Resultados para: "o que e manobra de ortolani"

Você está a ver criança , bebé e / ou outros itens relacionados com a sua pesquisa o que e manobra de ortolani. Encontre as melhores dicas para ajudar no desenvolvimento da sua gravidez. mulheres parindo dentro do hospital, cesaria inflamada por dentro, ver parto normal ver tudo, parto normal visto de frente, grávidas parindo parto normal, cesariana inflamada, gemeos escondidos barriga.

O que é a manobra de Ortolani-Barlow?

Depois de observar visualmente as ancas, a primeira manobra que o médico faz para detectar uma eventual doença luxante chama-se «manobra de Ortolani-Barlow». Marino Ortolani foi o pediatra italiano que, no princípio do século xx, perante todos os casos de jovens que lhe apareciam a coxear de uma só perna sem outras razões, pensou no que seria esta doença e seo haveria forma de a detetar antes que fosse tarde. Barlow, um cirurgião pediatra, introduziu algumas modificações na manobra inicial. A manobra de Ortolani é feita logo ao nascer, e repetida em cada consulta, sendo especialmente importante até aos dois meses. É aquele exercício que o médico faz, pegando nas coxas do bebé, abrindo-as e rodando-as. Os bebés, normalmente, choram subitamente, dando aos pais a impressão de que o médico fez qualquer coisa de errado. Mas não. O choro é um choro reflexo eo corresponde a nenhum tipo de dor. O que se pretende com esta manobra é girar o osso (cabeça do fémur) para ver se ele sai e entra de novo no lugar; se assim for, o médico sente uma espécie de ressalto, um «clunk». Embora esta manobra possa ser efetuada por qualquer profissional, desde que competente, experiente e motivado, há que ter algum cuidado porque, nos bebés, a articulação da anca é especialmente frágil e vulnerável. Puxar mal pode causar lees vasculares mínimas, mas que depois se podeo, no futuro, vir a traduzir por situações de doença. Aliás, os bebés defendem-se da extensão, adoptando a posição de «rã» quando estão no beo. Ler Mais...

A manobra de Heimlich

A chamada manobra de Heimlich pode salvar a vida, mas é preciso saber fazê-la. Esta manobra baseia se no facto de um golpe de ar forçado, de baixo para cima, através da traqueia, por contração do diafragma, deslocar o corpo estranho e enviá-lo-á para cima, eventualmente saindo até pela boca (cuspido). A manobra de Heimlich é muito simples, mas tem de ser efetuada com enorme cuidado em crianças deste grupo etário. Há que ter cuidado para fazer a manobra sem demasiada força e no local exato, para não lesar as costelas ou os órgãos internos.
  • quem faz a manobra (vamos chamar-lhe »adulto») coloca-se por detrás da criança;
  • a criança pode estar deou sentada;
  • o adulto fecha a mão, tipo «murro», com o polegar dirigido para o abdómen da criança, entre a caixa torácica e acima da cintura;
  • a outra mão rodeia a cintura da criança;
  • inicia então uma série de 6 a 10 movimentos, bruscos (mas não violentos), no sentido para dentro e para cima, de forma a que o objeto saia; se necessário, repete, pois com a falta de oxigénio os músculos demoram mais a reagir;
  • se a criança estiver inconsciente, tede ser deitada, o queixo posto para a frente e o punho colocado a nível do umbigo.
Ler Mais...

Assimetrias

Outro aspecto a valorizar, já depois dos dois meses, é o encurtamento da perna do lado afetado, e uma assimetria entre os dois lados (com as ancas fletidas) ao comparar o nível dos joelhos. O joelho do lado afectado ficará num plano abaixo do do lado oposto. Um sinal pesquisado e que os pais vêem é o exame das pregas das coxas, quer com o bedeitado de costas, quer de bruços. Quando as pregas cutâneas são assimétricas pode ser um sinal de doença luxante, mas muitos bebés, especialmente os mais «gordinhos», podem ter as pregas diferentes. Como sinais de eventual doença luxante da anca pode também haver um achatamento da nádega do lado afetado, com o bedeitado de bruços. De igual modo, é importante observar a postura da perna em repouso: o lado afectado tem tendência a estar rodado, flectido e em abdução. Há que contar com uma coisa: nos casos em que a doença luxante é bilateral, todos os sinais que têm a ver com assimetrias desaparecem, como é evidente, mas mantém-se a dificuldade na abdução e a positividade da manobra de Ortolani. Ler Mais...

