Resultados para: "orgao genital feminino aos 12 meses fotos"

Você está a ver bebé , criança e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa orgao genital feminino aos 12 meses fotos. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, ver parto normal ver tudo, cesaria inflamada por dentro, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

Herpes simplex

Os vírus herpes simplex são muito contagiosos. O tipo 1 é o responsável pela estomatite aftosa. O tipo 2 causa herpes genital. O contágio é direto, da pessoa infetada para a criança. Uma mãe com herpes genital pode passar a infeção ao filho durante o parto vaginal. Na maioria dos casos o herpes não dá qualquer sintoma. Outras vezes surgem as aftas e pequenas vesículas típicas. Depois da infeção, o vírus fica alojado no corpo, reativando-se se houver condições especiais, como baixa da imunidade, stresse, cansaço, outras doenças concomitantes (como pneumonias pelo pneumococo), etc. Não há cura para a infeção herpética, mas pode evitar-se partilhar objetos e talheres, quando estiver presente uma pessoa com herpes ativo. Ler Mais...

Sapinhos

Os «sapinhos» são uma infeção por fungos, designados por Cândida albicans. Embora sejam mais comuns em bebés, nos 3 primeiros meses de vida, podem aparecer sempre que o ambiente da boca fica mais propício à infeção, por diminuição da produção de saliva, chupetas há muito tempo não esterilizadas, etc. A boca parece polvilhada de branco, sobretudo na parte de dentro das bochechas, como se estivesse coberta por «açúcar pile». Como a infeção se propaga a todo o tubo digestivo, a região anal pode aparecer avermelhada, de um tom intenso. Os «sapinhos» tratam-se com solutos antifúngicos ou um líquido roxo que se vende nas farmácias. Convém aplicar uma pomada antifúngica na região genital, se estiver vermelho. A candidíase oral não tem qualquer perigo, mas pode ser incomodativa e convém ser tratada. Ler Mais...

Nariz

A obstrução nasal Como já se disse ao longo deste livro, estamos geneticamente preparados para alguns milhares de anos atrás. E se há coisa que mudou foi a qualidade do ar: passámos de um ar puro para, sobretudo em meio urbano ou periurbano, um ar poluído, com constantes variações de temperatura, humidificação, ares condicionados, etc. É natural que o nariz reaja, sobretudo sendo um órgão tão vascularizado e feito para ser um órgão de filtragem e defesa e assim se dá a inflamação das paredes, com obstrução, e a produção de secreções («ranho») com espirros à mistura. Até se dar a adaptação do nariz (que em algumas pessoas nunca se dá pelo que ficam a sofrer de rinites crónicas), será preciso colocar soro fisiológico em abundância duas gotas em cada narina antes de cada mamada , para que o bebé possa comer sem engolir demasiado ar, o qual irá gerar mais bolçar, mais soluços e mais cólicas... O entupimento nasal é, assim, uma situação muito comum, «cada vez mais frequente», mas que continua a causar muita ansiedade aos pais, sobretudo quando os bebés são pequeninos. Ler Mais...

E os pipis…

Os pequenos lábios vaginais podem estar, frequentemente, colados. Por vezes é necessário o médico pediatra ou cirurgião afastarem-nos, e os pais deverão depois colocar vaselina durante 15 dias, para não voltar a colar. O nome técnico é«Sinequia dos pequenos lábios». Em alguns bebés do sexo feminino, as hormonas maternas, ainda em circulação no bebé, podem originar um pequeno fluxo vaginal de sangue e de muco. Ler Mais...

Evolução do conceito de género

Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Evolução do conceito de género Cada criança é uma criança diferente, mas podemos considerar, de forma global o seguinte: • 7 meses - os bebés conseguem diferenciar bem a voz das mulheres e dos homens (não confundir a voz do pai com a voz da mãe, estamos a falar da diferenciação de timbres associados ao género); • 12 meses - a criança consegue atribuir a noção de género à cara das pessoas e treinam isso com os pais, demorando-se a olhar para eles. Se ouvirem uma mulher ou um homem a falar, num grupo, irão procurar uma cara de mulher ou de um homem para perceber quem está realmente a falar; • 2 anos - as crianças começam a usar o género nas brincadeiras e no jogo. Começa a haver alguma predileção pelos jogos «de rapariga» ou «de rapaz», não apenas pelo que já foi induzido, mais explícita ou mais implicitamente pelos pais e outros adultos, mas também por alguma noção intrínseca dos respetivos papéis (e que é algo que mora nos nossos genes e na nossa memória antropológica), e por imitação dos adultos (que têm papéis e representações claramente diferentes); • 2-3 anos - a chamada «identidade de género» está definida. Nesta idade, as crianças já sabem que são meninos ou meninas, e riem-se se lhes dizemos o contrário, com base sobretudo na anatomia dos seus órgãos genitais; • 3-4 anos - começa a categorização do mundo. E não apenas no «género» dos objetos, mas na associação do género entre eles (e os seus pares) e os objetos; • 4-5 anos - há uma compreensão mais vasta das coisas. Pôr maquilhagens será visto como «feminino», mudar um pneu será visto como «masculino». E daí alguma perplexidade se o pai põe um avental ou se a mãe levanta pesos. Ler Mais...

Balanite

Chama-se balanite à inflamação ou infeção da glande, que é a zona que está debaixo do prepúcio (pele da pilinha). Pode ocorrer em qualquer idade. O aspeto é de uma pilinha com a ponta inchada, vermelha, com corrimento que pode ter várias cores: branco, amarelado ou esverdeado, mas que é geralmente espesso. Por vezes há queixa de dor ao fazer xixi. A balanite é muito comum - na idade das fraldas, há fatores que podem aumentar a frequência da infeção, como o ambiente quente, húmido e escuro da região genital, com a proximidade das fezes. A fimose (aperto da pilinha) é outro fator que ajuda. O tratamento da balanite assenta na aplicação de uma pomada com antibiótico durante 4 ou 5 dias, e limpeza (depois de passar a fase de maior inchaço). Em casos de repetição, ou naqueles em que a criança fica com dificuldade a fazer xixi, poderá ser necessária a circuncisão. Ler Mais...
Orgao genital feminino aos 12 meses fotos | Para Pais.