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Conselhos sobre antecedentes que marcam

Dizer que se se portar mal o médico dá «picas» é um desrespeito pela criança e pelo médico. Confesso que reajo mal quando ouço uma dessas. Num momento em que é necessária confiança da criança, dizer que aquele senhor ou senhora que ali está, a sorrir e a conversar com ela, é um monstro sádico disfarçado não me parece a melhor atitude. Que diriam os pais que dizem esse tipo de coisas se o médico se voltasse para a criança e dissesse: «Quando chegares a casa os teus pais vão ferver-te em azeite quente e partir-te os ossos um a um.» Não gostavam, pois não? «Se ter portares mal...» - cada pai saberá o que quer fazer. Não metam é o médico e as picas ao barulho. Quando uma criança não se acalma e tem de ser observada, os pais têm de colaborar e segurá-la convenientemente, sem brutalidade, mas com firmeza. Não apenas para a ajudar a acalmar, mas porque largar um braço pode fazer com que dê uma pancada, por exemplo, num otoscópio e possa magoar-se. Se os pais confiam no médico, deverão seguir as suas instruções. Não se esqueçam de que o médico-assistente das crianças é, antes de mais, um defensor do bem-estar e dos direitos delas. Ler Mais...

Espaços de brincadeira – têm que ser bons, bonitos e seguros

Como alguns pais sabem, por experiências que já tiveram com as suas crianças, alguns espaços de brincadeira são autênticos espaços armadilhados, acabando por ser uma causa muito importante de traumatismos e lesões acidentais. Um outro aspecto que vale a pena realçar é a necessidade de pensar em espaços de brincadeira e de recreio como espaços amplos, não atafulhados de equipamentos, e optando por soluções (por exemplo, aparelhos) que permitam várias atividades de diversos grupos musculares, e não as tradicionais atividades «uma de cada vez» (escorrega-escorrega, roda-roda, salta-salta, gira-gira, baloiça-baloiça). Um terceiro aspecto prende-se com os enquadramentos ambientais. Os bebés são exigentes e desenvolvem se melhor em ambientes bonitos e tranquilos, de preferência onde vários grupos etários e várias gerações se misturem e partilhem saberes e culturas. Cabe aos pais, neste contexto, um papel importantíssimo do qual não se poderão demitir. Por um lado, os bebés frequentam os parques infantis também com os educadores de infância. Nas creches e infantários existem recreios em muito semelhantes aos parques com equipamentos. Não é admissível deixar que as crianças frequentem locais onde se limita a sua atividade fisiológica e psicológica, ou em que correm perigo de traumatismos graves, de sequelas definitivas e até de morte. Quando se pensa que uma queda de 3,5 metros de altura sobre 30 cm de areia equivale, em pancada e libertação de energia, a uma queda de 15 cm sobre cimento tem se uma noção de que o sítio onde se quando se cai, faz toda a diferença em termos de libertação de energia e de consequências para o bebé. E sendo a cabeça, nas quedas, a parte mais frequentemente traumatizada e o local onde está o nosso «computador central», o risco de lesão cerebral é muito elevado. Os materiais mais amortecedores, que não devolvem tanta energia quando se bate neles, são a areia, relva, madeira, alcatifa, tapete. Os que são mais violentos e que causam traumatismos muito mais graves são o betão, azulejo, pedra, mosaico, tijoleira, bate, A aceleração linear faz os objetos e o bebé «pesarem» muito mais. Vale a pena, na prevenção dos acidentes, pensar que tudo o que acelere ganha energia e provoca uma pancada com mais violência. Por exemplo, se for o bebé a cair, a altura de que cai conta muito, porque é como se o bebé fosse aumentando de peso a cada cm que desce efeitos da gravidade. Se, pelo contrário, é algo que lhe cai em cima, a distância a que o objecto estava da cabeça do bebé também conta. À medida que o objeto desce, ganha velocidade e energia. Quando bate é como se pesasse muitíssimo mais. Ficam aqui algumas chamadas de atenção para pormenores que são muito importantes para se conseguir um espaço de brincadeira seguro e divertido. Peçam às crianças mais velhas que vos ajudem neste jogo de detectar problemas e aspectos perigosos. É uma boa maneira de passarem o tempo, serem elas a fazer este check-list e, no final, em «reunião plenária», a relatarem aos adultos o que encontraram, para que possam tirar conclusões e veiculá-las aos pais. Ler Mais...

