Resultados para: "o que acontece quando o feto morre na bariga"

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O que é um aborto?

Um aborto á a expulsão ou a extracção do útero de um embrião ou feto antes da 24ª semana de gravidez. Os sinais de um abortoo sangramento vaginal e dores semelhantes às menstruais. Como nem todos os abortos seguem o mesmo padrão, há várias formas de descrever o que acontece. * Ameaça de aborto ocorre quando há sangramento que pode ou não ser acompanhado de dor, mas o feto sobrevive. * Aborto incipiente ocorre quando há sangramento e dores devido a contracções do útero, o canal cervical dilata e o feio é expelido. * Aborto retido ocorre quando o feto morre mas mantém-se no útero e ou é expelido mais tarde naturalmente ou retirado por operação. Ler Mais...

Bebo álcool em demasia. Issoo fará mal desde que eu pare quando engravidar?

Seria muito melhor para a sua saúde e para a saúde do bebé se parasse de beber em demasia antes de conceber. Os efeitos do álcool num bebé em desenvolvimento ou num fetoo influenciados não só pela quantidade de álcool ingerida como também pela frequência com que bebe, sendo a bebida em demasia considerada particularmente prejudicial na gravidez. Beber em demasia e o alcoolismo têm mostrado afectar a saúde e o desenvolvimento do bebé, portanto se julga que bebe mais do que o que devia, pense como poderá reduzir antes de conceber. As políticas governamentais aconselham, hoje em dia, uma total abstinência de álcool mas aceitam que uma bebida ocasional durante a gravidez não irá, em princípio, afectar o feto. Ler Mais...

O meu companheiro diz que as drogas leves não têm problema – mas deveremos parar, agora que estamos a planear ter um bebé?

Ao dizer drogas leves deve estar a referir-se à nicotina ou à haxixe. O fumo do tabaco e da haxixe também podem ser altamente prejudiciais para o desenvolvimento do feto e deve ser evitado por grávidas ou por qualquer mulher que possa engravidar ou queira engravidar num futuro próximo. Julga-se que um químico presente na haxixe conhecido como THC pode reduzir a hormona luteizante (HL) nos genitais. Esta hormona desencadeia a ovulação nas mulheres e está envolvida na produção de esperma nos homens. Assim, além de ser potencialmente prejudicial para o feto, fumar haxixe pode resultar num decréscimo a curto prazo da capacidade reprodutora. Ler Mais...

Vamos deixar as crianças irem por esse caminho?

A má nutrição qualitativa e quantitativa começa a ser um dos maiores problemas das crianças e dos jovens portugueses, a par do que acontece aos seus congéneres europeus Para além dos problemas estéticos e punhaladas na autoestima e no autoconceito, este desequilíbrio vai ser responsável por problemas de saúde graves daqui a uns anos. Pode ser que este último aspetoo impressione muito os pais, mas é grave. A melhoria das condições socioeconómicas que se verificou no nosso País não se acompanhou de uma melhor alimentação. Pelo contrário. Não se morre à fome, é um fato, mas eventualmente acabar-se-á por morrer por «excesso de comida»...ou pelos erros alimentares que, dia após dia, se fazem de maneira repetida e confrangedora. Com as crianças - a quem ainda é possível ensinar alguns hábitos lógicos e razoáveis - todo o investimento feito agora reverte em vantagens para elas e para a sociedade em geral. Tanto mais que as crianças de hoje vão viver muitos anos. Vão ser centenários com facilidade. E o pior é se os seus órgãos começam a falhar e a entrar em insuficiência cedo demais, o que condicionará uma vida de décadas de má qualidade, sofrimento e verdadeiro hadicap. Ler Mais...

O alarmismo é mau conselheiro

As doenças dos nossos filhos, mesmoo sendo clinicamente graves, assumem por vezes para nós proporções de tragédia e levam-nos a correr para as urgências hospitalares. E depois dizem-nos, na maioria dos casos, queo passam de simples viroses. Não se sintam «maus pais» ou «pais falhados». A vossa leitura, perante uma das vossas crias com sinais ou sintomas de doença, é a leitura que qualquer animal faz, de si próprio, quandoo se sente bem, ou dos seus descendentes, quando toca a eles. Nas alturas críticas da nossa vida, é o instinto e o «animal que mora dentro de nós» que atua. Ou pelo menos que pretende atuar. Se o «racional» não consegue medir forças com o «emocional», então ficamos prisioneiros dos nossos receios, mais do que do que constatamos. A nossa cria está doente. E as doenças podem ser graves. E as doenças graves matam. Não se morre de saúde, morre-se de doença. É por isso que ficamos assim. Podemos melhorar e começar a ter maior distanciamento e poder de análise, separando bem o queo sinais de gravidade do que é normal e, por outro, do queo sinais de saúde e de que a situaçãoo está a afetar muito a criança. Mas somos pais, e não temos de pedir desculpa a ninguém por isso. No caso do António, acima descrito, estava tudo conservado: brincava, mesmo que com momentos mais calmos; comia, mesmo que menos; dormia, mesmo que com tosse; ria, bocejava e espreguiçava-se, mesmo que exigindo mais colo. Olhar a criança como um todo é fundamental, perante qualquer sintoma ou sinal. O António é o António, não é um mero somatório de pulmões, fígado ou baço. E aquela correria inadequada e impensada para a urgência do hospital, além de cara e desnecessária, acabou por se transformar daí a uns dias, para o António, numa gastroenterite contraída na sala de espera... Ler Mais...

Que sons pode o meu bebé ouvir dentro do útero?

As orelhas do bebé são visíveis por volta das oito semanas e a primeira reacção a sons fortes foi registada às nove semanas. Isto foi medido em estudos feitos tocando uma variedade de sons perto do abdómen da mãe e registando qualquer resposta, como movimentos, através de ecografias. Julga-se que os bebés começam por ouvir sons graves e os sons mais agudos são ouvidos mais tarde, conforme o aparelho auditivo se vai desenvolvendo. Estudos também sugerem que um feto pode reconhecer a voz da mãe e as vozes de amigos chegados e familiares especificamente durante a gravidez. Um estudo revelou que o feto ouve a voz da mãe e que ao ouvi-la os batimentos do seu coração diminuem, indicando que a voz dela tem um poder calmante. Pelas 16 a 20 semanas, a audição está bastante desenvolvida. Os bebés prematuros nascidos nesta altura reagem aos sons, portantoo uma prova viva de que os bebés dentro do útero, nesta fase da gestação, podem ouvir. Pesquisas também sugerem que os bebés respondem quando lhes lêem histórias ou põem música a tocar, durante a gravidez e após o nascimento. Ler Mais...
O que acontece quando o feto morre na bariga | Para Pais.