A Barriga e as ancas

A inspeção do abdómen pode mostrar aspetos diferentes do normal, na forma ou lees visíveis (por exemplo, se o umbigo ou a cicatriz umbilical, se o cordão já caiu está infetado, se existem hérnias umbilicais ou outras, um pouco acima, centrais, chamadas «hérnias de linha branca»). A palpação abdominal pode revelar, logo à partida, uma barriga dura, provavelmente cheia de ar, a que o toque e a percussão completam, mostrando um som de tambor, tão comum. Avalia-se também eventuais aumentos de tamanho dos órgãos intra-abdominais fígado, rins, baço, ou a existência de massas. Podem existir hérnias inguinais, bem diferentes das umbilicais pela sua situação (junto aos testículos ou na zona equivalente, na rapariga) e pelos cuidados a ter (as umbilicais não estrangulam, pelo queo necessitam de uma abordagem urgente, ao contrário das inguinais, que têm que ser avaliadas por um cirurgião). Os médicos palpam também as virilhas para avaliarem os pulsos femorais, ou seja, para ver se o sangue circula bem para as extremidades inferiores. A anca deve ser sempre objeto de avaliação, para detetar uma situação comum a instabilidade ou displasia da anca, que, em alguns casos, pode ser mesmo uma luxação congénita. Daí os médicos fazerem uma manobra, a que seo nome de Ortolani-Barlow, e que permite ver se a relação entre os ossos da bacia e o fémur é normal. A displasia da anca tem que ser diagnosticada e eventualmente tratada precocemente. Ler Mais...

Verificação da abertura das pernas

Outra manobra que o médico faz é ver se as pernas do bebé abrem bem, até tocar com o lado na marquesa. Chama-se a este movimento: «abdução». Há bebés que têm uma limitação da abdução, sem que isto corresponda a nada da articulação, mas apenas a um fenómeno tendinoso que pode gerar um barulhinho-um «click», diferente do «clunk» sentido pela mão. A limitação à abdução é muito importante, sobretudo se for unilateral. Ler Mais...

Questões práticas

Como segurar no bebé para colocar gotas? Parece difícil, mas não é. Uma pessoa pode «controlar» um bebé aos «pulos, e administrar os medicamentos. Basta firmeza e racionalização de meios (neste caso, os seus braços e dedos, com a «ajuda» dele...): • deite o bebé; • sente-se do lado direito dele; • encoste o seu corpo bem ao corpo dele; • coloque o seu cotovelo direito junto à barriga dele (do lado esquerdo dele), «trancando» assim a barriga do bebé imobilizando a parte das pernas; • com a sua mão direita, agarre nas duas mãos do bebé, aproximando-as; • passe os braços do bebé à volta da cabeça dele, e com a ajuda da sua mão direita firme-os contra a cabeça dele; • com o seu dedo polegar direito, que «sobrou» da manobra anterior (os outros quatro estão a agarrar as mãos dele comprimindo a cabeça), carregue na testa para a fixar; • vai reparar que, imagine, ficou com a sua mão esquerda completamente livre para pegar no soro ou no colírio, ou no que for, e colocar no nariz do bebé; • se for nos olhos, utilizará o seu polegar esquerdo para fixar a pálpebra e abrir os olhos do bebé; • esta manobra dura um minuto, ou nem isso, e depois poderá dar o mimo que desejar ao seu filho. Mas evita minutos e minutos de luta, que acaba sempre em berros e gritos e com os medicamentos a entornarem-se e a sujarem tudo, além de ficarem por administrar... Se colocarem gotas nos ouvidos, aqueçam o frasco em água quente ou com as próprias mãos. A reacção que os bebés têm às gotas auriculares são frequentemente da sensação de frio, que é muito desagradável, mais do que das gotas em si. Ler Mais...
O que e manobra de ortolani | Para Pais.