Resultados para: "ostra na gravides"

Você está a ver gravidez , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa ostra na gravides. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, gemeos escondidos barriga, cesariana inflamada, cesaria inflamada, parto normal visto de frente, ver parto normal ver tudo.

Convulsões

As convulsões foram sempre situações que causaram grande receio às populações em geral, e aos pais, em particular, graças ao carácter súbito e as manifestações evidentes - espasmos musculares, espuma pela boca, perda do controlo dos esfíncteres e da consciência. A Ciência permitiu explicar a natureza desta situação: todos nós podemos ter convulsões, desde que o nosso cérebro seja exposto a estímulos que ultrapassam o limiar a partir do qual a proteção natural é ultrapassada, seja com uma descarga elétrica, intoxicação, meningite ou após traumatismo craniano. As pessoas que têm epilepsia e as crianças têm um limiar mais baixo, podem reagir a estímulos que, na maioria das pessoas, não causam quaisquer perturbações, como a febre ou a ingestão de álcool. A estimulação inadequada de algumas áreas do cérebro proporcionará a reação descoordenada dos órgãos que delas dependem: podem ser grupos musculares (dando movimentos dos membros, designados por «clónico-tónicos»); órgãos sensoriais (com perceção de cheiros, imagens, sons); crises de ausência (com paragem do que se está a fazer, por breves momentos, retomando o discurso e a atividade como se nada fosse); crises de taquicardia, dores abdominais, etc. Teoricamente, todos os órgãos se podem manifestar, embora o mais corrente sejam as crises com expressão muscular. A epilepsia é uma doença que se manifesta por convulsões, mas na criança, a febre pode também desencadeá-las, bem como o adormecimento, medicamentos e outros fatores que interfiram significativamente com o cérebro. Sempre que uma criança tem uma convulsão, pela primeira vez, há que ser observada de imediato, embora nunca acelerando de tal forma o processo que a segurança da criança (em termos de posição e de transporte automóvel) possa ser posta em causa. Eventualmente poderá haver necessidade, conforme os diagnósticos que forem considerados, de realizar exames, como o eletroencefalograma, que revela as características da atividade elétrica do cérebro e a existência de eventuais anomalias ou focos de disparo aleatórios; TAC, para ver a estrutura morfológica, ressonância magnética (que dá imagens muito específicas das diversas componentes físicas cerebrais) e análises bioquímicas, microbiológicas ou endócrinas, para saber se há uma alteração metabólica, por exemplo nos mediadores cerebrais, ou infeção. As convulsões, se forem breves, não geram só por si lesões cerebrais. Se se integrarem numa doença mais vasta, pode haver deterioração das funções do cérebro, mas mais relacionadas com a doença base do que propriamente com as convulsões. No entanto, convulsões repetidas e prolongadas podem causar períodos críticos de má oxigenação cerebral, com as consequências daí decorrentes. Quando as convulsões são crónicas, resultantes de uma alteração anatómica ou elétrica do cérebro, denomina-se epilepsia. Há situações que não são convulsões, mas que podem parecê-lo:
  • tremores relacionados com a subida da temperatura, porque o calor é produzido através da atividade dos músculos. Só que na convulsão há grandes movimentos, espaçados, e nos tremores são movimentos constantes, tipo calafrios;
  • crises vagais, resultantes da dor, do medo, do susto (quase desmaio, pele fria, enjoo), por exemplo quando da vacinação ou de tirar sangue;
  • espasmos de afeto, em que a criança «vai atrás do choro» quando é contrariada, ficando momentaneamente sem respirar e possa inclusivamente perder os sentidos, depois de ficar muito encarnada, depois arroxeada;
  • terrores noturnos e pesadelos estes acontecendo nas últimas horas do sono, aqueles nas primeiras;
  • masturbação;
  • alguns tiques.
Ler Mais...

Parto assistido – Quando é necessário?

