Resultados para: "panarisso no dedo"

Você está a ver grávida , gravidez e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa panarisso no dedo. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Chuchar no dedo ou na chupeta

Chuchar no dedo ou chucha é perfeitamente normal nas crianças. É um hábito que transmite segurança e regressão, como contrapeso aos desafios do crescimento e das ousadias. A maioria das crianças termina o hábito por volta dos 2 anos. Se isto não acontecer os pais devem começar a desencorajá-la para ver se a situação se resolve até aos 4 anos, todavia sem causar stresse, caso contrário a criança tenderá a regredir mais. Se o chuchar se prolongar acima desta idade, pode criar apinhamento dentário e alterações dos maxilares e da mordida. Todos estes hábitos podem ser nocivos para os dentes, se por um longo período de tempo. A chucha é mais fácil de ser retirada do que o dedo (que está sempre lá), portanto o afastamento do hábito de sucção do dedo requer mais consciência por parte da criança, força de vontade e a sua colaboração, o que poderá acontecer um pouco mais tarde. Por outro lado. o dedo é um recurso da criança enquanto a chupeta é um recurso externo. Enfim, um equilíbrio difícil a que será bom estar atento. Ler Mais...

Quando o seu bebé não quiser tomar os medicamentos

Arranje uma seringa (sem agulha) ou um dispensador, dos que se vendem nas farmácias e lojas de produtos para criança (ou que, por vezes, acompanham os medicamentos), e dê pelo lado da boca. O bebé irá engolindo, mesmo que entre dois choros, e não correrá o risco de se engasgar, cuspir ou vomitar. Se o bebé fechar a boca, deixe passar um bocadinho e aproveite um momento de choro. Não o violente, como por exemplo apertando o nariz ou assustando. Mas seja firme, fazendo entender que tem mesmo que dar o medicamento. Há momentos em que podemos transigir, outros não. Nenhuma criança aceita de bom grado, especialmente estando doente, tomar medicamentos, sobretudo à noite ou quando está a dormir. Tem que ser um exercício de paciência, mas também de querer. É para bem deles! Os supositórios são geralmente bem tolerados em bebés com menos de um ano, e não havendo diarreia, são sempre uma boa solução porque podem ser postos na muda da fralda; aos bebés com mais de 4-6 meses, dê um brinquedo para ele se relaxar. Uma coisa que o pode entreter é colar um adesivo no dedo. Ele tentará tirá-lo e o adesivo vai-se colando de dedo para dedo, entretendo-o; molhe sempre a ponta do supositório ou ponha um pouco de vaselina. Depois de empurrar o supositório e de o ver desaparecer, mantenha o ânus apertado durante uns momentos, para o supositório subir até à ampola rectal. Caso contrário sairá com o mínimo de força (como a que o bebé faz a chorar). As gotas ou pomada dos olhos têm mesmo que ser colocadas dentro dos olhos, e não «a fugir», deixando o produto cá fora. Ler Mais...

A escovagem dos dentes

A escovagem dos dentes é um dos métodos mais fáceis de prevenção da cárie e a limpeza da boca da criança deve começar o mais cedo possível, como referimos n'O Grande Livro do Bebé. Mesmo quando ainda não nasceram os dentes - ou mesmo tendo nascido alguns ainda há «muita gengiva» livre -, os pais devem passar com o dedo nas gengivas do bebé para que ele se habitue à manipulação da boca e, mais tarde, não estranhe a escova. A altura do banho é ideal para esta primeira abordagem. Enquanto só estão presentes os dentes da frente, a limpeza pode ser realizada com uma compressa molhada em água morna e enrolada no dedo da mãe (ou a ponta de uma fralda de pano). Nesta idade, a altura ideal é depois da última mamada, antes do intervalo noturno. Quando nascem os molares de leite (cerca dos 12-18 meses), deve iniciar-se a escovagem, duas vezes por dia – de manhã após o pequeno-almoço e à noite antes de ir dormir. A escovagem da noite é a mais importante, e depois dela a criança não deve comer nenhum alimento (nem mesmo leite que também contém açúcar), caso contrário ter-se-á que reiniciar o processo e repetir a escovagem. Ler Mais...

