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Grandes e pequenos

«A mulher e a sardinha querem-se da mais pequenina», afirmam os portugueses. Tudo isso é muito bonito mas, quando se é ou se julga ser baixo as coisas podem não ser assim tão lineares, especialmente numa sociedade onde continuamente se dá tanta importância às «altas» individualidades...Cada um tem o fermento que lhe puseram. Não é depois do pão sair do for- no que lho podemos acrescentar. O que interessa é que cresça proporcionado, harmonioso e saudável. E feliz com o próprio corpo e com a imagem que o espelho lhe transmite. Ler Mais...

Importância dos dentes de leite

É muito importante que os dentes de leite permaneçam na boca até chegar a altura de caírem naturalmente. Os dentes de leite são importantes porque ajudam: • Na manutenção de uma boa nutrição, ao permitirem uma boa mastigação; • No desenvolvimento correto da tala e da linguagem; • Na erupção dos dentes permanentes pois «guardam» o espaço necessário para estes erupcionarem corretamente; • A ter um sorriso bonito que dá à criança uma maior aceitação social, melhorando a sua autoestima e autoimagem. Frequentemente subestimam-se as cáries nos dentes de leite e os pais acham que, como o dente vai «cair» não vale a pena tratá-lo, mas tudo depende da idade da criança e do dente afetado. Todavia, por exemplo, os molares de leite vão permanecer na boca até cerca dos 11-12 anos, mesmo que a mudança de dentes se inicie aos 5-6 anos. Assim, se estes dentes apresentarem uma cárie, não é lógico que esta não seja tratada porque o dente ainda vai estar na boca cerca de mais 7 a 8 anos. Ler Mais...

«Meu gordinho, meu tesouro»

Quando a criança está bem, come com apetite, tem um aspeto bonito e todos na família se sentem satisfeitos É um costume muito refundido tomar como barómetro do estado de saúde, um apetite mais ou menos voraz e as consequentes formas -redondas-. «Gordinho e anafado», a fazer as delícias da família As sim, a ideia de que uma criança possa estar a comer de forma exagerada ou de que o seu peso esteja a entrar em valores potencialmente nocivos para a saúde está longo de passar pela cabeça de quem quer que seja. Os avós gostam dos seus netos gordinhos, com refegos e dobrinhas nas pernas e nos braços; exibindo-os como se de tesouros se tratassem e dizendo com orgulho «Meu gordinho, meu tesouro» Acham que a melhor forma de mostrarem que gostam deles é enchê-los de doces, gelados, fritos... e se por mero acaso a criança deixa um resto no prato porque já se sente satisfeita, soa a frase preferida de alguns pais e avós: «Come tudo até ao fim: se papares tudo, dou-te um doce» ou então a preocupação imediatamente expressada aos pais, e depois aos médicos: «Não precisará ele de umas vitaminas?!» Os avós acham-nos sempre magrinhos, mesmo que as roupas lhes marquem as coxas roliças e os refegos saiam em catadupas pela fralda da camisa. «Magrinhos»... é o que estão... e se calhar até precisam de «umas vitaminas»... E mesmo sem nos deixarmos embalar pelas modas que nos apresentam padrões de magreza incompatíveis com os tempos e com os costumes (e com as coisas boas que há para comer) a situação, pode dizer-se, não é agradável, ou seja. a tendência para o excesso de peso e para a obesidade começa a ser evidente. Ler Mais...

E quanto à organização dos espaços?

