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Na minha primeira consulta pré-natal terá de me ser feito um exame interno?

Não é provável que lhe façam um exame interno na sua primeira consulta. Há mais ou menos vinte anos, quando os testes de gravidez feitos em casa não eram tão fiáveis e as ecografias não eram tão comuns, um exame interno era a melhor forma de confirmar e datar a gravidez. A parteira ou o médico colocavam dois dedos na vagina e pressionavam na parte baixa do abdómen com a outra mão, para determinar o tamanho do útero. Hoje em dia há poucos casos em que seja recomendado um exame interno durante o início da gravidez. Se tiver uma infecção, como infecção fúngica, um exame interno facilita a observação da vagina para detectar qualquer sinal de infecção e para retirar uma amostra de tecido com uma espécie de cotonete de algodão. O esfregaço é enviado para um laboratório para examinar e se poder fazer o tratamento adequado. Se tiver sangramento vaginal, poderá fazer um exame interno com um espéculo (um instrumento com a forma de um bico de pato, usado para testes ginecológicos) para permitir ver o cólo do útero: uma pequena erosão na superfície é uma causa comum de sangramento na gravidez. Embora os exames internos não sejam agradáveis, é importante tentar descontrair para ajudar os músculos da vagina a relaxar e a alargar, e assim evitar o desconforto. Muitas mulheres acham que ajuda respirar lenta e regularmente durante o exame. Ler Mais...

Ser mãe…

Basta ler Brazelton, Bowlby e tantos outros, para entender a necessidade da mãe no equilíbrio das emoções e dos afetos, bem como na promoção de um desenvolvimento harmonioso. Não apenas a mãe, claro, mas também ela. Só é mãe quem quer pelo menos, na larga maioria dos casos e sê-lo obriga a opções, a escolhas e a decisões. A realidade mudou e as mães hoje em dia são trabalhadoras, com as necessidades económicas, progressão na carreira, realização profissional, vontade de se darem com outras pessoas, de sairem e diversificarem o dia-a-dia ou de serem independentes em termos monetários. Na sociedade portuguesa, o trabalho da mulher é, para a maioria, um imperativo económico, e se trouxer mais folga económica, com o consequente bem-estar dos elementos familiares, a criança será a primeira a beneficiar disso. Mas, indirectamente, no ponto de vista do bebé, esta opção colide com um dos seus melhores interesses: o acompanhamento por aquela que pode, melhor que ninguém, dar-lhe segurança, tranquilidade, estímulo e protecção. A importância das mães nos primeiros anos de vida É indiscutível que os três primeiros anos de vida são essenciais para o desenvolvimento da personalidade, do equilíbrio dos afectos, numa palavra, da pessoa. E se, as mulheres podem compensar em qualidade o que falta em quantidade, também não é correto «inverter o bico ao prego» e achar que «tanto faz». Os grandes pediatras do desenvolvimento são unânimes em afirmar ser desejável que as mães acompanhem mais as crianças, e que, se por um lado não se podem nem devem ser culpabilizadas, também não se pode passar uma esponja sobre o assunto, ilibando os responsáveis políticos, sindicais e sociais. A solução como sabemos é colocar as crianças nos atendimentos diurnos (amas, creches, infantários), que são um local onde os ritmos biológicos têm que se moldar à média e aos constrangimentos organizativos. Onde o risco de infecções é cerca de dez vezes superior. Sem pôr em causa a dedicação e a competência profissional de dezenas de milhar de educadoras, auxiliares, cozinheiras, directoras e demais, que fazem das creches e infantários «o melhor lugar possível», não posso deixar de pensar, como pediatra, que a estadia de tantas crianças das nove da manhã às sete da tarde num local sem a mãe e sem o pai, ficando a interacção entre esta e o filho limitada a um par de horas sobrecarregadas com rotinas diárias que consomem tempo e energia, nas piores horas do dia em termos de disponibilidade e cansaço tem efeitos nocivos para os bebés. E para as mães e pais, também. Ler Mais...

Qual o papel da água na alimentação do bebé?

