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Tratamento do umbigo

O cordão umbilical é cortado logo após o nascimento da criança. A parte que fica agarrada ao umbigo acabará por secar e cair, passados 4 a 10 dias, muitas vezes antes da mãe e o filho saírem da clínica. Se isto não acontecer deve tratar de curá-lo o mais rapidamente possível. Aplique álcool diariamente, cubra com uma compressa de gaze c ponha uma ligadura em volta, que não deverá ficar muito apertada. Nada de receios: a Parteira ou a enfermeira poderão explicar-lhe como se procede. A fralda não deverá nunca chegar à ligadura para que a urina não atinja a ferida. Se, dentro de 12 a 14 dias, o umbigo não estiver curado deve consultar o Pediatra. Ler Mais...

O que devo fazer com o piercing do meu umbigo?

Se está grávida e tem um piercing no umbigo, a sua parteira decerto recomendará que retire qualquer peça de metal do seu umbigo durante a gravidez. Algumas mulheres seguem este conselho, mas muitas mulheres não querem arriscar retirar o seu piercing e ter de voltar a colocá-lo depois o bebé nascer, portanto tentam continuar a usar o acessório no umbigo durante a gravidez. Você pode usar um acessório chamado retainer. Devido à popularidade dos piercings no corpo, este foi produzido para ajudar as mulheres grávidas a manterem os seus piercings conforme a sua silhueta vai mudando. São feitos de uma substância macia e flexível chamada PTTE (politetrafluoretileno), em diversas famas, e tem duas bolas acrílicas atarrachadas nas pontas. Há uma grande variedade de tamanhos e estilos para as mulheres escolherem. Como regra geral, deverá escolher um retainer que seja pelo menos 4 mm mais comprido do que o tamanho do acessório que costumava usar. No entanto, como pode imaginar, cada barriga é diferente e sem dúvida irá mudar de tamanho com o progredir da gravidez. O factor importante é que o seu retainer nunca belisque a sua pele - se sentir que o seu retainer lhe está a causar desconforto, então compre um tamanho maior. Ler Mais...

Linguagem

Para além de tudo o que está referido no capítulo da linguagem, vale a pena sublinhar, neste resumo das competências da criança, o que os adultos por vezes classificam de «egoísmo», mas que não tem a ver com o que moralmente existe nesta classificação, mas sim com a não distinção entre o próprio e os outros, o pessoal e o social, o subjetivo e o objetivo. O discurso serve para acertar o mundo segundo a bitola do próprio, dando-lhe o toque pessoal, mesmo com deturpação dos factos, e colocando-o no umbigo do mundo, o que o securiza e ainda está inferente à omnipotência em que viveu. Ler Mais...

A manobra de Heimlich

A chamada manobra de Heimlich pode salvar a vida, mas é preciso saber fazê-la. Esta manobra baseia se no facto de um golpe de ar forçado, de baixo para cima, através da traqueia, por contração do diafragma, deslocar o corpo estranho e enviá-lo-á para cima, eventualmente saindo até pela boca (cuspido). A manobra de Heimlich é muito simples, mas tem de ser efetuada com enorme cuidado em crianças deste grupo etário. Há que ter cuidado para fazer a manobra sem demasiada força e no local exato, para não lesar as costelas ou os órgãos internos.
  • quem faz a manobra (vamos chamar-lhe »adulto») coloca-se por detrás da criança;
  • a criança pode estar de pé ou sentada;
  • o adulto fecha a mão, tipo «murro», com o polegar dirigido para o abdómen da criança, entre a caixa torácica e acima da cintura;
  • a outra mão rodeia a cintura da criança;
  • inicia então uma série de 6 a 10 movimentos, bruscos (mas não violentos), no sentido para dentro e para cima, de forma a que o objeto saia; se necessário, repete, pois com a falta de oxigénio os músculos demoram mais a reagir;
  • se a criança estiver inconsciente, terá de ser deitada, o queixo posto para a frente e o punho colocado a nível do umbigo.
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A Barriga e as ancas

A inspeção do abdómen pode mostrar aspetos diferentes do normal, na forma ou lesões visíveis (por exemplo, se o umbigo ou a cicatriz umbilical, se o cordão já caiu está infetado, se existem hérnias umbilicais ou outras, um pouco acima, centrais, chamadas «hérnias de linha branca»). A palpação abdominal pode revelar, logo à partida, uma barriga dura, provavelmente cheia de ar, a que o toque e a percussão completam, mostrando um som de tambor, tão comum. Avalia-se também eventuais aumentos de tamanho dos órgãos intra-abdominais fígado, rins, baço, ou a existência de massas. Podem existir hérnias inguinais, bem diferentes das umbilicais pela sua situação (junto aos testículos ou na zona equivalente, na rapariga) e pelos cuidados a ter (as umbilicais não estrangulam, pelo que não necessitam de uma abordagem urgente, ao contrário das inguinais, que têm que ser avaliadas por um cirurgião). Os médicos palpam também as virilhas para avaliarem os pulsos femorais, ou seja, para ver se o sangue circula bem para as extremidades inferiores. A anca deve ser sempre objeto de avaliação, para detetar uma situação comum a instabilidade ou displasia da anca, que, em alguns casos, pode ser mesmo uma luxação congénita. Daí os médicos fazerem uma manobra, a que se dá o nome de Ortolani-Barlow, e que permite ver se a relação entre os ossos da bacia e o fémur é normal. A displasia da anca tem que ser diagnosticada e eventualmente tratada precocemente. Ler Mais...

Porque é que as crianças são especialmente vulneráveis?

Quando de um acidente, as crianças são mais vulneráveis, porque:
  • são mais pequenas e mais leves, pelo que serão mais facilmente projetadas, seja no interior do carro, seja para fora dele;
  • os músculos do pescoço e da coluna são mais fracos. As costelas e os ossos da bacia não estão completamente desenvolvidos. Alguns órgãos estão mais expostos do que nos adultos - é por isso que as lesões internas graves são mais frequentes;
  • a cabeça é proporcionalmente maior e mais pesada em relação ao corpo, o que provoca o chamado efeito «bala»: assim, a cabeça tende a ser projetada primeiro e a ser o ponto de embate com a carroçaria ou com o pavimento;
  • o esqueleto da criança, designadamente os ossos do crânio, não protege os órgãos tanto como o do adulto resultado: as lesões cerebrais são mais frequentes e mais graves.
É por isso que os assentos e outros dispositivos para crianças, levando em linha de conta todos estes dados científicos e tecnológicos, são especialmente concebidos para compensar todas estas fragilidades fisiológicas e naturais. Ler Mais...
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