Barcos

Se têm um, divirtam-se. Mas cuidado: há limites para a aproximação dos barcos e se vão conduzir um tenham cuidado - pensem que podiam ser vocês a estar do outro lado. Não há coisa mais enervante do que estar a tomar banho e ter que ter atenção constante aos barcos que circulam em locais que deviam ser apenas dos banhistas. Se estão na praia e vêem algum palerma a fazer gracinhas macho-exibicionistas junto à praia, chamem a atenção do nadador-salvador. Já basta o cheiro da gasolina, quanto mais arriscarmo-nos a levar uma pancada. 0 mesmo se aplica às motos de água e outras coisas no género. Se levarem uma criança num barco ponham-lhe SEMPRE um colete - as braçadeiras não são suficientes para garantir a segurança numa queda em alta velocidade. Não pensem que é um exagero, e façam-no para depois não se virem a arrepender. Relativamente aos barquinhos pequeninos de plástico, para bebés, assim como baleias, orcas, peixes e outro tipo de bóias de plástico, muito cuidado porque a maioria é pouco segura e podem voar com o vento (com a criança lá dentro) ou virar-se e a criança ficar em dificuldades, com a cabeça dentro de água. E, ainda, não se esqueçam que ao pé do mar, e muito especialmente dentro dos barcos, não se sente tanto o calor (embora continuem as radiações ultravioletas) e podem apanhar-se escaldões sem se dar por isso. Ler Mais...

Tenosinovite da anca

Uma das situações mais frequentes de dor na anca, excluindo os casos de traumatismo, é a sinovite aguda transitória, que é uma inflamação autolimitada do revestimento da articulação da anca (denominado «sinovial», de onde o nome). Embora possa surgir em qualquer idade, é mais comum cerca dos 3-4 anos e no sexo masculino. Há também uma predominância pelo lado direito. A causa da sinovite aguda é desconhecida e pôs-se a possibilidade de estar relacionada com fatores alérgicos. Aliás, metade das crianças tem uma história de constipação ou otite nos dias anteriores. O caso-tipo é o de uma criança que aparece com dor na virilha ou na anca, geralmente de um só lado, com dificuldade em andar, preferindo manter a perna fletida e ligeiramente voltada para o lado de fora. Há vários fatores que deve ter em conta: se a dor é súbita, se é intensa, se causa impotência funcional, ou seja, se a criança tem a marcha e a movimentação limitadas e se tem sinais de inflamação (vermelhidão e calor). Claro que interessará saber se teve ou tem outros sintomas e sinais, de qualquer dos outros órgãos, e também, evidentemente, se sofreu um traumatismo (queda, pancada, mau jeito, etc.). Muitas vezes poderá ser mau posicionamento a dormir; não é necessário que seja um acidente grave. Quando tal acontece e não passa com um anti-inflamatório, no período de um ou dois dias, então convém consultar o médico porque eventualmente ter-se-ão de realizar exames (análises, radiográficas, ecográficas, etc.). Ler Mais...