«Água ao melro, que lhe seca o bico «Água e vento são meio sustento.» (ditados populares)

Só existe um alimento líquido na Natureza: a água, e não é possível viver sem ela. Tudo o resto tem «a mão do Homem». Por todas as razões, o líquido escolhido para matar a sede e hidratar deve ser a água. A água é, o principal componente do nosso organismo. Ao nascer, o corpo de uma criança tem cerca de 75% de água e, embora esta quantidade se vá reduzindo até à idade adulta, queda-se pelos 60% nessa idade, ou seja, mais de metade do nosso corpo reduz-se a água. A água tem uma função fundamental na vida: serve para regular a temperatura, reparar e construir células e tecidos orgânicos, elaborar secreções, transferir nutrientes e eliminar substâncias indesejáveis, entre muitas outras funções. As quantidades de água que são necessárias a cada pessoa dependem de vários fatores: idade, peso e estatura, temperatura ambiente, atividade desenvolvida, doenças, etc. Sem comer, uma pessoa pode sobreviver até cerca de 40 dias, consoante as reservas que tiver. Sem água, contudo, morrerá certamente ao fim de uma semana, ou muito antes, se se tratar de uma cnança. Mesmo na ausência de diarreia, febre ou vómitos, o corpo humano perde constantemente água através da respiração, do suor, da urina e das fezes. Quanto às crianças, por razões lógicas, a situação é muito sensível. Basta cerca de 4% de perda súbita de água {que para uma criança de 10 quilos, por exemplo, equivale apenas a 400 gramas, uma perda facilmente atingível perante vómitos e/ou diarreia, sobretudo se houver também febre), para poderem aparecer sintomas que, rapidamente, podem tornar-se graves. Muitas vezes os pais estão tão preocupados em baixar a febre e dar medicamentos que se esquecem de oferecer água mais frequentemente às crianças, e regista-se uma ligeira desidratação que causa, por si, um aumento da temperatura, criando-se um círculo vicioso. Logo, à pergunta que muitas vezes me colocam no consultório se podem ou não dar água aos bebés a resposta ó: os bebés precisam de água mas, em condições normais, ou seja. sem calor em demasia e saudáveis, a quantidade de líquidos que ingerem na alimentação normal chega para equilibrar o que perdem. Se estas perdas estiverem aumentadas calor, tempo muito seco, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vômitos, há que aumentar também a quantidade de líquidos que se lhe oferecem. Por outro lado, quanto mais pequenos os bebés, mais sensíveis são a alterações deste equilíbrio e mais rapidamente se desidratam, ate porque, proporcionalmente, tem mais agua do que os adultos. Portanto, em conclusão: se estiver um dia muito quente (ou se houver algum sintoma dos que á foram mencionados), deve oferecer se agua nos intervalos das refeições. Se o bebé quiser, ótimo. Se recusar, partindo do princípio que não está tão doente que lá com consegue beber, ótimo também: ó porque não precisa. Neste caso, como em tantos outros,«o cliente tem sempre razão». Portanto, se estiver calor é bom ter sempre líquidos à mão agua. principalmente. Obviamente que, em fenos, as crianças têm mais oportunidades de beber sumos, mas se tem sede, simplesmente, aceitarão agua desde que os pais lhes proporcionem isso. Não se esqueçam que os sumos refrigerantes são em geral, muito ricos em açúcar, levando a que a pessoa tenha sede daí a bocado. Os sumos ditos naturais são também um repositório de açúcar, natural mas açúcar na mesma, e o acto de espremer faz perder muitos dos componentes essenciais mais vale comer os frutos que sempre têm fibra e são mais completos. A água também ajuda a evitar a obstinação que, em alguns bebés, é um problema bem sentido petos pais e pela criança. É preciso ter em conta que, se a criança não tem problemas vasculares, hipotireoidismo ou algumas outras doenças, os rins sabem trabalhar a água excessiva. O que não podem é, no caso de falta de água. «-inventar» o precioso líquido, embora o nosso organismo tenha vários mecanismos habilidosos para poupar a água circulante, reduzindo as perdas e canalizando-a dos órgãos menos nobres para os mais importantes. Ler Mais...

O que significa um parto “pele com pele”?

"Pele com pele" é uma frase que significa aninhar o seu bebé nu contra a sua pele nua. Muitas mulheres desejam ter um contacto "pele com pele" com os seus bebés logo a seguir ao parto. Isso pode ajudar a criar laços, a controlar a temperatura do bebé e a iniciar a amamentação. Desde que você e o seu bebé estejam bem, não haverá razão para não poder fazer isso – limpar o seu bebé, pesá-lo e vesti-lo pode esperar um pouco. Muitos médicos reconhecem agora a importância deste contacto "pele com pele" inicial e ajudá-la-ão a obtê-lo desde que você queira. Comunique as suas ideias e os seus desejos à sua parteira o mais cedo possível depois de ser admitida na sala de parto, para que ela possa planear o seu parto e possa tentar ir de encontro aos seus desejos. Ler Mais...