Um parto assistido, utilizando fórceps ou extração por vácuo com ventosa, pode ser efetuado devido a uma ou mais das seguintes razões: A mãe estar exausta por um longo trabalho de parto e não ter energia suficiente para fazer força. O bebé mostrar sinais de estar em sofrimento durante a segunda fase do trabalho de parto. A cabeça do bebé estar numa posição errada – se estiver na segunda fase do trabalho de parto, o fórceps ou as ventosas por vezes podem ser utilizados para virar a cabeça e retirar o bebé. Por vezes o fórceps é utilizado para proteger a cabeça delicada de um bebé prematuro, durante o parto. O fórceps pode ser utilizado para retirar a cabeça de um bebé em posição pélvica. Se o bebé for bastante grande - que pode ser o caso se a mãe tiver tido diabetes gestacional. Ler Mais...

Pode-se usar um saco de dormir de bebé num recém-nascido?

São seguros para um recém-nascido se usar o tamanho certo, embora alguns fabricantes sugiram que se espere alguns meses antes de os usar. São próprios para bebés com cerca de 3-4,5 kg e têm valores de aquecimento diferentes (como um edredão) para as diferentes estações do ano. Usam-se por cima de um pijama e é importante seguir as instruções referentes a tamanho e a aquecimento. A temperatura ideal para o quarto do seu bebé é de 16-20 °C. Se o quarto estiver mais quente ou mais frio, ajuste as roupas ou o tipo de saco de dormir. Os sacos de dormir evitam o sobreaquecimento, se usar demasiada roupa de cama, e reduzem o risco de a roupa cobrir a cabeça do bebé; também há menos hipóteses de o bebé ficar enrodilhado nos cobertores ou de os afastar de noite. Se usar um saco de dormir, terá de ser sem capuz com o tamanho certo de abertura no pescoço para que o bebé não possa deslizar para dentro dele. Os sacos de dormir nunca devem ser usados com edredões ou acolchoados, podem ser usados numa alcofa, na cadeirinha do automóvel ou na cadeirinha de passeio. Ler Mais...

Vou à minha primeira consulta na próxima semana – o que é que se vai passar?

A finalidade da sua primeira consulta com o médico é ele obter o seu historial médico e trocarem informações para poderem planear os cuidados futuros da gravidez e do parto. Também é uma oportunidade de ele a conhecer bem e de você colocar todas as questões que queira e discutir o horário das consultas, das análises ao sangue, ecografias e aulas pré-natais. Também lhe serão dados folhetos e panfletos informativos, bem como contactos telefónicos importantes. O médico irá fazer-lhe perguntas sobre o seu historial médico, o historial médico da sua família, o historial médico do seu companheiro e da família, sobre gravidezes anteriores, e como esta gravidez tem corrido até agora. As suas respostas a estas questões irão ajudá-lo a formar uma imagem do seu estado de saúde actual e também ajudarão a identificar algum factor que possa afectar a sua gravidez, por exemplo, se na família houver um historial de pré-eclampsia. A sua parteira também lhe irá medir a tensão arterial, pesá-la, analisar a sua urina e ouvir os batimentos do coração do bebé se você estiver com 12 semanas ou mais de gravidez. Também pode fazer algumas análises ao sangue. Estes exames fornecem uma base útil para futuros exames pré-natais. Ler Mais...

Ou estou desconfortável quando fazemos amor ou não me apetece. Devo fingir?

Os níveis de desejo sexual na gravidez variam muito, com algumas mulheres a acharem que a sua vontade sexual é maior, enquanto que outras se sentem demasiado doentes, ansiosas, hormonais ou somente demasiado desconfortáveis para o sexo. Se realmente não quer sexo seja sincera e aberta sobre a sua falta de vontade. Não se sinta pressionada a fazer nada que realmente não quer fazer, pois isso pode complicar o vosso relacionamento. Nesta altura comunicar é muito importante, portanto fale com o seu companheiro sobre como se sente – pode descobrir que ele desconhece por completo os seus sentimentos, ansiedades e preocupações. Pode utilizar a sua “barriga” como a desculpa ideal para experimentar posições diferentes, pois muitos casais acham a “posição missionária” muito desconfortável na gravidez avançada. Alguns casais preferem a mulher por cima pois isto permite-lhe ter mais controlo na penetração e ao mesmo tempo há menos peso na barriga dela. Uma posição de “molde”, com o seu companheiro por trás de si, também permite uma penetração menos profunda e retira toda a pressão da sua barriga. Ter um bebé é adaptar-se a novas experiências e muitos casais também acham necessário adaptar a sua vida sexual. Ler Mais...