8. Adequação aos objectivos -O parque responde às necessidades motoras, lúdicas e estéticas dos utentes? Permite uma variedade suficiente de actividades que respeite as necessidades para um desenvolvimento harmonioso da criança e do adolescente? E inspira tranquilidade e sensação de bem-estar? É bonito? Integra-se na natureza? -As actividades e equipamentos estão naturalmente separados, sem barreiras físicas exageradas, mas encaminhando os diversos interessados e as diversas idades para uns e para outros, de uma forma natural, minimizando os riscos de conflitos ou de acidentes? -Têm equipamentos que estimulem a experimentação e a ousadia (ainda bem, e se o fazem, é de modo controlado e seguro)? -Os bebés e crianças até 3 anos têm «o seu cantinho»? 9. Segurança dos equipamentos e do mobiliário urbano -Existem arestas vivas que possam ferir as crianças? E pregos, lascas de madeira ou de tinta? Ferrugem? Junções sensíveis? E superfícies de metal que, por estarem inadequadamente expostas ao sol, aquecem tanto que dá quase para estrelar um ovo? -E a zona junto aos bebedouros e aos sanitários, tem pavimento antiderrapante? e as sebes? Não produzem bagas daquelas muito bonitas, mas extremamente venenosas, pois não? Não têm picos ou pontos cortantes? E as árvores? Não são das que são mais alergéneas? -Os equipamentos têm zonas de segurança à sua volta e entre eles, para ampararem e amortecerem eventuais quedas e, por outro lado, impedirem choques de crianças que correm de umas para as outras, no processo de «entra-sai, entra-sai»? -Há caminhos por onde passear? E caminhos separados para as bicicletas, skates, patins em linha, etc, sem andar a tropeçar nos triciclos, nos bebés e nos outros peões? -E as fundações dos equipamentos? Estão todas bem profundamente enterradas, não estão, sem nada à mostra? E garantem a estabilidade e a resistência dos escorregas, baloiços e outros equipamentos? -E os próprios equipamentos? Não têm farpas, arestas, superfícies abrasivas? Não têm aberturas que entalem pés, dedos ou mesmo cabeças? Nem pontos que favoreçam quedas? Os assentos dos baloiços não são em ferro, dado que este material pode causar pancadas com consequências graves? E o acesso aos baloiços está devidamente resguardado para evitar que as crianças corram o risco de correr para o baloiço e serem apanhadas pelo movimento deste, em golpe de cutelo? -Os escorregas estão virados contra o Sol (para Norte), se forem de metal? E não têm nenhum ponto onde a criança ou a roupa da criança possam ficar presas enquanto escorrega (porque pode originar estrangulamentos ou amputações de dedos, ou no mínimo, entalões). E a posição terminal da rampa é horizontal, em pelo menos meio metro, e a menos de 35 cm (palmo e meio) do chão, acabando numa caixa de areia de pelo menos 30 cm de espessura e com amplitude para aceitar todo o tipo de que- das (quem nunca escorregou de cabeça para baixo ou de lado? É isso que as crianças vão fazer, ou não fossem crianças...). 10. Por fim, o mais importante - as superfícies de impacto -É o ponto mais importante. Admitindo que o terreno tem uma boa drenagem de água, sem a qual o revestimento será sempre medíocre, há materiais que NUNCA deverão estar nas áreas dos equipamentos e nas respectivas áreas de segurança à volta deles: betão e cimento. Estes materiais só devem existir nos caminhos ou espaços em que não é possível uma queda em altura. O resto da superfície tem de ser de areia (com um mínimo de 30 cm de altura), materiais sintéticos amortecedores, casca de pinheiro, «bago de arroz» ou equivalente. -É igualmente importante que o espaço à volta do equipamento não tenha muretes nem rebordos ou outros obstáculos. Quando uma criança cai, cai para o lado ou para a frente, não cai para debaixo do equipamento. A área de segurança amortecedora deve ter pelo menos 1,5 metros livre de obstáculos para cada lado. -Nas áreas que não sejam de «aterragem» ou de «queda», poderá haver relva, que dá sempre um acabamento agradável e bonito. Ficam aqui algumas chamadas de atenção para pormenores que são muito importantes para se conseguir um espaço de jogo seguro e divertido. Peçam às próprias crianças (a partir dos 4-5 anos elas alinham) que vos ajudem neste jogo de detectar aspectos perigosos. É uma boa maneira de passar o tempo, e elas podem ajudar a preencher este check-list. Se o parque/espaço em questão é perigoso, façam queixa à autoridade. Mobilizem a comunidade, os meios de comunicação locais e outras instâncias. Falem com os pais e as famílias que conhecem e não levem as crianças para lá. A mesma exigência deverá ser aplicada se o espaço de jogo pertence ao jardim-de-infância ou à escola. Não se esqueçam que, para lá das maçadas e do aborrecimento que é um dos vossos filhos sofrer um acidente, a responsabilidade recai também sobre vós, pais e educadores, se tendo detectado e situações perigosas, nada fizeram para as contrariar ou evitar. Ler Mais...

