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O que significa um parto “pele com pele”?

"Pele com pele" é uma frase que significa aninhar o seu bebé nu contra a sua pele nua. Muitas mulheres desejam ter um contacto "pele com pele" com os seus bebés logo a seguir ao parto. Isso pode ajudar a criar laços, a controlar a temperatura do bebé e a iniciar a amamentação. Desde que você e o seu bebé estejam bem, não haverá razão para não poder fazer isso – limpar o seu bebé, pesá-lo e vesti-lo pode esperar um pouco. Muitos médicos reconhecem agora a importância deste contacto "pele com pele" inicial e ajudá-la-ão a obtê-lo desde que você queira. Comunique as suas ideias e os seus desejos à sua parteira o mais cedo possível depois de ser admitida na sala de parto, para que ela possa planear o seu parto e possa tentar ir de encontro aos seus desejos. Ler Mais...

Criar rotinas

É essencial criar rotinas, porque o próprio elemento repetitivo é inerente à securização. Saber o que se vai passar a seguir ajuda a prever o futuro e tranquilizar, porque a seguir ao A vem o B, e por aí fora.... e antes de chegar ao Z já estamos a dormir. Tentem, quanto possível: • adotar uma rotina diária (que pode e deve ser quebrada de vez em quando); • fixar uma hora de deitar que tome em conta fatores a que não se pode fugir, como a hora a que os pais chegam a casa, hora de jantar, etc; • não deixar a televisão ser um factor relevante para marcar horários - aliás, a televisão não deve fazer parte da vida das crianças depois do início do telejornal; • começar os pormenores de rotina cerca de meia a uma hora antes de a criança se ir deitar e manter a ordem com que se faz as coisas; • deitar a criança e assegurar que o clima é de paz (se a criança vai para a cama no meio de discussões dos pais, de barulho da TV ou de grande confusão, dificilmente dormirá porque, ou está interessada no que se passa, nomeadamente nas guerras entre os progenitores, ou o barulho não a deixa dormir, ou fica angustiada, sobretudo se pressente violência no ar; • uma vez a criança deitada, não ficar demasiado tempo com ela. As histórias e as cantigas devem ocorrer, ou antes de se deitar ou já na cama, mas prevendo que só excepcionalmente se contará ou cantará mais uma - a partir de certo tempo, quanto maior a permanência, pior e mais difícil será a separação; • ao despedirem-se da criança, os pais dizerem dizer sempre o mesmo: «Boa noite, dorme bem, está aqui o... (e dizem o nome do boneco que é o seu «delegado»). Não se devem ter demasiadas regras - para poder dar azo a alguma espontaneidade, mas manter a rotina de um beijo ou um mimo - sempre o mesmo. Esta rotina deverá ser usada também a meio da noite, quando a criança acorda; • se a criança se escapar da cama e aparecer por exemplo à porta da sala, apanhá-la o mais cedo possível, fazer uma expressão de desagrado, usar um tom de voz que não dê margem para dúvidas (não é berrar, pois isso é interpretado pela criança como falta de autoridade e acaba por ser um excelente argumento para vitimização) e voltar a pô-la na cama; • ignorar os primeiros apelos vindos da cama, respondendo com um «ó-ó!>», «schiu!», «dorme», em tom afectivo. Se todavia sentirem que o vosso filho está a entrar em desespero, terão de ir ao pé dele para o apoiar e dar mimo; • se, com o stresse, a criança vomitar - ótima maneira de pôr a família em alvoroço e esquema de manipulação muito utilizado -, deve-se limpar, mas sem demasiado alarido e, sobretudo, evitando o contacto olhos-nos-olhos com a criança; • se os vizinhos se queixarem, pior para eles... mas. se querem manter uma boa vizinhança, antes de serem eles a referir o barulho noturno que vem da vossa casa, sejam vocês a pedir-lhes desculpa pelas «toiradas» da vossa criança - esta jogada de antecipação desarma qualquer pessoa • por último, é fundamental que ambos os pais cheguem a um acordo em relação à estratégia a seguir. Se a criança descobre que há desavenças entre os pais há-de explorá-las até à exaustão, fazendo alianças com o progenitor que está mais perto de ceder ao seus caprichos e utilizando isso para desafiar o outro.   Ler Mais...

