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Como diminuir o ruido

Há estratégias para tornar a sociedade menos ruidosa, com todos os ganhos em saúde, não apenas física, mas mental, designadamente ao nível do sono e da aprendizagem. Num ambiente de jardim-de-infância, por exemplo, há várias técnicas eficazes de construir as salas, os espaços comuns, os recreios,e o próprio isolamento sonoro em relação ao som exterior - a sua aplicação passa por uma avaliação caso a caso, mas pela exigênciamdos pais e dos educadores, e também pelamatitude dos autarcas e restantes profissional e responsáveis. A resolução do problema passa por medidas  eco-ambientais e de planeamento, arquitectura e construção. Mas passa sobretudo por percepção do risco, conhecimento dos efeitos e exigência de qualidade, integrando o fenómeno ruído nos critérios que se pedem a qualquer serviço ou produto, como a beleza estética, o preço, a comodidade ou a segurança. Ler Mais...

Birras de provocação

Primeiro ponto: o Pedro já perdeu o seu sentido de omnipotência e tem receio de ser abandonado. E quando já ouviu os pais dizerem-lhe: «Estou farto de ti!» - ou, mesmo não tendo ouvido, já pressentiu que isso poderá (na cabeça dele, claro) acontecer -, tem medo de que o façam sair de casa, para um mundo onde (ele bem sabe!) não sobrevive- ria. E não gostarem dele será o pontapé de saída...para a saída. Segundo ponto: o Pedro tem já muito desenvolvido o seu sentido ético. Sabe distinguir o bem do mal, e se faz asneiras é porque é isso mesmo que quer fazer. Terceiro ponto: o Pedro descobriu que tem duas versões: uma boa e outra «menos boa». Descobriu, afinal, a condição humana, mais outro «peso-pesado» que tem de assumir. Quarto ponto: o Pedro não sabe se consegue controlar a versão «má», a tal que lhe garante «cama e roupa lavada», está já assente, e com ela o amor dos pais. Quinto ponto: o Pedro tem medo de ser mau, de «acordar mau», porque não sabe como é que estas coisas se controlam. E se tal acontecer, os pais não gostarão dele, e daí a porem-no na rua será um ápice. Sexto ponto: Perante esta dúvida angustiante, o Pedro tem de se testar, a ele e aos pais. Como o amor dos pais já é um dado adquirido, para a versão «boa», vai então experimentar a outra versão, a «má». Para ver o que dá...antes que a situação escape ao seu controlo e as coisas aconteçam sem travão. Sétimo ponto: o Pedro tem de ser educado dentro das regras e dos limites estabelecidos pelos pais. Mas há que ter a arte e o cuidado de distinguir a pessoa dos seus atos. Se estes podem ser passíveis de elogio e prémio, ou censura e castigo, já a pessoa tem de ser sempre reafirmada como objetos de amor. Seja qual for a versão que esteja «em vigor». Oitavo ponto: não é muitas vezes o que fazemos, mas é quando se deve mais fazer: na fase da asneira e da versão «má», que é afinal quando surgem as dúvidas se os pais gostam ou não dela, há que dar afeto e garantir à criança (portanto, à pessoa) que se gosta dela, que o amor nunca estará em causa. Dizer «Gosto de ti. És querido!- e só depois, debruçamo-nos sobre o ato, e então condenarmos e castigarmos se for esse o caso. Este, o ato. Não aquela, a criança. Com esta estratégia, o Pedro deixará de ter dúvidas sobre o amor dos pais. Sabe que será sempre desejado e querido (do verbo «querer), mesmo que a tecla carregue na versão «má». Tiram-lhe toneladas de cima. E verá que consegue, gradualmente, controlar a parte «má», sendo cada vez mais «querido». Além disso, porque os pais lhe ensinaram os conceitos éticos, dos quais ele tem uma noção muito clara, sentir-se-á bem consigo próprio por agir bem, tendo ainda o acréscimo de receber uma recompensa pelas atitudes corretas. A pouco e pouco deixará as provocações baratas, «rascas» e (quase) incompreensíveis, muito mais rapidamente e com menos trauma do que se nada disto for feito. Ler Mais...

