Resultados para: "pelos na peperca"

Você está a ver gravidez , criança e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa pelos na peperca. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

O ruído

Muitas entidades e cientistas têm manifestado grande apreensão pelos níveis de ruído a que as crianças europeias estão sujeitas. Há vários contextos em que uma criança pode estar exposta ao ruído: • ambiental, especialmente em meio urbano (tráfego, residencial); • em casa e na escola; • durante as deslocações; • durante as actividades de lazer (designadamente feito pelos brinquedos). Ler Mais...

O que fazer em caso de suspeita?

Quando a criança começa com sintomas é essencial não dar medicamentos que possam mascarar a situação e levar a um diagnóstico tardio. Os medicamentos para a dor e os antibióticos incluem-se nesse grupo. E é importante acreditar na criança, sobretudo relacionar as suas queixas com o seu estado geral. A apendicite é uma emergência e não pode ser tratada em casa. Assim, se houver alguma suspeita de que se possa tratar de uma apendicite, a criança deverá ser imediatamente observada e, se o médico não puder ir ao local onde está a criança, esta deverá ser levada de imediato a um serviço de urgência pediátrica hospitalar, para que se possa avaliar o caso (pelos pediatras e pelos cirurgiões) e, se for caso disso, operar. Ler Mais...

Sangrar na gravidez significa que o aborto é inevitável?

Não, muitas mulheres têm sangramentos no início da gravidez e depois desenvolvem uma gravidez e dão à luz. No entanto, algumas mulheres tem sangramentos intermitentes durante a gravidez. Apesar disso, qualquer sangramento deverá ser investigado. Por norma isso faz-se com uma ecografia para determinar se a gravidez é viável (vai continuar) e para averiguar a causa do sangramento. Numa fase muito inicial pode ser difícil confirmar a gravidez numa ecografia e deve fazer-se uma análise ao sangue para determinar os níveis da hormona humana da gravidez gonadotrofina coriónica (HCG), principalmente para excluir a possibilidade de uma gravidez ectópica. Infelizmente, este é um tempo de espera: a altura para futuras ecografias é, em geral determinada pelos resultados da ecografia inicial, pelas análises ao sangue e pelos sintomas que está a ter. Ler Mais...

Como funcionam os cuidados com parteira?

Em alguns locais, grupos de parteiras da comunidade oferecem cuidados contínuos durante a gravidez, parto e período pós-natal e quando este tipo de cuidados está disponível tem mostrado ser uma escolha popular nas gravidezes de baixo risco pois permite às mulheres criar um bom relacionamento com as suas parteiras. As parteiras da comunidade são responsáveis pelos seus cuidados pré-natais, pelos seus cuidados no hospital durante o trabalho de parto e o parto e também pelas visitas domiciliárias depois do parto. Não é garantido que tenha a mesma parteira durante toda a sua gravidez e parto. Por essa razão, é boa ideia pedir consultas pré-natais com diferentes parteiras do grupo, para que se encontre com o maior número possível de membros do grupo durante a sua gravidez, sendo assim mais provável que conheça a parteira que irá estar consigo durante o trabalho de parto e parto do seu bebé. Ler Mais...

Morte súbita e inexplicável – uma situação devastadora

A morte súbita e inexplicável de uma criança é, sem dúvida alguma, um dos acontecimentos mais devastadores para os pais. A primeira referência escrita a uma Síndroma da Morte Súbita do Lactente (SMSL) pode ser encontrada no Antigo Testamento, quando se descreve esta morte «súbita e inexplicável, durante a noite», de uma das crianças. Ao longo dos séculos são múltiplas a crianças supostamente «sufocadas» acidentalmente pelos pais. Até ao século XIX, a causa para estas mortes súbitas e inexplicáveis era considerada o homicídio ou a sufocação no leito dos pais. Quer numa, quer na outra teoria, a culpabilização das mães surgia como elemento primordial e motivava ações de penalização que, aos olhos atuais, parecem bizarras, violentas e injustas. No Antigo Egipto, por exemplo, o cadáver do latente era amarrado à mãe durante três dias, para que esta se apercebesse do mal que tinha feito. Seguindo o mesmo esquema de raciocínio, na Idade Média os casos de morte súbita e inexplicável de lactentes eram julgados pelos tribunais eclesiásticos e não pelos tribunais seculares, a fim de que fosse possível punir os pais pelo seu pecado. No século XVIII, em Inglaterra, assiste-se a uma primeira tentativa para estabelecer uma diferenciação entre morte acidental e homicídio, através de uma investigação policial em cada caso de morte súbita e inexplicável. Muita investigação se produziu, com diversas teorias para explicar a ocorrência desta situação, mas foi só em 1969, que foi proposto o nome de «Síndroma da morte súbita do lactente», descrevendo-a como «a morte de qualquer recém-nascido ou latente que seja inesperada pela história clínica e cuja autópsia e exames post-mortem exaustivos não demonstrem qualquer causa de morte». Ler Mais...
Pelos na peperca | Para Pais.