Apendicite aguda

A apendicite aguda afeta entre 5 e 10% da população, e é a causa mais frequente de intervenção cirúrgica de emergência na população infantil e juvenil. O apêndice é um pequeno órgão, com a forma de dedo, situado no tubo digestivo, mais concretamente no início do intestino grosso ou cólon, ao nível do lado direito do abdómen, um pouco acima dos ossos da bacia. O apêndice forma uma espécie de fundo-de-saco, e não se sabe muito bem para que serve. Ou dito de outra forma: provavelmente o apêndice já terá tido funções de relevo, no tempo dos nossos antepassados longínquos, quando o tipo de alimentação era outro - o tipo de tecido que forma o apêndice é semelhante ao que existe nos gânglios linfáticos, o que indica que as suas funções pudessem estar relacionadas com o sistema de defesa imunitária. A apendicite é uma inflamação (acompanhada frequentemente de infeção) do apêndice. Quando o interior do apêndice fica bloqueado - por fezes mais duras, por um corpo estranho ou inflamado - o apêndice incha e pode infetar-se por bactérias. Se este apêndice infetado não for removido, forma-se um abcesso (para o que contribui a sua configuração de fundo-de-saco) e eventualmente dá-se a perfuração ou o rebentamento. Esta série de eventos pode dar-se num espaço de tempo muito curto - em cerca de 48 a 72 horas após o início dos sintomas. Ler Mais...

Posso dar o meu bebé à luz numa piscina de parto ou são só para o trabalho de parto?

Deverá pedir à sua parteira para descobrir se o hospital que escolheu para dar à luz tem instalações que lhe permitam fazer o parto na água ou se só utiliza a piscina para a maior parte do trabalho de parto. Isto muitas vezes depende de se a piscina é suficientemente grande para dar à luz. Por vezes, pode não haver nenhuma parteira disponível que tenha sido treinada em partos na água, e nesse caso, só poderá ter o trabalho de parto na água e terá de sair para o parto. Ler Mais...

Dilatação

Nas fases iniciais do trabalho de parto, o colo do útero começa a amaciar, e depois começa a dilatar para que o bebé possa passar através dele e sair pela vagina. A cabeça do bebé não pode passar pelo colo do útero até ele estar completamente dilatado. O tempo que isso demora varia: algumas mulheres já têm alguns centímetros de dilatação no início do trabalho de parto, enquanto outras levam várias horas a atingir essa fase. 2 CM de dilatação: Na primeira fase, o colo do útero começa a amaciar e a abrir gradualmente. 6 CM DE DILATAÇÃO: O colo do útero está a cerca de metade da dilatação e agora as contrações são mais fortes. 10 CM DE DILATAÇÃO: O colo do útero alargou o suficiente para o útero poder empurrar o bebé para fora. Ler Mais...

Sarna

A sarna é uma irritação cutânea, causada pela infestação da larva de uma parasita que se introduz debaixo da camada mais superficial da pele. As borbulhas que aparecem na pele traduzem a reação alérgica aos ovos e fezes dos parasitas. O nome «escabiose», que designa a sarna, vem de uma palavra latina que significa «coçar» - este é o sintoma principal da sarna. A transmissão da sarna faz-se através do contacto pele com pele, com uma pessoa infetada, e o parasita é muito contagioso. Apesar de estar associada a «porcaria», a verdade é que qualquer criança pode apanhar sarna. A transmissão da sarna faz-se através do contacto pele com pele, com uma pessoa infetada, e o parasita é muito contagioso. Apesar de estar associada a «porcaria», a verdade é que qualquer criança pode apanhar sarna. Os sintomas e sinais são comichão muito intensa e aparecimento na pele de uns altos, pequenos, avermelhados, espalhados pelo, corpo mas mais vulgares entre os dedos, nos punhos, parte externa do cotovelo, axilas, parte de baixo da barriga e região genital. É raro o envolvimento da cara. Além das borbulhas, surgem também umas linhas vermelhas, finas, que correspondem aos túneis que as larvas fêmeas escavaram debaixo da pele, para colocar os ovos. A comichão é tão intensa que impede de dormir, e piora com o banho ou à noite. Se a criança se coçar muito, podem surgir lesões de coceira e infeção. Os sintomas e sinais podem demorar um mês a aparecer, se for o primeiro contacto com o parasita, ou apenas dois dias, se já tiver havido infestação anterior. Num caso suspeito, há que consultar o médico-assistente ou um dermatologista. Este poderá examinar uma amostra de pele ao microscópio, encontrando as larvas ou os ovos. No total, a infestação não ultrapassa geralmente as dez larvas. O tratamento tem dois objetivos: diminuir a comichão e matar o parasita (através da aplicação de uma loção ou creme especial). É essencial seguir à risca as indicações do médico. Embora não seja claro se a sarna se transmite pelos lençóis, será melhor lavar a roupa num programa quente, bem como os bonecos de peluche. Se houver algum que não possa ser lavado, deverá ser guardado num saco de plástico fechado, durante uma semana. O infantário ou jardim-de-infância deverá ser avisado. Ler Mais...
Ostra na gravides | Para Pais.