frustrados, por só verem a parte negativa do comportamento. Reparem no caso abaixo descrito: não foi bonita a atitude do César, de atirar com os brinquedos para o chão e sair da sala. Mas, ao mesmo tempo, ele soube já controlar-se e não transformar a sua agressividade em violência contra os outros, nomeadamente o pai que, na sua opinião, era a pessoa que o tinha defraudado. Se o César estivesse numa fase anterior e mais instintiva do comportamento, com o emocional dominando completamente o racional, provavelmente teria agredido o pai com os carrinhos, mordido-lhe ou algo semelhante. Aliás, quando se lida com uma situação deste tipo, há que fazer notar à criança o que tem de modificar, mas também a evolução que já fez. É muito tentador, para uma criança com menos de 3 anos, usar todas as armas que sabe já ter - dentes, unhas, mãos e pés e desencadear comportamentos como morder, arranhar, cuspir, dar pontapés. No início, estas reações são instantâneas e primárias, obedecendo ao que o sistema hormonal pede e ao que o sentimento de vingança exige. No capítulo referente ao Desenvolvimento e Comportamento desenvolvo mais pormenorizadamente alguns destes comportamentos, bem como a questão da disciplina. Conseguir desenvolver o autocontrolo para se dominar, vencer o imediatismo, e deixar a pessoa vencer o animal não é fácil, requerendo compreensão, reflexão, exercitação e, quando conseguido, deve ser devidamente apreciado e entusiasmado. Ler Mais...

Estou preocupada com o facto de ficar presa a uma cama e monitorizada. Isso é essencial?

Se não houver complicações ou razão para preocupações, por norma os batimentos cardíacos do seu bebé serão monitorizados utilizando um dispositivo manual, muito semelhante ao usado nas suas consultas pré-natais para ouvir os batimentos cardíacos do seu bebé. Logo que o seu trabalho de parto esteja bem encaminhado, a sua parteira ouvirá os batimentos cardíacos do bebé durante 30 segundos a um minuto, mais ou menos a intervalos de 15 minutos, o que significa que entretanto pode movimentar-se como quiser. Se tiver tido complicações na gravidez, ou se surgirem problemas durante o trabalho de parto, a parteira poderá recomendar que os batimentos cardíacos do bebé sejam monitorizados continuamente utilizando um CTG ou cardiotocógrafo. Isso significa que terá dois monitores presos à sua barriga por cintos elásticos fortes. Um mede o batimento cardíaco do bee o outro mede a frequência das contrações. Os monitores estão ligados a uma máquina que imprime as informações em forma de gráfico. Isto permite aos médicos e às parteiras manterem-se atentos ao seu bem-estar e ao do bee à forma como ele responde às contrações. Um CTG pode tornar a sua atividade um pouco mais difícil mas não impossível. Os fios podem ser afastados do caminho e ajustados, e algumas maternidades têm cardiotocógrafos sem fios. Pode falar com a sua parteira sobre a forma como isso será feito. Ler Mais...
Perereca e bilau | Para Pais.