Masturbação

A primeira questão está ligada a este subtítulo. Devemos chamar masturbação ou manipulação dos órgãos sexuais? Se por um lado o ato não se acompanha, nesta idade, de fantasias sexuais, por outro é inegável que a criança tem um prazer próximo do orgasmo. Para simplificar adotarei este termo, mas com as reticências de que ele se acompanha. Estas e outras situações causam apreensão, são confundidas com doenças (como convulsões) e suscitam embaraços e vergonhas. As crianças masturbam-se. É verdade. Sobretudo a partir dos 3 anos. E fazem-no porque a exploração do corpo leva-as a descobrir uma experimentação nova e que, ainda por cima, dá prazer. Aliás, descrevem o que sentem como «um choque elétrico muito bom», «uma coisa boa que arrepia» ou frases similares. A masturbação é um comportamento normal e como tal deve ser encarado. E associá-la a algo lascivo ou malévolo é transportar para a infância as leituras tortuosas dos adultos. A prova de que as crianças não têm qualquer sentimento «menos próprio» é que o fazem, como o Rodrigo, no caso em seguida relatado, à frente de toda a gente. São fases da vida da criança, necessárias e saudáveis, apesar da sua expressão ser diferente em cada uma. A atitude dos pais deve ser de respeito e sem emitir qualquer juízo. Quanto menos ênfase se der ao assunto, mais depressa esta fase passará. Pelo contrário, se se fizer um bicho-de-sete-cabeças, pode até ser que a criança deixe de se masturbar, mas ter-se-á inserido um componente anómalo no percurso normal da sexualidade, podendo mais tarde essa bomba-relógio rebentar de um modo estranho e a desoras. Remeter a sexualidade infantil e respetivos comportamentos para o domínio da vergonha é errado e pode ter consequências indesejáveis. No entanto, é bom passar a mensagem de que há comportamentos que requerem intimidade e privacidade. Numa conversa a sós, fora de um episódio, é bom dizer que os órgãos genitais são sensíveis e que esfregá-los pode causar dor ou lesão, e que assim como não se anda nu na rua ou até na praia, também a manipulação dos órgãos genitais deve ser um assunto íntimo, e que não deve ter lugar em frente das outras pessoas. Como a sexualidade infantil foi negada durante muito tempo, a normalidade da masturbação nesta idade ainda custa muito a aceitar como algo de saudável. Desde estar possuída até epilepsia, ouve-se de tudo. Se por alguma razão o comportamento se torna francamente obsessivo, acontece em qualquer local (designadamente fora de casa) ou não se reduz com a passagem dos meses, pode haver algum trauma a esclarecer, e a intervenção de um psicólogo será o primeiro passo a dar. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Higiene