Medicinas alternativas

A utilização de medicinas designadas por «alternativas», em situações de doenças em crianças, tem vindo a aumentar. Um outro estudo, realizado no Reino Unido, mostrou que as crianças com doenças crónicas utilizavam três vezes mais tratamentos «alternativos» do que as crianças saudáveis. O que é curioso é que os médicos pediatras não sabiam que os seus clientes estavam a fazer outras formas de tratamento, por opção dos pais. Já se sabia que as chamadas medicinas alternativas vinham tendo um papel crescente na gestão da saúde e da doença, nos países ditos ocidentais, mas os estudos até agora realizados debruçavam-se sobretudo sobre a população adulta. Estes estudos vêm confirmar o que os mais atentos já tinham previsto: as crianças são, também, grandes consumidoras deste tipo de medicinas. As medicinas designadas por «alternativas» não deveriam ser menosprezadas e inferiorizadas. O próprio nome, «alternativo», é errado: trata-se de metodologias de tratamento «complementares» da chamada «medicina ocidental». Também é errado designar esta por «científica», dado que muitas das terapêuticas utilizadas nas «complementares» são cientificamente válidas (e muitas das que nós utilizamos ainda carecem de prova cabal...). Para além dos achados deste estudo, uma conclusão é óbvia: chegou a altura de deixar «a falar sozinhos» os corporativistas que defendem que «medicina só há uma, a ocidental e mais nenhuma», e estudar, em conjunto e colaboração, as várias medidas terapêuticas que podem beneficiar, do ponto de vista biológico, psicológico e social, as crianças e suas famílias. É bom admitirmos que não sabemos nem dominamos tudo, e que a separação do trigo e do joio passa por reconhecer que há trigo e que há joio. Na medicina «alternativa, mas também na medicina «ocidental»... Ler Mais...

Tudo uma questão de pesar os riscos, mas também de assumir as responsabilidades

Aos pais e às crianças, colocam-se diariamente alguns problemas, como as chamadas falsas contraindicações:
  • situações em que a vacinação é rejeitada nos centros de saúde por razões que não são, no fim de contas, justificativas (do ponto de vista clínico e científico) para tal. Infelizmente, continuam a ser muito frequentes e as crianças e famílias andam de um lado para o outro, desnecessariamente, com grande prejuízo para a vida das pessoas e com comprometimento das taxas de imunização.
Pode-se, assim, afirmar que as vacinas são seguras, eficazes (em valores superiores a 95-97%), e os efeitos secundários que têm são menores e não causam grandes problemas. A ideia de que as vacinas «mexeriam» com a nossa imunidade e de que poderíamos estar a abrir uma caixa de Pandora incontrolável, é errada. E as vacinas estão desenhadas para doenças que são ou podem ser graves - meningites, septicemias, sarampos, encefalites, pneumonias, varicelas complicadas, paralisia infantil, difteria, tosse convulsa, tuberculose, entre outras. Há uma corrente crescente, especialmente na Europa e nos EUA de grupos «contra as vacinas». Os pais são sempre as pessoas que decidirão, mas também é bom pensar que a sua decisão acarreta responsabilização. Se amanhã uma criança não é vacinada porque os pais não o desejam, e morre ou fica com sequelas por causa de uma meningite, sarampo, tosse convulsa ou difteria, o assunto será muito complicado de gerir, do ponto de vista psicológico, moral e até jurídico. Ler Mais...

Atitude a tomar

A idade em que a enurese deverá ser considerada um «problema» é o objeto de polémica. Considera-se, no entanto, os 5, 6 anos de idade e/ou a entrada para a escola como um ponto médio de referência para intervir, mas tudo dependendo dos efeitos que se vão acumulando e da maneira como a criança encara o problema. É, portanto, uma questão que começa antes dessa idade. Se os pais e/ou a criança estão preocupados com a situação, recomenda-se que discutam com o médico- assistente da criança. Ler Mais...

A minha mãe tem umas ideias muito firmes sobre a gravidez. Como dizer-lhe que quero fazer as coisas à minha maneira?

Pode levar a sua mãe a uma consulta pré-natal para ela poder ver como as coisas mudaram e a sua parteira pode explicar-lhe a lógica dos seus cuidados. Se ela continuar a interferir, tenha uma conversa franca. Diga-lhe que, embora a ame e saiba que ela só quer ajudar, você quer tomar as suas próprias decisões. Esperemos que ela aceite o seu ponto de vista. Ler Mais...
Oque passa nos ponto enflamado | Para Pais.