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Dores no joelho

O joelho é considerado uma das articulações mais «fisiológicas», porque necessitado funcionamento normal e integrado de todas as suas partes - ossos, ligamentos, meniscos e músculos - de modo a garantir a mobilidade, estabilidade e proteção contra a deterioração. Não é por acaso que a articulação do joelho é uma das mais antigas na evolução dos animais, datando de há 320 milhões de anos. Aliás, basta pensar como usamos diariamente os nossos joelhos, para vermos bem o esforço a que os submetemos. Nas crianças desta idade, observa-se muitas vezes uma certa desadequação entre o esforço submetido à articulação do joelho e a maturidade das estruturas que a constituem. O resultado é um traumatismo (que não necessita de ser uma pancada, queda ou outro acidente desse tipo, mas apenas uma lesão por sobrecarga) e o aparecimento de dor. A dor significativa, persistente, mantida no joelho não é uma situação muito comum. Mais frequentemente, o que aparece, pelo menos como primeiro sintoma, é a incapacidade de andar ou dificuldade a andar (a criança coxeia). A dor no joelho pode dever-se a muitas causas: traumatismo ou esforço excessivo, inflamação, infeção, etc., quer a nível ósseo, quer dos músculos ou das chamadas «partes moles». Outro aspeto importante é que algumas dores a nível do joelho têm origem na anca do mesmo lado ou do lado oposto, ou em lesões do outro membro que obrigam a reajustamentos da postura e esforços pouco controlados das diversas articulações. Se o vosso filho se queixar de dor na perna ou se repararem que coxeia ou tem dificuldade na marcha, e se essas queixas se mantiverem mais do que um ou dois dias e não melhorarem com os analgésicos habituais, é conveniente levá-lo ao médico para observação e eventuais exames complementares. Entretanto, é recomendável «poupar» a articulação, fazendo repouso e evitando o seu uso, o que às vezes é difícil porque sabemos como as crianças são: ainda agora se estavam a queixar de dores e a querer colo e logo que a dor abranda ou lhes «pula o pé para a dança», voltam a saltar e a correr como se nada fosse… Ler Mais...

Doença de Legg-Calvé-Perthes

Na doença de Legg-Calvé-Perthes há uma falha - por causas desconhecidas - na alimentação sanguínea da cabeça do fémur, na articulação da anca, provocando a sua degeneração, com as consequências daí decorrentes. O osso fica mais fraco e pode até quebrar, deixando também de poder desempenhar a sua função - a cabeça do fémur é que permite, articulando-se nos ossos ilíacos, a rotação e movimentação da anca e, portanto, da perna. A situação é transitória porque, na maioria dos casos, a circulação sanguínea reestabelece-se após 1 e meio a 2 anos. É mais comum nos rapazes (quatro em cada cinco casos) e a partir dos 2 anos de idade, é geralmente unilateral. A dor pode irradiar para a coxa ou para o joelho, e outro sintoma é o coxear, de uma maneira repetida, sem ter havido história de traumatismo. A criança pode queixar-se de dor na coxa. Se a situação se prolongar por mais de quatro dias é conveniente a criança ser observada, para eventualmente fazer exames complementares (radiografia) e ser referenciada para um ortopedista ou cirurgião pediatra. Ler Mais...

Fraturas

As fraturas são comuns, nas crianças, muito particularmente dos ossos longos (os dos membros) e das articulações do joelho e cotovelo. Algumas fraturas não chegam a ser completas (chamadas «em ramo verde»), mas têm de ser avaliadas e valorizadas. Como suspeitar
  • quando se deu o traumatismo, a criança ou alguém ouviu um som de «crack»;
  • há inchaço, hematoma, dor ao toque ou sensação de «alfinetadas»;
  • dor ao apoiar o membro ou a pressionar a área afetada.
O que fazer
  • chamar o 112;
  • remover as roupas da parte afetada, se necessário cortando-as;
  • aplicar frio, como descrito acima;
  • colocar uma tala provisória, da seguinte forma;
  • o manter o membro afetado na posição em que está;
  • o colocar um tecido macio à volta da zona afetada;
  • o colocar algo firme (um rolo de jornal, uma tábua) perto da zona afetada, assegurando que vai desde a articulação acima até à zona abaixo da área lesada;
  • o fixar a tala ao membro, com adesivo ou outro material, mas sem apertar demais;
  • o não deixar a criança comer, porque poderá precisar de cirurgia com a consequente anestesia
  • no caso de uma fratura exposta, ou seja, se o osso estiver à vista, deve fazer-se com- pressão com tecido limpo e deixar a criança deitada até chegar o 112.
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A Cabeça