Quando começar a dar banho? A resposta é simples: no primeiro   Quando se deve dar banho Integral? Sempre. Desde o primeiro dia. O banho «a galo» é... para os gatos. Durante muito tempo recomendava-se o banho por partes antes da queda do cordão umbilical, porque se temia que a água pudesse aumentar a infeção da tenda umbilical (onfalite). No entanto, constatou-se ser precisamente o contrário, pois a lavagem da ferida umbilical contribui para que o risco de infeção seja menor, aliás como já se fazia para outro tipo de feridas, em que os cirurgiões recomendavam a lavagem como primeira medida. Assim, deve-se dar banho total desde o primeiro dia, tendo evidentemente cuidado para secar bem a ferida umbilical, com uma compressa, evitando que a pele fique macerada e que se possam desenvolver bactérias. Que tipo de produtos se devem usar? Existem no mercado imensos produtos, de várias marcas e para diversos efeitos. O essencial é que haja um produto que se misture no banho, com o qual se lava o bebé (incluindo, nos primeiros tempos, a cabeça) e um leite corporal para fazer as massagens pós-banho e hidrata pele. Também deverá existir um creme barreira, com vitamina A. para a pele da zona das fraldas. Podem-se utilizar toalhetes de limpeza de qualquer marca, desde que não façam alergia ao bebé - se tal acontecer é uma questão de mudar. Quando o bebé faz apenas xixi, bastará usar o toalhete. Se faz coco, então será bom aplicar creme. O mesmo se passa relativamente aos outros produtos de higiene - muitas vezes são ofertas de amigos, amostras dadas na maternidade, noutras são escolhas dos pais. Se houver alergia a uma determinada marca, deve-se mudar de produto. Os produtos indicados para crianças são já pensados para causarem um mínimo de agressão à pete do bebé. É preciso ver que, sobretudo nas primeiras semanas, qualquer ferida ou lesão na pele pode ser o início de uma infeção local que, por deficiência das defesas do organismo, pode constituir um foco de disseminação de bactérias.Nos mais crescidos, pode começar a usar-se um champô próprio para bebés. Quanto tempo deve demorar o banho? É difícil dizer porque depende do tempo que se tem, da fome do bebé, do gozo que ele está a ter. etc… O banho não deve ser dado à pressa, ou seja, pais e bebes devem apreciar o momento, que se pressupõe de higiene mas também de interação, de pesquisa e de partilha. E de descoberta das competências do bebé, das suas caretas e gestos, dos seus sorrsos. Talvez por isso as máquinas fotográficas sejam, também, um utensilio indispensável na hora do banho. Para aqueles bebes que se mostram mais relutantes, deve começar-se por uma quantidade pequena da água, aumentando depois, devagar, quer o volume de água, quer o tempo de permanência. E durante o banho deve haver um ambiente harmonioso, calmo, sem correrias ou stresse, com cantilenas e sorrisos. A que temperatura deve estará água? A água do banho deve estar morna (34-35°C>. mas na maioria dos casos os pais sabem determinar a temperatura com o cotovelo ou com as costas da mão. A agua deve estar morna é tudo! O termómetro que muita gente tem. acaba por nunca servir para nada. Há dois cuidados essenciais a ter: um 6 nunca colocar o bebé na agua enquanto as torneiras ainda estão a correr - pode vir um fluxo de água quele e queimar o bebo. Outro: ao misturar águas, no caso de não haver misturadora em que se controle a temperatura, colocar sempre primeiro a água fria e depois a quente - se um bebé de dez meses saltar para dentro da água, inadvertidamente, não se queimará porque ela está fria. Caso contrário pode sofrer uma queimadura muito grave. Se o esquentador ou caldeira tiver um mecanismo regulador da temperatura, fixe-o para 45°. É o suficiente, e além da prevenção de queimaduras, gastará muito menos água e energia, porque não precisará constantemente de temperar a água quente com fria. A torneira de água quente deve estar protegida para evitar queimaduras de contacto, sobretudo quando o bebé já se mexe muito. A temperatura deve aumentar com a idade do bebé? Não. Deve sempre ser mantida a mesma, e depois dos 6 meses até se pode ir alterando, para mais fresco, quando está mais calor. O banho deve ir evoluindo com a idade do bebé, mas respeitando sempre os seus objetivos de um momento de higiene, e as regras de segurança e de um bom momento. E a temperatura exterior? Não é necessário uma temperatura exterior elevada - a casa de banho aquece com o próprio banho. O que interessa é envolver o bebé, mal se tira do banho, numa toalha que o seque, e claro está que a temperatura do quarto não deve estar baixa (ideal: cerca de 23°C) porque o bebé vai ainda estar uns minutos nu. No entanto, como se vão fazer