Elementos fundamentais para levar na mochila

Para além das bolas, baldes, pá e outros utensílios simplesmente fundamentais para um dia bem passado é preciso não esquecer: O creme protetor Um outro aspecto que é de importância fundamental e que não devem deixar passar ao lado é, claro, o creme protetor. Já viram, caros bebés, algum filme passado em praias paradisíacas em que os atores não se besuntem com cremes? Aquela cena do galã a encher de creme as costas da atriz principal debaixo dos olhos invejosos da atriz secundária é por demais conhecida... e vocês não são menos do que eles. Exijam creme! Não o creme bronzeador, que para frangos de churrasco não têm vocês jeito. Não! Creme protector - grau «não sei quantos» (muito, o máximo, de uma marca qualquer, pelo menos fator 50). Não se esqueçam - e não é só para aplicar na cara, que vocês fazem também topless, bottomless e todos os «lesses», e a vossa pele ainda não está «endurecida pelos azares da vida». De qualquer forma, não convém que os pais vos exponham ao sol direto, pelo menos até começarem a gatinhar e serem vocês mesmos a tomarem esse «comportamento de risco». Um bebé à sombra (salvo quando vai tomar um banho) é um bebé mais feliz. Água Outra regra - a água. Mas... com tanta água ali, porque é que os pais a hão-de levar de casa? É intrigante, não é? O problema é precisamente esse. A presença daquela água toda faz sede é que aquela é salgada e os ventos que sopram ficam também salgados, mais o calor, mais a areia, tudo isso faz sede, mesmo que não esteja um dia de fornalha. E aquela água faz ainda mais sede. Chamem a atenção dos vossos pais antes de sair de casa, para ter a certeza de que eles levam o biberão de água. A água não precisa de ser fervida mas cuidado, em algumas praias a água é pouco própria para criançada da vossa idade se calhar mais vale comprar uma garrafa de água mineral. Quanto a esta questão a da água poderá haver diferenças de opinião entre os vossos pais e os pais do bebé do toldo ao lado. Cada cabeça sua sentença, e depois metem-se os familiares ao barulho... Ponham ordem na companhia, digam às avós que, relativamente a vocês elas são ambas avós e não «mãe e sogra», e pronto. Assumam-se cientistas e expliquem que os bebés precisam de água e que, em condições normais (ou seja, sem calor em demasia e saudáveis), a quantidade de líquidos que bebem na alimentação normal chega para equilibrar o que perdem. Se estas perdas estiverem aumentadas (calor, febre, diarreia, respiração acelerada por febre ou por infecções respiratórias, vómitos, etc.) há que aumentar também a quantidade de líquidos que vos oferecem. Por outro lado, quanto mais pequenos vocês são, mais sensíveis são a alterações deste equilíbrio e mais rapidamente se desidratam, até porque, proporcionalmente, têm mais água do que os adultos. Em conclusão: se estiver um dia muito quente (ou se houver algum sintoma dos que já foram mencionados), os vossos pais procederão ajuizadamente se vos oferecerem água nos intervalos das refeições. Vocês decidirão se querem ou não, partindo do princípio que não estão em greve da sede ou tão doentes que já nem conseguem beber. Comida Quanto às refeições, já viram que os adultos se contentam com qualquer coisa, comem a «desoras», e depois alguns querem obrigar-vos a ter o mesmo apetite todos os dias, comer a mesma quantidade, o mesmo inefável «puré de legumes» com a carne triturada mais a papa de fruta, mais não sei o quê ? Ensinem aos vossos pais um verbo muito bonito: «Sim-pli-fi-car». Defendam a qualidade dos produtos que vos dão, mas exijam respeito pelas férias, pelas variações naturais do vosso apetite e pela paciência dos vizinhos de praia, que dão em doidos com cenas de bebés aos berros a não quererem comer e mães aos berros porque querem dar de comer aos tais bebés que não querem comer. Se são ainda amamentados, a vossa mãe que não se coíba de vos dar de mamar na praia. Qual é o problema? Ler Mais...