Ato um – ir ou não à maternidade

E discutível se uma criança deve ou não ir à maternidade. Cada família decidirá por si, e dependendo da idade da criança, do tempo que a mãe ficará na maternidade, dos apoios que se possam ter fora e de muitas outras coisas.

No entanto, há alguns aspetos para os quais gostaria de chamar a vossa atenção relembrando que é um momento fundamental para todos, mas para a criança também. Poderá haver algum conflito de interesse entre os vários membros da família: mãe, pai, filho. Pensar prioritariamente no da criança será o melhor, dado ser o membro mais vulnerável:

  • numa altura em que só a verdade conta e que a criança está com receio de ser troca- da ou abandonada, ela estará atenta aos pormenores, porque é neles «que o diabo se esconde». Herdeira dos sobreviventes, como nós, é uma desconfiada por natureza e por instinto. Andará, por isso, a ver se os pais diziam a verdade ou não;
  • visitar um hospital, mesmo que se chama maternidade (pública ou privada, tanto faz - as luzes são sempre «de hospital», as batas brancas e o soro com agulha...), onde a criança sabe que vão os doentes, e dizer que a mãe não está doente é algo de absurdo. Das duas, uma. Ou algo está errado
  • no local, e coitada da mãe - e a criança sofrerá por isso - ou estão-lhe a mentir e a mãe está mesmo doente. E se não lhe querem dizer a verdade, então provavelmente vão mentir sobre muitas outras coisas, ou será que a mãe adoeceu por alguma coisa que ela, criança, fez? Ou será que é o mano que já está a causar a doença da mãe mesmo antes de ter nascido?
  • ver o bebé ao lado da mãe, designadamente a mamar, pode ser complicado porque deteta, em todos os movimentos e expressões da mãe, a paixão desta pelo bebé. Será também assim em casa, mas num ambiente externo, que não compreende totalmente e em que a sua presença é limitada, o choque pode ser maior;
  • mas mesmo que, durante a visita, tudo possa até correr bem, com o novo mano a um canto, sem ocupar demasiado espaço na relação, há um momento «fatal», em que, sabe-se lá porquê (nem nós adultos, percebemos muito bem), a mãe farta-se da criança e a expulsa do quarto, e o pai colabora arrancando-a da mãe e levando-a para longe, deixando a mãe sozinha com o bebé, ou seja, a opção foi feita e o momento seguinte será apenas saber onde a abandonarão - é assim que a criança interpretará o que se passa;
  • se o internamento for curto - como na esmagadora dos casos, mesmo com cesariana -, é provavelmente preferível deixar a criança com avós ou tios, com quem ela esteja bem habituada, para um «programão» enquanto os pais «vão ali ter um bebé», coisa que é chata e não é apetecível. Pelo contrário, o programa que a criança vai ter é fabuloso, cheio de coisas interessantes e variadas;
  • se por acaso for à maternidade, então explicar que a casa onde se têm bebés, que é uma casa como a nossa (deveria na realidade ser muito semelhante) está fechada para obras e que por isso a mãe teve de ir para ali, mas que não está doente...foi tudo por causa das tais obras;
  • antes da enfermeira ou da auxiliar entrarem a anunciar que «senhoras visitas e meninos têm de sair», o pai pode dizer à criança algo como: «Olha, não sei o que tu pensas, mas eu estou farto de estar aqui. Está calor, não se faz nada, apetecia-me imenso ir comer
  • um gelado e se calhar comer um hamburger. Alinhas nisso?» «E a mãe?» «A mãe não pode, olha quem fica a perder é ela, mas agente depois amanhã traz-lhe um bocadinho para ela não ficar gulosa.» Isto não é mentir, é contar a verdade de uma forma leve e sem angústia;
  • depois de sair, e se a criança quiser regressar, dizer «Olha, eu estou cheio de sono e se calhar devíamos ir para casa, eu vou contar-te umas histórias e amanhã, cheios de genica, voltamos lá. Não achas que era um bom plano?».
Ler Mais...
Ostra na gravides | Para Pais.