massagens, a pele aquece e se o quarto está «um forno- pode secar demasiado o ar e o nariz do bebé ressente-se. O meu bebé gosta de meter a esponja do banho na boca... É preciso cuidado e não deixar, pois podem fragmentar-se pequenas partes que engasguem ou asfixiem o bebé. O meu bebé tem a mania de lamber a água do banho e às vezes bebe mesmo um bocadinho... Se for só um bocadinho não faz mal, mas não convém deixar beber grandes quantidades porque o óleo ou produtos do banho podem agoniá-lo e fazê-lo vomitar. Pode tomar banho depois das refeições? O que causa as temidas -paragens de digestão» não ó nada que tenha a ver com o vosso bebé. A cena conhecida e a do um adulto que come, digamos, «bastante», bebe outro tanto, estica-se ao sol a apanhar calor e dai a um bocado da uma corrida para a água fria e... tem uma paragem. Os bebés não comem tanto assim, mas mesmo admitindo que, como acontece, há uma chamada de sangue para os territórios gastrointestinais, apôs as loções, o que importa não é o meto em que a criança está, mas a temperatura, ou seja, o fator «água» só interessa pela sua temperatura e não por ser água. Se o banho não por nem frio nem demasiado quente não há qualquer problema. Coloca-se todavia uma questão: como o bebé 6 bastante estimulado com a mamada, dar-lhe banho a seguir vai apanhá-lo numa altura em que o que já quer é «desligar» E dormir, para arrumar todos esses estímulos. Assim, não trará provavelmente tanto prazer do banho como se este for antes da refeição. Como é melhor secar o bebé? Se possível, a toalha do banho devera ser mudada todos os dias, pelo risco de albergar bactérias ou fungos. Quando toalha servo, desde que de um tecido macio - as que tom capucho são úteis. Deve secar-se bem a pele e, principalmente, as zonas de rugas, refegos e de flexão (cotovelos, pregas das coxas), atrás das orelhas, e entre os dedos das mãos e dos pés. O cabalo também deve ser soco com uma toalha - será suficiente, mas se o bebé tem muito cabelo, poderá ajudar com o secador, mas usando um secador fraco e sempre a agitá-lo para que o toco de calor nunca se concentre, o que poderá causar queimaduras. Que cuidados se devem ter, por causa dos afogamentos? Pode parecer incrível, mas um bebé afoga-se em um palmo de água. Um palmo. E, por outro lado, quando a pele tem os produtos de limpeza os bebés ficam escorregadios e podem deslizar por entre as mãos. Assim, é indispensável tomar muilo cuidado, quer a segurá-lo, quer a nunca o deixar sozinho (quando mais velho). Uma das mãos deve estar sempre entre as pernas do bebé, para ele não tugir, no caso de escorregar. Outro princípio essencial: nunca, mas mesmo nunca, por razão alguma se deve deixar um bebé sozinho no banho (seja para atender o telefone ou a porta, seja para ir buscar alguma coisa que ficou esquecida e que até pode ser necessária). Se há que se ausentar, leve o bebé consigo, bem enrolado na toalha. Não é, aliás, necessário colocar muita água na banheira - dez centímetros de altura é suficiente para lavar o bebé, reduzindo o risco de afogamento. Que rotina devo ter na hora do banho? É sempre bom fazer uma revisão mental do que não pode faltar: os produtos, a água, a toalha e... o bebé. O resto (cotonetes, águas de colónia, fraldas, cremes, soro fisiológico, etc..), deverão também estar á mão, mas pode sempre ir buscá-los, com o bebé debaixo do braço. Organizar o cesto do banho com tudo o que é necessário, e ir revendo os produtos que acabam para os substituir por novos garante que está tudo ali.   E bonecos no banho? É vulgar o banho do bebé estar repleto de patos de plástico, bolas e outros brinquedos. É estimulante e ajuda o bebé a descontrair-se e a aguentar algumas manobras menos agradáveis para ele, como lavar a cabeça. Um livro de plástico também é uma boa ideia porque pode ir -contando- a história enquanto lhe lava os locais que ele mais detesta... No entanto, há que ter cuidado para que não sejam objetos a mais, que dispersem demasiadamente o bebé do seu banho, no qual deve ser um interveniente cativo, e que não se tornem uns empecilhos à pessoa que está a dar banho. Depois do banho convém tirá-los e passá-los por água, deixando-os secar ao ar. Se ficam no chão da banheira, molhados, podem criar bolores e fungos. Quando devo esvaziar a banheira? Esvaziar a banheira ainda com o bebé dentro dela pode trazer-lhe medo, pelo barulho e pelo turbilhão. Alguns bebés entram em pânico, talvez por pensarem que também seriam sugados.   