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Brincar

Muita gente pensa que os bebés pequeninos não brincam. Mas quem é que disse que os bebés não brincavam? O equívoco resulta, creio, de analisarmos a criança e as suas atividades de uma perspectiva e de um ponto de vista dos adultos. Achamos que um bebé não brinca porque se calhar não brinca diretamente connosco, ou não brinca como nós pensamos ou desejávamos que ele brincasse, ou da mesma forma que, por exemplo, uma criança mais crescida o faz. Mais, mesmo sabendo que os bebés contam connosco para a brincadeira, por vezes o que nós não sabemos é interpretar os seus sinais, e achamos que eles não querem nada connosco só porque não falam a mesma linguagem e ensaiam outros caminhos para a comunicação. Este erro mantém-se, quer quando falamos com bebés, quer quando falamos muitas vezes uns com os outros, o que se torna mais grave quanto a experiência vai escasseando. Já quase não temos primos, temos poucos irmãos, cada vez menos filhos e estamos rodeados de cada vez menos crianças. Ler Mais...

Perguntas e Respostas sobre Brincar

Quando é que um bebé começa a brincar? A atividade lúdica faz parte da vida, tal como dormir, comer, rir e chorar. Mais: brincar é um fim em si próprio e não apenas um meio para se atingir qualquer outro objetivo. Brinca-se porque se brinca. Tão simples como isto. A atividade lúdica, muito associada ao prazer, à tranquilidade, à criatividade e à descoberta. Logo, e para responder à pergunta: brinca-se desde que nascemos. Um bebé de meses brinca com o corpo, as mãos, os pés, bate palminhas, deita a língua de fora, mais tarde brinca com as rocas, os peluches ou os cubos de montar. Como posso brincar com o meu bebé? Não basta pegar em brinquedos e dar ao bebé para que este se sinta feliz. Pelo contrário, vai sentir-se, frustrado e infeliz. Os bebés precisam de aprender a brincar sozinhos e fazem-no enquanto o brinquedo permite exploração e descoberta, mas logo esgotam as suas possibilidades individuais e precisam de quem lhes aponte mais soluções para o objeto ou para o jogo. É por isso que brincar com uma criança é estar com essa criança, física e mentalmente. O tempo que passamos com os nossos filhos é fundamental. Que brinquedos devo comprar? Um conselho, não comprem brinquedos em demasia. Vai baralhar o bebé, porque terá mais dificuldade em se concentrar num, estudá-lo e explorá-lo, e acaba por ser um gasto inútil de dinheiro, para além do péssimo hábito de desperdício e de abundância materialista. Deve dar uma maior atenção ao valor ludo-pedagógico do brinquedo e confirmar que está adequado à idade da criança, tente perceber o que ela realmente gosta. Os brinquedos mais caros são os melhores? Não é pelo preço que se deve guiar mas sim pelo interesse que o brinquedo terá para o bebé. Para além disso o mais importante é ver se o brinquedo é seguro. Por exemplo, o urso de peluche tem olhos ou um nariz que sai ao primeiro puxão podendo ir para a boca do bebé? O meu bebé deve ver televisão? A televisão é a eterna questão polémica! Definitivamente antes de um ano a resposta é não, porque o bebé não tem capacidade para seguir atentamente uma história, porque não tem capacidade de seguir a velocidade da mudança de imagens, nem tem memórias que lhe permitam ver «metade» e intuir o resto. Ler Mais...

Seringas

E um perigo nas praias, mas é a realidade em que vivemos, e isto apesar do sucesso da campanha de trocas. Ensinem os vossos filhos a não mexer em seringas que eventualmente encontrem. Faça uma vistoria da areia onde a criança brinca e... cruzem os dedos. E não se esqueçam: a prevenção começa cedo e o melhor é tratar as seringas como instrumentos de diagnóstico e de terapêutica, ou seja, dar às crianças seringas para brincarem, como recompensa de terem levado uma injeção, é brincar com o fogo. Ler Mais...