Dedo ou chupeta?

Sabem que alguns bebés nascem com calos no polegar? Parece incrível, mas isso apenas significa que, durante a sua estadia no útero materno, já chuchavam no dedo. O dedo... A esmagadora maioria dos bebés tem uma predileção especial por chuchar diria mesmo, em alguns casos, uma verdadeira obsessão. Estabelece-se com o dedo polegar (ou menos frequentemente com outros) um autêntico caso amoroso e o chuchar enquadra-se nas chamadas atividades de autocontrolo e de gestão do stresse. Tal como o uso da chupeta, o chuchar no dedo parece ser um problema maior para os adultos do que para as próprias crianças. Muitos pais interpretam estes sinais de uma forma demasiado rígida, como se pelo fato de chuchar no dedo ou na chupeta o seu bebé estivesse zangado. Nada de mais errado. Muitos dos bebés «chuchadores» são calmos, bem adaptados ao ambiente, tranquilos e simpáticos, sem quaisquer sinais ou sintomas de stresse mal gerido. Os dentes... Um dos receios dos pais está relacionado com os problemas dentários que podem surgir pelo facto de a criança chuchar no dedo, e é aqui que muitas vezes entram medidas dissuasoras, como produtos de sabor amargo, luvas ou outras formas de restringir ao bebé o acesso do dedo à boca. Como a prática se encarrega de demonstrar, estas medidas em pouco ou nada resultam. Até aos dois anos de idade, são raros os casos em que o dedo interfere com o desenvolvimento dos dentes. Contudo, a partir desta idade, e à medida que a criança cresce, chuchar no dedo pode, de facto, levar os incisivos superiores a ficarem mais salientes. Medidas «heróicas»... Há várias maneiras de tentar enganar a criança. Durante o dia, por exemplo, mantendo as duas mãos ocupadas, com jogos e bonecos, de modo a que se distraia e obtenha os diversos sucessos (na brincadeira, nos desafios) sem necessitar do seu companheiro. Pelo contrário, as constantes chamadas de atenção só servem para centrar a criança no problema e transformar uma coisa que tem um significado muito relativo, noutra bastante mais complicada. Quanto ao chuchar no dedo à noite, uma estratégia pode ser tentar substituir esse afeto pelo abraço a um boneco ou à almofada, retirando a vontade de chuchar (embora seja apenas passar de um «vício» para outro...)- Muitos psicanalistas dizem que, durante o sono, regressamos às nossas atividades mais primárias e ao útero materno - afinal o sítio onde nos sentíamos bem e para onde gostaríamos sempre de voltar. Os bebés que chucham no dedo na sua vida antenatal, provavelmente terão uma maior tendência para chuchar depois de nascer. Por outro lado, os estudos mostram que os bebés alimentados ao peito, que mamam à vontade durante a noite ou os que não começam a comer outros alimentos para além do leite antes de chegar a altura certa, têm menos tendência para chuchar no dedo. Para além das vantagens do que se consideram ser boas práticas, ainda vai permitir poupar em aparelhos dos dentes (que não são baratos...). A chupeta O que se referiu para o dedo é válido para a chupeta. Algumas crianças são imediatamente confrontadas com ela, mal acabam de sair da sala de partos... ou quase. Muitos pais, quando o bebé nasce, estão já equipados com este objeto, até porque consideram que os hábitos adquirem-se desde pequenino, e então preferem que o bebé aprenda a não chorar de noite e a consolar-se de dia. As chupetas vieram substituir o dedo. Há, no entanto, alguns detalhes que convém saber. Quando um bebé se está a adaptar ao mamilo da mãe tarefa essa que pode demorar dias a introdução da chupeta poderá dificultar essa aprendizagem, pois para mamar na chupeta o bebé não precisa de abrir tanto a boca e, se utilizar a mesma técnica com o peito da mãe, vai extrair pouco leite, ficar com fome, causar stresse na mãe, o que leva a uma diminuição ainda maior da saída de leite, e ainda causar dores e gretar o mamilo da mãe. Por outro lado, o cheiro e a textura da borracha ou do material com que é feita a chupeta podem constituir uma fonte de confusão para a criança, na altura de pegar no peito. Será boa política evitar o mais possível a chupeta quando o bebé está a ser amamentado. Quanto à deformação dentária, existem chupetas ortodônticas, que são achatadas e interferem menos com a dentição, tendo também a vantagem de simularem melhor o mamilo materno. Claro está que nos casos em que o bebé está num caminho regressivo, esta semelhança ainda o convida mais a voltar para a barriga da mãe e a não crescer. Alguns estudos têm também demonstrado a maior ocorrência de otites em crianças que usam chupeta, em comparação com as que chucham no dedo. Embora este não seja o fator mais decisivo, é sempre uma coisa a ter em conta, dado o aumento da incidência de otites nos bebés que vivem em ambiente urbano (poluição, ambiente de casa, infantários, etc). Ler Mais...