Dores na anca

Uma criança com dor na anca pode constituir uma razoável fonte de preocupação para a família e também para o médico, até porque é uma situação fora do comum e que, pela sintomatologia aguda e tão manifesta, assume algum dramatismo. Há vários fatores a ter em conta: se a dor é súbita, se é intensa, se causa impotência funcional, ou seja, se a criança tem a marcha e a movimentação limitadas e se tem sinais de inflamação (inchaço, vermelhidão e calor). Claro que interessará saber se teve ou tem outros sintomas e sinais, de qualquer dos outros órgãos, e também, evidentemente, se sofreu um traumatismo - queda, pancada, mau jeito, etc. Muitas vezes poderá ser mau posicionamento a dormir; não é necessário que seja um acidente grave. Vamos pois abordar os casos em que os parâmetros acima referidos são bem evidentes e não aqueles em que existe uma «dorzinha» ocasional que passa em momentos sem qualquer tratamento. Uma das situações mais frequentes de dor na anca, excluindo os casos de traumatismo, é a sinovite aguda transitória, que é uma inflamação autolimitada do revestimento (denominado «sinovial») da articulação da anca. Embora possa surgir em qualquer idade, é mais comum entre os 3 e os 5 anos de idade e no sexo masculino. Há também uma predominância pelo lado direito. A causa da sinovite aguda é desconhecida e pôs-se a possibilidade de estar relacionada com fatores alérgicos. Aliás, metade das crianças tem uma história de constipação ou otite nos dias anteriores. O caso-tipo é o de uma criança que aparece com dor na virilha ou na anca, geralmente de um só lado, com dificuldade em andar, preferindo manter a perna fletida e ligeiramente voltada para o lado de fora. Quando tal acontece e não passa com um anti-inflamatório, no período de um ou dois dias, então convém consultar o médico porque eventualmente ter-se-ão de realizar exames (análises, radiografias, etc.). Uma das razões porque há que ter esta precaução é porque existe uma situação, denominada «doença de Legg-Calvé-Perthes», que tem de ser tratada de imediato. Ler Mais...

Dores

Vou abordar agora algumas «dores». Para todas elas é necessário registar os sintomas:
  • que tipo de dor (se a criança conseguir descrevê-la, melhor - dar vários exemplos: queimadura, pancada, alguém a apertar, etc.);
  • onde se localiza? A criança consegue apontar com o dedo um local mais doloroso?;
  • é localizada ou generalizada? Irradia?;
  • há quanto tempo começou?;
  • agravamento e com que fatores?;
  • como surge (subitamente? lentamente?);
  • como melhora ou desaparece (com medicação? espontaneamente?);
  • frequência?;
  • hora do dia?;
  • acorda a criança, de noite?;
  • interrompe as atividades que interessem à criança?;
  • dias da semana (dias de escola ou fins-de-semana)?;
  • existe posição de alívio?;
  • relação com alimentos, atividades ou qualquer outro fator desencadeante?;
  • outros sintomas ou sinais (vómitos, diarreia, gases, febre, perda de apetite ou de peso, etc.)?
Uma dos aspetos que gostava de realçar, é que a dor na criança e um problema real e muitas vezes ignorado, não apenas pelos pais, mas também pelos profissionais. Não se deve subestimar esta situação. O apoio dos pais, em termos de mimo e contacto táctil pode minorar o sofrimento de corrente da dor. Por outro lado, há produtos (desde pomadas para colocar antes das injeções ou análises, a xaropes) que reduzem a dor. Embora seja um sinal importante, desde que bem esmiuçado como referi acima, a dor não deve ser mantida quando causa sofrimento desnecessário. Por outro lado, não se deve ameaçar a criança com situações dolorosas («Se não te portares bem, o médico dá-te uma pica.») mas também não se pode prometer não haver dor quando, por exemplo, se tem de picar para tirar sangue. A dor crónica na criança (artrite e doenças reumatismais, cancro) está ainda pouco estudada. Nós, adultos, que tanto nos queixamos quando damos uma topada ou temos alguma infeção na garganta, ligamos demasiadamente pouco à dor na criança. Temos de mudar esta atitude, porque até quando as crianças «inventam» dores, estão a sofrer. Ler Mais...
Pancada com bacteriavnonjoelho | Para Pais.