Na cabeça avaliam-se os ossos e a fontanela, uma zona que causa sempre alguma impressão aos pais, mas que «não se parte». A fontanela anterior é o espaço que fica entre os ossos frontal e parietais (podendo existir uma fontanela posterior entre os parietais e o occipital) e o facto de os ossos terem esse espaço entre eles permite à cabeça crescer, em virtude do crescimento do cérebro. Muitas vezes a fontanela pulsa e isso é normal. A fontanela é um bom local de observação de doenças, como por exemplo a desidratação (fica deprimida) ou a meningite (fica saliente e tensa). Na cabeça, e resultantes do parto, especialmente quando é demorado e traumático (por exemplo no uso de ventosa), podem ver-se Céfalo-hematomas, que são zonas salientes, moles, e que correspondem a bolsas de sangue, ou o chamado caput sucedâneo, que é uma zona de inchaço, mais ampla, de edema (líquidos, pelo efeito de sucção e de vácuo durante o parto). Podem também existir, sem significado patológico, cavalgamentos dos vários ossos da cabeça. Por vezes, o formato da cabeça é assimétrico, pois é muito influenciado pela posição em que esteve in útero, ou se esteve encostado, por exemplo, a um osso da mãe.

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Muito importante

A ideia que só o alcatrão causa lesões é mentira. Nos caminhos de aldeia ou do campo há pedras e terra suficientemente dura para fazer uma fratura dos parietais (os ossos que estão nos lados da cabeça), dado que estes ossos são os mais fracos e, ainda por cima, o mais irrigados, o que leva a hemorragias intracranianas - assim morreu o maior campeão português de ciclismo. Joaquim Agostinho, que quando da fatídica queda se tinha esquecido de colocar o capacete. E como a criança está ocupada em tentar manter a direção e não cair, nem sequer protege essa parte lateral da cabeça com as mãos. Ler Mais...

Sinusite

Os seios perinasais são um conjunto de espaços aéreos que ficam situados nos ossos da face. Tal como os pássaros, que têm os ossos ocos, também nós temos alguns espaços cheios de ar nos nossos ossos. Estes espaços encontram-se «atapetados» por dentro com o mesmo tipo de células respiratórias - cílios e células produtoras de secreções. Na criança pequena, em que os ossos ainda são também pequenos, os seios perinasais são espaços virtuais, ou potenciais – estão lá, mas não existem…os seios maxilares, que como o nome indica se situam nos ossos maxilares, ao lado do nariz, são os primeiros a ganhar algum espaço. Seguem-se os seios etmoidais, um autêntico labirinto de espaços aéreos, que fica na região à volta do olho - todos estes surgem no primeiro ano de vida. Depois os frontais, mais tardios, surgem pelos 5-6 anos, e correspondem à região frontal, ou seja, a testa. Os seios esfenoidais, situados dentro da cabeça, só se desenvolvem «a sério» mais na adolescência. Todos estes seios drenam as suas secreções através de pequenos orifícios que se localizam na parede do nariz - chamam-se tecnicamente os «ostia». É claro que qualquer infeção nasal ou da região próxima pode estender-se a qualquer dos seios perinasais. Por outro lado, nas situações em que o nariz está entupido, os ostia podem ficar, eles próprios, entupidos também e não deixar as secreções saírem, o que leva à sua acumulação dentro dos seios. Quando isso acontece e há inflamação e infeção dentro dos seios, estamos perante uma «sinusite». Todos os fatores que ocasionem infeções locais, promovam crescimento bacteriano próximo (como as cáries), tenham alterações anatómicas a esse nível (como os desvios do septo nasal ou como sequência de um traumatismo dessa parte da face) contribuem para maiores probabilidades de sinusite. Certas doenças crónicas, como a diabetes, a fibrose quística ou imunodeficiências, podem aumentar a incidência de sinusite. Ler Mais...
Ossos busseta do joelho | Para Pais.