A sexualidade na criança do 1 aos 5

Já passaram os tempos em que as crianças não tinham direito a uma coisa chamada sexualidade. Durante largos séculos a sexualidade «caía do céu», na adolescência, como se fosse um raio do divino, e só depois dessa idade se admitia que o ser humano fosse sexuado. Não é o que se pensa atualmente. Sabe-se que o ser humano tem um componente de sexualidade em todas as fases da sua vida: desde a relação com o peito da mãe e com a mãe, descrita como «erotizada», até aos jogos de sedução que faz com os progenitores do sexo oposto. Outra coisa não seria de esperar, aliás, porque a sobrevivência da espécie (a par da sobrevivência pessoal) é um dos elementos mais fortes do comportamento instintivo. A sexualidade caracteriza-se pelo cruzamento de vários parâmetros que evoluem em sinusoides, cruzando-se «em alta» ou «em baixa» conforme as idades. Todavia, desprover o ser humano, seja em que idade for, de sexualidade, porque se a reduziu às relações sexuais, é não entender o que são pessoas, e o resultado só pode ser trágico. A sexualidade, em qualquer idade, expressa-se por vários parâmetros, com intensidade e importância variável, e é representada, em cada pessoa e em cada momento, pela soma das partes: •Afeto •Ternura •Conhecimento do corpo •Exploração dos limites relacionais •Experimentação •Companhia •Comunicação •Sedução •Erotismo •Prazer pessoal •Prazer dado aos outros •Procriação A sexualidade é feita, portanto, de algo muito mais rico do que simples relações «carnais». As crianças têm algumas destas vertentes mais desenvolvidas, outras manifestamente menos. Mas pensar que não têm prazer quando, por exemplo, manipulam os seus órgãos genitais, ou que não comunicam quando tentam, dengosamente, «dar a volta» aos pais revela demasiada ingenuidade. E os adultos têm de ver as coisas como elas são, e é por isso que já não acreditam no Pai Natal. Aos 15 meses, o bebé começa a interessar-se pelo cocó e pelo xixi. Não é sinal de que é «porcalhão», mas que percebe que há algo que sai dele. Aos 2 e meio sabe claramente se é rapaz ou rapariga, e que os dois sexos têm anatomias diferentes. Por vezes tende a explorar o corpo do pai ou da mãe com interesse redobrado e, também aqui, não podemos colocar na cabeça da criança ideias e perversões que não tem. Não quer dizer isto, de modo nenhum, que os pais permitam que a criança manipule os órgãos deles. O conceito de intimidade e privacidade deve existir desde sempre. Fazer juízos de valor sobre episódios como o que foi acima apresentado é contraproducente. Os comentários e perguntas das crianças têm de ser respondidos com verdade e normalidade. Não se poderá desmentir o Carlos dizendo que as maminhas da senhora eram pequenas, ou que ele não deve falar sobre maminhas. Mas pode-se ensinar que não é bonito tecer comentários sobre o físico dos outros, sejam maminhas grandes ou cabelos cor-de-laranja. As brincadeiras que incluem um componente sexual são normais mais para o fim deste período, perto dos 5 anos. É a velha história de «brincar aos médicos». Depois de conhecer o seu próprio corpo e de se aperceber que há corpos diferentes, a criança quererá ver o outro, para conhecer e constatar a sua própria anatomia. Mais uma vez, qualquer visão menos própria do assunto existe apenas na mente dos adultos. É por isso que é importante frequentar estabelecimentos escolares mistos, mesmo que, em certos momentos, as crianças se organizem nas brincadeiras de acordo com o sexo. Quando as crianças fazem sorrisinhos quando vêm, por exemplo, alguém dar um beijo na boca, não significa que entendam tudo e até para além do tudo, como um adulto, dado não existir, nesta idade, fantasia sexual. Sorriem (e é saudável sorrirem), porque sabem já o que é íntimo e o que não é, sabem entender que há algo de transgressão, mas não assumem mais do que o que vêm. Por isso é que assistir a relações sexuais, como no caso que relato neste capítulo (e como pode acontecer se as crianças dormirem na cama dos pais), é muito traumático, porque é lido como luta, violência e subjugação. Os gritos de prazer são interpretados como gritos de dor, de aflição, de violação. Pior ainda se se trata de alguém que lhes é querido, como os pais. Ler Mais...
Os prequito mais bonito | Para Pais.