Aviso sobre os pais

Os padrões que regiam os pais de há duas ou três gerações não são certamente os de agora, assim como a própria relação entre os cônjuges terá mudado radicalmente - pensemos nos nossos avós e nos nossos próprios pais e vejamos as diferenças. São contudo os filhos os maiores beneficiários destas mudanças pois passaram a ter a família completa quando muitos deles tinham antes uma mãe e «um senhor que estava lá em casa». Esse «senhor» é agora uma pessoa participante, que brinca, que apoia, que ajuda, que conversa, em quem os filhos podem confiar - e que desempenha um papel único e insubstituível. Ler Mais...

Brincar está nos genes

Brincar acompanha o ser humano desde sempre. Está nos genes. Desde sempre este animal brincou. O bebé brinca na barriga da mãe — não digo que os pontapés que a mulher grávida sente correspondam a um jogo de futebol, mas sabese, por registos ecográficos e outros estudos, que o bebé se entretém, brinca e utiliza o seu próprio corpo para isso. Sabemos também que ouve, ouve os sons da mãe, ouve os batimentos cardíacos, a voz do pai e as vozes das outras pessoas. Sabe-se também que os bebés vêem desde muito cedo, ainda na vida intrauterina, e apercebem-se de alguma luminosidade que chega através da parede abdominal da mãe. Se calhar vêem sombras chinesas e devem divertir-se a vê-las. E têm inúmeras competências sensoriais, comunicacionais, relacionais e lúdicas de que nós, muitas vezes, pura e simplesmente fazemos tábua rasa. O parto, por exemplo, é um jogo de «gato e rato» entre o bebé e a mãe. É um jogo comandado pelo bebé, mas ao qual a mãe vai respondendo, é um jogo com um objetivo muito claro, mas que só é possível graças a estes dois jogadores, e ainda a alguns outros participantes, como é o caso do pai, e a mediação de alguns árbitros que são os profissionais de saúde. E não será a amamentação um jogo? Quando um bebé está a mamar, o seu olhar fixa-se na mãe e estuda-a. Se esta rir, o bebé ri, como quem diz: «Ah! Ainda bem que me saiu uma mãe brincalhona na rifa. Com esta vou-me entender bem.» Todo o diálogo gestual e troca de olhares e de afectos é um jogo, um jogo de sedução com regras bem estabelecidas, de parte a parte, que perduram pela vida fora é o efeito surpresa do jogo que contribui para que se torne mais lúdico, inesperado e interessante. E muitas vezes não joga a criança com os adultos e com as outras crianças, verdadeiros jogos de sedução? Jogos de diplomacia, jogos de manipulação, de oposição, de faz-de-conta, de teatro, tentando, até, frequentemente, subverter as regras? Ler Mais...

Exemplo de um projecto pedagógico sobre o Livro e a Leitura para crianças de 4-5 anos

• a educadora recorre à leitura de um livro (p. ex.: Matilde Brinca com as Letras, ed. Campo de Letras) para o lançamento do projecto; • o grupo faz uma sopa de letras, descobrindo em conjunto as diferentes letras, e questionando-se sobre a importância das mesmas; • procuram-se, em revistas e jornais, as letras, palavras e textos; • inicia-se um trabalho: «Também sabemos ler... imagens», em que a criança faz uma descrição (que é registada) de imagens apresentadas pela educadora, apercebendo-se de que sabe ler, mas de uma forma diferente; • visita-se uma biblioteca; • ouvem-se e contam-se histórias; • momento de texto livre; • utilização do ficheiro de letras; • utilização do ficheiro de imagens; • conta-se uma história através de slides, e à medida que o grupo observa, conta e encontra uma sequência lógica para as imagens que vão passando; • com o que as crianças dizem e desenham, constrói-se um livro em conjunto. Ler Mais...
Pai brinca com ospeitinho dafilla | Para Pais.