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Conselho sobre esquema geral de consultas

É conveniente os pais prepararem a consulta. Não basta marcá-la. Pessoalmente, gosto quando os pais trazem o que, a brincar, chamo a «lista de compras», ou seja, papelinhos com anotações. O Boletim de Saúde Infantil e Juvenil tem um espaço para se escrever as dúvidas e preocupações dos pais - há que desfazer a ideia de que só os profissionais podem fazer anotações no Boletim. O Boletim (devido às informações nele contidas) é em primeiro lugar da criança e, portanto, dos pais. É conveniente, também, os pais lerem o que o Boletim contém, sobre o espaço que medeia entre as consultas - as informações que lá constam foram selecionadas com grande critério, com um único objetivo: ajudar os pais. Ler Mais...

Conselho sobre “Preocupar-me?”

Não tenham vergonha de veicular ao médico-assistente tudo o que sentem. Qualquer questão que preocupe os pais é importante, mesmo que do ponto de vista clínico o possa não ser. E as consultas e contactos existem para isso mesmo, não apenas para meter uma espátula pela boca dentro ou um otoscópio nos ouvidos. Aliás, a descodificação dos sintomas e sinais, antevendo quando é que eles se podem tornar graves, é uma ajuda preciosa aos pais e contribui para que aumentem a sua sabedoria. E quantas vezes (muitas, mesmo!) os pais não têm razão, porque o seu sexto sentido os avisou de que «algo não estava bem»? São os pais quem melhor conhece a criança, e que com ela «fala», através da «comunicação invisível». Ler Mais...

Conselho sobre reações pós-vacinais

Os pais têm de perguntar aos médicos-assistentes dos filhos quais as vacinas existentes. São eles, e não os médicos, quem deve decidir se as dá. Os profissionais existem para dar informação, completa, sobre os benefícios e os custos, e para tirar as dúvidas. A decisão final tem de ser dos pais. Se escrevo isto é porque me deparo, frequentemente, com pais a quem, durante as várias consultas a que foram, nunca foram mencionadas por exemplo as vacina antipneumocócica ou anti varicela. Ler Mais...

Aviso sobre os pais

Os padrões que regiam os pais de há duas ou três gerações não são certamente os de agora, assim como a própria relação entre os cônjuges terá mudado radicalmente - pensemos nos nossos avós e nos nossos próprios pais e vejamos as diferenças. São contudo os filhos os maiores beneficiários destas mudanças pois passaram a ter a família completa quando muitos deles tinham antes uma mãe e «um senhor que estava lá em casa». Esse «senhor» é agora uma pessoa participante, que brinca, que apoia, que ajuda, que conversa, em quem os filhos podem confiar - e que desempenha um papel único e insubstituível. Ler Mais...

Estamos à espera de gémeos depois de um tratamento por FIV. Como vamos lidar com isso?

Embora descobrir que irão ser pais de dois bebés em vez de um possa ser um choque, a surpresa inicial assentará e em breve começarão a habituar-se á ideia. Há muitas associações que dão informação e apoio aos pais de gémeos, assim como empresas que fazem produtos para os pais de dois ou mais filhos. A sua parteira e o seu obstetra dar-lhe-ão informação e apoio e poderão pô-la em contacto com grupos locais de apoio a nascimentos múltiplos. Também terá consultas pré-natais mais regulares e fará mais ecografias do que se só estivesse grávida de um bebé, para manter sob observação o crescimento dos seus bebés. Não há benefícios financeiros adicionais para os pais de gémeos, embora possa receber mais de certos benefícios que dependem do seu salário. Ler Mais...

Ainda vacinas – algumas questões menos faladas

É crescente o número de pais que olham para as vacinas com alguma desconfiança. Muitas vezes optam por não vacinar os filhos - estão no seu direito, dado que a vacinação não é obrigatória em Portugal. No entanto, há que analisar melhor esta questão. E se alguns pais não querem vacinar os filhos porque acham que tudo se resume a pressões da indústria farmacêutica, não querem sujeitar a criança a eventuais efeitos secundários, ou ainda têm medo de que, a longo prazo, as vacinas possam trazer complicações graves, cancro ou outras doenças, também é bom que ponderem o que poderá acontecer se não vacinarem os filhos. Não há nada que seja «só bom». Mais: quanto melhor é determinada medida, e maior a sua dimensão, maior também o contrapeso, ou seja, o risco de efeitos adversos. Passa-se com todos os fenómenos, seja a televisão ou a Internet, seja a globalização...ou simplesmente o amor dos pais. Por outro lado, a opção que os pais tomam tem a ver, não com eles, pais, mas com a saúde dos filhos. É por isso que a decisão de, por exemplo, não vacinar, tem de ser extremamente bem fundamentada. Porque se houver um erro de cálculo, quem vai pagar por isso é a criança. Não são os pais, diretamente. É uma coisa que tem de ser dita, embora se fuja muito a dizê-lo, porque é incómodo: quando os pais se esquecem de colocar o cinto ou a cadeirinha, e a criança sai disparada numa travagem e morre, os pais choram, mas a criança morreu. E por sua culpa. E duro, quase cruel, dizer as coisas assim, mas as mortes infantis por negligência (não apenas dos pais, entenda-se) são afogadas pela dor dos pais e dos familiares, esquecendo-nos muitas vezes de quem, realmente, perdeu tudo o que tinha, incluindo a vida. Ler Mais...
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