Até quando usar a banheira de bebé? Depende do tamanho do bebé, se já se senta, etc. A passagem deve ser gradual, ajudada patos brinquedos que o acompanham há meses no banho, e começando por encher pouco a banheira grande. Digamos que entre os seis e os oito meses, em média, é a boa altura. Pancadas e traumatismos no banho. Os bebés maiores podem já mexer-se tanto que, na brincadeira (ou numa birra) podem bater com a cabeça ou cair, magoando-se, às vezes com gravidade. Por esse motivo, as bordas cortantes (se a banheira as tiver), devem ser protegidas, bem como as torneiras e outras saliências que podem causar dano, se o bebé bater nelas. Ter um tapete de banheira para evitar escorregões e indispensável nos bebes que já se sentam ou põem de pó. Por outro lado, há quo tomar cuidado para que o chão da casa de banho não fique escorregadio com a água que vai pingando ou salpicando ainda por cima é água com bocadinhos de sabonete ou líquido de lavagem. Uma superfície escorregadia é um convite a um tombo, seja da criança, seja dos adultos, com as respetivas consequências (recordo que, nas casas de banho, os materiais de impacto são muito duros - azulejos, mosaico, ermo de mármore ou pedra, loiças sanitárias -, causando grandes choques energéticos) Brincar no banho? No final do primeiro ano de vida, quando os bebés já se sentam, gostam de estar a brincar com bonecos e livros de plástico. É bom alinhar na brincadeira e acompanhá-los. Corno tá se disse, o banho não é apenas um ato higiénico representa um momento lúdico e interativo, para o bebe e para os pais. Como reagir quando os bebés têm medo do banho? Alguns bebés têm medo quando são postos no banho. E mesmo com todo o mimo e movimentos vagarosos eles continuam a ter medo. Não vale a pena forcar demais o banho, nesses caso, deve ser rápido. Pode tentar-se uma habituação, pondo uma quantidade muito pequena de agua e deixá-lo chapinhar, aumentando dia a dia a quantidade do água e o tempo que lá está dento. Os movimentos deverão ser muito suaves - pensem no que sentiríamos se nos fizessem baixar e subir aquelas distâncias todas, nos braços de um gigante, na proporção do corpo do bebé. Não convém a pessoa que está a dar banho, sobretudo se for a Mãe, entrar em stresse ou demonstrar ansiedade. O que vai acalmar o securizar o bebé, é precisamente a voz suave, as cantigas, o tom de alegria e de ternura, misturado com humor. Porque gritam quando entram no banho? Alguns bebés grilam quando entram no banho. Várias razões podem estar por detrás desta manifestação de desagrado: fome, frio, água demasiadamente quente ou fria, desconforto por estar nu, medo de cair, insegurança (não saber para onde vai). Tomar banho com o bebé pode ser uma maneira de ele ficar mais calmo e sentir-se acompanhado. Não se admire, Mãe, se o bebé quiser mamar enquanto está ao seu colo, dentro de água. Pode ser, aliás, um modo de o bebé se adaptar à água e passar a gostar do banho. E não tem mal nenhum, pelo contrário. Pode tomar banho com os irmãos? Sim, pode. É saudável mas há que ter cuidado porque, sendo tão pequeno, pode escorregar, ser empurrado ou ter medo. Antes do ano de vida não é aconselhável. Devo massajar o meu bebé? Os bebés precisam muito de contacto corporal, de sentir na sua pele a pele dos pais. São sensíveis ao toque e sentem-se bem, calmos e relaxados quando estão em contacto direto com os seus progenitores. A massagem é um meio extraordinário de fortalecer os laços entre o bebé e os pais. Como devo lavar a pilinha do meu bebé? Nos rapazes, deve-se lavar bem a zona do escroto, dado que é grande e enrugada, e convém retirar tudo o que ficou da contaminação com as fraldas. Neste primeiro ano de vida, quanto muito nos primeiros nove meses, não se deve puxar a pilinha. Como devo lavar o pipi da minha bebé? A lavagem deve ser feita suavemente, sempre da frente para trás, para diminuir o risco de contaminação com bactérias das fezes, o que poderia causar uma infeção urinária. Nas primeiras semanas de vida, a bebé pode ter uma secreção mucosa que não representa qualquer problema. Devo usar fraldas descartáveis ou de pano? A escolha é dos pais mas deve ter em conta as opções, vantagens e desvantagens. Em termos práticos, para as mães e pais que trabalham e que têm reduzida ajuda em casa, as fraldas descartáveis são, no geral, bastante mais convenientes. Que roupa devo vestir ao meu bebé? A roupa deve ser suficientemente folgada para não apertar o bebé. Portanto, entre bodies, babygrowths, casaquinhos, casacos, jardineiras e tantas outras coisas... há sempre muita coisa para escolher. Pensem sempre que o essencial é ser confortável, não causar alergias, estar adequado ao ambiente. Como devo lavar a roupa do bebé? Convém utilizar detergentes «para bebés» e lavar a roupa do bebé à parte, nos primeiros meses, com detergente não biológico, passando-a bem por água depois. Ler Mais...
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