Unhas

Como já vinham fazendo, há que continuar a cortar as unhas das crianças com regularidade, isto é, em média, uma vez por semana, ou mais se elas crescerem mais depressa. Numa altura em que a atividade corporal é maior e em que o contacto com o meio físico e com os outros é grande, unhas crescidas ou lascadas tornam-se perigosas, porque qualquer gesto, mesmo sem ser intencionalmente maldoso, pode causar arranhões. • Deve aproveitar-se quando a criança está a dormir, pelo menos até ter 1 e meio, 2 anos, porque não se mexe tanto e as hipóteses de se fazer um corte no dedo são muito menores; • Há também por vezes a tentação de cortar as unhas muito curtas, para não termos de estar sempre a pensar no assunto, só que unhas demasiadamente cortadas retraem-se e, ao crescer, podem encravar na pele, causando infeção e dor, para além de expor a polpa do dedo a traumatismos durante as atividades da criança, o que pode fazer doer; • A unha deve ser cortada a direito e o ângulo reto que fica em cada lado, limado com uma lima de cartão, bem como devem ser limados também os bordos das unhas; • O corte das unhas deve ser feito com tempo e tranquilidade, porque nem sempre corre com a fluidez que se desejava. Há crianças que detestam, mesmo, cortar as unhas. E é importante fazer as coisas com calma, para evitar acidentes. Assim, há que «isolar» o dedo da unha a cortar - seja da mão, seja do pé - dos restantes dedos, para que não haja o perigo de a tesoura ou corta-unhas resvalar e cortar o que não deve; • Não de devem utilizar tesouras de adultos, porque um pequeno desvio ou movimento da mão da criança pode provocar um acidente e um corte no dedo. As tesouras de crianças têm um limitador que evita este tipo de acidente; • O corta-unhas poderá ser utilizado apenas depois dos 3-4 anos, quando já há cooperação; • Se porventura ocorrer um corte e sangrar, há que fazer pressão para o sangue estancar, e não vale a pena estar com Auto culpabilizações ou recriminações; • Se notarem que as pontas das unhas, junto à pele, estão encarnadas e inchadas, pode estar a ocorrer uma inflamação. O melhor será consultar o médico-assistente, mas numa fase inicial pode aplicar um pacho de álcool, durante uns minutos, seguindo-se a aplicação de um soluto desinfetante. Mas convém afastar os dedos do nariz da criança, porque o álcool evapora e é inalado, podendo causar hipoglicemia; • As unhas dos pés são, frequentemente, «estranhas» e difíceis de cortar. Se elas parecem «crescer para dentro», então o melhor será pedir ajuda a alguém com experiência, designadamente um enfermeiro do centro de saúde ou podologista. Ler Mais...

Reflexos dos recém-nascidos

Os bebés têm vários reflexos presentes no momento do parto e que lhes conferem capacidades de sobrevivência. Reflexo de Moro. Se deitar o bebé de costas e lhe elevar as pernas ele abre os braços em cruz e depois fecha-os num abraço. Reflexo busca. Se tocar na bochecha do bebé ele vira a cabeça à procura de alimento. Reflexo de agarrar. Se puser um dedo na palma da mão do bebé ele agarrá-lo-á fortemente com os seus dedos. Reflexo de caminhar. Se segurar o seu bebé de pé numa superfície, ele fará os movimentos de andar. Ler Mais...
Panarisso no dedo | Para Pais.